História My Angel - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Palavras 2.400
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi gente blz? A música do CAP é Alive do Pearl Jam, ouçam ela!

Capítulo 4 - Alive


Domingo 4 de fevereiro de 2017 às 03:00 hrs

 

POV ED SKREIN

 

   Alive, como essa música me faz pensar, pelo som do carro as palavras narradas pelo vocalista contam o que aconteceu com  um garoto de 13 anos, mas vejo essas palavras sendo jogadas contra mim no futuro próximo. O que Kylie pensará quando descobrir que obriguei a sua mãe a ir embora, que ela não está morta, apenas trocou a pessoa mais linda e pura desse universo por dinheiro.

  Dinheiro, traz poder, segurança, conforto e no meu caso,  me permitiu comprar a minha salvação.

 A sensação de possível perda, de que ela me odeie por tudo que fiz e que posso fazer me enlouquece, o demônio dentro de mim sabe que a qualquer momento tomara controle, machucará meu anjo, talvez só talvez deveria ter disparado aquela arma naquela noite.

 

    26 de dezembro de 2009 02:45hrs

 

   POV ED SKREIN

 

   Como fui capaz de tocar nela. Esse pensamento ronda minha cabeça, nem as duas garrafas de vodka me fazem esquecer esse meu erro.

  Ela tão pura e inocente, eu promete lhe dar dez anos para ser minha e nem se passa um mês direito, e eu já fiz merda, não posso continuar a vendo todos os dias, a idéia de ir a acostumando comigo já não é mais segura.

  Bêbado, drogado, excitado, essa era a minha condição no momento, essa maldita 38 reluz como prata bem polida na minha mão.

   Monstro, eu acha que alguns me rondavam mas depois de hoje percebi que sou o próprio, me vem à cabeça a imagem de seu corpinho nú se contorcendo debaixo do meu corpo, travando uma batalha que era desconhecida por ela, mas , que para mim era uma verdadeira obra de arte.      

   Orgasmo, o primeiro do meu anjo e ela só tem oito anos, e mesmo assim não me importei em lamber o seu clitóris, sentir o seu precoce sabor agridoce, esse era de fato o melhor sabor que eu já tinha provado.

   Excitado, que droga sinto o meu pau doer de vontade de fuder essa menininha,tiro a ponta do meu dedo que estava dentro do Meu Anjo, meu pequeno anjo, me levanto rapidamente, parte do meu cérebro realmente cogitou em penetrar essa pobre criança. Mas graças às divindades, se quer que alguma exista, consegui me levantar e sair correndo daquela casa.

  Memórias ferradas, essa era a pior de todas, a arma engatilhada, nesse quarto sujo de motel de beira de estrada, coloco o cano da arma na boca, estou pronto para atirar, mas a minha consciência, mais conhecida como meu irmão Cam derruba a porta daquele muquifo, desisto dos meus pensamentos suicidas no mesmo momento que vejo seus olhos arregalados de tamanho medo.

  Choro, nunca fui de chorar perto de ninguém, além dele claro, Cam,meu único irmão, eu daria a vida por esse palhaço, ele é tudo além do meu anjo que me mantém vivo. Desde dessa merda decide que não iria ver meu anjo até os seus dezoito anos .

 

Domingo 4 de fevereiro às 03:08 hrs

 

  Eu iria cumprir essa promessa,só a levaria quando tivesse dezoito anos, mas meu anjo é saidinha, gosta de uma festa, e é esperta de mais para aqueles babacas que fazem sua segurança, e o pior é que já troquei sete malditas vezes de equipes para fazer a sua segurança, ninguém consegue ficar de olho nela, mante-la naquela casa, ela acaba sempre fugindo, e agora inventou de arrumar um namoradinho, que o motivo que é desconhecido até para mim, eu ainda não o matei.

  Eu sou um bosta mesmo, o cara beija a minha mina, se esfrega nela, toca na bunda dela, e só mando o meu irmão dar umas leves porradas nele, pelo amor,devia eu mesmo tê-lo matado.

  Olho para o lado, e é quase impossível alguém achar o seu apelido inapropriado, ela está encostada na porta do carro,com o cinto cortando artificialmente sua pele do pescoço, ela está encolhida, faz frio nesta madrugada, e o tonto aqui não lembrou de ligar o aquecedor, meu anjo deve estar congelando. Pensei em ligar o aquecedor, mas estou perto, já posso avistar a estrada de terra que leva a propriedade, as plantações de milho dos dois lados da estrada, nem tão larga. Após mais 4 ou 5 minutos vejo a minha humilde mansão de 3 andares, e o rio do pântano no fundo, eu sei que ela vai odiar aqui, mas aqui será o melhor para ela.

