História My Angel - Capítulo 41


Escrita por: ~ e ~idksuckers

Postado
Categorias Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Cher Lloyd, Cody Simpson, Dylan O'Brien, Francisco Lachowski, Justin Bieber, Ryan Butler
Personagens Barbara Palvin, Cameron Dallas, Chaz Somers, Dylan O'Brien, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Pattie Mallette, Ryan Butler
Tags Drama, Escola, Família, Festa, Luta, Novela, Romance, Shoujo Romântico, Violencia
Visualizações 565
Palavras 4.165
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


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Capítulo 41 - Bye, Bieber.


Fanfic / Fanfiction My Angel - Capítulo 41 - Bye, Bieber.

Uma Semana Depois

 

Tínhamos voltado pra Stratford fazia uma semana e as coisas têm andado bem confusas. Justin e os meninos passam horas dentro daquele escritório, tratando do grande assunto do momento, Ethan. Mary tem andado ocupada com as mudanças, visto que ela e Jack compraram uma casa bem simples para viverem, era um passo em frente da parte dos dois e eu os admirava por isso, pois no meio de toda esta desgraça, eles conseguiram arriscar em algo que os faz feliz.

E eu? Bem, eu e Justin não estamos nas melhores condições, toda esta pressão que Ethan vem pondo em nós tem afetado a nossa relação, discutimos com mais frequência pelas coisas mais idiotas, a minha teimosia e o seu temperamento forte só pioram a situação, tornando tudo mais difícil de resolver. Mas o que me vem atormentando são as coisas que eu venho sentindo esses dias, tudo o que eu comia acabava sempre por sair segundos depois, por vezes perdia o meu equilíbrio e acabava até mesmo perdendo os sentidos. Eu estava com receio que fosse algo de muito grave. Depois de longas horas conversando com Mary, ela me convenceu a fazer um teste, o que me fez pensar que isso seria uma possibilidade, mas mesmo assim eu continuava pensando que poderia ser apenas um mal estar ou algo assim. Depois de algumas horas tentando tomar coragem pra sair de casa e fazer o teste, decidi que iria manter toda a informação para mim, até ter a certeza do que estava acontecendo comigo, e logo sai pelos portões principais.

 

Eu caminhava pelas ruas frias de Atlanta, vendo o céu enevoado deixando todo o local com certo mistério. A cada passo que dava sentia meu estômago revirar e meu corpo estremecer. Aquilo não poderia dar positivo, pelo menos não agora. Simplesmente não podia, ou eu colocaria mais uma vida em perigo.

Cheguei à pequena farmácia que parecia estar num local um pouco deserto, as portas se abriram automaticamente me dando visão do pequeno local. Parecia que aquilo estava ali fazia anos e que ninguém se deu ao trabalho de limpar. Respirei fundo colocando todo meu corpo dentro daquele local e me dirigi ao que parecia ser a atendente. Ela mascava sua bala com sua boca totalmente aberta dando visão dos seus dentes descuidados, ela me olhou de relance mostrando alguma impaciência por eu estar ali e não pedir logo.

— Vai falar logo o que quer? — ela encostou-se à bancada me encarando com cara de tédio, engoli em seco tentando controlar minha respiração que estava completamente descompassada pelo meu nervosismo.

— Er… Era… Queria um daqueles testes de gravidez. — a mesma riu abafada e logo se virou pegando no mesmo e me entregando, paguei e saí de lá rapidamente.

Me dirigi para o pequeno WC que tinha do lado da farmácia, entrei no mesmo sentindo o cheiro horrível que lá pairava, acabei sentindo meu estômago embrulhar de novo, mas tentei controlar pra nada acontecer. Fiz o teste e o pousei no pequeno assento esfregando minhas mãos pelos cabelos impaciente. 15 minutos, era isso que iria determinar o que eu viria naquela coisa. Sai do Wc andando dum lado para o outro na pequena rua deserta esperando os 15 minutos passar, mais pareciam uma eternidade. Quando se passou o tempo necessário, respirei fundo e finalmente olhei o aparelho em minhas mãos. Meu coração bateu mais depressa e minhas mãos soavam frio, senti meu corpo perder um pouco do equilíbrio, mas me mantive firme. E foi nesse momento que vi. Dois tracinhos.

