História My Angel From Another Galaxy - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Once Upon a Time
Personagens Emma Swan, Regina Mills (Rainha Malvada)
Tags Ouat, Swanqueen, Swen
Exibições 15
Palavras 1.084
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, FemmeSlash, Romance e Novela, Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie amores, I'M BACK!
Bom, eu pensei muitooo antes de postar essa história, já que tenho outra em andamento, mas como sou ansiosa postei mesmo assim ajdhjahdja. Ela é baseada num filme que eu adoro, "Carol, que eu passei a gostar mais, quando descobri que estreou no dia do meu aniversário <3


Boa leitura :)
Espero que gostem :3

Capítulo 1 - As Escolhas, o Encontro e o Começo


Fanfic / Fanfiction My Angel From Another Galaxy - Capítulo 1 - As Escolhas, o Encontro e o Começo

Regina

No natal, a loja de brinquedos que trabalho, fica uma loucura. Mulheres e homens adentram o local, buscando presentes para darem as suas crianças.

Estou no caixa, bocejando pela décima vez, em menos de 5 minutos.

O tédio, sempre esteve presente em minha vida pessoal, e parece que em meu trabalho não é diferente. Não que eu não tenha amigos, ou pessoas para conversar, mas me sinto solitária e entediada sempre. É aquela famosa sensação, de estar no meio de uma multidão, e ainda assim, ter a capacidade de sentir-se sozinho.

Meu namorado, Robin, insiste sempre para que eu seja mais “viva” e que interaja mais com as pessoas, mas sei que no fundo ele não entende o que sinto, e também não faz a mínima força para entender.

Essa situação interfere no meu maior hobby, que é fotografar, nunca consegui tirar foto de pessoas, sim pessoas, e quando tentava, elas ficavam sem graça ou sem emoção alguma.

Então, por comodidade, sigo assim, vivendo uma vida entediante, com um namorado entediante e com um emprego entediante.

Continuo a observar o movimentar das pessoas na loja, enquanto arrumo, cegamente, em minha cabeça, o gorro vermelho, que sou obrigada a usar.

Reviro os olhos, rezando para que o fim do expediente chegue logo, pois já que minha vida toda é um completo mártir, melhor que eu sofra por isso, deitada em minha cama.

Continuo imersa em meus pensamentos até que algo chama-me atenção.

Uma mulher loira, de olhos verde esmeralda e de uma pele excessivamente clara adentra a loja. Parece ser elegante, a julgar por suas roupas extremamente caras e a postura ereta ao andar.

Não consigo tirar os olhos dela e conforme a observo caminhar, por entre os brinquedos da loja, consigo acrescentar mais detalhes ao perfil, que eu criara em minha mente. Parece ter por volta de 38 anos, seus lábios são finos e estão pintados de vermelho, e enquanto observa atentamente os brinquedos costuma morder o lábio inferior, instintivamente, num claro sinal de dúvida. Usa saltos altos pretos, um vestido de cor salmão, coberto por um enorme casaco de pele, de algum pobre animal, que lhe cobre o corpo e para na altura de seus joelhos.

A mulher para de andar, quando depara-se com um trenzinho que parece lhe interessar, ela olha para os lados, provavelmente a procura de algum vendedor que possa lhe atender, e é nesse momento que nossos olhares encontram-se. Ela possui “olhos de cigana oblíqua e dissimulada” , que me levam as mais profundas dúvidas e ao mais sincero fascínio.



 

Emma

Não aguento mais essa situação com Killian. Vivemos um casamento baseado em aparências, para nos livrarmos das duras críticas da sociedade, mas tudo tem um limite, e eu atingi o meu.

Pedir o divórcio foi algo difícil, tendo em vista que as pessoas dizem, que a mulher tem que ser submissa do homem, mas com a ajuda e apoio de minha amiga, Ruby, estou levando adiante como posso.

Em algum momento de minha vida, eu posso ter amado Killian, não de uma maneira sexual, e sim como um amigo, mas, atualmente, eu só quero me ver livre dele.

Em todos esses anos casados, a única coisa que meu “marido” foi capaz de me dar, que me fizesse completamente feliz, foi a possibilidade de ser mãe.

Amo meu filho, Henry, com todas as forças do meu ser e é justamente por causa dele que pedi o divórcio de forma tranquila. Sendo obrigada, a continuar a morar sob o mesmo teto que meu “querido cônjuge”, simplesmente para poder ter meu pequeno por perto.

Como o natal já está chegando, resolvi sair para escolher o presente do meu princípe. Entro numa loja de brinquedos, que me chamou atenção, e ponho-me a andar por entre os produtos, refletindo sobre o que dar ao meu menino.

Depois de muito andar, interesso-me por um trenzinho e corro os olhos pela loja, a procura de alguém que possa me atender.

Nesse momento, meu olhar encontra-se com o de uma jovem. A moça é morena, tem cabelos pretos curtos, até os ombros, e lábios carnudos, marcados logo acima, por uma pequena e fina cicatriz. Parece ter seus 28 anos de idade, está vestida com o avental da loja mas consigo ver que, por baixo, usa um suéter verde e uma saia preta estampada.

Mas, o que realmente chama-me atenção, é o seu olhar que faz com que eu me perca em suas íris avelãs. Admito, então, que ela possui “olhos de ressaca”, que me levam a um mar de questionamentos e  me faz querer desvendar cada pedacinho desse delicioso mistério.


 

 

Narradora

As mulheres ficam ali encarando-se por alguns minutos, suficientes para que, em suas mentes, guardassem os detalhes de suas fisionomias. Conexão, é a palavra certa, para definir o que acontecia entre a loira e a morena.

Emma elegantemente, com seu jeito de mulher madura, aproxima-se do balcão, onde encontra-se Regina, sem quebrar o contato visual.

 

- Boa tarde, estou interessada em comprar aquele trenzinho - disse apontando na direção do brinquedo.

- Boa tarde, gostaria de levá-lo agora mesmo ou prefere que entreguem em sua casa Sra…?

- Swan, Emma Swan. E você é…? - disse apertando levemente a mão da morena.

- Muito prazer Sra Swan, sou Regina Mills. Então, qual das situações que propus, a Sra prefere?- disse a morena ainda contemplando, meio que curiosa, o olhar de Emma.

- Oh sim! Prefiro que entreguem em minha casa Srta Mills. - disse já procurando em sua bolsa, o cheque, que usaria para pagar, e um papel para anotar seu endereço.

 

De que maneira poderíamos definir um começo para uma história? Como poderíamos definir quando um ato para de ser considerado simples, e transforma-se em algo de extrema importância para nosso futuro?

A resposta, quase tão simples como respirar,  é ao nascer, mesmo que não por nossa vontade tenhamos vindo ao mundo, somos frutos da história e dos atos, de uma outra pessoa, nossos pais, e estes por sua vez, são frutos de outra e de outra história. A partir desse momento, é que, mesmo inconscientemente, todos os nossos atos tornam-se importantes para o futuro.

Por exemplo, Emma poderia ter entrado em outra loja ou simplesmente ter ficado em casa, Regina poderia estar com seu namorado ou mesmo ter pedido demissão da loja, mas porque essas mulheres, de vidas tão diferentes, encontraram-se exatamente nessa data, exatamente nesse lugar?

Uns chamam de destino, outros de acaso, mas que tal se usássemos o termo: escolhas?

 


Notas Finais


E aí, gostaram? Comentem!
Postei esse capítulo como um teste, se a história agradar alguém eu continuo e se não agradar eu paro e vida que segue hahahahaha

See you ;)


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