História My Brother's Teacher - Capítulo 14


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Categorias Ailee, Bangtan Boys (BTS), Black Pink, EXO, Got7
Personagens Ailee, Baekhyun, BamBam, Chanyeol, D.O, Jackson, JB, Jennie, J-hope, Jimin, Jin, Jisoo, Jungkook, Lay, Lisa, Lu Han, Mark, Personagens Originais, Rap Monster, Rosé, Sehun, Suga, Suho, Tao, V, Xiumin, Youngjae, Yugyeom
Tags Abo, Alfa, Bangtanboys, Blackpink, Bts, Drama, Exo, Got7, Jikook, Jimin, Jungkook, Marckson, Namjin, Ômega, Romance, Yoonseok
Visualizações 371
Palavras 2.120
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Ficção, Lemon, Mistério, Poesias, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Sumi nada. To viva. Só um pouco ocupada// apanha

~~Sorry~~

Não revisado ~~❤

Capítulo 14 - Twelve: Park Chanyeol


Fanfic / Fanfiction My Brother's Teacher - Capítulo 14 - Twelve: Park Chanyeol

       Jungkook estava sentando encarando a Ômega sorrir para Jimin, enquanto o mesmo assinava os papéis para a “possível” adoção do filhote.

- Pronto Sr. Park. Agora eu sou parcialmente uma barriga de aluguel.

- Não diga isso. Eu sei que é difícil uma Ômega deixar o filhote, mas te garanto que estará em boas mãos. – Sorriu fazendo com que o menor ao seu lado revirasse os olhos.

- Já que está tudo certo. Eu já irei. – O Menor se levantou. – Já assinei minha parte como Omma, vai precisar de mais alguma coisa?

- Não, pode ir. – Bufou o loiro. Ele já estava no limite com Jeon.

Já era o terceiro mês de gestação, e ele ainda sim não aceitava o filhote. No segundo mês, o pequeno tinha entrado no CIO, o que matou Park aos poucos por sentir-se quente, ele estava lá para aliviar o seu ômega, mas jeon era insistente, se aliviou sozinho no quarto trancado, impedindo que o Alfa o tocasse. O cheiro cítrico de Jungkook estava forte pela casa toda, Jimin tinha sorte de trabalhar até tarde, se não, já teria atacado o Ômega na semana do CIO.

- Espere! - A ômega o chamou. – Obrigada por tomar conta do meu filhote.

- Tanto faz. – Bufou e saiu da sala – da empresa – De Jimin.

- Desculpa por isso Jisoo. – Suspirou. – Ele está assim desde que disse sobre isso. – Abaixou o olhar. - Sabe, ele é estéril. Não podemos ter filhos, mas mesmo assim pensei que estaria feliz.

- Não se preocupe, mas agora o entendo. E você deveria fazer o mesmo.

- Como?

- Você gostaria de ser um Ômega, e descobrir que é estéril? – Negou – A maior felicidade de um Ômega, bom de quase todos, é poder ter seu filho em seus braços. E ele não pode. Entenda Jimin, ele nunca irá poder saber como é ter um serzinho dentro de si. Isso deve machuca-lo! E você como o Alfa dele, deveria entender mais do que qualquer um.

- Eu não sei o que fazer.

- Leve-o para passear. Faça-o entender que ele terá um filho, mesmo não sendo exatamente dele, mas terá.

- Tentarei. Obrigado!

- Sem problemas. – Se levantou – Eu já irei. Boa sorte. – E se retirou.

- Irei precisar. – Disse Park mais para si.


Do outro lado, um simples beta sorria deitado na cama hospitalar pensando no quão sortudo era. Oras, um beta “ganhar” um Alfa de mão beijada, era algo milagroso para qualquer beta.

“Como foi que chegamos até aqui?” – Pensava o loiro sorrindo.

Ele ficava pensando em como foi a primeira vez em que ele e Namjoon tiveram um contato tão profundo.

FlashBack

O beta andava de um lado para o outro enquanto conversava com seu pai.

- Me explique de novo.

- Não tenho nada a que te explicar. – Suspirou.- Você ouviu Jin, ele foi no meu escritório, e me pediu para te deixar aqui.

- Mas o senhor deixou assim? Fácil?

- A partir de um momento em que você tem um filho beta, e um Alfa bem formado como o Kim é, o quer, não temos tantas opções.

- Sou um encosto pro senhor? É isso?

- Não coloque palavras na minha boca SeokJin. Eu não pedi para o ter. Foi um acidente, mas isso não significa que eu te amo menos por ser um beta meu filho! É preocupação de pai, você não entenderia..- Suspirou – Eu tenho medo, medo do que podem fazer com você. Eu preferia você comigo em Daegu, aonde eu posso te proteger, mas eu tenho que entender que você cresceu, que sabe se virá. O Kim me prometeu total devoção e proteção, se ele me traísse a confiança, poderia o Capar* - Sorriu vendo o loiro soltar um pequeno riso. – Eu tenho pouca confiança nele, mas uma enorme em você. Não me decepcione.

- Não irei pai. Obrigado.

- Não tem problema. Se precisar de algo, estarei aqui, do meu jeitinho, mas estarei.

- Eu sei. E eu o agradeço por isso.

O menor sem preocupação abraçou o Pai, eles poderiam se amar, mas em segredo, não possuíam esse método de “Pai e Filho” ao pé da letra, mas tentavam.

