História My Best Friend - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, One Direction
Personagens Demi Lovato, Niall Horan
Tags Demi, Diall, Niall
Exibições 47
Palavras 2.406
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi, gente! Desculpem, nunca consigo postar quando planejo!! Mas, aqui está! Boa leitura e nos vemos lá em baixo.

Capítulo 15 - Chapter Fourteen


Fanfic / Fanfiction My Best Friend - Capítulo 15 - Chapter Fourteen

"I will catch you if you fall"

(Eu vou te segurar se você cair)

- Fall

 

Chegamos a casa já estava noite, mas pelo menos compramos tudo. Menos as coisas do bebê por ainda não sabermos o sexo. Niall comprou comida chinesa antes de irmos para casa. Entramos na mesma e Niall foi procurar os pais dele.

— Não chegaram ainda. — ele disse descendo as escadas.

— Vai esperar eles? — perguntei indo em direção à cozinha.

— Estou morto de fome! Isso responde? — ele respondeu rindo.

— Acho que sim. — acompanhei sua risada. Ela é contagiante.

— Vamos comer então. — ele disse pegando os pratos e colocando na mesa.

— Não tenho fome, Niall. — eu disse manhosa. 

— Não, mas vai comer. Você tem que se alimentar por causa do bebê. — Niall disse, continuando a colocar a mesa.

— Então divide comigo. Não consigo comer isso tudo. — afirmei. — Nem devia. — murmurei baixo pensando no meu peso.

— Os teus 74 kg são perfeitos só por serem teus. — ele disse sorrindo. — Agora abre a boca. — ele ordenou.

Sorri e abri a boca. Ficamos 20 minutos comendo, mas comi tudo. Também o obriguei a comer. Limpamos o que sujamos, subimos as escadas e entramos no meu quarto. Tomei um banho, vesti uma blusa do Niall e deitei. Logo o Niall veio e deitou lado.

— Você é linda! — ele disse enquanto me olhava no fundo dos olhos. 

— Obrigada por tudo, príncipe! — eu agradeci emocionada. 

Ele passou os seus polegares pelos meus olhos, não deixando as lágrimas caírem. Beijou a pontinha do nariz e virou de costas para mim. 

Não estava me sentindo bem. Levantei, fui a o banheiro e estava sangrando. Me assustei ao ver sangue. Voltei para o quarto correndo, Niall não estava na cama. Sai em direção ao hospital. Lá não me disseram nada, apenas me deram uma folha de papel branca. Um medo dominou o meu coração quando li o que estava escrito. Meus olhos estavam totalmente inundados de lagrimas. Minhas mãos estavam trêmulas. Cheguei a casa com os olhos inchados e vermelhos de tanto chorar. Vi o Niall no sofá. Ele se aproximou de mim, via preocupação em seus olhos.

— Niall… — suspirei com uma voz fraca antes que eu pudesse falar.

— Que foi, Demi? — perguntou preocupado. 

— Eu… — hesitei, não consegui dizer mais nada. Minha respiração estava ofegante, estava soluçando, as lágrimas escorriam pelo meu rosto intensamente. 

— Calma. — ele sussurrou me puxando para perto dele. Ele passou os braços pelo meu corpo, e encostou minha cabeça em seu peito. Minha respiração começou a acalmar ligeiramente e os meus soluços a ser menos frequentes. As mãos dele passaram pelos seus cabelos, acariciando o mesmo.

— Eu sofri um aborto espontâneo... — disse enquanto o abraçava com força. 

A folha que antes segurava, tinha escapado das minhas mãos, pousando sobre o chão branco, à frente da porta. Os meus soluços voltaram e um leve gemido de dor escapou dos meus lábios. O som do meu choro estava mais presente que nunca. Senti lágrimas do Niall em meus ombros. Um sentimento de perda me invadiu inexplicavelmente. As palavras “aborto espontâneo” ecoaram na minha cabeça durante longos segundos, tornando-os quase minutos. Abracei o Niall com força. Nada que ele dissesse seria reconfortante. Nada que me acalmasse. Nada iria minimizar a dor. Ficamos ali, entre soluços e lágrimas silenciosas, deixando o mundo lá fora sem saber um terço do que sentíamos. 

— Calma, amor. Eu estou aqui. — ele disse baixo.

— Eu ia ser... — minha voz soou tremida.

