História My Angel - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Palavras 1.550
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Orange, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


EII MEUS AMORES! Blz? Então a coisa vai ficar meio complicada a partir de agora! Ed mal vai reinar, mas vai dar lugar ao Ed bom em algum momento. Leitores fantasmas apareçam! SUICIDEBALDWIN TE AMO PORRA LOCA! Eu não separei música pro cap. E AVISO PRÉVIO MENINA KYLIE VAI SOFRER! HJ É NIVER DA KYLIE JENNER!

Capítulo 5 - Minhas Regras



Domingo 4 de fevereiro às 11:37hrs


POV KYLIE JENNER


   Dores, desde que conheci Ed é a única coisa que sei dele, que ele é sim capaz de me machucar.
   Minhas costas se contorcem em dores, minha cabeça parece que vai explodir, meu rosto arde intensamente, e a algo gelado no meu tornozelo direito.
   Sinto meu corpo implorar por algo que possa aliviar essas dores, mas ao mesmo tempo pedi que eu permaneça exatamente onde estou, pois o medo de me mexer,grita dentro de mim.
   Abro os olhos devagar, aos poucos consigo ver com mais clareza aonde estou, não é o mesmo lugar da noite passada, me remete a um quarto, mas bem menor, com uma mesa pequena marrom,com duas cadeiras de mesma cor no canto esquerdo próximo a uma porta, que provavelmente está trancada, não há janelas, a luz vem do teto branca e forte, tirando a cama que estou deitada não há mais nada nesse cubículo, além do pequeno banheiro que fica de frente a cama,todo branco sem porta.
   Me sento na cama, lutando contra todas as dores que estão espalhadas por meu corpo. Minhas roupas, onde estão elas, vejo meu corpo nu, merda será que ele fez algo comigo. Essa dúvida começa a me corroer por dentro.
   Lágrimas, algumas poucas escapam por meus olhos. A sensação de impotência só aumenta quando vejo a corrente no meu tornozelo, para piorar a situação ouço a porta ser destrancada, e Ed adentrar com uma bandeja com comida, que até cheirava bem, fazendo meu estômago roncar.
   Cobro minha nudez com o lençol cinza que, outrora cobria a cama, será que ele me viu pelada?
   Meus pensamentos são cortados, quando ele se aproxima da mesa e coloca a bandeja sobre ela.
   Olho pra porta que está aberta.
   -Nem pense nisso, se não quiser mais marcas por seu corpo.- ele retorna até a porta fechando e a trancando, colocando a chave pendurada por uma espécie de corrente em seu pescoço. - Venha comer, antes que esfrie.
   Ele joga contra meu peito uma camisa preta, que tudo indica ser sua, a visto na mesma hora.
   -Não tô com fome.-as vezes acho que tenho um certo problema, falar com uma certa soberba, com a pessoa que pode me matar, não era a maneira mas segura de agir no momento.
   -Sério? Eu não perguntei se tá com fome, sua má educada, eu devia ter te dado uma surra toda vez que aprontava, mas em vez disso criei um ingrata filha da puta.- a força com que sua mão vai de encontro a mesa quase faz o suco que parecia ser de limão ir ao chão, e o meu coração parar de uma vez.-Levanta e vem comer antes que eu enfie comida por sua garganta a baixo.
   Talvez seja mais seguro obedecê-lo, talvez assim ele me tire daqui, o problema é que não gosto de obedecer ninguém. Mas mesmo relutante olho para ele que agora está sentado na cadeira de frente para mim, seus olhos estão vidrados em mim, ele me olha com ganância, luxúria, desejo, o que faz a minha pele se arrepiar. Eu preciso sair desse lugar.
    Me levanto devagar ajeitando a blusa de forma que ele não veja nada, e me sento na outra cadeira, ele vira a bandeja de frente para mim, acenando com a mão para que eu a coma. A comida estava até com a cara boa,havia no prato de porcelana branca, uma porção média de purê de batata, aspargos grelhados, milho e um filé de frango coberto por um molho meio alaranjado que cheirava muito bem.
    Pego meio receosa os talheres e dou uma garfada no purê, levando a boca, e realmente era muito bom.
    Seus olhos não saiam de mim, vigiavam cada mísero movimento.
    -Pode comer sem medo, eu não vou te matar envenenada, e se eu fosse você comeria tudo, você vai precisar de energia.- seu sorriso demoníaco me assusta.
    -Ed me deixa ir embora. -depois de um certo tempo comendo a comida decido perguntar, mas em resposta recebo um sério olhar.- Por favor?
   - Ir embora para onde meu anjo.- ele da uma pequena pausa.- Logo agora que você chegou no seu verdadeiro lar. Essa é a sua casa. 
   - Essa não é minha casa e você sabe disso.