Eu estava grávida.

Eu estava grávida de Justin Bieber.

Senti minhas lágrimas correrem sem mesmo saber se seria de felicidade ou de tristeza. Sempre foi meu sonho — como de todas as mulheres, penso eu — ser mãe, e isso se concretizou. Eu não podia acreditar. Mas com a felicidade que senti naquele momento também veio o medo, eu estaria pondo a vida de uma criança em risco, mesmo sem saber se ele iria aceitar tudo isto.

Peguei no pequeno aparelho o guardando na mala e comecei caminhando de volta, agora vendo os cafés um pouco mais movimentados. Enquanto caminhava pelas ruas pude sentir algo ser cravado nas minhas costelas me fazendo arfar de dor, quando decidi me virar para trás tentando entender o que estava acontecendo, ouvi a voz que eu temia tanto nestes últimos tempos.

— Se você gritar ou fizer algo que eu não goste, eu aperto o gatilho. — sussurrou perto do meu ouvido fazendo todo meu corpo estremecer. — Tá vendo aquele cafezinho ali? — falou enquanto apontava para um pequeno café bem simples, sem tirar o que julgo ser sua arma de minha cintura, confirmei com a cabeça. — Caminhe até lá, temos muito que conversar.

Caminhei até ao pequeno café, me sentando do lado de fora um pouco distante das pessoas com ele me encaminhando, enquanto se sentava na minha frente me encarando e pedia algo pra tomar, como se toda aquela situação fosse perfeitamente normal.

— O que você quer Ethan?— o encarei impaciente, enquanto o mesmo pegava os dois cafés da garçonete e entregava um pra mim.

— Como tem andando? — ele bebeu um pouco do seu café enquanto sorria.

— Fala logo o que quer. — disse ríspida.

— Tenho uma proposta.

— E o que faz você pensar que eu aceitaria qualquer coisa que venha de você? — arqueei minha sobrancelha rindo ironicamente, o mesmo deu um sorriso vitorioso como se tivesse ganhado algo de muito valor.

— Isso que tá crescendo na sua barriga. — meu corpo estremeceu por completo e senti tudo começando à roda. — O gato comeu sua língua, princesa? — debochou.

— Se você sequer pensar em tocar com uma dessas suas mãos nojentas nessa criança, eu te procuro até no inferno. — me levantei apontando meu dedo na sua cara, o mesmo me fez sinal pra sentar apontando pra sua arma que estava na cintura, respirei fundo e assim o fiz.

— Você vai comigo para Milão.

— COMO É? — sem conseguir controlar gritei ao ouvir a idiotice que ele tinha acabado de falar.

— Isso que você ouviu. Ou você deixa o Bieber e vem viver comigo em Milão, ou isso ai... — ele apontou pra minha barriga o que me fez levar minhas mãos à mesma como forma de proteção. — Morre. — eu sentia que meu coração iria saltar fora da minha boca a qualquer momento.

— Por que tudo isso?— senti meus olhos marejarem, enquanto Ethan me olhava sem demonstrar nenhum tipo de emoção. — Eu me pergunto quando você se tornou essa pessoa horrível sabe. — por fim deixei minhas lágrimas caírem.

— No momento que você me deixou. — notei o mesmo travar o maxilar, ficou me encarando por uns segundos com o seu olhar frio. — O que ele tem que eu não tenho, hein? — sua mão foi de encontro à minha acariciando a mesma, mas logo afastei.

— Ainda pergunta? — limpei minhas lágrimas sorrindo sínica.

— Você fala como se ele fosse correto. — ele ria enquanto eu me mantinha, agora, com a cara fechada. — Você sabe muito bem que é a mim que você quer. — seu olhar pesou sobre mim.

— Você me traiu me sequestrou e quase abusou de mim. Acha mesmo que eu sou capaz de sentir algo por um monstro como você? — bati meu punho na mesa chegando um pouco mais perto.

