História My Angel - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Angel, God, Power, Wolf
Exibições 10
Palavras 3.080
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha só quem veio do nada de novo? Eu mesma, Karen Mello.
Espero que gostem e que já tenham me perdoado por ter atrasado as postagens de M.A <3
Boa leitura ^^

Capítulo 7 - I Think it's Time..


Fanfic / Fanfiction My Angel - Capítulo 7 - I Think it's Time..

X 2 meses depois X

 

~Jungkook On~

- Gente, estou saindo, volto mais tarde.

- Ei, garotinho, onde você vai? – Angeline disse, se levantando do sofá com um pouco de dificuldade graças a barriga que estava enorme.

- Vou sair com a Alícia – sorri olhando em volta – Cadê o Jimin?

- Ele teve que sair pra comprar algumas coisas.

- Ah, a Alicia não vai se importar se eu ficar aqui com você até o Jimin chegar – peguei meu celular e comecei a discar o número da garota.

- Não precisa ficar, eu sei me cuidar. Pode ir se divertir com sua namorada, tudo bem.

- Ela não é minha namorada, Angel – ri baixo.

- Ainda não – sorriu me dando um beijo na bochecha – Não tem problema, pode ir.

- Tem certeza? – ela assentiu e eu relaxei os ombros.

- Eu dou um jeito aqui, e pode ficar tranquilo, o Jimin não vai te matar.

- Ta bom então, fica bem e qualquer coisa me liga – Dei um beijo em sua testa e em seguida em sua barriga – Tchau, sobrinha.

- Por que você e o Nam insistem em dizer que é menina?

- Instinto – sorri e saí de casa em seguida.

Enquanto o taxista seguia o percurso até o centro, fiquei pensando nesses meses que ficamos aqui, eu e Alícia tínhamos nos aproximado muito, eu e Jimin conseguíamos conviver sem voar no pescoço um do outro, e a gravidez da Angeline estava só evoluindo. Não tive nenhuma notícia importante do Jin, só as coisas normais de sempre, e nada de um prazo pra voltar pra Coreia.

Não que eu estivesse reclamando, já que ficar em Los Angeles não estava sendo ruim, mas sentia saudades de tudo que havia deixado lá.

Assim que cheguei em frente a lanchonete, paguei o taxista e desci, entrando no estabelecimento. Esperei poucos minutos sentado em uma das mesas do fundo e logo vi a Alícia chegar.

- Achei que não viria – disse a abraçando.

- E por que eu iria furar com você? – sorriu e se sentou de frente pra mim na mesa.

- Por que você já fez isso uma vez e, por que você demorou a chegar.

- Ah, sair de casa ultimamente está sendo bem complicado com minha mãe no meu pé.

- Sua mãe ainda me odeia? – ela assentiu – O que eu fiz pra ela?

 Uma garçonete chegou perguntando o que queríamos e paramos a conversa.

- Queremos o de sempre – ela disse vendo a mulher anotar e sorrir para nós dois – Acho que ela já enjoou da nossa cara.

- Impossível, eu sou bonito de mais pra alguém enjoar de mim.

- Vou ignorar esse comentário super desnecessário – riu se ajeitando na cadeira.

- Ta, comentários desnecessários à parte, me conta qual o problema da sua mãe.

- Eu já te disse que não tenho muitos amigos, não é? – concordei – Pois é, quando contei de você pra minha mãe ela surtou, ainda agradeço aos deuses por não ter dito seu nome pra ela, por que se o tivesse feito, ela jamais me deixaria sair contigo.

- Ela tem algum problema com Kook's da vida?

- Não, idiota, ela tem problemas com lobisomens mesmo – ela riu, fazendo seus olhos se iluminarem brevemente.

- Mas ela nem me conhece, eu já disse pra você que só o meu charme natural faz as pessoas gostarem de mim – ri piscando pra ela.

