História My boyfriend is marriage - Capítulo 2


Escrita por: ~ e ~XxDiabinhaxX

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Black Pink
Personagens Jennie, J-hope, Jimin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Suga, V
Tags Jikook, Jk!bott, V!bott, Vhope, Yoonkook
Visualizações 305
Palavras 2.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Festa, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


《A festa》

Yukami: HO HO HOLIDAY HO HO HOLIDAY IIII
parei~
ENTAUM, TOMEI VERGONHA NA CARA E ATT ESSA BELEZINEA.
MINHA MOZON (@damnjimilly) NÃO PODE AJUDAR POR MOTIVOS QUE ESTOU COM PREGUICA DE DIGITAR.

O capítulo tá bem lingüiça, mas a gente segue firme.

Espero que gostem do capitulo, boa leitura e LEIAM AS NOTAS FINAIS ♡ KISSES

Capítulo 2 - A festa


Fanfic / Fanfiction My boyfriend is marriage - Capítulo 2 - A festa

Então eu resolvi ir ver minha mãe. Estou muito cansado, pois o voo demorou bastante; já que eu comprei a passagem da primeira saída e ela teve uma parada em Seul e em Anyang. 

Mas o importante é que eu cheguei. Eu não acredito que fiz isso... Que eu tive coragem.
Pode parecer estranho, mas eu senti falta do tempo fresquinho daqui. Busan tinha um clima tão bom, até o ar parecia ser melhor que o de Osaka... É estranho mesmo.

Quando eu era criança — eu cresci em Busan —, costumava ir às praias todos os dias com meus amigos... Ah! Como será que eles estão? Talvez eles ainda lembrem de mim. 

— Jeongguk? — Alguém me chamou, e eu virei imediatamente. Era minha mãe. 

Como eu senti falta dela… Ela continua tão bonita, com seus cabelos castanhos claros e a pele bronzeada. Eu a abracei fortemente, deixando minha mala cair no chão. 

— Omma, eu senti sua falta. — A essa altura eu já chorava. Eu sempre ligava para ela no início, mas, com o tempo, fui ficando ocupado e deixei de ligar; ficando, portanto, sem notícias.

— Eu também, meu bebê. — Era engraçado, eu era grande e ela ainda me tratava como um bebê. — Eu senti sua falta também. Como você está? 

— Ah, eu estou tão feliz. — Digo, deixando de abraçá-la. — Tenho tanta coisa para te contar, mãe!

E assim, começamos a caminhar, conversando sobre as coisas que aconteceram nos últimos anos.

 


Eu havia contado tudo sobre minha vida. Meu casamento, meu trabalho; mas não falei sobre Yoongi. Eu não queria ver ela fazer o escândalo que eu sei que faria.

Minha mãe me falou sobre a vida dela também. Ela havia feito um curso de enfermagem e estava trabalhando em um hospital próximo à praia Ggali. Papai havia viajado a trabalho, pois estava em um julgamento em Seul. Mas ele logo voltaria, em dois dias.

Eu não me contive, perguntei sobre meus antigos amigos. Ela não soube me dizer o paradeiro deles, visto que depois que fui embora, eles pararam de jogar bola na rua e todo mundo tomou seu próprio rumo.

Eu fiquei meio triste, mesmo sabendo que era basicamente impossível eles ainda estarem ali.

— Já estamos chegando. — Mamãe disse. Ela parecia ansiosa, mas acho que era uma mera impressão. 

Eu assenti com a cabeça, passando a observar as casas. Elas continuavam as mesmas residências coloridas de sempre, com jardins e enfeites como girassóis.

No asfalto haviam alguns desenhos de amarelinha feitos com giz. E alguns garotos jogando bola no final da rua.

— Chegamos. — Disse minha mãe e então eu olhei para a minha antiga casa.

Ela estava tão perfeita! Exatamente como eu me lembro dela, amarela e com muitas flores. Copos-de-leite, Rosas vermelhas, tulipas, camélias e até orquídeas. Todas tão vivas...

— Ah, que nostalgia. — murmurei, podendo ver o sorriso de minha mãe.

