História My Angel - Capítulo 45


Escrita por: ~

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Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Jazmyn Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Amor, Bieber, Gravidez, Járbara
Exibições 637
Palavras 1.794
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá anjos

Capítulo 45 - Capítulo 44


Minha garganta parecia queimar de tanto que eu já havia vomitando, me sentia tonta e minhas mãos soavam bastante. Justin estava ao meu lado e se encontrava apreensivo enquanto minha médica me examinava, Sim, havíamos voltado às pressas para que eu fosse levada ao hospital pois estava passando bastante mal.

— Ela está bem, Justin. — Minha médica disse com um sorriso carinhoso nos lábios. — Foram apenas indícios da Gravidez, e por ser uma gravidez de risco a pressão dela acabou ficando baixa por isso todo o mal estar.

— Mas eles estão bem, mesmo? — Perguntou depois de depositar um beijo em minha testa.

— Sim, ela só precisa de todo o repouso possível. — Falou. — Irei receitar mais alguns remédios para ela, e mais algumas vitaminas.

— Certo. — A doutora saiu do quarto e ele sentou ao meu lado, tentei sentar mas ele me impediu. — Fique deitada, bebê. — Levou minha mão até seus lábios dando um beijo no local. — Fiquei tão preocupado!

— Desculpa. — Peço num sussurro puxando Justin para mim e o abraçando pelo pescoço. — Não queria te assustar. — Digo com minha voz já embargada e eu nem sabia o porquê, eu só queria chorar e ficar agarradinha à ele.

— Porque está chorando, meu amor? — Perguntou acariciando meu rosto.

— Eu não sei. — Digo chorosa lhe fazendo rir.

— São os hormônios da Gravidez começando à agir, li sobre isso. — Ele disse empolgado me fazendo ficar com raiva.

— Então me ver chorar é engraçado, Justin Bieber? — Ele percebeu a minha irritação repentina e arregalou os olhos.

— Não bebê...

— Mas você sorriu. — Falei agora começando a chorar enquanto cobria meu rosto com as mãos.

— Não amor, eu só quis dizer que os hormônios da Gravidez fariam você ficar assim. — Assenti enquanto enxugava meu rosto e sorrir para ele antes de respirar fundo.

— Tô com fome, Justin. — Ele assentiu.

— Vou pedir para a enfermeira trazer algo pra você. — Cruzei os braços o encarando. — O que foi?

— Estou falando que estou com fome para você, e não para a enfermeira. — Ele arregalou os olhos mais uma vez. — Eu quero comer, e quero agora. — Fiz birra.

— Eu vou lá, ahn, vou comprar algo para você. — Ele disse meio atrapalhado e beijou minha testa antes de abrir a porta do quarto e esbarrar em Jazzy que pulou nos seus braços lhe dando um abraço apertado, mas depois deu um tapa no seu braço, e o empurrou para fora do quarto.

— Estou com raiva de você, Bieber. — Disse antes de fechar a porta na sua cara. — LITTLE PRINCESS. — Gritou e correu ate mim me abraçando forte e depois começou a distribuir beijos por todo meu rosto. — Senti tanto a sua falta. — Me agarrou de novo e eu soluço contra o seu pescoço, droga, eu já havia perdido as contas de quantas vezes havia chorado. — Ei, o que foi?

— Eu fui tão má com o Justin. — Digo me sentindo culpada por ter sido grossa com ele.

— Não chora amiga, o Justin entende que você não fez por mal. — Enxugou minhas lágrimas. — Agora, pare de chorar, e dê aquele sorriso arrasador que fez meu irmão derreter de amores por você. — Sorrir puxando ela para um abraço.

— Sentir sua falta, Jazzy. — Murmuro, com todas as provas e trabalhos do Colégio, Jazzy havia ido me ver na fazenda apenas uma vez nessas duas semanas que já estava lá.

— Agora me deixa mimar meu sobrinho. — Ele disse e abaixou ao lado da minha barriga começando a conversar com meu bebê, que ela dizia ter certeza que seria menino. — Oi bebê. A mamãe tá cuidando bem de você? Ela não te deu o chocolate que você queria? Que feio mamãe. — Ela dizia para a minha barriga mas no final olhou para mim, eu gargalhava com sua idiotice. — A titia vai comprar o chocolate pra você, tá?

— Você fica parecendo uma louca fazendo isso. — Digo tentando controlar a risada, e ela revira os olhos.

— Querida se acostume, irei conversar sempre com o Alfredinho. — Franzi o cenho.

— Quem é Alfredinho? — Ela cruza os braços e me olha como se eu tivesse falado uma das maiores barbaridades.

— Meu sobrinho. — Caio na gargalhada outra vez.

— O que tem meu filho? — Justin pergunta entrando no quarto, ele segurava uma sacola, ele veio para o outro lado da cama e me entregou a sacola sentando ao meu lado e me puxando para mais perto.

— Vai ser chamar Alfredo, vou amar passear com o Alfredinho. — Justin ficou sério encarando Jazzy mas logo começou a rir, eu apenas fiquei quieta com a sacola em meu colo eu estava me sentindo tão mal por ter sido grossa com ele.

— Eu não daria esse nome pro meu filho, e você bebê? — Olhei pro Justin e depois para a minha melhor amiga.

— Não. — Jazmyn me olhou incrédula.

— Porquê? Eu sempre quis ter um filho com o nome de Alfredo! — Diz colocando as mãos na cintura.

— Quando tiver um, você coloca. — Justin diz dando de ombros.

— Então você me deixaria ter um bebê? — Ela revida.

