História My Beloved Hybrid ( Imagine- Jeon Jungkook) - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Tags Bangtan Boys
Visualizações 47
Palavras 3.168
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Fluffy, Lemon, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Trouxe mais um capítulo.


Desculpe pela demora e o capítulo bosta passado, espero que também não seja ':D


Boa Leitura <3

Capítulo 5 - Raposa Traiçoeira Misteriosa


 Estava sentada em minha cama fitando o chão, JungKook não disse mais nada depois que entrou e agora o silêncio tomava conta de todo o quarto. Não queria continuar com isso, já estava ficando desconfortável todo esse silêncio e o sono tomava meu corpo.

- JungKook... – Recebi sua atenção. – Eu estou com sono, faz quase vinte minutos que estamos nesse silêncio todo e está ficando chato.

- Desculpe, vou sair então. – Disse se levantando para sair ficando de costas para mim.

- Espera. – Levantei rapidamente e segurei a barra de uma das mangas de sua blusa enquanto cabisbaixa. – O que você queria falar? – Indaguei baixo. – Não vai me dizer?

- Acho melhor não. Já está ficando tarde e é melhor você dormir, amanhã temos que ir para o colégio e você precisa descansar. Tchau. – Saiu sem mais nem menos.

 Fechei a porta do meu quarto e a encarei por um tempo. Por que ele viria a essa hora da noite e sairia sem dizer mais nada?

 Tomei coragem e sai do quarto, fitei a porta do quarto que ficava a frente do meu. De todos os cômodos dessa casa, esse foi único quarto que nunca entrei. Jin sempre me dizia que era um quarto que pertencia a outra pessoa e eu deveria entrar apenas quando ela deixasse, então tenho quase certeza de que esse é o quarto dele. Confesso que quando eu era mais nova, eu sempre acreditei que era nesse quarto que vivia o monstro dos meus pesadelos, e que o dia que tivesse permissão de entrar nele eu iria finalmente enfrenta-lo, mas agora parece apenas mais uma porta que está sendo iluminada pela luz do luar.

 Bati leve na porta e chamei por ele, mas não obtive nenhuma resposta, talvez ele estivesse ido deitar e acabou dormindo ou esse não deveria ser o quarto dele; provavelmente a última opção. Insisti mais um pouco, mas como a primeira vez, não obtive nenhuma resposta. Será que fui grossa? Não quis que ele achasse que eu o “expulsei” do meu quarto, quis apenas ter o apressado um pouco mais já estava com sono. Fui uma idiota.

 Sai da frente daquela porta e entrei novamente em meu quarto, deitei em minha cama e fitei o teto. O sono que a pouco tempo estava sentindo, agora havia desaparecido.

- Será uma longa noite. – Disse pesadamente.

 

ƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔƔ

 

 Acordei com o apito de meu despertador que marcava 06:45 da manhã, estava cansada por ter simplesmente dormido umas duas horas e meia. Durante toda a noite fiquei pensando no porquê de JungKook ter saído sem dizer o que queria e na maneira de como aquele amigo do Jin ter se transformado naquele monstro. Todos esses pensamentos me atordoaram durante toda a noite e não consegui dormir bem.

- Mais uma noite mal dormida. – Suspirei e me sentei na cama, desliguei aquele maldito despertador e fui em direção ao banheiro.

 Me despi e entrei debaixo da água de caia, tomei meu banho e sai do banheiro. Como eu não tinha uniforme ainda, optei por colocar uma calça Jeans preta, uma camiseta de manga longa branca e meu tênis de cano médio preto. Fiz um coque bagunçado e voltei para o banheiro para escovar meus dentes. Sequei meu rosto e encarei meu reflexo no espelho, meus olhos estavam mais claros e as pupilas estavam dilatadas, o contorno preto estava mais grosso e tinha algumas veias expostas. Meus olhos ardiam e minha cabeça começou a doer.

- Malditas dores. – Levei minha destra até o local onde doía e apoiei a canhota na pia. – Por que doem tanto? – Me perguntei, mas logo ouvi batidas na porta. – Já vou. – Apressei-me e abri a porta vendo JungKook já uniformizado a frente dela.