— Acho. — sem me dar tempo ele me puxou e colou seus lábios nos meus, enquanto eu tentava me soltar de suas mãos. Quando finalmente consegui, dei um tapa tão forte na sua cara que minha mão latejava.

— NUNCA...REPITO...NUNCA MAIS FAÇA ISSO, ME OUVIU? — me levantei caminhando dali, mas logo meu braço foi agarrado com força.

— Te dou um dia pra arrumar suas coisas e decidir. — o mesmo apertava o meu braço enquanto eu tentava salvá-lo. — Nesta altura estará um carro te esperando na rua em frente à casa do Bieber. — por fim me largou enquanto eu massageava o mesmo que estava completamente vermelho. — Se despeça do seu bandidinho de merda. E espero te ver nesse carro, ou irá se arrepender. — falou por fim virando de costas.

(***)

Caminhei pelas ruas apenas chorando e pensando como iria falar pra Justin que estava esperando uma criança dele, que teria que partir ou a vida dessa criança estaria em perigo. Milhares de perguntas rondavam a minha cabeça.

Será que ele ia aceitar essa criança?

Será que ele iria arranjar uma maneira de nos proteger?

Claro que ia, eu estava duvidando dele, Bieber não me tinha provado o contrário até os dias de hoje. Eu iria contar pra ele e com certeza iríamos arranjar uma solução para todos estes problemas. Juntos. Depois de notar que tinha ficado escuro, depois de horas andando decidi voltar para casa.

Entrei na mesma passando pelas escadas para ir ao banheiro. A cada degrau que subia, aumentava o som de uma garota gemendo, mas não consegui entender a razão. Minhas pernas tremiam e minhas mãos soavam frio. Depois de subir todas as escadas, acabei encontrando o local de onde saia esse som. E aí percebi que se tratava de uma garota gemendo bem alto, e eu só rezava para que no momento que colocasse minha mão nessa porta e abrisse ela, eu não visse o que achava que iria estar acontecendo dentro daquele quarto. Assim o fiz, e como esperado tudo o que eu tive medo que acontecesse, estava acontecendo.

Bieber estava completamente nu, tal como Caitlin que estava sentada em cima dele, a mesma quando me viu deu um sorriso vitorioso. As palavras não saíam da minha boca e a única coisa que fui capaz de fazer foi sair correndo para o outro quarto e fechar a porta, trancando-a.

Deixei o meu corpo cair na mesma chorando de novo, meus olhos ardiam, mas nada doía mais que meu coração, ele tinha partido meu coração. Ouvi fortes batidas na porta que me assustaram, fazendo-me levantar rapidamente e limpar minhas lágrimas com as costas da minha mão.

— EMMA ABRE ESSA MERDA AGORA! — ele gritava alto demais fazendo meus ouvidos doerem, permaneci no mesmo lugar, pois se ele pensava que eu iria abrir a porta, estava muito enganado. — ABRE ESSA MERDA OU EU ABRO DO MEU JEITO.

— A porta é sua. — no momento que as palavras saíram da minha boca eu me arrependi.

Um estrondo ensurdecedor foi ouvido, e meus olhos seguiram para a porta que estava completamente partida no chão daquele quarto, meu olhar percorreu o local e logo foi de encontro ao dele, podendo ver o ódio nos mesmos.

— EU MANDEI VOCÊ ABRIR ESSA MERDA! — ele pegou meus cabelos com força batendo a mesma contra a parede fazendo minha visão ficar turva.

— VOCÊ NÃO MANDA EM MIM PORRA! — gritei me levantando, e senti minha bochecha arder, levei minha mão à cara e o encarei espantada.

— EU MANDO EM VOCÊ. VOCÊ QUERENDO OU NÃO! — o mesmo gritava tão perto de minha cara que chegou a dar medo, mas não o demonstrei.

— NÃO ENTENDO PORQUE É VOCÊ QUE ESTÁ GRITANDO COMIGO, QUANDO ERA SEU PAU QUE ESTAVA NA BUCETA DAQUELA VAGABUNDA. — outro tapa foi dado, mas desta vez com mais força fazendo eu perder as forças e cair no chão.

