História My Bad Obsession - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Guns N' Roses, Slash
Personagens Axl Rose, Dizzy Reed, Duff Mckagan, Gilby Clarke, Izzy Stradlin, Matt Sorum, Personagens Originais, Slash, Steven Adler
Exibições 121
Palavras 2.235
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Babeeee, mais um capitulo! Espero muito que gostem! E por favor, continuem comentando! Amo vocÊs <3

E eu e a @RocketQueen9 , a mulher da minha vida, começamos uma nova fic de Guns!!! Vou colocar o link lá embaixo, espero que gostem!

Capítulo 5 - Turbulência


Fanfic / Fanfiction My Bad Obsession - Capítulo 5 - Turbulência

 

-Nós já estamos em Ohio? – falei olhando pela janela do avião e me perdendo no mar de nuvens que cercavam o avião – nem acredito que já fizemos o show em Indiana

O sinal de colocar o cinto acendeu e me sentei corretamente, mas era o sinal de não fumar que me incomodava, minha boca já estava sedenta, salivando, necessitada de ao menos uma tragada para trazer a nicotina de volta a minha corrente sanguínea, trazendo, finalmente, algum tipo de satisfação e alivio, mas era impossível saciar minha abstinência.

-Pelo visto sim – Isa falou se segurando firme na poltrona – Harley, que merda ta acontecendo – perguntou, arregalando os olhos fincando a unha em meu braço enquanto o avião começava a sacolejar, descendo e subindo, em um ciclo repetitivo que estava começando a me assustar.

-Turbulência – falei, me agarrando a cadeira e torcendo para não morrer – TURBULÊNCIA

-Ahhh eu não gosto disso – Isa falou, afivelando ainda mais o  cinto quando o avião tremeu mais uma  vez – nem um pouquinho

-Eu vou vomitar – comentei, mais para mim do que para Isa.

Tirei o sinto com as mãos trêmulas e sai da cadeira. Meu corpo quase tombava a cada movimento brusco que o avião fazia devido a turbulência, caindo nos outros passageiros e derrubando o suco alheio. Minhas pernas estavam bambas, mal conseguia andar e quando finalmente cheguei ao banheiro, a porta estava trancada.

-ME DEIXA ENTRAR – eu esmurrava a porta, mas nada dela abrir – POR FAVOR

Minha mão, fechada em um punho desesperado, despencou na porta pela ultima vez, antes de meu corpo ser jogado para trás, enquanto minhas mãos tentavam, em vão, agarrar a cortina, se chocando contra o chão em um som oco, como um saco de batata pesado.

-Ahh – gemi levemente ao sentir uma leve dor de cabeça e prevendo o galo que terei depois dessa.

-Jones? – mas é claro que seria ele, Slash, eu havia caído direto na primeira classe – Jones, você está bem?

Não quis nem consegui responder, estava envergonhada demais e com o medo dominando cada célula do meu corpo. Não conseguia raciocinar, muito menos pronunciar corretamente palavras. Fiquei de quatro, tentando me levantar, mas cada vez que arqueava meu corpo, mais um sacolejo do avião e meu corpo tombava. Quase de pé, meu equilíbrio foi roubado mais uma vez e sem coordenação motora alguma, cai para o lado, logo em cima de Slash. O desespero era tão grande que me agarrei a suas pernas torcendo para que me trouxessem ao menos um pouco de estabilidade, mas a única coisa que me trouxe foi vergonha por estar agarrada as pernas do meu chefe.

-Jones, você está bem? – mais uma vez o moreno me questionou e dessa vez minha resposta foi um balançar em negativo de minha cabeça frenética – vem cá – seus braços me envolveram pela cintura, me arqueando para cima, ficando em pé, ainda trêmula – com calm... – e antes que ele pudesse terminar a frase, me corpo foi jogado para cima do dele, caindo em seu colo com força enquanto meu berro se tornava audível.

Me agarrei ao seu corpo como se minha vida dependesse disso. Estava sentada em seu colo, com as pernas para cima, meus braços estavam em volta de seu pescoço, as unhas cravadas em suas costas com força, meu rosto em seu pescoço com cheiro amadeirado que começou a me acalmar, mas não a ponto de querer me soltar de seu corpo estável.

 

Pov Slash

 

Eu não sabia o que fazer quando Jones se agarrou a mim tão assustada, como um cachorro com medo de raios e fogos de artificio ou crianças com medo dos monstros embaixo da cama. Abracei sua cintura com força, a trazendo ainda para mais perto, colando nossos corpos. Sua respiração em meu pescoço estava me dando calafrios e a quentura de seu corpo aquecendo o meu. Suas unhas feriam de leve minha pele mas a última coisa que eu faria seria reclamar disso, eu queria aproveitar esse momento até o último segundo.

