História My Angel - Capítulo 40


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jazmyn Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Bieber, Járbara
Exibições 514
Palavras 1.726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá bebês.

Capítulo 40 - Capítulo 39


Fanfic / Fanfiction My Angel - Capítulo 40 - Capítulo 39

Sophia P.o.v

Era madrugada e eu ainda não havia conseguido dormir, minha cabeça doía cada vez mais pelas várias horas que eu havia chorado. O quarto estava iluminado apenas pela luz fraca do abajur e vez ou outra pelos relâmpagos que iluminavam o céu.

As palavras de Anelise ao telefone ainda passavam por minha cabeça, depois de algumas horas em que eu havia pedido que o Justin me deixasse sozinha recebi a ligação da minha psicóloga que já sabia de tudo que tinha acontecido e conversou comigo por alguns minutos.

Ele não mentiu para você querida, Justin te ama muito e em momento algum ele decidiu esconder isso tudo de você por maldade ou algo do tipo, ele so não queria te ver preocupada, ele quis te proteger e proteger o bebê de vocês pois a gravidez é de risco. — Solucei tentando abafar meu choro com o lençol que eu segurava.

— Eu me sinto tão estúpida por ter o acusado de mentir para mim, e por minha culpa o Kenny está morto. — Essa conversa com Anelise fez com que eu percebesse como eu fui estúpida em não ter ouvido sua explicação, todos eles estavam apenas tentando me proteger enquanto eu fui injusta com todos.

Lembra das nossas primeiras consultas onde eu disse que você é uma vítima de toda a maldade que ele já cometeu? — Perguntou e eu apenas consegui murmurar que me lembrava. — O que eu te disse naquela época?

Que... — A vontade de chorar veio ainda mais intensa, respirei fundo antes de continuar. — Que era da má índole dele fazer todas aquelas maldades que ele fez comigo, e...

E? — Me incentivou a continuar.

E que embora tudo aquilo tivesse acontecido comigo eu sempre seria apenas uma vítima e nunca, culpada. — Falo e um silêncio se instala na linha.

Então você entende o que quero dizer? O que o Carl fez ou faz nunca será sua culpa, somente dele. — Fiquei calada enquanto ela dizia. — O que aconteceu com o Kenny é culpa da mente doentia do Carl que mesmo preso, tentou te atingir.

Mas...

Você não tem culpa Sophia, e todas as coisas ruins que o Carl fez com você ou com qualquer outra pessoa ele está pagando por isso. — Falou, conversamos por mais alguns minutos até que eu me acalma-se e ela me fez prometer que eu não ficaria me culpando por algo que eu não tive culpa.

Pulei de susto com o barulho alto do trovão, uma chuva intensa começou e a toda hora raios e trovões cortavam o céu escuro. Meu corpo tremia com medo daquela tempestade e eu me xingava mentalmente por não ter ido chamar o Justin para ficar comigo. Levantei da cama depressa calçando minha sandália e andei até a porta do quarto decidida a ir atrás do Justin em algum lugar da casa e pedir desculpas, abrir a porta e me assustei ao ver Justin sentado encolhido ao lado da porta.

— Aconteceu alguma coisa, amor? — Perguntou levantando rapidamente do chão segurando o cobertor que ele estava enrolado.

— Você estava dormindo aqui no chão? — Justin fica um pouco sem jeito e assente.

— Não queria deixar você sozinha, então fiquei aqui caso acontecesse algo. — Meus olhos marejaram ao ouvir suas palavras, e quando eu percebi já estava em seu colo enquanto chorava agarrada em seu pescoço.

— Me perdoa, eu não devia ter te falado aquilo sem saber o... — Justin selou nossos lábios me impedindo de continuar a falar.

— Não chora amor, eu é que tenho que te pedir perdão. — Passou suas mãos por meu rosto enxugando minhas lágrimas. — Eu não quis contar nada para que você não ficasse preocupada, eu devia ter contado mas não queria que você ficasse nervosa pois podia fazer mal ao nosso pequeno bebê. — Abracei forte seu pescoço sentindo seu cheiro, Justin entrou no quarto e me colocou na cama. — Você precisa dormir um pouco, amanhã o dia será bem cansativo.

— Você vai ficar aqui comigo? — Pergunto juntando nossos corpos enquanto ele nos cobria.

— Vou bebê, pode dormir que eu ficarei aqui. — Beijou minha testa. — Agora tudo acabou, vamos construir nossa família e seremos felizes.

— Eu ainda tenho medo. — Sussurro sentindo o sono chegar.

— Não importa o que aconteça, eu sempre estarei aqui para te proteger. — Escuto antes de cair no sono.

Lilith P.o.v

Acompanhava de longe o sofrimento de todas aquelas pessoas, Sophia era amparada por Justin que tentava ser forte por ela. A dor que todos eles sentiam eu sabia bem como era, a mesma dor que sentir ao enterrar o que sobrou da minha pequena Alisson.

— Precisamos ir, você precisa assinar os papéis da transferência do Carl para o Estados Unidos. — Joseph disse, com todas as provas que conseguimos contra o Carl, e agora com a morte do Kenny conseguimos transferi-lo para o presídio central do teneessee, com toda as provas que conseguimos e ainda as que descobrimos terem dele, o Carl iria em alguns meses a júri popular.