- Jin pediu para que você descesse para tomar seu café, sairemos as sete e vinte. – Assenti. – Até mais. – Sorriu e saiu.

 Queria conversar com ele, mas o que iria dizer? Não quero que as coisas entre nós dois fique estranhas, ainda mais por estudarmos no mesmo colégio. Será que ficaremos bem até lá?

 Passei um rímel e o mesmo gloss de ontem, peguei meus óculos -caso precisasse- e o coloquei dentro da mochila, coloquei o colar que Jin me deu e peguei meu celular que estava junto aos fones e coloquei-os no bolso. Desci com minha mochila em mãos e a coloquei no sofá, adentrei a cozinha e encontrei Jin e JungKook comendo.

- Bom dia querida. – Disse Jin sorridente depois de ter dado um gole em seu café. – Está ansiosa para o seu primeiro dia?

- Bom dia. – Sorri para ele e sentei ao seu lado ficando de frente para JungKook. – E não, não estou. – Ouvi JungKook rir.

- Por que não? Esse colégio e diferente daquele que você estudou. Você poderá usar seus poderes. – Disse e parecia realmente animado. – Você sempre me dizia que queria estudar em um colégio onde pudesse usar seus poderes. – Sorri ao lembra do meu pedido a ele. Essa era a época quando eu dizia que iria fugir de casa e iria morar com ele.

- Pois é. – Sorri minimamente. – Parece legal. – Disse sem ânimo.

- Yah, por que está assim? Achei que iria gostar. – Indagou Jin com certa revolta.

- Estou com preguiça. – Ditei manhosa. – E pensando no tanto que terei que escrever e em quanto tempo ficarei enfornada dentro de uma sala tendo aulas chatas.

- Deixe de ser preguiçosa. Como eu disse esse é um colégio diferente, você não ficará doze horas dentro de uma sala. – Disse e me engasguei com sua fala.

- DOZE HORAS? – Gritei e recebi risadas de ambos em resposta. – Jin eu não vou ficar doze horas dentro de um colégio, eu mal suportava ficar oito. – O encarei. – Não vou mesmo.

- Estou brincando com você. – Riu. – São umas oito ou dez horas, tudo dependerá da aula que estiver recebendo. Eu conversei com o senhor Kim e ele me disse que você terá uma boa educação e saberá utilizar corretamente seus poderes, tudo dependerá de você e tenho certeza que se sairá bem. – Acariciou minha bochecha.

- Ok. – Disse tomando um pouco do suco. – Mas que é esse senhor Kim?

- Um velho chato. – Ditou JungKook pela primeira vez naquela mesa.

- JungKook. – Repreendeu Jin. – Você não deve dizer esse tipo de coisa.

- Dizer o quê? A verdade? – Indagou. – Ele é um velho chato e rabugento que não sabe fazer mais nada além de encher o saco dos alunos. – Completou e sorri com seu comentário.

- Não diga mais isso, agora termine de tomar seu café da manhã e vamos logo antes que se atrasem. – Assentimos.

 Assim que terminei limpei minha boca e fui para a sala pegar meu material, fui em direção a garagem onde tinha as outras dezenas de carros de Jin, um mais lindo que o outro. Jin adentrou em um Grand Cherokee cereja e o segui, fiquei na parte detrás atrás do passageiro já que JungKook foi na frente.

 Assim que saímos tudo o que conseguia ver eram árvores e mais árvores que rodeavam a estrada. Depois de uns cinco minutos dentro daquele carro avistei um enorme prédio de longe, uma entrada parecida com um tipo de portal, que provavelmente daria no enorme prédio já que Jin passou por ele.

 Chegamos a frente do prédio que estava lotado por pessoas, se prestasse bem atenção a pele falsa delas se desmanchavam e suas verdadeiras feições apareciam, eram de todas as formas e jeitos possíveis de se pensar; sempre li por essas criaturas nos livros de meu pai, mas nunca cheguei a ver uma em minha frente. Paramos em uma das vagas que encontramos e descemos e assim que chegamos a frente da porta do grande prédio espaçoso, recebemos olhares de praticamente todos que se encontravam ali.

