História My "Brother" - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias The Maze Runner
Personagens Ben, Brenda, Chuck, Gally, Minho, Newt, Sonya, Teresa, Thomas
Tags Dylan O'brien, Newt, Newtmas, Thomas, Thomas Brodie-sangster
Exibições 123
Palavras 2.004
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Haay!

E aqui estou eu novamente.
Essa semana vai ser foda e as próximas também,por isso já adiantei um cap na quarta. ;u;
Minha vidinha tá tão corrida </3

Espero que gostem!

Capítulo 15 - No,this can't be true


— Ai,cansei desse filme chato. — digo desligando a TV.

— Aff Newt,faz nem vinte minutos que estamos assistindo ele! — Teresa disse emburrada.

— Vamos fazer outra coisa. — digo pensativo.

— Aham,tipo o que? — questionou me encarando.

— Sei lá. — dou de ombros.

— Newt,você contou pro Thomas sobre...

— Não. — atalhei. — E já deve ser a milésima vez que você me pergunta isso. — digo encarando-a. — Pra que contar,Tessie? 

— Não sei,eu acho que seria bom se vocês forem realmente ter um relacio —

— Você é mesmo uma desesperada! — digo rindo. 

— Mas meu deus,vocês quase transaram hoje! — ela disse inconformada. — Newt,eu quero tanto te ver feliz de novo. — sorriu.

— Eu não sei se conseguirei ser feliz novamente. — digo cabisbaixo.

— Newt,olha pra mim. — disse envolvendo suas mãos em minhas bochechas,me fazendo olhar para ela. — Quando você está com o Thomas,eu posso ver um sorriso sincero em seu rosto,Newt! Só você ainda não percebeu essa felicidade? 

Quando estou com o Thomas..

— Newt,o Thomas chegou? — questionou me encarando e eu escutei uma porta de carro ser fechada com força.

— Acho que sim. — me levanto da cama rapidamente e sigo para fora do quarto.

— Newt,aonde você vai?! — ouço Teresa gritar de dentro do quarto.

Desço a escada rapidamente e sigo até a porta de entrada,dando de cara com Thomas. Ao ver seu semblante transmitir raiva e angústia,não hesito em pular em seus braços.

— N-newt? — o garoto indagou confuso.

— Thomas,onde você estava? — interrogo-o enquanto abraço-o fortemente. — Você estava com ela,não estava? — pergunto quase em um murmúrio.

— Newt,do que você está falando? — pergunta tentando me afastar de si.

— Você sabe do que estou falando,Thomas. — levanto minha cabeça para encará-lo. 

— Droga,Newt.. — ele murmura coçando a nuca. — Tudo bem,eu vou te dizer a verdade. — tornou a me encarar profundamente e eu me senti um pouco arrependido de tentar arrancar a maldita verdade. — A verdade é que eu fui mesmo me encontrar com a Britt. E sabe por que,Newt? Porque a maldita está me manipulando,usando minha irmã para isso,Newt! — seus olhos se tornaram repletos de preocupação e tristeza.

— S-sua irmã? — indago perplexo.

— Sim,Newt. Eu tenho uma irmã,desculpa não ter te falado isso. Mas eu achei melhor não dizer nada,espero que me entenda. — disse olhando um ponto qualquer da casa. — Newt,se a Britt souber de você..

— EU SABIA QUE TINHA A VER COM ELA! — Teresa surge,atalhando as palavras do garoto.

— Teresa? — Thomas indaga. — O que está fazendo aqui? — perguntou olhando para a mesma.

— Eu sabia. Essa garota é mesmo uma cobra!

— Nem me fale,pra fazer uma coisa dessas. — digo sentindo uma enorme raiva percorrer-me.

— Fazer o que? — Teresa questiona terminando de descer os degraus que lhe restavam.

— Ela está me manipulando,usando a minha irmã.  Se ela souber do Newt,vai ser pior. 

— Ah,se essa vadia fizer algum mal para o meu loirinho,ela tá fodida! — Teresa disse com raiva.