— Eu faço o que EU quero. — o mesmo cruzou os braços sorrindo vitorioso.

— No momento que você se compromete com alguém, não pode andar por aí fudendo com tudo que mexe Bieber. — me levantei com dificuldade apoiando meu braço na cama.

— Ah sim? — o mesmo riu me fazendo ficar confusa com sua mudança de humor.

— Não sei se você lembra, mas VOCÊ... — bati com meu dedo no seu peito, mas o mesmo não mostrou nenhum tipo de emoção. — me pediu em namoro. — seu maxilar travou e seus punhos se fecharam.

— ATÉ VOCÊ SAIR COM O MEU INIMIGO E ANDAR POR AÍ DANDO PRA ELE NA RUA. — meu corpo gelou, eu tentava falar, mas nada saia da minha boca. — NÃO SABE O QUE FALAR AGORA? VOCÊ É UMA VADIA. É COMO TODAS AS OUTRAS. — ele puxava meus cabelos e me dava socos na cara fazendo as lágrimas caírem, eu só conseguia envolver meus braços em torno da minha barriga, protegendo a mesma. — QUANTAS VEZES VOCÊ ME FEZ DE CORNO? HEIN EMMA? ME FALA? QUANTAS VEZES SAIU ESCONDIDA PARA IR TER RELAÇÕES COM ELE? OU COM OUTROS? VOCÊ É UMA VADIA. — ele me batia sem dó, e eu estava perdendo minha consciência, até que sinto seu corpo ser tirado de cima de mim.

— DREW VOCÊ TÁ LOUCO? — Chaz pegava Bieber pelos braços enquanto Ryan e Chris ajudavam, parecia que nem eles três conseguiriam segurar ele.

— ME SOLTEM PORRA! É UMA ORDEM. — ele parou de se debater olhando seriamente para os três, mas eles não o soltaram.

— Só vamos soltar você quando se acalmar e contar o que porra está acontecendo aqui. — Chris falou e logo Justin respirou fundo e eles o largaram.

— Sua querida amiga anda saindo às escondidas com nosso inimigo. — seu olhar foi direcionado a mim, enquanto eu me levantava. — Eu apanhei os dois se beijando.

— Não foi isso que aconteceu... — disse o encarando limpando o sangue que escorria do canto da boca, pelo pequeno corte feito por ele.

— ENTÃO QUANDO SUA BOCA ESTAVA NA DELE, VOCÊS ESTAVAM FAZENDO O QUE? EU ACHO QUE SEI O QUE É UM BEIJO! NÃO FAÇA DE MIM UM IDIOTA. — o mesmo se aproximou de mim e logo eles o agarraram de novo. — ME SOLTEM. Eu não vou fazer nada. — assim o fizeram. — Saiam daqui.

— Justi... — Ryan ia falar, mas logo foi cortado.

— EU MANDEI VOCÊS VAZAREM. — todo mundo saiu ficando apenas eu e ele naquele quarto, que se encontrava destruído por conta do seu ataque de raiva.

Ele chegou mais perto deixando apenas alguns centímetros de distância entre nós, olhava em meus olhos assim como eu nos dele, e nesse momento pude ver a raiva que ele estava sentindo e o facto de ele não deixa eu me explicar estava me deixando do mesmo jeito.

— Você viu as coisas acontecendo, mas não sabe o que realmente aconteceu, Justin.

— Eu vi o que aconteceu com meus próprios olhos. — ele disse segurando meu braço com força.— Você realmente pensou que me poderia enganar?

— Eu não estou te engan... — tentei soltar meu braço, mas foi em vão.

— Quero você fora desta casa agora. — o mesmo soltou meu braço e me olhou.

— O… O quê? — minha voz saiu trêmula demonstrando o meu espanto.

— Ficou surda? Fora da minha casa e nunca mais volte. — ele cruzou os braços e parou do lado da porta.

— Você não vai fazer isso. E onde eu vou ficar? — perguntei me chegando perto tentando segurar seu rosto, mas o mesmo se desviou.

— Eu não ligo. Quero-te fora daqui agora.

