História My Best Friend's Brother - Klaroline - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Klaus Mikaelson
Tags Klaroline, Stebekah
Visualizações 76
Palavras 1.306
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Esporte, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Nesse capítulo vocês vão descobrir como a Care conseguiu dormir com o Klaus.
Boa leitura ❤

Capítulo 7 - Six


Fanfic / Fanfiction My Best Friend's Brother - Klaroline - Capítulo 7 - Six

Eu tinha uma quedinha por Klaus Mikaelson desde meus dez anos. É, eu sei o que você está pensando, como se pode ter uma quedinha por um garoto se você tem dez anos e ele, dezesseis? Acredite, é muito, muito simples. 

Klaus sempre foi lindo. E aos dezesseis anos ele era o sonho de toda menina. Seus límpidos olhos azuis sempre foram travessos, e ele sempre me tratou de forma irritante, bem como tratava Rebekah mas eu não me importava. Na verdade, eu adorava. Amava ficar com ele. Amava quando ele deixava que a gente jogasse videogame com ele. Amava quando ele fazia cócegas em mim ou jogava jogos de tabuleiro com a gente. Klaus era o irmão mais velho mandão, mas também encontrava tempo para ficar com a gente. 

Era fácil fantasiar que ele se tornaria meu namorado. Não que isso fosse acontecer. Eu era muito nova para ele, que não me via como nada além da melhor amiga da sua irmã. Isto é, até o verão após a formatura dele na faculdade. Ele tinha voltado para a casa dos pais a fim de passar o verão com a namorada, Hayley ou sei lá o quê. 

Ainda me lembro da primeira vez que trocamos olhares naquele verão. Foi um momento mágico. Eu tinha dezesseis anos, quase dezessete, e ele, 22. Fazia uns dois anos que não nos víamos, pois o calendário da universidade o mantinha longe, com a exceção de feriados como o Natal, e nesses casos ele só voltava para casa por uns poucos dias.

Entrar na casa dos Mikaelsons aquele verão e ver Klaus foi como a primeira vez que você vê uma montanha ou o mar. É uma experiência milagrosa, de tirar o fôlego e causar profunda admiração. Mas entrar na casa não foi a melhor parte. A melhor parte foi quando Klaus me olhou. Foi mágico. Foi um daqueles momentos pelos quais vale a pena viver. Todo mundo deveria passar por um momento assim pelo menos uma vez na vida. Eu me lembro com clareza. Entrei na sala, e ele ergueu os olhos, como quem não quer nada, para ver quem era. E seus olhos se acenderam em apreciação por dez gloriosos segundos enquanto ele me observava de cima a baixo. Nesse momento, eu era Caroline Forbes, um lindo cisne, e ele absorveu toda a minha beleza. Seus olhos encontraram os meus e, por alguns segundos, ele sorriu para mim com um sorriso doce e em tom de flerte que revirou meu coração um milhão de vezes, como se eu fosse uma ginasta. E então Rebekah entrou na sala e me abraçou, e ele se tornou o velho mandão de sempre, agindo como se tivesse sido designado como nosso carcereiro e nós fôssemos suas detentas.

Não sei muito bem como formulei o plano. Não foi algo sobre o qual refleti por muito tempo. Não passei anos tramando como seduziria o Klaus, não me achem louca. Acho que a ideia me veio na hora, fruto do ciúme e da excitação. É que saber que Klaus não estava sozinho aquele verão acabou comigo. Ainda mais sabendo que Hayley era bonita e fácil. Tudo bem, eu não sabia se ela era fácil, mas presumi que era. Claro, ela estava dormindo em um quarto separado, mas isso não os impediu de se encontrarem às escondidas e darem uns amassos — algo que me deixou morrendo de ciúmes.

Então, certa noite, Hayley me deu um bilhete e pediu que eu o entregasse a o Klaus. Claro que eu o abri e li. E é claro que fiquei uma arara. Hayley escreveu que ia entrar às escondidas no quarto do Klaus à meia-noite. Ela pediu que ele deixasse as luzes apagadas e estivesse com a camisinha a postos. Disse que não queria desrespeitar os pais de Klaus, mas que precisava ficar com ele urgentemente e que não queria passar mais uma noite longe. Também disse — o que me fez sorrir — que estava triste por ele achar que o relacionamento não ia dar certo e que ela ainda o amava, embora tecnicamente ele não fosse mais seu namorado. Isso me deixou sorrindo por dias.