— Calma,Teresa! — digo rindo da atitude da garota. — Ela nem sabe que eu existo.

— O que vocês estavam fazendo sozinhos? — Thomas mudou de assunto,me olhando.

— Não conseguimos fazer nada. Newt estava tão inquieto que você não faz ideia. — Teresa revirou os olhos. — E o motivo disso era tão óbvio,né? — deu um sorrisinho para Thomas,que logo assentiu com a cabeça.

— Qual é? Desde quando viraram amiguinhos? — indago confuso. — Me expliquem que eu não entendi! — supliquei.

— Bem,eu vou indo,porque parece que vai chover. — a garota disse olhando o céu escuro pela janela.

— Até parece que sua casa é tão longe! — comento sarcástico. — Tão longe que é só você dar dois passos. 

— Tchau,Newt! — Teresa ignorou meus comentários e despejou um beijo em minha bochecha. — Tchau pra você também,Tom. — de novo esse maldito apelido..

Logo ela saiu pela porta e eu tranquei a mesma,me virando para Thomas.

— Livres dessa louca! — digo rindo. 

— Uhum. — murmurou e se aproximou de mim. — Nossos pais estão em casa,Newt? — perguntou num sussurro malicioso.

Merda. Ele está perto demais. 

— E-eu nã-não sei,por que? — tento disfarçar o meu nervoso,mas foi em vão.

— Quero terminar o que começamos,Newt. — ele disse num tom de desejo e aproximou sua face de meu pescoço. — Você faz ideia do quanto sua pele é irresistível? — deu uma leve mordida em meu pescoço.

— Eu vou indo fazer a janta! — ouço a voz de minha mãe vindo lá de cima.

Eu e Thomas nos afastamos rapidamente. 

— Ora,meninos,o que estão fazendo aí? — minha mãe indagou assim que nos avistou.

— A-ah. — digo coçando a nuca.

— Estávamos observando o céu,parece que vai chover,não é? — ele disse sorrindo disfarçadamente.

— Ai nem me fale,querido. Espero que não chova forte!

— Por que?

— Ela odeia tempestades. — respondo por ela,já que a mesma já se encontra na cozinha.

— Podem me ajudar a fazer a janta? — minha mãe surge novamente,já vestindo seu avental.

— Claro! — Thomas assentiu sorridente.

— Sério? — indago baixo.

— Precisamos fazer isso. — disse piscando para mim.

Assenti e segui para a cozinha acompanhando Thomas. Eu não entendi muito bem o que ele quis dizer com "Precisamos fazer isso",mas tudo bem.

★ ★ ★ ★ ★

— Ah,estou tão cansado. — digo me jogando na cama. 

— É mesmo,Newt? Você não fez nada o dia inteiro. — comentou. — Eu vou tomar um banho,tá? 

— Tá bom. — assenti sorrindo e logo o moreno adentrou no banheiro de meu quarto.

Ouço algo vibrar constantemente e deduzo ser o meu celular. Vejo o mesmo rapidamente e não há nada. Nenhuma mensagem,muito menos uma ligação. O barulho continua e procuro pelo celular de Thomas. Acho o mesmo e posso ver um nome na tela:

Brittany

O que eu faço? Devo atender..? Droga,eu não posso fazer isso..não mesmo.

— Alô? — indago assim que aceito a chamada.

— Thomas? — ouço uma voz feminina super irritante surgir. — Thomas,é você? Olha aqui,pode parar de palhaçada ou —

— Ou o quê? — digo impedindo-a de continuar. — Vai fazer o que,vadia? 

Q-quem é? 

Não te interessa. Só quero que saiba que se tentar fazer algo com o Tommy,o que acontecerá com você será muito pior. E querida,você é tão rebaixada que dá até dó. — digo sarcástico,sentindo a garota ficar extremamente irritada. — Espero tanto poder te conhecer.. — e assim,encerro a ligação propositalmente.