- Para de brincar, Jeon Jungkook – tentou brigar comigo, mas não obteve sucesso, apenas voltou a rir – Posso terminar de contar agora?

- Pode sim, desculpa.

- Meu pai era da sua espécie, ele não era a pior pessoa do mundo, mas também não chegava perto de ser uma das melhores, pelo menos não pelas histórias que minha mãe me conta – parou  falar quando nossos sucos chegaram e prosseguiu logo em seguida – Ele maltratava ela, não só fisicamente, mas verbalmente também, ele dizia que não queria que ela engravidasse, e caso isso acontecesse, coisas ruins aconteceriam.

- Se não quiser terminar, não precisa, ok? – falei antes que ela prosseguisse, vai que ela não gostava de falar sobre, ou algo parecido, mas ela não parou, apenas me ignorou e continuou a história.

- Acabou que ela engravidou, tentou esconder dele até o terceiro mês, mas éramos gêmeas, a barriga estava crescendo de mais, então ele descobriu, eles tiveram uma discussão feia, mamãe diz que foi a primeira vez em que ele não tocou nela, disse que somente iria embora e fingiria que nada do que ele tinha vivido com ela tinha existido.

- Nossa, Allie, você não se sente mal? – perguntei assim que vi seu rosto sem nenhum rastro de mágoa.

- Ele foi embora da vida dela, não da minha – respondeu tomando um gole do suco – ele sempre ia nos ver durante a noite quando eu e minha irmã éramos mais novas, eu lembro de tudo. Quando cresci ainda conversávamos, não com muita intimidade de pai e filha por que ele fez minha mãe sofrer muito, mas comigo ele era uma boa pessoa.

- E o que aconteceu depois disso?

- Vampiros – ela sorriu triste – Você deve saber dessa história.

- Sinto muito – falei baixo

- Não tem por que se desculpar, você não estava lá.

- Não, mas meus amigos estavam, então sinto muito.

- Independente se foram seus amigos que o mataram, isso é puro instinto, não os culpo – seu sorriso agora era puro – Agora vamos mudar de assunto?

- Tudo bem, vamos – terminei meu suco – Agora a pergunta que não quer calar, qual a sua idade?

- Você é ótimo com mudanças de assunto – sorriu olhando pra mim - Não compartilho essa informação com ninguém, nem adianta perguntar – riu brincando com o canudo e foi aí que tive a certeza de que o que eu estava sentindo por ela não era só atração – Ei, o que foi?

- Ah, nada, só estava pensando – ri nervoso.

- É normal babar enquanto pensa?

- Calada – senti minhas bochechas esquentarem na mesma hora.

- Que fofo, você ficou envergonhado – ela beliscou minha bochecha.

- Sabe o quão ridículo é uma mulher apertando a bochecha de um cara de quase 21 anos? As pessoas vão me zoar.

- Eu sou mais velha que você? Não brinca – riu alto, tampando a boca em seguida.

- Ah, qual é, eu to saindo com uma anciã?

- Calado – e foi minha vez de apertar suas bochechas.

- Que fofa, você está envergonhada.

- Sabe o quão ridículo é um cara apertando a bochecha de uma mulher de quase 23 anos? – ela arregalou os olhos – Que droga.

- Ahá, te peguei – ri desviando de sua mão que quase atingiu meu rosto – Você tem cara de mais nova, sinta-se bem com isso.

- Que seja – tentou ficar séria, mas assim que me viu rindo, não resistiu e riu também – Parece que nos conhecemos há anos.

- Parece mesmo, e só se passaram dois meses.

- Será que nos conhecemos de outras vidas? – ela praticamente sussurrou.

- Talvez sim, talvez não – eu também estava sussurrando – Mas sabe de uma coisa? – ela sentiu – Eu adoraria ter te conhecido em outras vidas – sorri e vi suas bochechas aderirem novamente um tom rosado.

- Eu também adoraria, senhor Jungkook.