 Ouvia os murmúrios de todos, e a maioria eram: “ele está realmente aqui”, “não acredito que os boatos eram verdadeiros” ou “ não acredito que estou me encontrando com o senhor Kim em pessoa”. Todos os comentários eram relacionados a meu tio, e como ele adora receber qualquer tipo de elogio, deveria estar adorando. 

 Uma senhorita com seus cabelos longos e negros soltos, olhos pretos por completo e que trajava um vestido longo também preto, parou em nossa frente nos fitando. Ela era um pouco alta e muito bonita, mas parecia assustadora para as outras pessoas, pois quando ela apareceu todos os alunos se calaram e adentraram o enorme prédio.

- Bom dia. – Ditou e sua voz soou roucamente.

- Bom dia. – Respondemos nos três ao mesmo tempo.

- Podem me acompanhar, os levarei até a sala do diretor Kim. – Se virou e a seguimos.

 Nos corredores foi da mesma maneira como lá fora, murmúrios e mais murmúrios, mas a única coisa que chamava minha atenção eram as obras de arte que haviam em abundância, quadros e esculturas a mostra como um verdadeiro museu.

- Uau! – Disse baixo ao ver uma das pinturas.

 No quadro havia um homem aos prantos, se eu chegasse mais perto conseguiria ouvir seus gritos como se fossem pequenos ruídos.

- O desespero de um homem. – Murmurei para mim mesma.

- Muito bem senhorita. – A moça que estava a nossa frente disse chamando-me a atenção. – O desespero de um homem é um dos quadros mais antigos desta instituição, nela está um... – Começou a ditar, mas a interrompi.

- Um home que a muito tempo foi julgado e sentenciado a viver pela eternidade em um quadro por seu amor não correspondido e diversas desgraças vieram a ser ocorridas para esse homem infeliz. – Completei sua frase. – Ela é incrível. – Murmurei. Essa era uma das histórias favoritas do meu pai, ele sempre me falava sobre ela.

- Sim, realmente incrível. – Complementou a moça de nome desconhecido.

 Continuamos o percurso e eu ficava cada vez mais admirada com cada obra, suas histórias e ocorridos do passado. Nossa como eu queria tocar em cada uma delas, estou parecendo até aquelas crianças que adoram mexer em tudo, mas teria de me controlar, estou em um colégio diferente do de antes e não posso simplesmente estragar assim meu primeiro dia.

- Moça. – Chamei-a.

- Pode me chamar de senhorita Walsh, Alanis Walsh. – Ditou sorridente. Pensando bem ela não dava tanto medo assim.

- Senhorita Walsh, essas esculturas e quadros são os verdadeiros? – Perguntei, eu estava ansiosa para saber.

- Sim, cada uma delas. – E foi nessa hora que senti meu coração falhar por não acreditar no que ela havia acabado de dizer. Assim como eu papai com toda certeza iria adorar vê-las de perto. – Chegamos. – Disse parando em frente a uma grande porta no final daquele longo corredor. – O diretor Kim os espera. – Ditou seria e saiu, mas ao passar por meu lado sorriu para mim e murmurou um “até logo”; certamente uma boa pessoa.

 Adentramos a sala e encontramos um homem alto, de costas para nós olhando algo pela janela, ele parecia bem vestido e quando meu tio tossiu de leve, deu sua atenção para nós.

- Jin. – Sorriu e veio em direção ao meu tio, dando-lhe um grande abraço. – É muito bom revê-lo, apesar de temos nos encontrado a pouco tempo. – O soltou sorrindo.

- Sim, é bom rever você também. – Disse sorrindo.

- JungKook. – Foi para perto dele. – É bom lhe rever também rapaz. – Estendeu sua destra para um aperto de mãos.   

- É bom lhe rever também senhor Kim.  – Sorriu e estendeu sua mão também. Ele não se passava de um mentiroso. Quem é que a pouco tempo era velho e rabugento, hum?

- E você deve ser a S/n. – Perguntou para mim e confesso que fiquei um pouco com medo ao ver ele se aproximar de mim, mas mantendo uma distância boa. Sua voz era grossa e ele não parecia ser tão velho assim, poderia dizer que tinha uns vinte anos.