Acariciei seus cabelos, tentando acalma-la, e aos poucos, a força que exercia ao me agarrar, foi diminuindo. Passei meu dedão em sua face tão macia, como um belo pêssego em plena estação. Seus olhos fitaram os meus me deixando perplexo com a beleza deles, lindos, como duas safiras das mais preciosas, incomparáveis, únicas, singular. Tão perdidos e amedrontados, tão carentes e necessitados, como nunca havia a visto antes. Era como se sua fortaleza, pela primeira vez, houvesse desabado, nem que fosse por alguns minutos, me deixando adentrar em seu íntimo, vê-la frágil e não tão independente como demonstra ser.

E foi quando o tremor parou, acabando com meu momento e a minha esperança de ter mais algumas frações de segundos com ela. Suas mãos afrouxaram, seu corpo começou a se afastar do meu, escapando de meus dedos como a água faz. Seus olhos abandonaram o sentimento de desespero e necessidade, agora abrindo a vergonha.

Jones não disse nada, ignorou seus típicos pedidos de perdão e os seus sonoros usos da palavra senhor, se referindo a mim, e a utilização de meu sobrenome, e não Slash, com sempre a peço. Só desceu de meu colo, apressada e saiu correndo, tropeçando em seus próprios pés e atravessando a cortina, me deixando para trás, sem saber o que fazer, falar, ou pensar.

-O que foi isso? – Duff disse com um sorriso sacana enquanto se aconchegava mais na cadeira ao meu lado – então esse é o seu novo objeto de obsessão? – arqueou a sobrancelha, não respondi, mas ele entendeu pelo meu estado e pela expressão de minha face a resposta – ahh, compreensível, a Jones é uma beldade mesmo, se ela não fosse tão rígida a sua política de não namorar pessoas do trabalho...

-Você fala isso pra mim mas quem fica correndo atrás do rabo daquela amiga da Jones que nem capacho é você

-O nome dela é Isa, ok? – me corrigiu – e a bebida favorita dela é vodca, temos muito em comum.

-Super – ri.

-E o sexo é ótimo

-Entendi

-E já viu o quão linda ela é? De tirar o fôlego

-E depois o obcecado aqui sou eu – revirei olhos, caindo na gargalha, enquanto Duff me dava um tapa no braço, rindo comigo.

Obcecados.

 

Pov Harley

 

Voltei a minha cadeira, completamente perdida e envergonha. Me agarrei a Isa, que encarava o nada assustada, e foi quando o avião começou a descer.

O avião pousou, com Isa de olhos fechados e quase esmagando a minha mão, dei uma leve risada com a reação dela e também como um reflexo do desespero, sua testa estava toda enrugada e ela mordia a boca.

Chegando ao aeroporto, ficamos esperando o ônibus para nós, roadies, irmos para o hotel. Assim que o ônibus chegou vi os caras do Guns cercados de fãs enlouquecidas pedindo para que eles assinassem os seios delas, sem vergonhas... e eles faziam com muito gosto e prazer, um bando de tarados mesmo.

As malas já estavam dentro do ônibus e todos também, menos eu que encarava ferozmente aquelas garotas indecentes, ainda não entendi porque eu estava tão irritada com essa cena, é tão... normal, eu vejo isso todos os dias a quase 5 anos, porque agora eu estaria incomodada? Duff, como sempre, andava com duas garotas, uma loira e outra ruiva, agarradas no pescoço, Axl com uma morena, Izzy e steven com uma loira e Slash com uma ruiva. Que mania...

-Isa minha filha, entra logo! – Cam falou botando a cara pra fora da porta.

-Já vou - falei segurando o corrimão do ônibus ainda perdida na visão a minha frente.

Antes que eu pudesse subir, Slash rindo distraidamente olhou para onde eu estava, nossos olhos se encontraram e tive sérios arrepios até o topo da minha nuca. Ele me olhava diferente, agora ele sorria de leve, me observando, não com aquele olhar de perversão que praticamente me comia, mas sim algo diferente. Fiquei incomodada, odeio quando me olham, percebem cada ação que faço, cada movimento, me sinto horrível, acho que porque não imagino como alguém pode prestar atenção em qualquer coisa que eu faço, mas tanto faz.

Isa me puxou para dentro do ônibus, fazendo com que nossa conexão fosse embora e eu me perdesse dos olhos de Slash. Ela me jogou na primeira cadeira do ônibus e tiramos um belo cochilo até o hotel.

Nos falaram que teríamos o dia de folga, pois o show seria só no dia seguinte, o que era uma maravilha. Eu só pensava e dormi e passar o dia sem fazer porra nenhuma, mas a Isa queria sair e “aproveitar o dia”.

-Já são 20h Isa... me deixa – falei abraçando o travesseiro, ainda cansada do voo.

-Você quis dizer “ainda são 20h “, vamos sair por favooor! Achar um belo bar e paquerar um pouco! Por favorzinho... – ela falou com cara de cachorrinho molhado.

-Não

-Por favor

-Não

-Mas...

