História My Bad Hidden. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Jihope, Jikook, Jinmin, Namgi, Namjin, Namjoon!bottom, Seokjin!top, Vkook, Vmin, Yoonseok
Visualizações 18
Palavras 3.247
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Policial, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Atrapalhar seu entretenimento é uma das últimas coisas que quero, mas antes que começe a ler, preciso agradecer por ter aceito a ideia de me dar uma chance, pois caso não saiba, foi isso que fez a partir do momento em que adicionou esta fanfic à sua biblioteca ou lista de leitura, foi isso que fez assim que decidiu ler o primeiro capítulo ou até mesmo somente a sinopse; por isso tenho motivação para escrever, seria ridículo da minha parte pedir um comentário ou favorito, na realidade, há sim um único pedido de minha parte, peço que agora, aproveite a leitura...

Capítulo 1 - First chapter - I


Fanfic / Fanfiction My Bad Hidden. - Capítulo 1 - First chapter - I

O barulho que ecoava pelo enorme local o irritava ao extremo, já não suportava mais aquilo, o que segundo ele "Alguns ousam classificar como música", também era incrivelmente deplorável o estado daqueles ao seu redor. Prostitutas caídas tamanha quantidade de bebida em seu sangue, outras sentadas sobre as coxas de velhos aproveitadores endinheirados, para lá e cá algumas poucas moças ricas vagando sozinhas com geralmente um martini entre os dedos anelar e seu próximo, em busca do mais novo "contribuinte" para suas fortunas, uns chamavam de golpe do baú, Kim Seokjin chamava de inteligência. Bem, vinda das jovens que o praticavam, o rapaz de vinte e quatro anos não iria se deixar levar por tal planejamento.

Ele estava ali com um propósito, e não era exatamente matar um coroa para ficar com sua herança ou mesmo que fosse um pouco de todo dinheiro existente em sua conta bancária. Havia bebido pouquíssimo, entre uma e seis doses de seu whisky favorito, Jack Daniel's, porém o alto rapaz estava à procura de mais um "pobre" rico, milionário, bilionário, qualquer idiota que estivesse disposto a lhe oferecer uma carona, ou mesmo somente companhia até o vago estacionamento. Na realidade, agora não tão vago, pois ultrapassava o horário dos mortos em seu relógio, exatas três e vinte e um da madrugada, e o espaço deveria estar completamente ocupado pelos carros, tanto pertencentes as pessoas da festa quanto de locais próximos.

Seu Rolex, um dos muitos de sua coleção, não pesava tanto naqueles eventos quanto pesava em suas reuniões, pensar que conseguira todos os seus bens de maneira tão corrupta deveria magoar os sentimentos e caráter de qualquer ser humano, mas Kim Seokjin? Ah, não possuía tais virtudes, ou quem sabe nunca as havia "ativado" em frente à ninguém ou qualquer coisa que fosse, o próprio riu baixo com seu pensamento rápido sobre as árvores falarem caso um dia cometesse algum erro, independente de qual, ser gentil inclusive, e mesmo somente se arrepender por matar quem sabe vinte ou trinta pessoas durante sua consideravelmente curta vida; às vezes por vontade própria, outras não, era inexplicável o que sentia, o desejo pelo sangue era ainda maior que pelo dinheiro, seus ouvidos ansiavam por gritos, gemidos de dor, incontrolável. Um sorriso de beira a beira lhe brotou nos lábios fartos, que agora, graças à bebida possuíam um mínimo do hidratante passado em abundância pouco antes de sair de casa.


"Eu nem beijei ninguém hoje..."


Era o que resmungava mentalmente ainda com o sorriso ali. As luzes que alternavam entre as cores vermelha, azul e violeta junto à todo o movimento, pessoas e "poluição" sonora alta, por pouco não o fizeram perder a presa de vista, ao sair da área V.I.P pôde ver pares e casais espalhados pelos corredores como quem espera por médicos em filas de hospitais públicos no Brasil, ao menos era isso que havia lido em um post de jornal virtual, e após tal, o rapaz desistiu por completo da ideia agora visivelmente estúpida de ir à América Latina. América, a pele do rapaz a sua frente lhe motivava a lembrar dos garotos modelo latino ocidentais, mesmo que de costas e andando lentamente, assim como o acastanhado, que de maneira quase imperceptível caminhava seguindo o aparentemente mais alto. Olhava para os lados e vez ou outra para trás, deveria possuir certeza de que não estava sendo seguido por ninguém.