- Sim. – Disse baixo.

- Cuide bem dela. – Disse Jin calmo.

- Não se preocupe meu amigo. – Foi para sua mesa e pegou algumas folhas. – Esses são seus horários. – Entregou um papel para mim e o outro para JungKook.

- Podemos ir agora? – Perguntou JungKook com cara de tedio.

- Sim, enquanto isso terminarei de resolver alguns com Jin. – Foi para uma enorme estante cheia de livros.

- Tenha um bom dia meu amor. – Disse Jin dando-me um beijo na testa. Assenti. – Até mais tarde. – Sorriu e sai.

 Caminhava pelo enorme corredor – agora silencioso – enquanto ouvia apenas os passos dados por mim e por JungKook logo atrás.

- S/n. – Proferiu JungKook. – As coisas entre nós não estão estranhas, né? – Perguntou e pude notar um tom de preocupação.

- Acho que não, mas isso ainda não me diz o que você queria conversar ontem. – Olhei para ele. – O que era?

- Eu só estava preocupado, mas não consegui dizer nada. – Ficou ao meu lado. – Por que você ficou daquele jeito?

- Só me lembrei de algo ruim. – Fitei o chão.

- Tem certeza? – Perguntou desconfiado. - Você sabe que pode confiar em mim. Lembra, agora somos irmão e eu cuidarei de você. – Sorriu. – Se acontecer alguma coisa com você é só me dizer ‘tá. Se alguém fizer mal para você é só me dizer e POW, dou um soco nele. – Disse brincalhão e imitou um soco.

- Vai agredi-los? – Sorri.

- Sim e pode ter certeza que vai doer. – Sorrimos. – Qual é a sua sala? A minha é a sete do quarto andar. – Disse olhando seu papel.

- Acho que é... – Cassei mais não encontrei. – Onde olho? – Perguntei confusa. Naquele papel só tinha números e nomes por toda a parte.

- Aqui, deixe-me ver. – Olhou o papel. – É a sala cinco no segundo andar. Venha, vou levar você até lá. – E o segui.

 Era realmente enorme esse colégio, -tanto por fora como por dentro- tudo bem organizado e em seu devido lugar. O silêncio predominava em todo o prédio.

 Chegamos em frente a porta da sala que tinha uma plaquinha que mostrava ‘Sala 5’, era ali minha parada.

- Chegamos. Quando der o sino do intervalo, virei aqui e te mostrarei o colégio tá. – Disse JungKook e assenti. – Bate na porta e pede licença, o professor já deve estar na sala.

- Ok. – Sorri.

- Não se esqueça, se alguém te fizer algo basta só me dize e POW. – Rimos. – Até mais. – Saiu.

 Bati na porta e ouvi um ‘pode entrar’, adentrei a sala e a atenção de todos os alunos que estavam em silêncio vieram para mim. Senti minhas bochechas queimarem e desviei o olhar, o professor que a pouco tempo estava em sua mesa agora se encontrava em minha frente.

- Você deve ser a aluna nova. – Disse numa expressão feliz. – Sou Jung HoSeok um de seus novos professores.

- Eu sou S/n, Kim S/n. – Sorri minimamente.

- Sim. – Sorriu. – Pode se sentar ao lado do senhor Park. – Olhei ao redor e os olhos de todos estavam ainda em minha direção.

- Desculpe, mas quem é esse senhor Park? – Disse um pouco baixo por estar envergonhada.

- Ah sim. Senhor Park pode se levantar por um momento. – Olhei novamente para os alunos e agora um deles estava levantado ao fundo da sala. – Pode ir agora. – Voltou para sua mesa.

- Obrigada. – Praticamente murmurei.

 Fui em direção ao aluno e vi ser Jimin, sorri para o mesmo e me sentei ao seu lado.

- Oi. – Começou. – Achei que você não fosse da minha sala, quando cheguei você não estava aqui.

- Oi. É que eu estava na sala do diretor com o Jin Oppa e o JungKook. – Disse baixo.

- JungKook não, JungKook Oppa. – Riu.