  Estaciono em frente a escada que leva para o andar principal da casa, desço do carro pego as chaves e confiro se minha arma está comigo, dou a volta pego o meu anjo no colo, fecho o carro com o ombro, ativo o alarme, e subo os vinte e três degraus de escada, abro a porta passando pela cozinha e pela sala, subo mais onze degraus e chego no terceiro andar, onde fica os quartos, o nosso quarto.

  Abro a única porta do lado direito, entro no enorme quarto, tudo feito exatamente como ela gosta poucas cores, Kylie sempre gostou de uma decoração mais discreta, ela gosta de usar e abusar das cores em seus looks e maquiagem, há como ela adora estar sempre produzida, a deito na cama King size, que abrigará para sempre nosso dois corpos, tiro seus sapatos e sua jaqueta, cogitei em tirar sua calça, mas não posso assusta-lá, já esperei bastante por isso, posso esperei por mais algumas horas.

   A cubro,dou um beijo em sua testa e descido ir tomar um banho,mas me certifico de trancar a porta do quarto, meu anjo é muito esperta, prefiro prevenir.

  Faço o pequeno caminho até o banheiro desabotoando o meu jeans e tirando minha camisa, a água que sai em canudos finos e fortes do chuveiro começam a aquecer o cômodo.

  Tiro os meus sapatos e tiro a calça jeans junto com a cueca boxer preta.

  Dizem que água quente costuma relaxar e revigorar o nosso corpo, e realmente é a mais pura verdade, posso sentir cada músculo se relaxar, como isso é bom, mas Kylie é melhor ainda, pensar no seu corpo rebolando daquela maneira, meu pau começa a dar sinal de vida só de pensar naquela bunda, e a pequena distância que estou dela, me enlouquece um pouco mais.

Nossa o quão excitado essa garota pode me deixar sem fazer nada. Coloco a mão esquerda no mármore frio da parede, começo a me masturbar, a sensação da minha mão subindo e descendo no meu pau é agradável, mas as imagens do meu anjo dançando, me enlouquecem, ela mordendo o próprio lábio, minha mente pervertida faz com que eu não consiga me lembrar de para quem meu anjo dançava quando a vi, não me importa, ela tá ali tão próxima, e será toda minha, aquela buceta apertadinha me vem a cabeça,merda eu já tô quase gozando, aumento a velocidade da minha mão.

  -Meu Anjo.- fecho os olhos e é essas são as únicas palavras que saiem do meus lábios junto com um urro de prazer.

   Podem me chamar de louco, mas a tatoo da minha mão direita me faz imaginar ela me masturbando, por isso a fiz nesse local.

  Me recupero desse orgasmo de antecedência do que terei e essa noite. Volto ao meu banho. Limpando cada parte do meu corpo.

   

POV KYLIE JENNER

 

 Onde estou, minha mente está intrigada para saber mas a cama é tão macia que quase consigo despista-lá.

 Abro os olhos devagar mas não há tanta claridade no local,só uma luz fraca de outro cômodo, que poderia ser o banheiro pelo barulho do chuveiro.

  Merda aonde estou! Não consigo reconhecer nada nesse lugar. Me levanto em um pulo,tentando com todas as minhas forças lembrar de algo, Ed,eu estava no o carro dele, mas essa não é minha casa.    Vejo meus sapatos e minha jaqueta encostados na cadeira que fica ao lado de uma enorme penteadeira, branca com os puxadores em cobre, e com um enorme espelho de camarim, e centenas de maquiagens e produtos de beleza. Esse quarto  com certeza é de uma mulher. Kylie foco, minha mente grita, tenho que achar a saída desse lugar, a porta, corro até a porta linda de cor branca com molduras, essa praga tá trancada, ouço alguns gemidos vindo do banheiro.

   Sério que eu em sã consciência ignorei até agora o barulho do chuveiro. Me aproximo do cômodo que tinha uma luz amarelada, os gemidos se intensificam, entro e posso ver a figura de um homem, meio embaçada pelo vapor.

   -Meu Anjo.-isso é tudo que consigo ouvir seguido de um urro antes que o meu estômago se embrulhe, e disparo para janela do quarto, abro-a e há um parapeito e logo a frente uma possível forma de sair desse inferno, subo na janela e começo o meu plano de fuga. Quando estou a quase dois metros do chão ouço meu nome ser gritado da janela.

   -KYLIE, nem mais um passo.-ignoro ele, era o Ed, será que essa casa é dele? Ignoro os meus pensamentos e continuo, preciso ser rápida. Mas uns 5 passos e descido pular quando vejo o mesmo desaparecer da janela.

   Correr, sempre amei fazer isso, mas parece que minha pernas estavam com medo, ou talvez seja somente a minha mente. Entro no meio da plantação de milho sem olhar para trás.