Claro, eu os tinha visto discutindo, mas não fazia ideia de que haviam terminado. Isso significava que eu ainda tinha uma chance. Claro, por conveniência, esqueci que estava no ensino médio e que ele tinha acabado de se formar na faculdade.

Isso parecia não ter importância para mim. Pois saiba que entreguei o bilhete ao Klaus, e ele amassou o papel e o jogou no lixo. Fiz o que achei que deveria fazer e contei a Hayley que Klaus não queria que ela fosse ao quarto dele. Ela pareceu chateada, mas aceitou sem problemas. Eu me senti um pouquinho culpada quando a ouvi telefonando pedindo que alguém fosse buscá-la.

Mas minha culpa desapareceu quando vi um  gostosão parecido com o Tom Cruise chegar meia hora mais tarde e beijá-la como se ele tivesse ido para a guerra e ficado anos sem vê-la. Hayley foi embora tão depressa que me senti mal por Klaus, pois ela nem se despediu. Bem, não tão mal assim. Não posso dizer que foi exatamente isso que me deu a ideia, mas, com certeza, foi uma das razões pelas quais a considerei tão brilhante. Meu plano era bem simples: eu entraria às escondidas no quarto de Klaus, me deitaria na cama, e iríamos nos aninhar e nos beijar e eu iria seduzi-lo. 

E deu certo. Eu me esgueirei para o quarto dele à meia- noite vestindo somente uma camiseta grande. Deslizei até a cama e envolvi o peitoral nu dele com os braços, me aconchegando. 

— Você não deveria estar aqui — resmungou ele, sonolento, e seus dedos agarraram os meus. 

— Shhh. Beijei suas costas e acariciei suas pernas musculosas com os pés. Os pelos de suas pernas faziam cócegas na minha pele macia, e eu gemi ao senti-lo tão perto de mim. 

Sua mão percorreu a lateral das minhas pernas de cima a baixo e ele rosnou antes de se virar. O quarto estava no breu e, quando ele me deitou e me beijou, tive medo de ele perceber que era eu e ficar irritado. Estava certa de que Klais não sabia que Hayley tinha ido embora porque tinha chegado em casa tarde e ido direto para o quarto. Sua língua entrou na minha boca de maneira repentina, e eu retribuí o beijo com tamanha ferocidade que tenho certeza de que ele ficou chocado. 

Ele parou por um momento, se afastou e sussurrou: — Caramba, você não deveria estar aqui.

Agarrei sua cabeça e o puxei a mim e enlacei sua cintura com as pernas. Na época eu tinha achado que ele estava falando com Hayley, mas agora — agora não sei se ele sabia que estava falando comigo, Caroline. Se ele soubesse que era eu e ainda assim foi em frente, isso só podia significar alguma coisa, certo? Aquela noite foi louca e passional e, quando ele me penetrou, gritei de dor e êxtase. Ele foi o amante perfeito: atencioso, carinhoso, dominador e habilidoso.

Na manhã seguinte, quando acordei, ele estava me encarando com raiva. Ainda me lembro do choque e do desgosto em seus olhos azuis gélidos.

Engoli em seco e fiquei vermelha e me levantei correndo da cama, esperando que ele dissesse alguma coisa, qualquer coisa, para que eu soubesse que tudo ficaria bem. Mas não disse nada. Nem naquele dia nem nunca. Até recentemente. E agora, bem, agora tudo o que eu queria era repetir aquela noite. Mas desta vez eu queria jogar para valer. Desta vez eu queria seduzir o irmão da minha melhor amiga e fazê-lo se apaixonar por mim. E estava disposta a fazer quase tudo para ter essa chance com ele. E com isso eu queria dizer que eu faria tudo o que fosse necessário.


Notas Finais


Ah e no próximo capítulo vai ter a continuação da ligação, eu coloquei esse capítulo pra vocês entenderem mas sobre a história da Care e o Klaus. 😘


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