★ ★ ★ ★ ★

— THOMAS,NEWT! ACORDEM,GAROTOS! — ouço minha mãe gritar de longe. — Ei,vocês estão — ela se cala e isso me deixou intrigado.

Abri os olhos e vi que Thomas estava abraçado em mim.

— HEIN?! — exclamo saindo de perto dele.

— Porra,como vocês são barulhentos.. — ele resmunga ainda de olhos fechados.

— Ah,eu queria tanto ter tirado uma foto! — minha mãe disse cabisbaixa. — Estavam tão bonitinhos!

— Mãe!

— Bem,vão logo para o colégio! Tenho que ir para o trabalho,beijos! — disse sorridente e se retirando do local.

— Sinceramente.. — murmuro me espreguiçando.

— Eles já saíram? — Thomas diz e me abraça por trás.

— Thomas! — me surpreendo. — Quer parar com isso? — tento fazê-lo me soltar.

— Newt,quero te levar para um lugar hoje. 

— Que lugar? — indago curioso.

— Um lugar. — respondeu sarcástico e me soltou.

— Ava,é mesmo? — digo rindo. — Você é um idiota mesmo!

★ ★ ★ ★ ★

— O que vamos fazer no supermercado? — questiono ao vê-lo estacionar o veículo no estacionamento de um supermercado.

— Tenho que comprar uma coisa. 

Saímos do carro e entramos no local. Thomas procurava aonde ficava tal coisa que queria comprar. Acabamos parando aonde tinha coisas para animais. Ele pega um saco de ração para cães em mãos e segue.

— Ração? 

— Sim,ração,Newt. — respondeu sorridente.

— Thomas,quer me explicar? 

— Não,a gente tá quase lá. 

Voltamos a pegar a estrada mesmo com a chuva e logo chegamos em frente a um prédio inacabado e abandonado. Sério,eu não estou entendendo mais nada. 

— Vamos. — desceu do carro após pegar a ração.

Corremos para dentro do local,já que a chuva estava um pouco forte. 

— Porra,Thomas,eu não entendo mais na — fico boquiaberto ao vê-lo com um cão em mãos.

— Ei,garoto! — disse sorrindo assim que o animal deu-lhe uma lambida na face.

— U-um cachorro? — indago surpreso.

— Sim,esse é o Bob. — seu semblante estava repleto de felicidade,o que me fez sorrir como um bobo. 

— Você gosta dele,não é? — comentei admirando-o.

— Gosto,como se fosse meu mascote. — disse adentrando ao local e pegando um pote para despejar a ração.

O cachorro abanava o rabo,em um sinal de felicidade. Por que Thomas não o pegou para cuidar dele?

— Sente aqui,Newt. — disse após sentar-se no chão.

— Thomas,que lugar é esse? — digo encarando-o.

— Esse lugar é muito especial para mim,Newt. — ele sorriu. — Era aqui onde eu sempre tive a chance de ficar com a minha irmã. Foi aqui onde pude cuidar e amar um animal. — disse em um tom triste. — Sabe como o Bob chegou aqui? Era uma tarde chuvosa como essa. Eu estava esperando ela chegar para brincarmos,mas ela não aparecera. Eu estava quase indo embora,mas uma chuva repentina caiu,me fazendo ficar aqui. Estava sentado nesse mesmo lugar,quando o Bob apareceu,completamente encharcado e com ferimentos. E só lembro de vê-lo cair assim que pisou aqui dentro. Consegui uma carona e o levei para uma clinica veterinária. Tudo ocorreu bem,ele havia fraturado uma perna devido ao atropelamento que sofrera. Eu sempre venho aqui para cuidar dele. — disse acariciando a cabeça do animal,que se alimentava.

— Thomas,por que não o levou para casa? 

— Meu pai nunca me deixou ficar com ele. Quando eu cheguei em casa com ele,meu pai fez questão de chutá-lo para fora. Você não faz ideia da raiva que senti naquele dia. Então,achei melhor deixá-lo aqui.