— Você não sabe o erro que está cometendo. — meus olhos marejaram, segurei seu rosto enquanto o mesmo me encarava.

— Agora. — ele tirou minhas mãos da sua cara e saiu me deixando sozinha.

Fui ao banheiro me olhando no espelho e vendo meu estado, eu tinha alguns ferimentos na cara e meus olhos estavam completamente vermelhos pelo choro, tomei um banho e me vesti e logo comecei arrumando minhas coisas. No meio de toda a tralha acabei encontrando algumas fotos nossas. A primeira estava eu e Justin abraçados e sorrindo, na seguinte estávamos fazendo caras idiotas, o que me fez sorrir involuntariamente, e na última eu estava sorrindo enquanto Bieber beijava minha bochecha. Nesse momento percebi que nem tudo foi mau, eu iria guardar estas memórias mesmo sem querer, ele tinha centenas de problemas, mas eram todos aqueles seus defeitos e manias, apesar de todos eles, eu o amava, do jeito que ele era. Por mais bobo que fosse amar alguém assim.

Coloquei as fotos dentro da mala e a fechei. Antes de sair, eu teria que deixar algo pra Mary, pois ela não merecia que eu a deixasse sem explicações, fui ao quarto dela — que neste caso era do Ryan — e peguei numa caneta e papel começando a escrever.

Quando terminei, limpei minhas lágrimas que teimaram em cair e deixei o papel em cima de sua cama, desci as escadas com as malas vendo todo mundo me encarando, esperando alguma coisa ser explicada. Antes que eu pudesse falar Bieber desceu com Cailtlin vindo logo atrás, fazendo meu sangue ferver.

— O que está acontecendo? — Mary intercalava seu olhar entre mim e Bieber.

— Ela vai embora. — disse Bieber com sua voz totalmente rouca, e pude ver Cailtlin sorrindo vitoriosa.

— COMO É QUE É? COMO ASSIM? — Chaz perguntou totalmente alterado.

— Isso que vocês ouviram. — Justin caminhou até a porta e a abriu.

— Você não pod.... — Chris ia falar, mas eu logo o cortei, não queria estragar as amizades que havia ali por problemas nossos, neste caso pelo temperamento e idiotice do Bieber.

— Chris deixa. — o mesmo me encarou confuso.

— Me diz que você não vai embora. — Mary me encarava com as lágrimas nos olhos, e eu assenti começando a sentir um nó se formando na minha garganta, a mesma me abraçou com força. — Não… Não faz isso comigo Emma.

— Shhh. — peguei seu rosto com minhas mãos e dei um beijo na sua bochecha. — Mesmo longe, eu estarei sempre aqui pra você. — ao início ela me olhou confusa por eu estar falando que iria estar longe, mas me abraçou de novo. Soltou segundos depois se agarrando a Jack chorando. Se ela soubesse que aquilo estava doendo mais em mim do que a todos eles.

— Promete que vai me ligar todos os dias? — Chaz me abraçou.

— Prometo. — dei um leve sorriso.

— E sua segurança? Como você vai sair na rua sem... — Chris começou a falar rapidamente e logo o abracei.

— Eu vou ficar bem. — me despedi de todo mundo, até mesmo de Ryan.

— Sei que não somos os melhores amigos, mas eu realmente te acho um cara legal. — disse sorrindo fraco, o mesmo me abraçou me deixando totalmente desprevenida.

— Eu vou infernizar a vida dele, até ele entender a borrada que está fazendo. — ele sussurrou no meu ouvido me fazendo rir.

Peguei nas minhas malas e me direcionei a porta vendo Bieber com os braços cruzados me encarando.

— Eu te amo de verdade com todas as minhas forças, eu te amo mais que tudo neste mundo. E apesar de tudo eu quero que você seja feliz, mesmo se não for comigo. Esse é o quanto eu te amo. — ele olhava nos meus olhos, e pude ver os mesmo ficarem um pouco mais brilhantes, talvez algum tipo de arrependimento, mas se manteve na mesma posição, sem mover um músculo.— Adeus, Bieber. — me coloquei nas pontas dos pés e beijei levemente seus lábios deixando aquela sensação me tomar, mesmo não sendo retribuído eu estava aproveitando cada segundo, aproveitando meu último momento de sentir seus lábios nos meus.