Ela subiu os curtos degraus que levavam até a porta. Eu fui atrás, esperando-a abrir a porta, com calma. Eu estava ansioso para ver o lado de dentro, querendo ver se os móveis eram os mesmos e-

— SURPRESA! 

Eu dei um pulo por conta do susto, deixando minha mala cair no chão junto a mim. De repente, pessoas apareceram na minha frente, sorrindo.

— Olha quem voltou. — Pude ver um garoto, com cabelos vermelhos, dizer; se aproximando de mim.

Não, não pode ser ele... 

— TAEHYUNG! — Eu o abracei.

Na infância, ele era meu melhor amigo. Poxa, meu melhor amigo que eu não via a anos.

— Caramba Kookie, como você cresceu. Caralho! — Ninguém me chamava mais de Kookie. Quem me chamava assim era Hoseok.

— Ai meu deus, Hoseok!

Então, para encurtar mais as coisas, praticamente eles se jogaram em cima de mim. Portanto, mais uma vez, sensível como eu sou, me derramo em lágrimas.

— Ownt, o Jungkook continua fofo. — Seokjin, desta vez, foi quem disse.

Eles estavam tão diferentes; maiores, sem aquela aparência de criança. Tae tinha ficado com uma cara de bom moço, e o que dizer de seus cabelos?! Tão bonitinhos. Já o Hobi, estava com um sorriso contagiante, o mesmo de sempre; porém ele estava mais alto, e tinha um porte de quem faz academia; algo que eu nunca imaginei que ele faria. Mas, de todos, o que não mudou foi Jin. Ele continuava com uma aparência de uma princesa. Pode soar estranho, mas digo princesa no sentido delicado.

De fato, lágrimas não combinavam com aquele momento e, certamente, Hoseok não as deixaria predominarem.

— Então, minha gente. Vamos comer o bolo? — Sua frase carregada de fome soou, fazendo-nos rir.

— Então, vocês já são casados? — Perguntei indo até a mesa onde os doces estavam postos.

Eles se entreolharam e riram. Estavam rindo da minha pergunta? 

— Qual a graça? — Perguntei, e eles continuaram rindo.

— Jungkook, você foi o único otário a se casar com dezoito anos. — Hoseok disse e Jin lhe deu uma cotovelada.

— Ah... — Certo, qual é o do bullying? 

Na verdade, eles tem um pouco de razão. Eu acho que não foi uma boa ideia me casar sendo tão novo.

— Bem que a gente podia ir na festa lá do playboy, hein? — Ele pronunciou novamente. Na verdade, a última vez na qual fui a uma festa... Ah! Foi a da empresa do Yoongi. Esta que não foi boa, pois ele teve um ataque de ciúmes e ainda me ignorou por uns três dias.

— Eu não sei se é uma boa ideia... — Digo, abaixando a cabeça e comendo um doce. — Yoongi não gosta que eu saia sozinho. — Completei.

— Nossa, que chato. Você era mais legal antigamente. — Novamente, Hoseok me criticando. Recebeu mais uma cotovelada. — Mas ele não está aqui, ou está? — Neguei com a cabeça. Mal sabem eles que eu só vim para tirar férias desse casamento. E, sinceramente, esse papo está me constrangendo.

— Então, o que marido não vê, o chifre não sente. — Dessa vez ele abaixou-se da cotovelada, mas Jin estava ocupado rindo de sua piada completamente sem graça. — Afinal, Kook, o que é essa mancha no seu rosto? — Tae perguntou. Por um momento, eu nem lembrei que ela estava ali pelo tapa que Yoongi me deu.

Eu gelei. O que falaria? 

— É só...Blush? Isso, é só blush. — Digo. Mais patético que eu, só Jeongguk.

Os garotos murmuraram alguma coisa, da qual eu nem prestei atenção. Eles saíram dizendo que iriam se arrumar para a festa. Eu nem parei para pensar que eu não queria (poderia) ir. O que eu faria em uma festa cheia de estranhos? Só tomaria água ou refrigerantes em um canto qualquer.

— Omma, Você sabe de quem é essa tal festa? 

— Sei, é do filho da Jiwoo; a minha amiga lá do hospital. — Se virou para mim. — Você vai?

