História My Beloved Psychopaths - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hoseok, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Suga, Taehyung, Yoongi
Visualizações 58
Palavras 717
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


AnnyeongHaseyo Pudins 🍮
Desculpem os erros dos próximos caps
Sou amadora
Ksksks
Boa leitura

Capítulo 1 - Docinho


Fanfic / Fanfiction My Beloved Psychopaths - Capítulo 1 - Docinho

22:06h Seul

Após algumas horas de carro, finalmente Clara e Tae chegaram na casa que alugaram pela internet, não foi necessário comprar nada, pois já estava mobiliada. Depois de conferir se estava tudo em ordem como dizia no site, eles começaram a organizar suas coisas, não era necessário arrumar a residencia, já que a mesma estava limpa.

Quando acabaram foram dormir, tinham um compromisso logo pela manhã, precisariam estar bem dispostos. A casa era bem grande, e tinha um ótimo preço, na ''língua'' de Clara, como diziam Taehyung, ''baratin''.

Não era a primeira vez que os dois dividiam um ambiente tão íntimo, já moraram juntos algumas vezes. Eram amigos de longa data, quando andavam juntos eram confundidos com um casal. Já se pegaram algumas vezes, a amizade era num tanto colorida, mas nada sério para ambos. Tinham um grande carinho um pelo outro, nada além.

***

06:01h

Tae: Clara! Acorda bela adormecida! – adentrou no quarto da ocidental aos berros.

Clara: Que foi praga? – gritou de mal humor após abrir os olhos – da próxima vez que invadir meu quarto, vou quebrar tuas pernas – ameaçou

Tae: Tão doce que chega até dar diabetes – ironizou sorrindo quadrado depois de se esquivar de um chinelo arremessado em direção a si. Chegou mais perto dela e jogou açúcar na mesma – não vou entrar no seu quarto, docinho – beijou sua testa coberta de açúcar e saiu correndo.

Clara irritada pela façanha do loiro, saiu correndo atrás. Tae começou a ficar sem saída, quando se deu conta já estava numa parte inexplorada por si da casa, ao não ver Clara em seu campo de visão, desesperado entrou abriu a primeira porta -e única- que viu. Se deu mal, era um cômodo. Respirou fundo e observou o lugar, tinha suas paredes num tom azul celeste, estava cheio de poeira, com certeza não era limpo há anos, e estava vazio.

Até que reparou num pequeno quadro na parede, com certeza esqueceram de limpar e tirar aquele quadro dali, ou simplesmente ignoraram aquele quarto. Pegou o quadro para observar melhor a foto que continha.

Quase vomitou arco-íris, quando viu uma pequena garotinha na foto, dava no maximo 6 anos para a pequena. Ela tinha pinta de estrangeira, sorria num perfeito eyesmile, tinha os olhinhos levemente puxados, indígena, chutou. Admirando a pequena, esqueceu totalmente que estava em fuga.

Clara: Ora ora, o que temos aqui? – Tae deixou o quadro cair no chão pelo susto de ouvir aquela voz, o coração chegou a falhar – Kim Taehyung, você esta ferrado!

Ele tinha que pensar em algo rápido, ou não ia passar dos 23 anos de idade, ou melhor, daquele dia. Ele não podia partir assim! Não antes de realizar seu sonho de conversar com os carros! Taehyung se virou lentamente para ter uma melhor visão de sua querida amiga que estava encostada na porta.

Poderia eliminar a alternativa de sair pela porta, a janela seria muito alta? – ele pensava.

Tae: Clarinha! – sorriu quadrado docilmente, e ela franziu o cenho – eu te amo tanto – disse nervoso e fez um coração com as mãos – Você esta tão linda!

Partiu pra bajulação já que os outros modos não iriam adiantar, mas foi o que não funcionou. Ela foi andando lentamente até o mais alto que recuava na mesma velocidade, ela estava cada vez mais perto, e ele cada vez mais encurralado. Chegou no ponto onde suas costas bateram na parede, agora era só ajuda divina mesmo.

Caso se ele sobrevivesse, cogitou a ideia de quando forem trabalhar iria internar também a psicopata no qual dividia o mesmo teto. Mas tinha medo dela fazer uma chacina lá, então era melhor criar o mostrinho em casa.

Tae: Por favor Clara, sou novo demais pra morrer! – Caiu de joelhos e juntou as mãos em sinal de suplico perante a Clara.

Com certeza iria se arrepender de sujar sua calça de pijama naquele chão imundo. Mas não de ter jogado açúcar nela.

Ela apenas deu um breve sorriso e levantou o loiro pelos ombros, que suspirou aliviado pela piedade de Clara. Mas nem por isso pararia de aprontar com a amiga. Se segurou para não rir da mesma que estava coberta de açúcar, ou seria pior.

Tae: Obri... Aaaanh – gemeu de dor ao ter seu membro apertado pelas mãos da mais baixa.

Clara: Da próxima vez, tu fica sem ele – referiu ao membro de Tae que assintiu freneticamente segurando uma lágrima, e estava com as mãos no local dolorido        



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