História My Beloved Psychopaths - Capítulo 2


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Hoseok, Jhope, Jimin, Jin, Jungkook, Namjoon, Suga, Taehyung, Yoongi
Visualizações 43
Palavras 913
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Cross-dresser, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 2 - Serendipity


Fanfic / Fanfiction My Beloved Psychopaths - Capítulo 2 - Serendipity

Logo após seu ato, Clara vai pra cozinha preparar o café da manhã, pois se ela bobear e deixar Tae encarregado disso, séria capaz dele botar fogo na casa fazendo suco. Séria impossível pra todos na face da terra, menos pra Kim Taehyung. Não se pode duvidar, chega até ser um pecado. De qualquer jeito era melhor não arriscar.

Taehyung permaneceu um pouquinho no quarto para se recuperar do quase esterilização que sofreu. Depois de um tempinho saiu do quarto, lembraria de obrigar a Clara arrumar ele, mas enquanto isso, ele continuará sujo, pois Tae não era empregado de ninguém. E também não tinha tempo pra isso, se ocupava demais fazendo vários nadas no tempo livre. Então sobraria pra Clara.

Antes de sair, retirou a foto do quatro que se encontrava quebrado e botou no bolso da calça de pijama que usava, e partiu pra cozinha para tomar seu café da manhã. Chegou na cozinha, e Clara já estava acabando de fazer panquecas. Se sentou e se serviu, comeu sem dizer uma palavra.

Clara: O que foi Tae? – Clara perguntou incerta, e ele nada respondeu – Taehyung! Me responda!

Tae: Você quase me deixou estéril! Sempre quis ter uma criança, e seu eu não conseguir – apontou o garfo para ela – vou ficar com a sua!

Clara: Você mereceu, ninguém mandou jogar açúcar em mim! – se sentou ao lado do loiro

Tae: Só queria deixar sua vida mais doce – sorriu humorado – sua limão, estou bravo contigo, vai ter que me dar muito biscoito pra eu te perdoar – cruzou os braços, infantil, saiu marchando rumo ao sofá.

Clara: E se eu te dar uns biscoitos Scooby ? – brincou 

Tae: Vá a merda! E isso não tem nada haver com medo! – Clara riu da indignação do loiro. 

Que visse tais cenas se recusaria a acreditar que aquela criança de face delicada, de quase 1,80cm tinha 23 anos, a não ser que ele abrisse a boca para falar algo, revelando assim sua voz de trovão.

Os dois tomaram banho e se aprontaram para o primeiro dia de trabalho em Serendipity. Só em ouvir esse nome, metade da Coréia tremia. Não era quais quer um que tinham coragem de sequer entrar lá dentro, lendas e histórias rondavam aquele lugar. De qualquer modo o salário era ótimo, mas o que tinham que enfrentar... Naquele local, nem todos que entraram, saíram inteiros, ou até com vida.

O governo até cogitou a ideia de acabar com aquele lugar e com todos que estavam lá dentro, mas a ONU interferiu. Ninguém iam prá lá por conta própria, e sim porque eram obrigados.

Taehyung e Clara foram por conta próprias, precisavam de um trabalho, e tinham ofertas de emprego para suas áreas de especialização, então obviamente aceitaram. Tinham conhecimento sobre Serendipity, sabiam com o que estavam lidando, e onde estavam se metendo, loucos ou idiotas? De tudo um pouco. Qual é a graça da vida se nós não nus arriscamos?

07:30h

Assim que estavam uniformizados, Tae tirou o carro da garagem e seguiram seu destino. No caminho conversaram sobre coisas aleatórias e deram boas risadas de coisas banais. Chegaram. Clara abriu a boca quando olhou pra quele hospital, [foto de capa] sem dúvidas, parecia de filme de terror. Sabe aquela musiquinha? "Vai dar merda vai dar merda..." ecoava pela cabeça da menor.

Tae estacionou o carro, e seguiram juntos adentrando.

???: Em que posso ajudar? – um homem simpático os abordaram

Tae: É.. É... Somos novos aqui.

???: Dr. Kim e Dra. Clara? – parecia surpreso e eles assintiram – meus pêsames, vamos, irei mostrar seus pacientes.

"Pêsames"? Clara e Taehyung se olharam confusos, será que tinha biscoitos Scooby? Seguiram o de madeixas castanhas. Caminhando pelo corredor, gritos eram ouvidos, e o acastanhado não se incomodava, já estava acostumado.

???: A propósito, sou Hoseok – disse sem se virar.

Tae/Clara: Olá... 

Os corredores eram grandes e brancos, pareciam não ter fim. Gritos foram silenciados, e o silêncio pairou no local, deixando mais sombrio. O c* até trancou.

Hobi: Irei deixar que escolham seus pacientes – se virou atentamente aos dois de jaleco que assintiram – Qual querem, Min ou Elisiane?

Mais um estrangeiro? Tae poderia contar quantos viu só hoje, k-pop está deixando a Korea muito famosa.

Clara: É brasileira está tal de Elisiane? – reconheceu a origem do nome, o acastanhado só concordou.

Tae: Ah, pra mim tanto faz, pode ser essa "Iligiane" mesmo – deu de ombros

Clara: Elisiane* pamonha – deu um tapa no mais alto.

Hoseok só assistia o showzinho dando mínimas risadinhas, iriam conhecer seus pacientes, os piores dali. Seguiram até o penúltimo quarto, o de Min.

As paredes eram de vidros blindados. O mesmo apareceu no vidro instantâneamente assustando os dois psiquiatras. Ele era muito belo aos olhos de Clara. Min colocou sua mão no lado de dentro do vidro, e Clara botou a sua pelo lado de fora. Min apenas sorriu, mostrando seu sorriso gengival. Tae e Hoseok olhavam para a moça abismados. Min passou seu dígitos em sinal de faca pelo vidro na altura do pescoço de Clara, como se estivesse cortando o pescoço dela. E ela imediatamente retirou sua mão assustada, ouvindo a risada de Min.

Pela primeira vez ela estava lidando com um psicopata.

Logo depois seguiram rumo ao último quarto. Ele não era de vidro, era completamente de ferro. Hoseok pegou nas mãos de Tae e deu dois tapinhas em suas costas, o loiro deu um olhar confuso.

Ao entrarem, ouviram uma musiquinha de nenar, o quarto tinha algumas bonecas, e todas estavam decapitadas. Aquilo era assustador. Encima da cama estava uma garota sentada encarando os "visitantes"

Hoseok: Olá E-Elisa – tentou não gaguejar fazendo a moça rir 

Elisa: Vamos brincar? – disse docilmente.  



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