— Não, você é muito nova pra isso. — Jazzy sorrir irônica para o Justin.

— A Sophia tem a mesma idade que a minha. — Seguro a risada, ela vai acabar irritando ele.

— Mas ela é minha mulher. — Jazzy revira os olhos e vai em direção a porta do quarto.

— Little princess, volto mais tarde, vou procurar um pai para o Alfredinho. — Não consigo evitar a gargalhada e aceno para ela que sai do quarto.

— Oh Jazmyn é melhor parar de palhaçada e voltar para esse quarto. — Justin diz na intenção de ver sua irmã voltar para o quarto, não obtendo sucesso. — Vou atrás dela. — Puxo ele de volta quando ele tenta levantar.

— Ela está brincando com você, seu bobo. — Fico de joelhos na cama e me viro para ele passando meus braços ao redor do seu pescoço. — Me desculpa. — Peço. — Eu não queria... — Justin me interrompe selando nossos lábios.

— Eu sei, bebê. — Sento no seu colo enquanto acaricio sua nuca.  — Quando uma amiga ficou grávida, eu passei por isso, Caitlin fazia eu e Ryan de escravos e ainda me beliscava. — Arregalo os olhos.

— Te fazia de escravo e te beliscava? — Ele sorrir enquanto assente para mim.

— Eu não me importava pois ela é minha melhor amiga, e os hormônios da gravidez acumulado com todo o estresse e cansaço que ela sentia deixavam ela assim. — Isso foi tão encantador. — E desde a descoberta do nosso bebê, eu venho lendo bastante sobre o assunto.

— Sério? — Ele assente dando um beijo no meu queixo.

— As mudanças de humor numa gestante é normal que aconteça, então eu estou preparado. — Diz me fazendo rir.

— Até se eu ficar igual uma louca tendo desejos pela madrugada? Ou até mesmo te bater se você me irritar? — Ele faz um biquinho parecendo pensar, mas assente.

— Você pode até me prender na cama, que eu estaria preparado. — Mordo os lábios ao ter pensamentos sujos na minha mente, dele amarrado numa cama, minha intimidade fica úmida com o pensamento.

— Não diz isso. — Deito a cabeça em seu ombro sentindo minhas bochechas esquentaram e a risada de Justin preencherem o quarto.

— Estive pensando em algo. — Justin diz me ajeitando em seu colo e abrindo a sacola que ele havia trago com comida, ele tirou de lá um sanduíche de peito de peru, suco e um potinho de Danone, e me entregou.

— No que amor? — Mordo o sanduíche e ofereço para ele que morde.

— Em fazer o jantar formal de noivado, o que acha? Quero que todos saibam logo, e quero me casar antes que nosso bebê nasça. — Bebo um pouco de suco antes de responde-lo.

— Gosto da idéia, e quando seria o jantar?

— Semana que vem, no jantar de ação de graças. — Assinto. — Já esta na hora de todos saberem, o quanto amo você.

Carl P.o.v

Se eu tinha alguma dúvida do que era viver o inferno na terra, já não tinha mais nenhuma. Estava numa prisão de segurança máxima, onde era surrado constantemente, meu crimes? Todos foram descobertos, não vou negar que me surpreendi ao ter sido descoberto, ainda mais por saber que minha ex esposa que descobriu tudo. Me arrepender? Isso nunca aconteceria! Sabia que meu fim estava próximo e que provavelmente eu morreria nessa prisão, por velhice ou até mesmo pelas mãos de algum filho da puta.

— Visita pra você. — O policial entrou na minha cela e me puxou agarrando meus braços para trás de meu corpo e o algemando, não perguntei nada, apenas continuei calado até a sala de visitas, ele me jogou numa cadeira e saiu me deixando só.

— A vadia sentiu saudades? — Perguntei ao ver Lilith, ela sentou na minha frente e ficou me encarando. — Que é? Sentiu falta de uma boa trepada?

— Eu só vim perguntar uma coisa! — Ela se manteve seria.

— Se você tiver sorte, quem sabe eu não responda. — Me encosto a mesa que nos separa.

— Alisson, era apenas uma criança. Porque fez aquilo com ela? Foi para se vingar de mim, por não ter ficado com você? — Sua voz ficou trêmula ao me perguntar, e seus olhos marejaram.

— Sempre tão fraca! E respondendo a sua pergunta, não, não foi por vingança, até porque eu faria com você também, uma pena você não estar na hora que fiz. — Suas lágrimas escorrem.

— ERA SÓ UMA CRIANÇA, E ERA SUA FILHA. — Gargalho, era a primeira vez que sorria com tanta vontade depois que cheguei aqui.

— Pouco me importa, para mim foi apenas mais uma vadia que comi, e se pudesse faria de novo, denovo, e denovo, quantas vezes fosse necessário. — Ela levanta de sua cadeira e logo estava em cima de mim me rasgando de unha e me estapeando.

— EU JURO QUE VOU ESTAR NA PRIMEIRA FILA DO SEU JULGAMENTO, E VOU FAZER DE TUDO PARA QUE VOCÊ PEGUE A PIOR PENA QUE EXISTA! — O mesmo filho da puta que me enganou entrou na sala e a tirou de cima de mim. — VOCÊ VAI PAGAR! ESPERO QUE VOCÊ MORRA DA PIOR FORMA POSSÍVEL!

Gargalho ao deitar no meu colchão já de volta a minha cela, pouco me importa o que vai acontecer no meu julgamento que seria em alguns meses. Eu havia feito tudo que desejei, e com toda certeza faria tudo novamente se tivesse outra chance.


Notas Finais


Beijos


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