Depois de conversar sobre muitos assuntos aleatórios, histórias engraçadas de família, segredos que ninguém mais sabia e fatos que nós não sabíamos um sobre o outro, ficamos cansados, nesse tempo já tínhamos pedido alguns doces, outros sucos e alguns salgadinhos para comer.

- Estou começando a ficar com um pouco de calor aqui dentro, o que acha de irmos pra praia? Não é tão longe se formos de táxi.

- Kook, estamos no centro, não é muito perto das praias – ela disse, rindo.

- Ah, você vai fazer algo mais divertido?

- Não.

- Então vamos – peguei sua mão e fui até o caixa, pagando o que tínhamos consumido.

- Eu estou com meu carro, não precisamos ir de táxi – falou apontando pro automóvel prata estacionado na porta da lanchonete.

- Então vamos no seu carro – sorri.

 

- Daqui a pouco escurece, acha que dá tempo de irmos até lá? – perguntou quando já estávamos na metade do caminho

- Não se preocupe com isso, não tenho horário pra voltar pra casa, mandei mensagem pra Angel e ela disse que o Jimin já chegou lá, então está tudo bem.

- Tem certeza?

- Tenho, Allie, agora para de fazer perguntas e dirija – ela deu de ombros, rindo e voltou sua atenção ao trânsito.

- Chegamos, vamos ficar dentro do carro mesmo ou vamos descer?

- Não tem quase ninguém aqui, o que é ótimo pro que eu quero fazer – ri baixo ao ver sua cara de desespero – Fica calma, eu só quero ver o que você disse que ia me mostrar no aeroporto, e te mostrar como eu sou por trás desse disfarce lindo que os deuses me deram.

- Nem pra falar de coisa séria você para de se achar? – perguntou rindo

- Calada, agora desce – pedi e desci logo em seguida, caminhando até a frente do carro.

- Vem, vou te mostrar – Nós andamos pela areia, indo pra um lado da praia que tinha muitas pedras, e quando olhamos em volta e tivemos certeza de que ninguém chegaria, ela me olhou com uma felicidade repentina – Se importa de segurar a jaqueta pra mim?

Neguei e então ela me entregou o peça de roupa. O que veio a seguir não era algo que eu estivesse esperando, definitivamente não era. Um brilho extremamente forte fez minha visão ficar levemente embaçada, mas logo consegui focar no que havia brilhado tão intensamente.

- Deuses... – falei tão baixo que nem eu mesmo ouvi – Posso tocar?

- Pode sim – ela riu e eu passei as mãos por suas asas, parecia que estava tocando veludo de tão macias, tinham uma cor diferente, um branco-gelo com algumas linhas pretas.

- São lindas – sorri, estava completamente apaixonado – Agora eu entendi o que você é. Um anjo da terra.

- Isso mesmo – ela continuou parada enquanto eu namorava suas asas.

- Eu li sobre isso uma vez, vocês são responsáveis por cuidar de tudo que existe na natureza, uma espécie de guardiões. Sempre fui apaixonado pelo que esses anjos podiam fazer – olhei pra ela discretamente – e agora estou mais apaixonado ainda.

- Não entendi a última parte – ela sorriu, nervosa

- Não precisa entender, pensei um pouco alto.

 

~Angeline On~

Haviam se passado algumas horas desde que Jungkook tinha saído, Jimin já tinha chegado e estava arrumando alguma coisa no quintal. Parei o filme que assistia na TV e levantei pra pegar um pouco mais de pipoca na cozinha.

- Angel, preciso sair de novo pra comprar uma peça que está faltando no carro, ele não ta pegando de jeito nenhum – Jimin entrou com as mãos um pouco sujas.

- Pode ir, vou continuar sentada naquele sofá até você chegar – sorri beijando sua bochecha.

- Acho que não demoro, mas qualquer coisa me liga, ok? – assenti e ele me deu um beijo rápido.