Um estacionamento, era claro que viriam mais e mais pessoas para buscar suas Ferrari's entre diversos modelos destintos; pretos, prateados, brancos, tantas cores faziam a cabeça do mais velho doer e sua mente quase bailar valsa, tantos rodopios e rodopios. No momento em que o rapaz tocou o trinco da porta do carro, um modelo baixo de cor cinza escura que o Kim quase alterado, não reconheceu, tanto pela bebida que lhe embaçava quase nada a vista, quanto pela escuridão enorme distribuída por aquele estacionamento de forma praticamente igualitária, e seria breu total caso não existissem algumas poucas lâmpadas pela área. Ficando pós-posto à uma das grandes pilastras dispersas por todo o espaço que era preenchido somente pelos carros e ambos os rapazes no momento; tirou proveito da distração do platinado e clara dificuldade em destravar o carro, retirou detrás de seu corpo, mais especificamente da área traseira do cós de sua calça jeans pouco colada, contrária a do jovem que neste momento abria a porta do carro, o objeto mais usado por Seokjin, com excessão dos intrumentos de tortura, óbvio; uma arma banhada à ouro com um silenciador na mesma cor e composição. Aproveitando a posição do outro rapaz que tentava em vão entrar no carro, fosse pela burrice ou bebida, independente disso, a demora só facilitava seu "trabalho", durante breves segundos se permitiu admirar a silhueta do mesmo: Alto, ombros quase nada menos largos que os seus, coxas não tão grossas, mas definidas e marcadas pelo jeans preto apertado, também não tinha nádegas tão surpreendentes, era uma "bunda média" e diante daquilo na mente do mais velho de relance correu uma dúvida, será que esta parte de seu corpo era tão firme quanto as coxas e bíceps aparentavam ser? Aquela questão decepcionou o acastanhado, que atualmente, naquele exato momento, naquela exata noite, estava ocupado em somente assaltar o jovem rico, e não planejar uma maneira de ir para a cama com o platinado, mesmo que quisesse mudar o rumo daquilo e acabar em sua cama com o moreno gemendo alto seu nome, estava com a arma em mãos, seria inútil tentar guardá-la, estava sem tempo, então prosseguiu.

"Ah, quem me dera te conhecer antes disso, querido... Você seria uma ótima puta, tenho certeza"

Pensou pouco antes de segurar ambos os pulsos do outro e apertar o corpo do rapaz de face desconhecida entre o seu e a porta do luxuoso carro, que havia sido fechada em consequência ao impacto corporal ali.


— O que pensa que está fazendo?!

 

Questionou o jovem, obviamente surpreso com aquilo, jovem o qual o Kim mais velho agora sabia ser possuidor de uma voz rouca e grave, ou talvez fosse só o efeito "queimação pós-bebida". Imediatamente virando seu rosto na intenção de olhar a pessoa desconhecida, o moreno usou pouca força para rapidamente soltar os pulsos das mãos alheias, virar-se e empurrar Seokjin de maneira tão veloz contra a pilastra que confundiu até mesmo o próprio, que teria impedido tal revolta caso sua mente não estivesse tão confusa após escutar o tom de voz do platinado, seu tom era extremamente diferente de todos que já ouvira em sua vida, era calmo.

"Será que não viu a arma? Ele é cego ou demente?"

A dúvida era explícita em sua mente, e ao arquear uma das sobrancelhas de maneira breve, olhou em direção à arma, com isso não demorando mais que quinze segundos para destravá-la. Independente de qualquer das duas impossíveis opções que fosse, ele ouviria o som, que era consideravelmente alto, mas nada comparado com um tiro sem silenciador, se daria conta da arma. 


 Estou tentando te assaltar, não está óbvio? Se estivesse em seu lugar teria mais receio ao me empurrar, você não sabe quem eu sou


Este falou lentamente como se ditasse aquilo à uma criança de cinco anos, ainda com a arma em direção ao que supunha ser o rosto do mais alto, após ouvir uma risada baixa vinda do outro, quase um soprar aleatório na realidade, Kim piscou seus olhos escuros e involuntariamente cruzou os braços.


 E pelo visto, você também não sabe quem eu sou, estúpido, se quer dinheiro, peça, mas não haja como se fosse o maior assaltante do mundo inteiro só porquê veste uma roupa de marca e tem uma arminha dourada, quer meu carro? Meus pertences? Pois bem...


