História My Best Friend Gay - OneShot Aguslina - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Karol Sevilla, Ruggero Pasquarelli, Sou Luna
Personagens Gaston, Nina
Tags Aguslina, Agustín Bernasconi, Carolina Kopelioff, Gastina, Sou Luna
Exibições 192
Palavras 1.462
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Segunda One 👏🏽 Aguslina porque sim! ❤️💙 Ideia bem pirada, né?
One pequena... Mas espero que gostem 😉❤️️

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction My Best Friend Gay - OneShot Aguslina - Capítulo 1 - Capítulo Único

 

Carolina Kopelioff

 

Eu acabara de chegar em casa, tinha saído para ir fazer compras no mercado, pois uma certa pessoa que está todo relaxado no sofá mexendo no celular, tem preguiça de ir. Revirei os olhos ao ver o quão folgado esse meu melhor amigo é.
Deixei as compras em cima da mesa e logo fui pra sala. Me joguei em cima dele exausta, mas na mesma hora ele me empurrou pro lado me fazendo tacar as costas no chão.

— Aii! — gemi da dor que tinha sentido.

— Você é uma folgada! — reclamou ele e me olhou caída no chão.

— Olha quem fala, você não se levanta nem pra ir ao mercado, o máximo que você faz é ir pra balada para se esfregar em outros caras. — revirei os olhos e me levantei. — E tem mais, nem trabalhar você trabalha, paga o aluguel com o dinheiro que seus pais lhe dão.

— Nossa, me humilha mais vai! 

— Se eu pudesse passava o dia todo dando motivos do porquê você é folgado. — dei uma risadinha.

— Mas olha, quem lavou as louças ontem foi eu. — ele passou a mão nos cabelos.

— Grande coisa. — cruzei os braços. — Olha, nada de trazer seu boy pra cá essa noite, ouviu senhor Bernasconi? 

— Ouvi mamãe Carolina. — ele riu.

— Hoje vou trazer meu boy pra cá. — joguei os cabelos pra trás. — E você vai ficar no seu quarto, calado, leve comida, água, o que for precisar. — disse autoritária.

— Iih... Quem é esse garoto hem? — ele me olhou com malícia.

— Vai se ferra, Agus, você está com o Ruggero! 

— Terminamos, Senhorita Kopelioff. — o mesmo revirou os olhos e eu me sentei no canto do sofá. — Ele me deixou pela sua amiguinha Karol.

— Isso que dá namorar garotos Bi. Sorte da Karol, o Ruggerito é um gato. — falei com malícia.

— Se contenta com teu boy, mulher! — Agus se sentou e empurrou meu braço de leve.

— Vou tomar banho, está quase escurecendo olha. — guiei o olhar até a janela. — Beijinhos. — me levantei e soltei beijinhos no ar pra ele.

 


Agustín Bernasconi 

 

Já vi que irei passar longas horas dentro daquele quarto, Caro, assim como eu, é capaz de fazer loucuras com um garoto aqui no Ap, conheço muito bem minha amiga.

Fui até a cozinha e fiz um sanduíche pra mim. Sim, por incrível que pareça eu sei fazer um sanduíche. 
Voltei pra sala e liguei a TV, por sorte temos TV à cabo, pois na aberta não passa nada de interessante. 

Depois de um tempo assistindo e comendo, Caro apareceu na sala toda arrumada e sorrindo.

— Amiga é você? — perguntei de deboche e ela ficou séria. — Estou brincando, fica linda de qualquer jeito.

— Melhor assim! — ela andou até o sofá e sentou no mesmo. — Agora pode saindo da sala, daqui a pouco meu boy chega.

— Ok, Senhorita mandona. — sai de lá revirando os olhos.

 


Carolina Kopelioff 

 

Já eram 19:00h, o horário que Maxon tinha marcado comigo, mas é óbvio que ele não iria aparecer às sete em ponto, sempre tem um atrasinho mínimo.

* * *


Já se passaram 1 horas desde que eu estou esperado, e honestamente, tenho certeza de que ele não irá vir. Sou muito idiota ao pensar que ele iria vir depois de só 30 minutos.

Me levantei do sofá e e estava indo em direção ao quarto de Agus, mas ele apareceu antes de eu entrar no quarto.

— Ele já foi? — ele indagou e arqueou uma sobrancelha.

— Ele nem veio. — revirei os olhos. 

— Vamos lá pro meu quarto, você precisa de um pouco de Agustín Bernasconi. — ele disse num tom brincalhão me fazendo dar um sorriso forçado.

Fomos para o seu quarto e deitamos na cama. Fiquei com a cabeça deitada em seu peitoral e ele ficou acariciando meus cabelos.

— Agus, na minha opinião você é o melhor amigo que eu tenho. 

— Disso eu já sabia, né? — ele indagou e eu ri.

— Poxa... Sério, se você não fosse gay, já teria aprontado com você há muito tempo. — alisei seu tronco e entrelacei minha perna na dele.

— Você é louca. — ele riu levemente.

— Uma louca que certamente te adora, sabia? — fiquei um pouquinho mais na altura de seu pescoço e logo em seguida rocei meu nariz no mesmo.