-SEM MAS

-Eu vou dar pra qualquer um se você não for

-Você já da pra qualquer um –falei revirando os olhos.

-Vadia

-Olha que fala

-Faz isso por mim, só dessa vez...

-Ta, mas eu vou embora a hora que eu quiser – falei me rendendo.

-OBAAAAAAA – ela disse me abraçando com força e me sufocando.

Isa foi para o banheiro falando de como ela queria estar “sexy” e “ pegar caras” hoje a noite, eu só me importava em fazer tudo o mais rápido possível para voltar para o hotel e dormir. Coloquei uma roupa qualquer e um salto que Isa escolheu.

Ela estava toda arrumada e com um vestido quase enfiado no cu o que me irritava um pouco, por que a desgraçada é a mulher mais linda que eu já vi, podia vestir uma burca ou estar pelada que ainda ia continuar linda.

Descemos e ficamos esperando o nosso taxi no saguão do hotel. Não conhecia a cidade e não sabia de nenhum bar daqui. A frento do hotel estava bem vazia, tirando as fãs malucas que gritavam pelos garotos, e nossa, que vontade de estrangula-las.

-Senhoritas, o taxi chegou – um homem muito bem vestido e educado nos disse.

Olhei para trás antes de passar pela porta do hotel e vi Slash e Axl saindo do elevador, os dois pareciam ter uma conversa interessante, os dois riam e pareciam felizes, o que me deixou muito curiosa. Sempre tive isso, curiosidade ao extremo.

O homem bem arrumado abriu a porta do taxi para nós, olhei novamente para onde Slash e Axl estavam e mais uma vez, os olhos de Slash encontraram o meu. Esses calafrios não param, que merda. Porque sempre com ele? Slash arregalou os olhos, meio boquiaberto, não lhe dei nenhum sorriso, meu rosto não tinha expressão alguma, só uma boca reta e vermelha e olhos desinteressados. Fechei a porta e seguimos para a boate.

 

Pov’s Slash

 

Estava descendo o elevador com Axl, que não parava de falar sobre a ultima garota que comeu, ficamos conversando sobre como ela era na cama até eu ver minha garota. Jones estava maravilhosa, como aquela roupa valorizava aquele corpo...

-Slash, SLASH – Axl falou se estressando – ta aqui?

-Aham...  – falei a observando, mas ela me olhava com indiferença – Axl vem comigo – falei o puxando para fora do hotel.

-Que porra Slash – Axl falou tropeçando em tudo pelo caminho – Para onde vamos.

Garotas começaram a berrar e tentar nos agarrar mas nessa hora eu estava é pouco me fodendo. Peguei um dos nossos carros alugados e comecei a seguir a Jones.

-Ta doido Slash?

-Maldita Jones – falei me irritando, é um saco não conseguir tirar alguém da cabeça.

-Jones? A morena gostosa que trabalha com a gente? – Axl perguntou confuso, não respondi – Você ta apaixonado pela Jones? –ele completou rindo.

-Eu não estou apaixonado

-Só obcecado pelo visto – ele falou sorrindo.

-Não é isso, eu só, ah foda –se – falei – ela está parando, que lugar é esse?

 

Pov’s Jones

 

-Hey, só não esquece do seu problema com... – Isa começou e eu já sabia que vinha discurso pela frente.

-Ta ta, aquela fase já passou, eu não me drogo mais – falei revirando os olhos, odiava esse papo.

-Só estou falando... você sabe muito bem o que aconteceu da ultima vez...

-Ta bom, caralho, vamos logo antes que eu mude de ideia

Chegamos na tal boate que a Isa achou  e entramos. Por pura coincidência do destino estava tocando My Michelle dos Guns n Roses, parece que estavam querendo foder comigo mesmo. Isa foi dançar e me puxou junto, ela rebolava e eu só me sacudia pensativa, pensando mais na musica do que o que acontecia ao meu redor. Logo, obviamente, um cara começou a paquera-la e eles ficaram dançando juntos ( lê-se se esfregando) e eu fui pedir algo para beber, ficaram me jogando umas cantadas mas eu ignorei todas, não estava afim de nenhum sexo de uma noite, muito menos de cara bêbado tentando me foder. O tedio já havia tomado conta de mim, então a solução perfeita encontrei. Comecei a beber muito, queria ficar bêbada, eu estava puta por Isa me chamar indiretamente de drogada, mesmo sendo verdadde e por ir se agarrar com o cara e me deixar sozinha em um lugar que nunca estive antes, bebi mais e tudo pareceu mais iluminado, um pouco animado, mas eu ainda queria ficar quieta na minha.

-Hey Jones – uma voz conhecida sussurrou no meu ouvido e mais uma vez os calafrios voltaram, os calafrios que só ele me dava.

Maldito.


Notas Finais


Eai babes, o que acharam?

Link Nova Fic: https://spiritfanfics.com/historia/hollywoods-dead-7181215


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