— Shh. — ele colocou os dedos sobre os meus lábios. — Não diz isso. Vai doer. — falou, enquanto a abraçava com mais força. Olhei para cima, tentando evitar as lágrimas de continuarem a cair. 

— Por que comigo!? — perguntei baixo. 

Eu me afastei dele e me sentei no sofá. Tapei o rosto com as mãos, lágrimas continuavam a cair com uma força incrível. Niall caminhou até a cozinha e voltou com um copo de água. Ele se sentou ao seu lado e me deu a água. 

— Obrigada. — disse seguido de um soluço. As minhas mãos ainda tremiam enquanto levava o copo à boca. A água que havia no copo sumiu. — Desculpa. — pedi olhando para o copo. As lágrimas desciam com rapidez, nunca tinha chorado tanto assim antes. — Eu devia ter tomado conta do bebê. E agora eu o perdi. Por minha causa. — disse fechando as mãos com força. Estava realmente me sentindo culpada. 

— Não tive culpa de nada, Demi. Não fala isso. — ele pediu, tentando me confortar. 

— O médico disse que se eu tivesse menos peso, ele podia ter sobrevivido. — disse com uma voz rouca e fraca. Os meus olhos fecharam e as lágrimas não hesitaram em cair, uma após outra, saíram dos seus olhos e só pararam quando alcançaram os lábios. 

Os dedos do Niall foram até o meu rosto, seu polegar passou pelas minhas bochechas, impedindo que algumas daquelas lágrimas continuassem a seguir o seu trajeto. 

— Você não tem culpa. — ele disse firme, enquanto limpava o meu rosto. 

— Ten… — tentei falar. Ele levou o dedo meus lábios, impedindo que as palavras saíssem da minha boca em forma de som, um som que magoava. Ele me abraçou. Deitei a cabeça nas pernas dele, me deitando no sofá. 

— Calma… — disse enquanto fazia cafuné no seu cabelo.

— NÃÃO!! — gritei, de repente, levantando e sentando na cama. O Niall me olhava assustado. Ainda bem que havia sido um pesadelo horrível.

— Calma, Demi. Foi só um pesadelo. Calma. — Niall disse me abraçando.

— Tenho medo, Niall. — confessei baixo.

— Medo de quê? — ele perguntou me olhando nos olhos.

— De tudo. — respondi choramingando. 

— Vem cá. — ele disse, abrindo os braços. Eu me aproximei dele, que me puxou para o seu colo, circulando meu corpo com os braços. — Eu vou te proteger de tudo o que estiver para vir e vou cuidar de você até ao fim. 

— Promete? — perguntei sentindo as lágrimas caírem.

— Eu prometo. — ele disse afagando meus cabelos. 


Depois que me acalmei, ele levantou e me chamou para ir com ele. Levantei e fomos até a cozinha. 

— Senta ai. — o Niall disse afastando a cadeira. 

— Eu não estou doente, Nini. — afirmei.

— Quieta e me deixa cuidar de você. — ele pediu, enquanto ajeitava a cadeira para eu sentar. 

Ri e sentei. Ele colocou o avental e começou a cozinhar. Não demorou muito até que me pedisse ajuda. Peguei no outro avental, e coloquei. Provei o que o Niall tinha feito, até então. 

— Niall, isto não tem sal!

— Por alguma razão eu te chamei. — ele afirmou.

— Não sabe nem fazer massa. — disse rindo. 

— Não saber escrever o nome do melhor amigo é ainda pior. — ele afirmou. 

— Eu tinha 5 anos, macaco. — eu disse tentando me defender. 

— Você escreveu Neill, no mínimo poderia escrever Náill. — ele disse. 

— Cala a boca. O desenho estava bonito. — eu disse cruzando os braços mostrando um sorriso confiante. 

— A casa era toda verde e você pintou a chaminé de roxo, Demi. — ele afirmou, gargalhando. 

— Eu gostava do roxo… — eu disse encolhendo os ombros. Não consegui evitar soltar um riso baixo.

Continuamos cozinhando. Fizemos massa com bifes. Comemos ali mesmo já que ainda era de madrugada. Niall pegou no meu prato e no dele e lavou eles. 

— Só nós dois mesmo. — disse rindo.

— O que? — ele perguntou. 

— Jantar de madrugada! — ri ainda mais.