Depois que ele saiu, coloquei mais um saco de pipoca no micro-ondas, e enquanto esperava estourar, encostei na bancada, pensando em como seria quando meu filho nascesse.

Estava acariciando minha barriga quando a pipoca ficou pronta, peguei a mesma e coloquei na tigela. Quando estava voltando pra sala, senti uma pontada forte na barriga, deixei a tigela cair no chão, espalhando os cacos por todos os lados.

As pontadas eram tão fortes que não aguentei mais ficar em pé e escorreguei pela parede, alcançando o chão. Tentei alcançar o celular na mesinha de centro, mas não conseguia mover minhas pernas, então me rastejei até chegar mais perto do objeto.

Estava quase sufocando de tanto que chorava, não conseguia respirar direito. Gritei ao sentir os chutes fortes do bebê em minha barriga, e mesmo em meio ao desespero, fiquei aliviada por saber que ele ainda estava bem.

Finalmente consegui me concentrar em discar o número do Jimin, que não atendeu, caiu na caixa postal, então liguei para o Kook, e esperei que ele atendesse enquanto tentava me acalmar.

- Alô?

- Kook – não consegui terminar de falar, novamente gritei de dor e Kook se desesperou do outro lado da linha – Pelo amor de deus, corre pra casa.

 

~Jungkook On~

- O que houve? – Alícia perguntou, preocupada e eu não conseguia falar, não conseguia pensar em uma forma mais fácil de chegar em casa – Kook, calma, me responde, o que foi aquele grito? – ela segurou o meu rosto e eu me permiti respirar fundo.

- Eu preciso ir pra casa, sabia que não podia ter deixado ela sozinha.

- Como você vai pra casa? Posso te dar uma carona – ela apontou pras asas.

- Ver uma pessoa voando por aí não vai ser uma coisa muito normal.

- É mesmo, mas então, o que você vai fazer? – pensei em uma hipótese e me afastei um pouco dela.

- Vou te acompanhar até o carro e depois você vai pra casa, te ligo pra contar o que aconteceu, ok?

- Você só está perdendo tempo, Kook, vai logo, eu me viro.

Dei um beijo em sua bochecha e corri pela praia, saindo de trás das pedras. Quando tive a certeza de que não tinha ninguém ali me transformei e continuei correndo, mas com o triplo de velocidade.

Percorri um caminho menor para chegar em casa, como consequência passei por muita gente que gritava de medo, e muitos carros que buzinavam para que eu saísse do meio da rua.

Pelo caminho eu vi algumas árvores e aproveitei para voltar à minha forma normal, então voltei a correr até chegar em casa.

Abri a porta de supetão, não foi difícil encontrar a Angeline, já que ela estava jogada no chão da sala, com algumas partes do corpo sujas de sangue e gritando muito alto.

- Deuses, o que aconteceu com você? – foi quando me aproximei que percebi que o sangue não vinha só dos cortes, que provavelmente foram feitos pelos cacos de vidro no chão – Você ta sangrando.

Ela olhou pra baixo, mais desesperada que antes, seu choro se intensificou e seus olhos se arregalaram ainda mais.

- Kook, por favor – sua voz saiu baixa de mais.

- Calma, vai ficar tudo bem, vou ligar pro hospital – peguei o pequeno corpo no colo, colocando em cima do sofá, em seguida peguei meu celular e liguei pra emergência do hospital.

- Kook, preciso de água – falou devagar e eu corri pra cozinha, com o telefone na mão, e peguei a água

- Alô, oi, estou com uma emergência – entreguei o copo d'agua pra ela – Moça, por favor, só manda uma ambulância pra esse endereço, minha cunhada está sangrando... Moça, pelo amor de deus, ela está grávida, faça alguma coisa.

Finalmente a mulher decidiu me ouvir, então eu passei o endereço de casa pra ela e desliguei em seguida.