— Entendo. — digo cabisbaixo. — Eu também nunca pude ter um,minha mãe dizia que era para mim me satisfazer com tudo o que ela dava,que eu não precisava de um animal imundo dentro da casa.

— Eu queria apenas uma companhia,já que meus pais me impediam de ficar com a minha irmã.

— Aliás,quem é a sua irmã,Thomas? 

— O nome dela é Brenda. Ela é de nossa idade. — sorriu delicadamente. — Infelizmente,minha mãe e ela moram bem longe daqui.

— Poxa,Tommy.. 

— Tudo bem,Newt. — disse bagunçando meu cabelo. —Tudo bem se levarmos o Bob para casa? — perguntou me olhando.

Seus olhos brilhavam,como os de uma criança pedindo algo demais de desejado para seus pais. 

— Claro,ele será muito bem-vindo! — exclamo sorrindo.

— Precisamos dar um banho nele antes de deixá-lo andar pela casa. — Thomas disse rindo enquanto olhava para o cão. — Depois de 2 anos,finalmente te levarei para casa,Bob. — acariciou o cão num toque gentil.

★ ★ ★ ★ ★

— Bob,entra nessa banheira! — Thomas tentou colocar o cão dentro do local.

— Acho que será meio difícil. — digo tentando ajudar.

Thomas acabou caindo dentro da banheira e eu não resisti,acabei por rir de sua cara,enquanto o cachorro tratou de sair correndo. Sinto-o pegar em meu pulso e logo sou puxado para dentro da banheira junto de si.

— Porra,Thomas! — exclamo entre risos.

— Achou que eu ia deixar barato? — disse colocando as mãos em baixo da água e logo levantando-as em um movimento brusco,jogando água sobre meu corpo.

— Ei! Pare com isso Thomas! — digo me encostando na banheira.

— Hum? — ele murmura se aproximando de mim.

— Tom — ele me cala,selando nossos lábios. — T-tommy. — digo ofegante assim que nos afastamos. — É melhor vermos aonde o Bob está! — quebro o clima.

— Ah,sim. — ele disse saindo da banheira,totalmente encharcado.

Trato de fazer o mesmo e fomos procurar pelo Bob,ele se encontrava sentado abanando o rabo acima do sofá. E ELE ESTÁ COMPLETAMENTE MOLHADO! 

— PORRA BOB! — eu grito e corro para pegá-lo,mas ele sai correndo. 

— Bob,vem aqui,vem! — Thomas gritou,chamando o animal,que insistia em correr pela casa. 

★ ★ ★ ★ ★

— Finalmente. — digo dando um leve suspiro.

— Nossa,Bob,como você nos deu trabalho. — o moreno disse sorrindo passando a mão pelas costas do animal.

— Nem me fale. — digo encostando minha cabeça no sofá.

— Ei,Newt. — o garoto se aproximou,ficando por cima de mim. — Newt,eu quero tanto — o telefone da casa toca,impedindo Thomas de continuar. — Atenda. — ele disse se sentando no sofá.

— Ah! — digo me levantando e seguindo até aonde estava o objeto. — Alô? — indago assim que tiro o mesmo do gancho.

Alô,residência dos Sangster? — uma moça pergunta gentilmente do outro lado da linha.

Sim. — respondo meio inseguro.

Quem está a falar? — ela interroga. 

Newton Sangster. 

Filho de Tasha Sangster? 

Exatamente,por que? Aconteceu algo com a minha mãe? — pergunto já sentindo algo horrível me invadir.

A sua mãe,Tasha Sangster,sofreu um acidente e se encontra em estado grave. — sinto meu coração acelerar assim que ouço aquilo. 

O telefone simplesmente cai de minhas mãos. 

Não,isso não pode ser verdade. Eu não posso perder a minha mãe.


Notas Finais


estava bom demais pra ser verdade, não é?

Bem,espero que tenham gostado. :3

Próximo cap promete,non?

awn,vou sair correndo xd


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