— Estávamos com fome, o que fazer. — ele disse rindo. — Quer jogar vídeo game? 

— Sim. — respondi entusiasmada. 

Levantamos e fomos para a sala. O Niall ligou o jogo e me deu um dos comandos. Ele sentou do meu lado. Coloquei as pernas em cima das dele. Começamos a jogar, era um jogo de carros e eu estava perdendo, então fiz cócegas no Niall, para ele perder o controle do carro. Resultou, pois consegui ultrapassá-lo. Ri e ele tentou fazer o mesmo, mas sem resultado. Até que o meu carro foi contra uma das placas laterais e fez centenas de voltas. O Niall me passou mais uma vez e eu continuei a andar. 

— Demi, esta indo para o lado errado. — ele afirmou rindo. 

— Não estou nada, idiota. — eu afirmei confiante. 

Nesse instante apareceu no retângulo onde mostrava a imagem do meu carro ‘is in the wrong direction’. O Niall riu de novo.

— Ok, calma! — eu afirmei fazendo beicinho. 

— Vai perder! — ele disse confiante. 

— Não vou nada! — neguei com um sorriso maroto.

— Vai sim. — ele disse rindo. 

— Cala a boca. — ordenei tirando o comando das mãos do Niall e joguei para o outro sofá. 

— Que trapaceira! — ele afirmou, tirando o comando das mãos também, e jogando para o sofá onde o dele estava. 

— Você não é nada trapaceiro, também. 

— Eu não era trapaceiro, antes de te conhecer. — ele afirmou, se defendendo. 

— Ah é mesmo? — questionei.

— Sim. — ele respondeu. 

Peguei na pequena almofada laranja e joguei na cara dele. 

— Ah… — ele pronunciou admirado. — Vou te matar. — ele disse. 

Levantei do sofá e fui até ao outro lado da mesa. O Niall levantou e correu até mim, tentando me apanhar. Fugi até a cozinha e ele continuou até mim, sai de casa a correr indo até os fundos da casa. Ele correu até mim, conseguindo agarrar o meu pé o que me fez cair também. Ele riu. E gatinhou até ficar mais próximo de mim. Ficou de joelhos, com uma perna de cada lado, por cima de mim. Levou as suas mãos até a minha barriga, me fazendo cócegas. Eu apenas conseguia rir. Ri como se fosse uma criança de 5 anos, que não tinha nenhuma dor no seu pequeno coração, ri como se na verdade tivesse perdido os quilos que queria. 

— Para… Ni… — eu disse, entre gargalhadas intensas. 

— Se renda e diz que sou melhor que você no vídeo game. — ele ordenou. O que me fez rir ainda mais.

— Sim, sim… É tudo isso… — afirmei ainda entre gargalhadas. 

Ele parou todo aquele turbilhão de cócegas, o que me fez respirar fundo. Saiu de cima de mim e levantou esticando o braço na minha direção. 

— Levanta, rival! — ele disse ainda de braço esticado. 

— É meu inimigo, nunca vou aceitar a tua ajuda! — afirmei, levantando-me, entrando na sua pequena brincadeira. 

— E é por isso que perde sempre, nunca quer se aliar a mim. — ele disse, com ar vitorioso. 

Ri baixo. E o empurrei, fazendo cair na piscina, não consegui evitar rir de novo. Ele veio à superfície e quando ia falar, as gargalhadas tomaram conta dele. Ele soltou aquele riso tão natural e espontâneo, como é o dele. Se vingou, jogando água em mim, fazendo com que algumas gotas me acertassem. Depois saiu da piscina e se aproximou de mim, esticou os braços, me segurou pela cintura, puxou para perto e abraçou com força. Ele riu. No início, tentei me soltar para não me molhar, mas depois deixei ficar. A água estava bastante gelada, afinal ainda eram 3 da manhã.

— Pequena! — ele sussurrou. 

— Grande. — afirmei, contrariando ele.

— Pequena. — ele repetiu. 

— Grande! — afirmei de novo. 

— Minha pequena! — ele disse num tom de voz suave e calmo. 

— Tua? — questionei sorrindo. 

— Do Zayn? — ele perguntou cruzando os braços. 

— Tua! — respondi rindo.