— Eu não. — Ela franziu o cenho, confusa. — Lá só terão pessoas desconhecidas. Eu não conheço ninguém.

— Pois acho que devia ir. É assim que se conhece pessoas novas, querido. — Deu seu doce sorriso de sempre.

— Sei... Vou pensar. — Ela deu um beijo em minha bochecha e subiu para tomar seu banho.

Eu estava me sentindo bem. Porém, sinto falta de Yoongi. O que ele estaria fazendo agora? Comendo, dormindo ou fazendo sua bagunça organizada? Claramente a terceira opção.

— Vamos koo- Cara, você ainda está assim? — Sua destra moveu-se de cima à baixo, mostrando o estado completamente “não a festas”, “não a moda” e “não ao gosto de Jung Hoseok”.

— Mas eu não vou e-

— Shh, vamos subir e mudar essa sua...Coisa que chama de roupa. — Minhas roupas não estavam tão ruins. Eu estava com vestimentas normais; casuais. — Anda, coisa de Deus.

Minhas costas eram empurradas por um caminho que eu desconhecia. Logo, me deparei com um quarto, onde minha mãe havia guardado minha mala.

— Vamos ver o que tem aqui. — Ele a abriu, tirando roupa por roupa, fazendo uma careta com todas as peças. — Jeongguk, pelo amor... Você é da igreja, por um acaso? — Certo, ofensas à parte, ele tinha razão; eu não me vestia como eles.

Portanto o vi sair daquele quarto rapidamente. Talvez ele finalmente tenha desistido dessa ideia louca de me arrastar para uma festa cheia de desconhecidos. Mas, para o meu azar, ouço gritarias no corredor. Parece que o hyung havia trazido companhia. 

— Então, Tae, olha essas roupas de pastor. — A mesma cara que Hoseok havia feito ao ver minhas roupas, o Tae hyung também fez. Pareciam duas antas que nunca viram uma calça que não houvesse rasgos mendigados no joelho ou tintas espalhadas pela estampa. — Tem jeito?

— Olha, vai ser difícil... Mas eu sou expert nisso e darei um jeito nessas bizarrices.

 

Devo dizer que aquele no espelho não era eu mesmo; Taehyung havia cortado minha blusa social e rasgado meu melhor jeans. Pra que comprar roupas se ele as rasga? 

Mas até que havia ficado... Bonitinho. Parecia o Jungkook adolescente, e não o adulto responsável que eu sou. Eu me sentia uma clássica “moça de novela”, sabe? Aquela que é “nerd” e passa a ser bonita. Chato.

— Está apresentável. — Hoseok disse, entrando no quarto após eu ter me trocado. Seu sorriso era imenso; de quem realmente está satisfeito. 

— Vocês… Rasgaram minhas roupas. — Meu tom de voz era deveras indignado.

— Pare de drama. Está bem melhor assim, olhe. — Dessa vez o sorriso que pude ver foi o de Tae, um belo sorriso quadrado.

Eu sentia-me em um programa de moda onde o apresentador chama a equipe para ajudar a pessoa sem qualquer senso de moda popular. 

— Vamos, vamos, vamos! — Tae disse, agarrando meu pulso e puxando-me para fora do quarto. — Senhora Somin, Jungkook irá conosco. — Minha mãe estava no corredor, provavelmente indo falar comigo. Ela apenas assentiu, sorrindo e acenando com a mão. 

Eu a encarava. “Me ajude, salve-me desses loucos!” pensava, implorando a ela; mesmo que por pensamento. Em questão de segundos eu já me via saindo de casa, andando para uma rua que já se esvaziava por conta do horário. 

Havia um carro ali, com muita euforia dentro dele; o automóvel balançava de um lado para o outro e eu ouvia música lá dentro. Parecia até que a ti porque compramos bebidas antes de vir. E, como se lesse meus pensamentos, Tae havia dito e deixado tudo mais claro. Apenas murmurei um “ata” e segui ao lado deles.