Seokjin estava perplexo graças as palavras do rapaz, que logo virou abrindo a porta do carro rapidamente , não estava vendo em quê tanto mexia lá dentro pois o corpo magro pertencente ao mesmo impedia a visão do pálido, que assim, permaneceu de braços cruzados, esperando seja lá o que fosse vindo do platinado. Não demorou muito até que a parte superior do outro saísse do carro, fechou a porta e analisou o corpo do mais baixo da cabeça aos pés, aquilo no olhar do rapaz parecia com algo que lhe trazia más e vagas lembranças de um passado quase esquecido... Desprezo era tudo que queria receber naquele momento. Tendo as lembranças espalhadas por sua mente novamente, trincou o maxilar vendo o outro voltar a lhe encarar, uma das poucas coisas que conseguia ver com a mínima luz eram os olhos do mais alto, pequenos olhos monolids castanhos escuros, tendo contraste com seus fios de cor cinza, quase brancos.


— Coloquei a carteira e todas as coisas de valor no carro, aqui as chaves, pode pegar 


A bebida deveria estar forte demais, ou talvez tivesse fumado algo. Onde ficaria todo o esquema de apagar a pessoa, roubar tudo que lhe era conveniente e em seguida comprar a fita das câmeras secretamente para obter sucesso?

"Facilita, maldita sorte encontrar um louco à essa hora da madrugada..."

O mais baixo dirigiu a mão livre em direção a semelhante alheia que estava com a chave no ponto central exato, enquanto dava um passo à frente segurando de forma firme a arma na outra mão, fez um movimento para cima com a mesma tentando obter mais seguridade em tê-la nas anteriormente citadas; suspirou pesadamente tombando um pouco para o lado a cabeça ao ver a mão grande, mas aparentemente macia do moreno, se fechar em punho. Por um segundo conseguiu imaginar sua destra segurando os dois pulsos com mais força que na primeiro vez, pulsos esses de cor pouco diferente da pele restante. Seokjin pela primeira vez preocupou-se com os pensamentos que tinha, golpista, assassino, psicopata, louco, etc. Estes eram adjetivos comuns dados por quem conhecia sua segunda face, e ter adicionado a essa lista "Ninfomaníaco" não lhe agradava à mente, acabou por sorrir lateralmente desviando-se dos pensamentos e voltando a focar no outro.


— Por que faz isso? Você é um homem apresentável, aparentemente bem de vida, qual a necessidade de roubar? Se me responder juro que entrego as chaves e com elas tudo que é importante, documentos e afins, nada é tão considerável para que me importe, posso conseguir tudo novo amanhã novamente

 

Viu os lábios grossos do homem abrirem e fecharem poucas vezes, ditando ainda calmamente, com lentidão as palavras, e a pergunta que fez a mente do outro paralisar. A arma agora estava apontada ao chão, e não mais ao peito do rapaz que vestia roupas apertadas porém leves. Kim sabia à respeito da leveza por possuir roupas da mesma marca, e poderia jurar ter visto uma camiseta preta e cinza idêntica a do rapaz, em seu closet enquanto escolhia o que vestir. A mente de Seokjin parou durante breves segundos, que em seus pensamentos mais pareceram anos, de cabeça baixa piscou confuso como poucos minutos antes, aquele homem não tentou fugir, não tentou ligar para a polícia e muito menos fingiu de morto com medo de receber um tiro, o que irritava ainda mais o sentido lógico do homem. Dando-se por vencido guardou a arma no cós de sua calça, na parte traseira a posicionando como estava antes de apontá-la ao jovem, fixou a vista nos castanhos olhos alheios e de soslaio viu o outro engolir a própria saliva, o pálido se permitiu sorrir minimamente de maneira lateral graças à tal, estava intimidando aquele que momentaneamente o intimidou sem perceber. Era digno de sua rendição, afinal pergunta havia pego Kim de maneira inesperada, não era como um "— Por favor, não me machuque", frase que geralmente ouvia.


— Talv... Ah, caralho, seu filho da puta, merda! Como?... Como conseguiu fazer isso?!