Me afastei saindo pela porta e entrando no carro. Olhei pela pequena janela embaciada vendo pela última vez aqueles olhos cor de mel pelos quais me apaixonei. E foi como se todos os momentos passados com ele voltassem, me dando uma onda de sensações.

 

 

Flashback On

“— Seu idiota, não vê por onde anda? Olha pra minha roupa. — disse ainda tentando limpar a mesma.

— Olhe bem pra minha. — fui levantando a cabeça vendo a sua barriga toda molhada pela bebida o que fazia seus abdominais se mostrarem.”

Flashback Off

 

 

Eu o amo mais que tudo. Apenas sentindo sua presença já me fazia sentir coisas que nem mesmo eu conseguiria explicar. O seu sorriso me deixava flutuando. Até suas pequenas manias e feitios me prendiam a ele.

 

 

“Well let me tell you a story,

about a girl and a boy

he fell in love with his best friend

when she's around, he feels nothing but joy

but she was already broken, and it made her blind

but she could never believe that love would ever treat her right”

 

 

Flashback On

“— Justin, prazer. — disse ele com um olhar sedutor depositando um beijo na minha bochecha.

— Emma, não muito prazer. — disse com um sorriso amarelo e ele logo deu um sorriso malicioso.

— Isto deve ser o destino querendo nos juntar. — disse piscando, idiota.

— Vou rezar pra que não.“

Flashback On

 

Mas como tudo na vida, nem todo mundo que chega nela vem com a intenção de ficar. Da mesma forma, que eu não queria partir.

 

“But did you know that I love you? Or were you not aware?

you're the smile on my face

and I ain't going nowhere

I'm here to make you happy, I'm here to see you smile

I've been wanting to tell you this for a long while”

 

 

Flashback On

“— Ainda tá brava comigo? — perguntou sorrindo.

— Talvez se sair da minha frente com esse sorrisinho, eu não queira mais te matar. — disse com um sorriso irônico o empurrando pro lado.

— É isso mesmo, eu gosto de você brava. — disse ainda sorrindo e que sorriso”

Flashback Off

 

 

Eu sabia bem quais os riscos que eu estaria correndo por me apaixonar por alguém como ele. Sabia perfeitamente que ele não era do tipo de garoto que se apaixona por uma garota e dá tudo de si, talvez ele já tenha sido assim, e só necessita de alguém que o ensine a amar de novo, mas pelos vistos eu não era essa garota.

“What's gonna make you fall in love

I know you got your wall wrapped all the way around your heart

don't have to be scared at all, oh my love

but you can't fly unless you let ya,

you can't fly unless you let yourself fall”

 

 

Flashback On

“— Está tudo bem. — parei de chorar por um momento e o beijei, um beijo cheio de saudade e ternura, que foi retribuído do mesmo jeito. — Eu estou aqui.”

Flashback Off

 

Mas por alguma razão inexplicável, eu me apaixonei por ele. Ele era um completo idiota. Mas por algum motivo, mesmo depois do sofrimento, eu me apaixonei por ele. Pelos bons e maus momentos, pelos nossos momentos. Ele foi como um sonho bom. Daqueles dos quais nós nunca queremos acordar. Dos quais nunca queremos nos despedir.

 

 

“Well I can tell you're afraid of what this might do

cause we got such an amazing friendship and that you don't wanna lose

well I don't wanna lose it either

I don't think I can stay sitting around while you're hurting babe.”

 

 

Flashback On

“— PORQUE VOCÊ FAZ ISSO? POR QUE VOCÊ ME TRATA MAL E DEPOIS FINGE QUE SE IMPORTA? POR QUE JUSTIN? — sem largar meus pulsos me empurrou contra a parede fazendo meu corpo doer e levou meus braços ao alto da minha cabeça encostando-as na parede atrás.

— PORQUÊ EU ME IMPORTO PORRA.”