- É. – Sorri junto. – Mas Jimin, por que você senta no fundo? Não deveria se sentar mais a frente? – Perguntei, ele era o último aluno daquela fila.

- Ah, é porque eu não gosto de ficar na frente. E além do mais, quando eu quero dormir professor nenhum vai ver. – Sorriu. – Ótima estratégia. – Piscou.

- Tá né. – Sorri junto.

 Olhei para a sala e agora liam em silêncio, li o que estava na lousa e peguei meu livro de literatura abrindo-o na página pedida, nele havia um poema do poeta Fernando Pessoa; “Como é por dentro outra pessoa”, era essa uma de suas obras.

 Olhei para Jimin ao meu lado que agora lia atentamente, levei meu olhar para o professor que estava à frente da sala e o mesmo também lia um livro atentamente. A luz que iluminava a sala pela janela, refletia em seu rosto e o deixava belo.

 Seu rosto era bem desenhado e o cabelo avermelhado o deixava elegante, ele tinha orelhinhas pouco tapadas entre os fios e algumas presas a mostra. Ele parecia ser um ser angelical e dócil, mas a expressão se misturava com um pouco de determinação e por algum motivo medo. O mistério com certeza o rodeava. Continuei o fitando atentamente e agora ele fazia o mesmo. Eu o encarava descaradamente e sua feição parecia feliz, pois ele sorriu para mim.

- S/n, para de olhar essa raposa traiçoeira e comece a ler, depois ele fará perguntas e tenho certeza que pedirá para gente responder e não quero fazer isso. – Murmurou, mas sem tirar a atenção de seu livro.

- Ah, desculpe. – Abaixei rapidamente meu olhar. – Mas por que ‘raposa traiçoeira’? - Pude jurar ouvir risadas de longe.

- Muito bem classe. – Pronunciou o professor. - Como podemos ver com esse poema, há dúvidas sobre como será uma pessoa por dentro, como é a imensidão do universo que possuímos dentro de nós e a maneira como nós podemos imaginar como seja outra pessoa. Alguém pode me dizer utilizando apenas uma palavra, como descreveria a alma de outra pessoa? – Olhou para toda a sala e ninguém se voluntariou e permaneceram em silêncio. – Muito bem. S/n, me diga em uma palavra como você descreveria a alma de outra pessoa. – Ditou sério.

- Misteriosa. – Disse baixo.

- Mais alto por favor.

- Com orelhas daquele tamanho e não ouviu o que eu disse? – Murmurei e Jimin riu.

- Como disse senhorita? – Indagou com uma das sobrancelhas arqueadas.

- Misteriosa. – Disse mais audível. – Eu disse misteriosa.

- Bom. – Sorriu. – Mais alguém? – Perguntou e mais uma vez ninguém respondeu.

- Jimin. – Chamou o garoto ao meu lado.

- Sim? – Perguntou.

- Me diga com descreveria a alma de alguém.

- Mentirosa. – Disse ríspido.

- Alguém mais. – Desviou seu olhar e vi Jimin ao meu lado um pouco triste.

- Você está bem? – Perguntei baixo e assentiu. Ele não estava bem, mas não iria insistir para não o deixar pior.

- Christopher. – Perguntou para um garoto sentado em uma fila distante.

- Única. – Respondeu o garoto com um sorriso de lado nos lábios. O vi olhar-me e estreitei o cenho e quando ele percebeu se virou rapidamente.

- Que garoto estranho. – Ditei baixo.

- Fique longe dele S/n, esse demoniozinho desgraçado pode tentar algo. – Assenti e guardei o livro que estava em minha mesa.

- Jimin falta muito para podermos ir para casa. – Falei um pouco entediada.

- Sim. – Riu.

- Que chato. – Suspirei pesadamente. 


Notas Finais


Espero que tenham gostado :3

O quadro do corredor eu não consegui a imagem :/

A senhorita Alanis Walsh: https://zszywka.pl/p/magic-18071924.html

Christopher:https://br.pinterest.com/pin/357965870370714538/

E o nosso querido HoSeok para a S/n: https://linpan.deviantart.com/art/BTS-Jung-Hoseok-666544919


Espero que tenham gostado do Capítulo ^^

Até a próxima :3


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