História My Blood - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Diabolik Lovers
Personagens Ayato Sakamaki, Beatrix, Kanato Sakamaki, Laito Sakamaki, Personagens Originais, Reiji Sakamaki, Shu Sakamaki, Subaru Sakamaki
Tags Diabolik Lovers, Gender Band, Vampiros, Yaoi
Exibições 38
Palavras 965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishounen, Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Harem, Hentai, Lemon, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Visual Novel, Yaoi

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


BOA LAYTURA ♥ não tenho muito o que dizer hoje... Apenas que quero terminar logo essa fic c:

Capítulo 16 - Não lhes entregarei ele



 Pensavam, pensavam, e pensavam. Todas as idéias haviam tido haviam brechas, um plano perfeito seria impossível de se realizar, quem sabe? Batia o pé no chão em sinal de nervoso, queria logo poder pensar em um plano, a situação era urgente.   Arriscar-se em algum plano era a última opção, acreditavam que podiam realizar um sonho perfeito, quem sabe até mesmo livrar-se das garras de seus irmãos poderosos, não é ? Mas por mais que pensasse e se por a bolar estratégias por mais que tivesse estudado o local onde se encontrava e tivesse estudado os horários por meses, ingenuamente não sabia que seus irmãos sabiam de tudo que haviam tramado.

 Queria salvar seu pequeno Yuu. Tao frágil, tão magro, tão baixo, tão...Fraco.

 Queria poder acreditar que havia uma escapatória, mas por mais que quisesse escapar, quanto mais criava planos mais se estressava com a paranóia. Apenas queria ter alguns anos de sua vida que pudesse se lembrar e sorrir, saber no futuro de sua longa vida tediosa que um dia foi feliz, que um dia teve a felicidade em mãos. Que teve uma família, um esposo e filhos.

Mas será que isso seria possível? Ser feliz tendo esse maldito sangue, essa maldita genética correndo pelas suas veias miseráveis? Isso se corria, pois o coração já não batia. Nunca bateu.

 Sabia que seus irmãos eram sádicos, tanto que ele mesmo era, mas quando de encontra o amor, a vontade de cuidar e amar, é maior que o sadismo.

Queria fugir, queria liberdade, felicidade, uma vida. Tantos anos dentro da mansão imunda junto de seus irmãos desagradáveis. Ja havia saído para vadiar pelas cidades, mas sabia que iria voltar, por bem ou por mal.



Mas agora, queria sair de verdade. Fugur, deixar para trás tudo o que havia vivido até agora, queria experimentar pelo menos uma vez como que é uma vida normal. Uma família, queria uma família de verdade. 

 Será que isso era desejar muito?

O pequeno Yuu, apenas queria voltar a ter sua vida normal, mas dessa vez ao lado da pessoa que ama. Queria ter um futuro junto ao seu amado. Seu sonho sempre fora ter uma família, e ser feliz mesmo tendo os autos e baixos, queria ter uma família com alguém especial que encontrasse, e agora que se apaixonou isso era possível. Ou pelo menos pensava que era. Agora que os outros irmãos Sakamaki sabiam, não tinham mais muitas opções.

 Ambos queriam ser feliz um al lado do outro, será que isso seria pedir demais? Deus, será que isso seria muito a se pedir para ti?

Por que tudo tinha que ser tão...Injusto?

- O que o casalzinho apaixonado está fazendo, hm?

Uma voz se fez presente no quarto de repente, assustando ambos que estavam antes concentrados demais em seus pensamentos que nem perceberam a presença de outra pessoa dentro do cômodo.

- O que quer?

Perguntou o mais velho no quarto para seu irmão .

- Nada demais. Podem abrir a porta, eles não estão fazendo aquelas coisas imundas.

 Falou Laito, logo em seguida a porta fora aberta rudemente, revelando os outros irmãos, entrando no quarto sem sequer se importar.

 Os olhos de Yuu já começavam a se encher de lágrimas, se encolhia no lugar onde estava sentado e já começava a se desesperar ao sentir braços lhe envolverem os ombros. O contato com Laito lhe assustava e lhe fazia rezar em desespero. O que havia feito de tão mal para ter que passar por isso? 

- Então... Acho que pegou algo que agora pertencia somente a nós.

 Pronunciou-se o segundo mais velho.

- Ele não é de nenhum de vocês.

 Disse frio, quase em um rosnado para os outros.

- É assim agora? - Disse Subaru, o mais novo - Esse suposto " amor" que você diz ter por esse garoto te estragou. Desde quando ele é "seu"? Você não tem nada a não ser seu próprio corpo. - Completou em arrogância. Agora era a vez de Ayato rir com sarcamo e olhar desafiante para o irmão mais velho. Tinha repugnância de tal sentimento que Shu dizia ter pela criatura humana. Como seu irmão mais velho poderia ter criado tais supostos "sentimentos"? Sempre fora frio e quieto. Aliás, desde quando eles tinham algum sentimento que não eram ódio ou raiva? 

-Agora se me dá licença, eu vou levar isso aqui de volta para onde ele deveria estar. 

 Disse Laito se levantando e colocando as mãos nos ombros de Yuu que começou a se debater em relutância, fazendo o ruivo apertar seus ombros e o forçando a andar até a porta. Shu se levanta e segura o pulso fino do magrelo que se debatia contra as mãos de Laito e o puxa de encontro para o seu peitoral, o acolhendo ali o dando proteção. Não deixaria que tirem seu pequeno de si novamente.

- . . . Então não temos outra escolha, Shu? Vamos ter que toma-lo a força? Tem certeza disso? - Diz Reiji com o sorriso sádico nos lábios. - Você sabe o que pode acontecer, não é? - deu uma pausa na fala. - tanto com ele , quanto com você. - terminou de falar e Kanato soltou a típica risada de deboche.

Shu, permaneceu quieto, apertando o pequeno cujo as lágrimas não paravam de escorrer, em seus braços fortes. Olhava para seus irmaos com a face séria.Visivelmente não iria entrevar tao facilmente a pessoa que poderia lhe trazer felicidade tão cedo.

Todos permaneceram quietos observando a cena com visível desgosto . Mas se era a essa a resposta de seu irmão, fariam o que deveria ser feito. Se olharam e depois voltaram a atenção para o mais velho, que olhavam todos os seus movimentos. Deram alguns passos lentos chegando a uma certa posição que se podia de ser que havia sido bolada. 

- Se é essa a sua resposta, terá a consequência.



(...)






Notas Finais


Nao me matem


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