Namjoon sentou-se no banco da frente e o Tae atrás. Jin, um garoto de cabelos roxos, e uma mulher loira estavam sentados atrás também, e portanto eu e Hoseok tivemos que nos espremer ali. Mas nem foi por muito tempo, menos de 10 minutos e já conseguia ver luzes coloridas e alguma batida eletrônica — creio eu — que eu não conhecia. Saí correndo daquele sufoco, respirando ar puro; digo um ar sem tabaco ou vodka.

— Está tudo bem, Jungkook? Parece um gatinho assustado. — Vi, ou melhor, ouvi Hoseok dizer ao sair do carro depois de mim. Provavelmente me perguntou isso pela maneira desesperada na qual deixei meu assento.

— Está tudo… bem. É, tudo bem. — Eu estava nervoso. Temia que a todo instante ele poderia aparecer e fazer toda a cena de ciúmes ou até mesmo considerar uma traição. E ele é um advogado renomado, se fosse pedir o divórcio tiraria tudo o que eu tenho.

Tudo. 

Talvez nem tenha sido uma boa ideia sair da nossa casa. Ele é humano, erra assim como eu. Isso é traição? Eu sinceramente não sei o que achar disso tudo, sinto-me triste, mas não tenho certeza se é necessário fazer tudo o que fiz. Mas se eu não o fizesse, Yoongi mesmo o faria.

— Hey Kookie, entre. — Eu ouvi Tae gritar, pois a música abafava bastante qualquer resquício de voz que não fazia parte da batida extravagante daquela casa também extravagante. 

Observei Taehyung cumprimentar alguns (muitos) meninos e meninas. Eu permanecia com os ombros e músculos contraídos e bochechas vermelhas pela vergonha de estar em um lugar lotado, ainda mais com aquela roupa rasgada. Eu me sentia desconfortável ali, sobre tudo com o cheiro de cigarro, bebidas e coisinhas a mais; se é que me entendem.

Eu daria tudo para estar deitado dormindo. Mas, pensando bem, a culpa é inteiramente minha, afinal, eu poderia ter dito um não bem alto para eles. Sinceramente não sei o porquê de eu ter vindo a essa festa.

Tem umas pessoas tão animadas aqui…

Na verdade, tem muitas pessoas animadas. Mas também, obviamente que estariam assim. É uma festa, claro que estariam animados. A não ser eu, que apenas me acomodei num sofá qualquer para esperar os garotos — esses que eu já tinha perdido de vista — que provavelmente se embebedaram como se não houvesse amanhã. 

Sabe, até que todos esses elementos mesclados tem um cheiro bom? Acho que eu inalando a fumaça da maconha não esteja fazendo muito bem para a minha cabeça. Mas era até que atrativo esse negócio de bebida alcoólica. Lá, em casa, tinha uma estante envidraçada que continha algumas garrafas de bebida, mas não eram bebidas como essas daqui, eram mais como conhaque, champanhe e licor.

Mas só quem as bebiam era o Yoongi, quando estava estressado. Vale ressaltar que era quase sempre.

A fumaça me deixou meio relaxado. Portanto eu finalmente levantei daquele sofá fedido e peguei um copo. Eu sempre achei que os copos dessas festas seriam coloridos, mas era apenas um branco descartável qualquer. Fui a primeira garrafa que vi e a virei dentro do copo, não sem antes olhar bem o fundo para ver se algo se dissolvia ali, né? Porque esse tipo de golpe está em alta.

E eu virei garganta abaixo sentindo o líquido descer quente. Não tinha a mesma sensação gritante de quando eu era adolescente, mas foi o suficiente para que meu rosto se contraísse, formando uma careta. Era bom, digo, beber algo sem que Yoongi me repreendesse como sempre fazia.
Consequentemente, eu quis beber mais. Só para sentir a adrenalina de saber que estou quebrando as regras de um casamento estruturado.

Talvez essa fumaça tenha mesmo me deixado grogue.


Notas Finais


EAE SEUS LINDJOS TUDO BELÊ?

ENTOA.......

ACHO QUE EU NÃO DEMORAREI PARA ATT ESSA E AS MINHAS OUTRAS FICS.

Uma fic da Gio cmg:
(Marriage, sex and Hawaii - PWP -)

https://spiritfanfics.com/historia/marriage-sex-and-hawaii-9853832



KISSES E ATÉ A PROXIMA ATT ♥♥


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