— Eu também te adoro, pequena. — ele pôs a mão em minha cintura e a apertou levemente.

—  É uma pena que você seja gay, meu amigo... — dei uma risadinha maliciosa.


Agus mudou de posição ficando em cima de mim e me deixando um pouco assustando com seu ato.


— Talvez hoje não. — ele sussurrou em meu ouvido me fazendo arrepiar.

A voz dele parecia um pouco mais masculina quando ele falou em meu ouvido.

— Hoje não? — indaguei com um fio de voz.

— Hoje não. — confirmou ele e começou a espalhar beijos em meu pescoço.

Nunca tínhamos ficado tão íntimos assim.

Meu corpo fervia mais a cada toque de seus lábios na minha pele, era um tipo de tortura.

Sempre senti atração pelo meu amigo, mas vamos combinar que ele é muito gostoso, tinha até inveja do Ruggero quando estava com ele.

Agus abaixou a alça do meu vestido e começou a distribuir beijos pelo meu ombro e logo fazendo uma trilha de beijos até meu pescoço. Eu joguei a cabeça pra trás e fechei os olhos sentindo seus lábios quentes e úmidos na minha pele.


Arranhei sua costa levemente o fazendo soltar um gemido rouco. Puxei sua cabeça mais pra cima e ele entendeu o recado. Agus me beijou e eu coloquei minhas mãos em sua nuca. Pedi passagem pra língua e ele cedeu sem hesitar.

— Amigo, deveria ter me mostrado esse lado homem seu há muito tempo. — quebrei o beijo.

— Você nunca me mostrou seu lado ousado querida. — ele voltou a me beijar.


Era um tanto estranho beijar meu melhor amigo GAY, mas era ótimo sentir sua língua quente roçando na minha e fazendo uma batalha literalmente.

Inverti as posições, dessa vez ficando em cima dele. Quebrei o beijo novamente e passei as mãos em seu peitoral. Subi meu vestido na altura da cintura e logo o retirei do meu corpo, deixando meus seios totalmente expostos. Agus me olhou estranho.

— O que? Eu não gosto de usar sutiã, sabe disso. — o olhei com atenção.

— P-p-posso p-p-pe... — tive que interrompe-lo.

— Pode pegar sim. — peguei suas mãos e as coloquei sobre meus seios.

Segurei as mãos de Agus com firmeza e os pressioneis contra os meus seios, e ele massageava-os com vontade, me fazendo soltar suspiros longos e gemidos baixos. Meu amigo inverteu as posições e pôs um dos meus seios em sua boca. Ele chupava um e massageava o outro, me arrancando gemidos um pouco mais alto.


Desabotoei seu calção e o tirei junto com a cueca. Agus voltou a beijar minha boca e seu pênis estava roçando em minha intimidade, me fazendo ficar totalmente molhada. Separei o beijo e disse:

— Preciso de você dentro de mim... Estou molhada, Agus. — minha voz saiu abafada.

— Deixa eu sentir o gosto do seu mel primeiro. 

Agus tirou minha calcinha e foi até minha intimidade. 

Sua língua adentrou dentro de mim, eu estava me contorcendo na cama enquanto ele acariciava meu clitóris com a sua língua quente. Ele estava me levando a loucuras.

Meu orgasmo já estava por vir. O prazer que estava sentindo era muito grande. Não aguentei, gozei em sua boca e gemi no final. Agus engoliu meu mel com vontade.
O loiro voltou a me beijar e suas mãos passeavam livremente pelo meu corpo. Cessei o beijo.

— Agus, sem camisinha, por favor, depois tomo pílulas. Só quero senti-lo por completo dentro de mim. — pedi a ele.

— Como você preferir, gatinha. 

— Não, não, espera...

Subi em colo e posicionei seu órgão genital em minha entrada. Logo ele se aprofundou em mim e eu rebolei em cima dele. Ambos gememos com a dor enigmática que transmitiu.

— Caralho! Isso é muito bom! — gritou Agus e eu logo agarrei seu pescoço e soltei um gemido.

— Meu!! DEUUS!! — gritei de dor e descontei minha dor arranhando as costas de Agus com força.


* * *


Finalmente tínhamos chegado ao ápice. Estávamos muito cansados, a única coisa que conseguíamos fazer era suspirar de cansaço.
Foi estranho e ao mesmo tempo bom transar com meu melhor amigo, mas isso não importava naquele momento.

— Me prometa que o que fizemos não vai mudar nada entra nós. — disse com dificuldade e dando suspiros longos.

— Claro. — ele disse num sussurro.

— Maravilhoso! — sorri e me aconcheguei em seus braços.

— Vamos fazer isso mais vezes, certo?

— Com certeza, não sabe o qual foi ótimo transar com você.

— Primeira vez que eu faço com uma mulher, mas é viciante! 

— Se quiser fazemos outra rodada. — disse com malícia.

— Com todo prazer, boneca!

E foi assim, fizemos outra rodada de sexo. Como Agus disse, era viciante.

 

 

[...]

 

FIM!

 


Notas Finais


Gostaram da minha ideia pirada?! 😂💞
Comentem 💜 Me deixa MUIITO FELIIZ 💙😍
Besitoos 😚💞💞


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