Seokjin gritou tais xingamentos em alto e bom som ao mesmo tempo em que tentava retirar a arma de seu cós, mas somente o curto período, quase milésimos, foram suficientes para que o platinado entrasse no carro à mil e travasse as portas, fazendo assim com que os tiros do outro na janela fossem em vão, tendo só o som estridente dos cartuchos de balas caindo no chão, um à um, sem utilidade ou imponência alguma sobre o carro blindado, Kim se viu sem saída.

Olhava em desespero para os lados, não vendo nenhuma rota de fuga viável a medida que o som da sirene policial aumentava, estava zonzo por causa de toda a situação nunca antes vivida, e por falta de opções, o rapaz andou lentamente até a pilastra e ali se encostou, sentindo a parede fria sobre sua camiseta, e tal era o de menos para lhe causar calafrios. Naquele momento estava faltando a lógica, nem mesmo haviam janelas para tentar escapar, só o estacionamento escuro e o carro "principal" que abrigava o moreno aparentemente nervoso com os olhos apertados, tomando como exemplo, Seokjin fechou os olhos e largou a arma no chão em consequência ao som dos vários policiais andando e cochichos altos demais, ao menos era o que pensava.


— "Tem o direito de permanecer calado, tudo o que disser aqui, pode e será usado contra você no tribunal" 


Ironizou em tom brando e lento o discurso policial repetitivo, já de pé, tendo ambas as mãos ao alto e em média nove policiais a sua volta, no mínimo, morreria se tentasse reagir ou fugir. Mal notou quando seu corpo fora virado e rosto posto contra a parede gelada, resmungou palavrões baixos pela violência aplicada nas ações policiais e em seguida ouviu o som de um carro sendo ligado; ele lembrava daquele, era o som do motor do carro de sua vítima, possuía um modelo na cor vermelha em sua coleção na Itália, por mais que ainda não recordasse o nome do mesmo de maneira alguma. Virou o rosto de imediato ao ouvir o som de partida do carro e mesmo com o pouco tumulto à sua frente, pôde ver o jovem moreno baixar o vidro até a altura do pescoço, sussurrando lentamente em direção à Kim:


"— Boa estadia, Sr."


Então o vidro voltou a fechar-se, só assim quebrando o contato visual entre os dois homens que vivenciavam destintas situações no mesmo ambiente. Tais palavras fixaram-se de maneira tão inseparável que foi impossível esquecê-las durante a noite longa e mal dormida na cama de uma das celas da delegacia, esta que era tão pequena quanto desconfortável, sua cabeça doía bastante por culpa da bebida e todo o ocorrido no dia antecessor ao que estava vivendo, ambos péssimos. Após um banho rápido e muito mal tomado, Seokjin se sentia sujo naquele meio de policiais porcos, sua primeira ligação fora para o melhor advogado de Seoul, Park Chanyeol não parecia estar totalmente ocupado em resolver os outros problemas judiciais que lhe apareciam, o que de certa forma era ótimo para o rapaz então sob custódia policial até segunda ordem. E falando em segunda, a segunda ligação de Kim era também a última a qual possuía direito, sendo assim, ligou para um de seus cúmplices pedindo que fosse imediatamente à delegacia, não para pagar a fiança inexistente, consequência de ser preso em flagrante, porém para conversarem à sós.


— Com todo respeito, mas você aqui? Achei que fosse menos descuidado, boss


O louro ironizou a última palavra tendo um abraço apertado com tapa nas costas e tudo que tinha direito vindo como resposta à suas palavras, Seokjin teria apertado suas fartas nádegas, mas não estava em condições mentais daquilo. Park não demorou muito mais que vinte minutos para chegar ao local e logo tirar brincadeiras com o amigo que há pouco estava algemado.


— Jimin, um filho da pu...


Teve seu início sôfrego de frase interrompido por uma notícia no jornal televisivo, aquela extasiou por completo o homem, deixando o mais baixo que estava próximo ao mesmo em total confusão. Cutucou seu ombro.


 Hey, Jinnie, o que foi?


Ele estava vidrado no aparelho, seus olhos mal ousavam piscar, ignorando todo o exterior conturbado. Uma foto junto as palavras e voz da apresentadora, não permitiram que ouvir o questionamento de seu amigo, a notícia falou á seus ouvidos:

"Kim NamJoon, empresário herdeiro e dono da BigHit sofreu uma tentativa de assalto ontem pela madrugada no estacionamento do prédio da boate frequentada, mas conseguiu contatar a polícia e agora, Kim SeokJin, o homem que tentou assaltá-lo está sob custódia policial, seu julgamento será de hoje à exato um ano e seis meses; a inflação..."