   -Kylie eu vou te matar. Volta aqui!- meu sangue gela mas minhas pernas não param. Medo estou envolta desse sentimento que tanto detesto.    Ansiedade, por favor não me venha com uma crise agora. Escuto os passos atrás de mim, poderia se dizer que ele está a uns dez passos de distância, seus gritos de raiva e ódio me assustam, pois não são nada gentis.

   Que inferno de lugar é esse não há ninguém para me ajudar, que droga, vejo o asfalto, meus pés descalços protestam contra o a terra fria e meio úmida, o escuro faz com que o medo se intensifique,a falta de uma pessoa que possa me ajudar duplica o meu desespero, e um homem furioso ao meu encalço abala todas as minhas estruturas.

   Antes que posso dar mais um passo no acostamento do asfalto sinto meu cabelo ser puxado e meu corpo ser lançado fortemente em direção ao chão.

   Era Ed, estava só com uma calça de moletom de cor cinza, poderia dizer que não deu tempo dele se secar por completo pois seu tronco estava com pequenas gotículas de água. Me viro  colocando meus joelhos e mãos no chão na tentativa falha de me levar, pois quando o faço, sinto um chute no meio das minhas costas me fazendo cair de cara no asfalto.

    Sinto suas coxas em volta do meu corpo assim que sou virada de frente para o demônio que estava sentado na minha barriga.

   Um, dois, três, quatro, são os tapas que consegui contar antes do mesmo bater minha cabeça com força no chão me fazendo desmaiar.

 

POV ED SKREIN

 

   Quanto ódio e desespero pode caber dentro de um ser humano ao mesmo tempo?

 Ódio, palavra essa que significa, aversão intensa, motivado muitas da vezes por medo. Ódio é um sentimento por mim cultivado a anos mas o medo, esse por sua vez não sinto desde da merda da minha infância.

 Medo, a quanto tempo não sentia essa coisa horrível, mas não era o medo banal, é medo de perder meu anjo, mas não sei se é o medo de perdê - lá para alguém ou para o demônio que vive em mim, ver seu corpo jogado no chão na beira do asfalto frio, com marcas no rosto avermelhadas que possivelmente ficaram roxas, me faz ter a plena certeza que há uma grande probabilidade de perder lá para o demônio.

  Pego seu corpo em meus braços, seus pés estão sujos de terra, e sua blusa que era branca agora tem manchas de terra escura por toda ela. Vê lá dessa forma, desacordada me assusta, mas ela tentou me deixar, ela nem sequer olhou para trás, ela não pensou em mim, ela não pensou no que sinto por ela.

  Aperto seu corpo contra meu peito, ela não vai me deixar, nunca, não importa, nada que aconteça vai tirá - lá de mim, eu vou até o inferno para tela de volta.

  Entre pensamentos de perda e certezas inconclusas, retorno para casa, mas desta vez não irei coloca lá na nossa cama, ela tem que aprender a me amar e a me respeitar, nem que eu tenha que impor isso a força.

   Já dentro de casa, deito-a sobre o sofá, e vou até o nosso quarto para pegar a chave do porão, desço a passos apressados, do alto da escada é possível ver parte do seu corpo, que ainda está desacordado, deitado no sofá, de couro sintético marrom, ao lado uma pequena mesinha com um abajur ligado, iluminando sozinho aquele ambiente. Três, é o número de voltas da chave na maçaneta,que era preciso para abrir aquela porta.

  Pego o meu anjo novamente em meus braços, e desço mais alguns degraus,anteriormente, esse cômodo era usado somente como meu arsenal de armas, dinheiro,mas depois que conheci meu anjo tratei,depois de uns anos colocar um pequeno quarto com paredes separando do restante do porão, e uma porta.

  Abro a porta do quartinho do castigo, colocando meu anjo deitada sobre uma cama de casal mediana, tirando toda a sua roupa, deixando a completamente nua.

 Não podia negar Kylie era dona de uma beleza estonteante, sua pele branca contrastava com o lençol cinza daquela cama, seus seios fartos, faz com que  minha boca salive, não consigo parar de olhar, sua barriga lisinha, que dava caminho ao paraíso, sua buceta, não consigo vê - lá da forma que desejo,pois seus pernas estão fechadas.

   Volto minha atenção ao seus seios, passo a mão por eles, acariciando com ternura o que será meu logo logo. Desço meus dedos por todo o seu corpo, dando uma atenção maior na área da sua buceta, enfiando o meu dedo do meio dentro dela dando uma leve girada com ele dentro dela, acariciando ao mesmo tempo com o polegar seu clitóris, como ela é apertadinha, e rosadinha. Retiro o meu dedo de dentro dela, levando-o até minha boca,chupando-o sentindo o seu doce mel, cara como ela é gostosa. Pego seu tornozelo e o acorrento-o há uma corrente que ficava fundida à parede.

  Não queria de forma alguma ter que usar isso com meu anjo, mas será preciso.


Notas Finais


EITA PORRA ED CRETINO? Até sexta bjs


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