Ele voltou a mostrar o seu lindo sorriso. Ele veio se aproximando, gelei nessa hora. Ele estava próximo de mais. Passou as mãos pela minha cintura e me puxou junto com ele para a piscina. O choque da água gelada com meu corpo me fez dar um pequeno grito.

— Vou te matar, seu gordo! — disse nadando até ele.

— Aproveita a água, gata. — ele disse rindo.

Nadamos um pouco, até eu começar a sentir meu corpo dormente. Saímos da piscina rindo, subimos as escadas até o quarto, para trocar de roupa. Mudei de roupa e depois esperei o Niall se trocar. 

— Estou sem sono. — ele disse.

— Também estou. — afirmei.

— Vamos brincar. — Niall disse.

— De que? — perguntei curiosa.

— Vem comigo.

Descemos e fomos em direção à garagem. Havia uma mesa de ping pong, que despertou curiosidade. Passamos a madrugada inteira ali, fazendo coisas inúteis e brincadeiras mais ridículas que eu alguma vez tinha feito. Ao lado do Niall, 1 dia parecia 1 hora. Era como se o relógio acelerasse sempre que ele estava por perto. Eram 6 horas, já tínhamos tomado café e eu estava deitada ao lado do Niall, na cama. Estava com uma blusa do Niall e ele com pijama. Estávamos assistindo televisão. 

A minha cabeça estava pousada no seu peito, conseguindo sentir subir e a descer calmamente. Ele fazia cafuné com uma das mãos no cabelo, o que me fazia sentir bem. O Niall puxou o lençol e o cobertor para cima, nos cobrindo. O meu braço estava em cima da sua barriga, as nossas mãos estavam unidas e os nossos dedos entrelaçados, o que me transmitia uma sensação de conforto e tranquilidade. 

Levantei um pouco a cabeça, olhei para ele e sorri. O Niall tinha um dom, eu não sabia o nome desse dom e não sabia como o explicar. Mas sabia que quando olhava para ele, esquecia tudo o que se passava a minha volta, esquecia todos os problemas, todas as dores e todas as outras pessoas. Esquecia aquele sentimento de insuficiência e de fracasso e ele me fazia sentir especial. Fazia eu me sentir que poderia ser melhor, que eu era efetivamente melhor do que aquilo que imaginava. Ele sabia como fazer tudo ficar bem, sempre que eu achava que tudo estava mal. E isso era impressionante. Ele tinha conseguido tornar o dia que eu achava ir ser um dos piores da minha vida, num dos melhores e apenas porque não desistiu de me fazer sorrir. 

Talvez só ele soubesse me olhar como quem olha uma princesa. Talvez a selva dentro do meu estômago, não fosse só ansiedade. Talvez o fato do meu sorriso se formar sempre que o olhava, não representasse apenas felicidade. Talvez os meus olhos brilhassem ao vê-lo. Talvez os ciúmes do Niall, fossem mais que medo de me perder. Talvez o meu coração acelerasse, não porque ele me deixava nervosa e sim porque ele representava mais do que aquilo que eu imaginava. E talvez tudo isso fosse apenas uma ilusão. Ou quem sabe, talvez até fosse real… Talvez os beijos na testa representassem mais que ‘eu cuido de você’. Os meus pensamentos foram interrompidos quando a televisão se apagou. Mas todos aqueles ‘talvez’ permaneciam na minha cabeça. O Niall acabou adormecendo primeiro que eu. Depositei um pequeno beijo na bochecha e fechei os olhos. 

Apenas uma pergunta vinha á minha cabeça. ‘Será que nós estávamos apaixonados, um pelo outro?’. Abanei ligeiramente a cabeça, afastando esses pensamentos, e acabei me deixando dominar pelo conforto e pelo sono que começava a aparecer. 

 


Notas Finais


Bem vindos ao submundo! Gostaram? Espero que sim!!

Não se esqueçam dos links legais!

👉🏻 Style da fanfic: https://socialspirit.com.br/personalizar/style/demi-lovato-my-best-friend-5395590

👉🏻 Trailer da fic: https://youtu.be/zvMXFbtY4O4

👉🏻 Leiam minha outra obra: https://socialspirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-eleanor-calder-cameron-5135513

👉🏻 https://spiritfanfics.com/historia/she-is-a-man-6642353

👉🏻 Não se esqueçam do grupo do Whats.

You know you love me...
xoxo, tia Shel 😏👏


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