— Puta merda!


Quase gritou aquilo, extremamente irritado consigo mesmo, ainda mais que antes. Bateu a destra na testa e rapidamente corpo do pálido caiu sentado sobre o banco duro, no qual estava pouco antes de seu amigo chegar e zoar consigo, amigo este que segurou o pulso livre do mais velho ao ver seu estado.


— O que foi, porra?!


— Jimin, foi ele! Ele o cara que eu...


Quase sentindo sua voz fraquejar teve sua mente sã por poucos segundos, sentiu vergonha de estar preso, então forçou a garganta para poder continuar, enquanto o ódio percorria seu corpo quase como o sangue que vagava ligeiramente graças aos batimentos acelerados. Ele se alastrava rapidamente assim fazendo o rapaz odiar sua vítima quase tão quanto odiava a si.


— Assaltei, melhor, tentei, eu me fodi! Ele tem dinheiro, mais do que imaginei, vou passar no mínimo cinco anos aqui! 


Ditou baixo com certa tormenta nas palavras, suas sobrancelhas franziram involuntariamente ao ver o sorriso malicioso que possuíam os lábios cheios do outro rapaz.


— Se ouvi bem ainda tem um ano e pouco Seok, você é o homem mais esperto que conheço, pense comigo!


 A expressão do mais alto ainda era de evidente confusão com as palavras calmas, e arriscaria até um tanto risonhas do rapaz de pele alva, enquanto acompanhava o baixinho sentar-se no banco livre ao lado, tentou controlar as sobrancelhas que ainda estavam curvar em sua face. Porém logo compreendeu o que em silêncio o outro sugeria, imediatamente se levantou permitindo que um sorriso sarcástico lhe brotasse nos lábios naturalmente avermelhados.


— Mortos não prestam queixa, ele morto, eu livre, Chim, você ainda tem o número do ruivinho?


— Eu nunca excluí o número de alguém bom de cama em toda minha vida, mas você está pensando o que eu acho que está pensando? Ah, céus!


As últimas palavras proferidas pelo mais baixo de maneira lenta e quase desesperada foram ditas somente por ver a expressão internamente psicopática do outro. Que à qualquer um que não conhecesse Kim como ele o conhecia, em todos os sentidos, iria pensar ser um sorriso meigo; aproveitando o fato de já estar de pé, o acastanhado depositou um beijo casto no topo da cabeça do outro e cruzou os braços pensando em poder se considerar preso caso não desse continuidade à seu plano recém-feito.


— Ele me colocou na prisão, o colocarei em seu devido lugar...


O homem que possuía fios bem comportados mesmo naquela situação ouviu seu nome ser chamado ao longe antes que tivesse o prazer de concluir sua frase de maneira fria e estridente, estava sendo chamado para retornar à cela fria e nojenta.


— Recomendo aos familiares que lhe comprem um caixão, até!


Park suspirou entrecortado, e seria um suspiro apaixonado se não fosse aquele homem; Kim Seokjin conseguia ser a junção inigualável entre a perfeição e o pecado, nada sério, nunca sério, sua última visão do mais velho até que fosse levado novamente para a área interna da delegacia, fora um sorriso direcionado à si, outro sorriso meigo.


Notas Finais


↓ I M P O R T A N T E ↓:

• No decorrer da fanfic não quero que pensem que faço apologia ou romantização de coisas erradas, não sou à favor de crimes e/ou violência de qualquer tipo que seja, uma história é somente uma história, e os exemplos ruins devem ser levados para a vida como demonstrações do que não se deve fazer, por favor, não sejam estúpidos e reclamem por coisas banais, não apóio, só escrevo, se não gostar, não leia ou adicione, é tão simples quanto respirar.

• Estou aberta à críticas construtivas e correções ortográficas de quem quiser e tiver certeza sobre o que diz.

• Perdoem os erros ortográficos e desconexões do capítulo inteiro, estou postando tarde então não houve revisão.

• As postagens serão semanais, um capítulo por semana e todos os eles terão uma média geralmente menore que a desse.

• Foi basicamente uma enorme introdução, perdoem o meu desejo por detalhes e desvio de pensamentos.

• Agradeço por você ter lido até aqui! ♡

OBS: Um beijo na testa para Miê (ME) e pá' Cheddar (ML) dois na boca, óbvio, rs.


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