   - Está certa, essa não é a sua casa, é minha.- ele bebi um pouco do suco de limão que estava no copo.-São minhas regras, minhas leis e vontades que reinam aqui dentro, e sobre tudo o que é meu, e adivinha, você é minha Meu Anjo.
   -Eu não sou sua, eu não sou de ninguém, e eu quero ir embora.-paro de comer na metade do prato, a comida que antes era deliciosa agora tinha um gosto amargo de raiva.- E se você não me deixar ir agora, quando eu sair eu vou até a polícia, e vou denunciar você por sequestro, e violência.- Sua risada irônica faz doer meus ossos.-Eu tô falando sério! 
   -E eu não duvido meu anjo, sei do que é capaz, mas deixa eu te contar algumas coisinhas que você está por fora.-Ele dobra o braço direito sobre a mesa colocando o cotovelo esquerdo na mesma, mexendo por fim no copo do suco.-Eu mando nessa merda de cidadezinha, nada que aconteçe que seja do meu interesse passa despercebido por mim, tenho ouvidos em todo canto, a polícia está no meu bolso, o prefeito, o corpo de bombeiros, o tiozinho da vendinha da esquina, tudo Kylie,exatamente tudo está ao meus pés.- mais uma pausa demoníaca. -Até você meu anjo.-ele estica a mão tocando o meu queixo, que tiro de suas mãos o mais rápido possível, o que o faz me olhar com cara fechada.-Olha Kylie eu comprei você e não pre…-o interrompo.
      -O que ?, eu não sou um objeto para ser comprado caro Ed.
    - Claro que você não é um objeto meu anjo, mas mesmo assim eu paguei para te ter, sabe quem te vendeu e pelo o que.-Nego com  a cabeça, mas algo me vem à mente,meu pai.- Seu amado pai, para qual você anseia voltar, e o pior Kylie não é isso. O pior é que foi em troca de mercadorias,drogas basicamente.- Meus olhos lacrimejam de raiva e tristeza. Ele respira fundo, dando a parecer que não queria me machucar com a verdade.- Sabe meu anjo.-seu tom de voz chega a ser meigo.- O seu pai devia muito dinheiro para o meu pai, sabe das drogas que eram fornecidas para o seu e que o mesmo não pagava, então certo dia meu pai me mandou cobrar, então eu conheci você.- Ele leva as duas mãos para as coxas, alisando fortemente a região. - Você era tão pequena, tão pura, sabe eu, eu.- ele respira fundo.- As vezes eu só quero voltar no tempo e não ter te conhecido Kylie, sabe não por ser quem você é ou algo assim, mas por mim, pelo que já fiz e sou capaz de fazer. Eu te amo Kylie. -merda,merda,merda, mil vezes merda, tudo que eu não precisava agora era de um psicopata louco me amando.
   Por um momento seus olhos me pediram algo que não sei dizer, parece que queriam ver minha boca pronunciar essa frase, mas como eu não o amo, muito pelo contrário eu o odeio.
   -Se está esperando que eu diga que te amo, tá perdendo o seu tempo.- Falo olhando no fundo do mar azul que me encarava.
   -Mas vai amar, nem que leve a vida toda.- ele se levanta e passa por mim indo ate o banheiro.- Tem produtos para você tomar banho. - ouço ele falar do banheiro, e ligar o chuveiro.- Anda que a água já tá quente.
  Me levanto e vou em direção oposta até ele,para a porta de saída desse inferno, essa droga tem que abrir.
  - Não adianta tentar abrir minha cara, tá trancada. Eu te dou três segundos para entrar aqui. - Ele estava encostado no batente da porta inexistente do banheiro.-Um…-o medo que está em mim pode ser paupado.-Dois…- Lágrimas me impossibilitam enxergar com clareza. -Três…- Kylie agi,droga meu corpo tá paralizado. -Eu te avisei.
   Ele tira a sua camisa, e caminha lentamente ao meu encontro, não era o mesmo Ed de quando disse que me amava, algo estava no seu lugar seus olhos eram mais escuros, acho que realmente existe um demônio dentro dele.A menos de dez centímetros do meu rosto com as mãos ao redor da minha cabeça apoiadas na porta, ele começa a passar o seu nariz por meu rosto.Fecho meus olhos em tamanho medo, lágrimas escorrem por meu rosto.-Shiii,  só vai doer se não me obedecer. -Essas palavras desencadeiam em mim um choro compulsivo, coloco minha duas mãos no seu peitoral, e o empurro usando toda a minha força, mas o meu ato resulta em mais fúria, sua mão direita vai direto para minha nuca puxando os meus cabelos.- Você é minha e já te dei tempo demais.- ele me arrasta e me joga na cama.
    -Por favor Ed. - o desespero era nítido na minha voz, ajoelhada na cama, encostada na parede fria, meu corpo tremia. O seu olhar era surreal.
   -Tira a blusa.- enquanto dizia essa maldita frase, desabotoava a sua calça jeans. Se ele aproximasse poderia ouvir o qual desesperador eram os batimentos do meu coração. 
 


Notas Finais


Esta porra! Até segunda.


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