- Ta doendo muito, Kook – ela começou a se contorcer no sofá, provavelmente tentando amenizar a dor – Eu não quero perder meu filho – era um misto de gemidos de dor, gritos e ela chorava muito.

- Nada vai acontecer com seu filho, fica tranquila, isso logo vai passar – ela assentiu.

- Liga pro Jimin.

- Ótima ideia – Liguei, chamou, chamou, chamou e chamou, até que ele finalmente atendeu.

- O que é?

- Se você não se incomodar em voltar pra casa, a Angel está muito mal, está sangrando e sentindo dores... Jimin? – ele tinha desligado na minha cara – Desgraçado.

- O que ele disse? – Angel perguntou, fazendo força para falar.

- Ele está vindo. Agora fica quieta e só se concentra em tentar respirar, pelo amor de deus.

Assim que terminei de falar, ouvi a campainha tocar e corri pra atender, era a Alícia.

- Oi.

- O que você ta fazendo aqui? – perguntei vendo ela entrar.

- Vim ajudar, não consegui ficar parada lá, fiquei preocupada. Acho que sei como ajudar.

- Ela está na sala.

- Oi Angeline, olha bem pra mim e tenta respirar fundo – disse se aproximando da Angel e acariciando os cabelos dela

- Ela não está conseguindo respirar direito.

- E está perdendo muito sangue – ela  virou pra mim e levantou – preciso fazer ela dormir, posso?

- Como? – estávamos aos sussurros, e mesmo sem saber o que ela faria, permiti.

As mãos dela passaram de leve pelo rosto de Angeline, fazendo seus olhos fecharem lentamente. Em seguida ela moveu mais as mãos, com um toque de delicadeza, e a respiração da Angel se estabilizou.

- Isso vai funcionar por pouco tempo, já ligou pro hospital?

- Já sim, acho que estão chegando. Obrigado, de verdade, eu estava quase tão desesperado quanto ela.

- Imaginei.

- Ela ainda está perdendo sangue – comentei tentando não olhar de mais pro local.

- Se a ambulância não demorar, nada irá acontecer com ela, nem com o bebê.

Ouvimos o barulho da sirene na porta de casa alguns segundos depois, e então eu corri pra porta, abrindo-a e sinalizando para que pudessem entrar.

Eles a colocaram em uma maca, ela estava completamente apagada, Alícia disse aos médicos que ela tinha desmaiado, e então a levaram. Jimin chegou em casa logo em seguida, ofegante e claramente desesperado.

- O que aconteceu com ela? – perguntou me jogando contra a parede, com muita força.

- Vai com calma aí, Jimin. Eu não estava em casa, apenas recebi a ligação dela e corri pra cá. Não sei o que houve.

- Aquela ambulância saiu daqui?

- Sim, estava pegando minhas coisas e alguns documentos da Angel pra levar pro hospital – ele  soltou lentamente meus braços.

- E você, o que faz aqui? – perguntou pra Alícia, que estava parada um pouco longe, observando a cena.

- Vim ajudar a Angeline – falou baixo

- Como vão fazer pra ir pro hospital?

- Eu ia levar o Kook, estou com meu carro – Novamente ela falou – Quer vir também?

Ele apenas confirmou com um aceno de cabeça. Terminei de pegar todas as coisas e peguei tranquilizantes também, já que tinha plena certeza de que Jimin entraria em pânico se não relaxasse.

Durante o caminho até o hospital eu pensei em dar o remédio pra ele, mas Alícia disse que ele poderia dormir e demorar pra acordar, então ela mesma o fez dormir, e disse que dentro de 20 minutos ele acordaria.

A verdade é, que mesmo que ela tenha ajudado Angeline, ainda estávamos preocupados, afinal, não sabíamos o que realmente tinha acontecido.


Notas Finais


Então é isso, obrigada a quem leu e a quem está comentando a fic.
Espero que tenham gostado xD
Até o próximo e mais uma vez, perdoem os erros.
Kissu~~<3


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