Flashback Off

 

 

O amor é assim, você se sacrifica por ele. Mesmo que sua cara metade não entenda isso. Mesmo que te faça sofrer. Você se vai matando aos poucos. O amor é como algo suicida, você vai morrendo aos poucos mesmo sem se dar conta.

 

“So take my hand

Well did you know you're an angel? Who forgot how to fly

did you know that it breaks my heart everytime to see you cry”

 

 

Flashback On

“— Eu acho… Er... — ele respirou fundo hesitando. — Eu me apaixonei por você.”

Flashback Off

 

Pensando em tudo o que eu fiz para poder ficar com ele, todas aquelas discussões, todos os tapas, todos os contratempos que sempre ultrapassávamos juntos. Parecia que tudo tinha sido em vão. Como dizem às vezes o coração é enganador, vive te pregando peças.

Mas aí eu me lembro de todos os bons momentos, todas as risadas, todos os beijos, todos os olhares trocados em momentos inexpressáveis, todos os toques fazendo correntes de emoções passarem pelos nossos corpos, todo aquele sentimento partilhado pelos dois. Aí eu percebo que o amor é assim, algo que doí, mas ao mesmo tempo é algo que te faz entender a real razão da palavra viver.

 

Quando dei por mim, estava em prantos e o carro estava mais distante, me fazendo perder a visão daquela casa.

Eu teria que tomar uma decisão, talvez não fosse a melhor, mas era tudo o que eu tinha neste momento, era minha única opção. Pela criança que crescia dentro de mim, por mim, pelo amor da minha vida, por nós.

Peguei em meu celular, procurei em minha lista de contactos o seu número e ao terceiro toque ele atendeu.

Pensou na minha proposta? — falou calmo, mesmo não o vendo fisicamente sabia que ele estava dando seu típico sorriso irônico, respirei fundo deixando as lembranças me recordarem o que era melhor para esta criança e para mim.

— Eu aceito.

 

Gostar é algo relativo, não basta.

Gostar é morno, é mais ou menos.

É necessário amar.

E eu o amava com todas as minhas forças.

Amar significa envolver-se apaixonadamente.

O amor significa intensidade, totalidade.

Amar significa que é uma questão de vida ou de morte.

Eu estaria disposta a morrer por ele.

 

Eu sempre amei e sempre vou amar, aquele anjo de olhos cor de mel,

O meu idiota.

“I will catch you if you fall

If you spread your wings

You can fly away with me

But you can't fly unless you let ya,

Let yourself fall.”

— Fall, Justin Bieber.


Notas Finais


Não tem nem como descrever o tamanho da nossa felicidade por terminarmos a história que nós escrevemos e imaginamos durante tanto tempo, mas como é obvio também ficamos um pouco tristes por ser o fim dela. São cerca de 40 capítulos que nós escrevemos com toda nossa dedicação e amor. É um pouco triste saber que pode ser o fim dela, mas sabemos que não iremos parar por aqui.
My Angel foi como uma fugida da realidade, foi a plataforma onde nós conseguimos expressar coisas que sentimos em certos momentos, mas também poder “fantasiar” um pouco, deixando nossa imaginação ser passada através das palavras.
Apesar de não sermos as escritoras perfeitas e errarmos muito, como por exemplo na ortografia e até mesmo na entrada do Justin (que foi um pouco tarde), também nos fez aprender para futuras fanfictions. Apesar disso tudo nós sempre colocamos muito esforço e carinho escrevendo esta história, para VOCÊS leitores gostarem tanto quanto nós que a escrevemos. Espero que tenham gostado desta viagem da história de Justin e Emma tanto quanto nós!
Quando começamos escrevendo My Angel não esperavamos ter um retorno tão bom. Por isso, queremos agradecer a todas/os vocês que favoritaram e comentaram esta fic, mostrando o vosso apoio e até mesmo as críticas que nos ajudaram a chegar onde estamos.
MUITO OBRIGADA A TODOS VOCÊS, BJS ANJOS! ❤❤❤❤❤❤


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♡(SUBSCREVAM E DEIXEM LIKE): https://www.youtube.com/watch?v=WRgIFZNckQY
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