— Vamos. — Olhei novamente para onde Justin e Sophia estavam com um sentimento de dever cumprido, posso ter errado em não ir atrás do ajudante do Carl antes e resultado na morte do Kenny , mas uma coisa eu tinha conseguido cumprir, que foi a promessa de não deixar nada ruim acontecer com ela.

— Ele está na sala de visitas, como você pediu. — Joseph murmurou ao chegarmos no presídio, olhei para ele que tinha suas mãos no bolso da calça.

— Obrigada por ter me ajudado, sem você eu não teria conseguido. — Digo soando sincera, ele assentiu sorrindo minimamente. — Pronto para se apresentar a ele como investigador Federal?

— Esperei bastante por esse momento. — Falou enquanto seguiamos até onde ele estava.

— Bom dia querido, dormiu bem? — Pergunto irônica ao vê-lo algemado na cadeira e com seu rosto todo esfolado.

— O que você quer comigo, vagabunda? — Perguntou e eu sentei sobre a mesa a sua frente e depositei meu pé com toda a minha força sobre seu pênis, fazendo-o gritar de dor.

— Fala direito comigo, eu vim te apresentar um velho conhecido. — Digo.

— Não quero conhecer ninguém vaga.... — Pisei mais uma vez em seu pênis e ele mais uma vez gritou.

— Joseph? — Carl rangiu os dentes quando o viu. — Esse é meu amigo Joseph, ele é  investigador federal, e descobriu com a sua ilustre ajuda todos os seus crimes, obrigada. — Debochei.

— Seu filho da puta, você disse que era enfermeiro, eu acreditei em você desgraçado. — Ele gritou puxando suas mãos algemadas no intuito de se soltar.

— Sabe como é, né? Acontece! — Joseph sorriu enquanto Carl o xingava. — Foi divertido enganar você, e mais divertido ainda foi limpar seus machucados com álcool ao invés de soro.

— Eu vou matar você, vou matar todos vocês. — Ele berrou.

— Quem sabe numa outra vida? — Pergunto. — Guardas? — Chamei e os agentes federais que o levariam apareceram. — Podem leva-lo para o carro de transferência, e ao chegar lá no novo presídio não esqueçam de dar a ele o tratamento vip que ele merece. — Eles saíram arrastando o Carl que gritava várias ofensas. — Nos vemos no seu julgamento, filho da puta.

Justin P.o.v

Tive que tirar a Sophia do cemitério pois ela estava bastante nervosa com tudo aquilo e sua pressão estava bastante baixa, foi extremamente duro ter que presenciar a cena de um amigo tão querido num caixão.

Por precaução decidir trazê-la direto para o hospital onde ela havia tomado um remédio e agora descansava.

Minha cabeça estava a mil, não havia conseguido dormir por preocupação com que a Sophia passasse mal, e as questões burocráticas do enterro e velório que tive que resolver, e ainda os documentos da indenização que eu iria pagar a mãe do Kenny.

Meu corpo inteiro doía e eu ansiava por uma boa e tranquila noite de sono, mas não deixaria que a Sophia ficasse sozinha aqui, minha sogra já tinha me pedido que eu fosse  para casa, mas eu não conseguiria descansar sabendo que ela estava aqui. A médica que á atendeu disse que o estresse que ele vinha passando não estava lhe fazendo nada bem, e que o bebê não aguentaria mais nenhum estresse tão grande, e me deu a opção que Sophia ficasse internada pelo menos até o quarto mês de gestação que é o mês em que ela já não estará correndo nenhum risco de perder o bebê.

Mas eu não podia aceitar tudo isso, seria injusto com ela ter que ficar quatro meses num hospital, então a médica me disse que eu poderia levar ela para um lugar calmo onde ela não tivesse nenhum estresse nesses primeiros meses.

— Oh meu amor, vim o mais rápido que pude. — Quando ouvi a voz de vovó Diane comecei a chorar ao sentir seus braços ao redor do meu corpo, essa era a primeira vez que eu me deixava cair em prantos. — Isso querido, ponha tudo para fora. — Ela afagava minhas costas enquanto eu deixava transparecer toda a dor que eu estava sentindo. — Está tudo bem meu amor, passou. — Lhe abracei ainda mais forte, eu me sentia um garotinho com medo de tudo que aconteceu ou o que poderia acontecer futuramente, eu nunca me perdoaria se perdesse o meu filho.

— Sua mãe nos contou tudo, filho. — Vovô Bruce disse ao me abraçar, ele deixou um beijo em minha testa e sentou ao meu lado. — Eu estou orgulhoso de você, passou por toda essa barra sem fraquejar um minuto sequer.

— O Kenny, ele...

— Eu sei filho, e sinto muito por isso. Foi uma fatalidade, e você tem que encarar isso como um recomeço, pois tem um cara lá em cima que gosta muito de você e te deu essa oportunidade de viver, agarre ela com toda a sua força e faça a Sophia feliz. — Assenti. — Sua mãe nos contou tudo, e se você quiser vocês podem ir morar conosco na fazenda por algum tempo.

Obrigado vovô.


Notas Finais


Demorei muito! Me perdoem, não consegui escrever pois estava ocupada com algumas coisas, e passei o final de semana inteiro sentindo dor por causa de uma torcicolo. Tentarei postar no final de semana outro capítulo. Amo vocês. Beijos
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