- Eu te amo Pai.- Segredou no ouvido do mais velho.

- E eu muito mais do que pode imaginar meu pequeno. – Selou a testa do menor. – Vá ver Jeon, e cuidado.

O loiro afirmou e saiu dos braços do pai. Ao braços que tanto o protegeu. Mas antes que pudesse subir, pediu para que seu “velho” descrever o tal discurso do rosado. A frase “Meu Beta” foi ouvida mais de uma meia dúzia de vezes em um discurso só. Sem contar que o Lúpus também explicou que ele tinha o apresentado fatos de que provava que o beta poderia ficar com a mãe. É, Namjoon era inteligente, e muito maluco.

Após levar Jungkook para o hospital e presenciar uma “briga” entre os amigos, O loiro resolveu ir agradecer quem o ajudou desde o começo do assunto de “ir embora morar com o pai”

- Sim?

- Poderia falar com Namjoon?

- Está falando com o próprio! Quem deseja?

- Nam, sou eu, Jin!

- Jin? Jin! Por que não está me ligando do seu celular? O que houve?

- Bastante coisa, estou ligando do hospital!

- Hospital? Pelo amor, diga que está visitando alguém e que não sofreu nenhum acidente!

- Sim, estou aqui com o Kookie-Ah! E fique calmo.

- Assim é melhor. Aconteceu alguma urgência?

- Pode vir me buscar? Te conto melhor no caminho!

- Me diga qual Hospital, que logo estarei aí.

E lá estava o Alfa com o Beta no carro, Jin contou tudo, desde o ataque de Jeon sobre; não poder ter filhos, até a briga no hospital.

- Isso poderia bem ser a distância. Quanto mais distante um Ômega marcado ficar do seu Alfa, mais doente ele fica.

- Talvez seja isso, ou talvez não seja. Só sei que isso é loucura.- Suspirou.

- Não se preocupe, não deve ser nada tão grave.

- Espero. – Sorriu de canto ao encarar o rosado. – Hun.. Obrigado por te conversado com meu pai.

- Sem problemas, os amigos estão aqui pra isso.

- Amigos..- Sussurrou para si.

- Disse algo?

- Hun? A não. Só pensando comigo mesmo.

- Está bem então. Chegamos.

- Mais uma vez obrigado. Er..- Observou o carro parar em frente a casa de sua mãe. – Não quer entrar, posso te fazer um chá!

- Não quero ser um incômodo.

- Não será.

E não foi, após o chá feito foram ver um filme, que logo perdeu a atenção quando os lábios do rosado tocaram os do Loiro. Naquela noite, fez mais calor do que qualquer outra.

FlashBack.

Suspirou mais uma vez soltando uma risada nasal enquanto encarava o teto.

- No que tanto pensa em?

- Em na-nada. – Corou ao ver o Alfa ao seu lado. Como não tinha percebido sua presença?

- Está bem. – Sorriu largo; deixando as covinhas a amostra – O médico logo vem com seus exames. Já está melhor mesmo?

- Já disse que sim Nam. Nem sei por que me trouxe ao hospital, só foi um mal estar.

- Todo cuidado com minha princesa é pouco. – Disse logo selando a testa do menor.

- Licença. – Tomaram um susto, logo encarando um médico. – O Sr.Kim está certo, todo cuidado é pouco. SeokJin, precisamos conversar sobre seus exames.


O moreno encarava a pilha de provas na mesa corrigidas.

- Obrigado Taehyung, acho que sem você eu demoraria mais de três horas para corrigir isso tudo. – Riu-Se

- De nada professor. – Devolveu o sorriso. - Hun, professor posso te fazer uma pergunta?

- Claro pequeno.

- Por que o senhor não aceita o filho da Jisoo? Ela é legal. Não precisa ter ciúmes, O Tae promete que o Jimin não vai deixar o senhor.

Pela inocência de Taehyung o Ômega corou, como uma criança entenderia tal assunto?

- N-Não é isso pequeno. É um assunto complicado e-

Fora cortado por um telefone tocando, Telefone de Jimin, o mesmo estava atrasado e esquecera o aparelho em cima da mesa.

- Alô?

- Alô? Aqui quem fala é o Dtr. D.O do hospital central de Seoul.

- Aconteceu alguma coisa?

- Uma Ômega gestante sofreu um acidente a pouco tempo, antes de entrar na cirurgia pediu para que eu ligasse para este número. É o pai da filhote?

Naquele momento Jungkook não sabia o que fazer. Poderia dizer que não e sair sem se importar, como estava fazendo desde o começo.

- S-Sou! O bebê está bem? Ela está bem?

- Senhor pedimos para que viesse. Não temos certeza do que possa acontecer, a batida de carro foi muito forte e-

- Já estou a caminho.

Desligou o telefone depois de ouvir “Estou te aguardando Sr. Park” do outro lado. Sr. Park, Park Jeon Jungkook, o nome ficaria bonito com o seu. Sem ligar para Jimin, pegou Taehyung, pediu um táxi, e saiu.

- Com licença, vim ver uma paciente. Uma gestante que sofreu um acidente. – Jeon tentava explicar com todo seu nervosismo para a recepcionista.

- Ela está em cirurgia, se puder esperar.

- A sim, obrigado.

O Ômega se sentou colocando o menor em seu colo o abraçando.

- O bebê está bem professor? A moça Jisoo também?

- Eu não sei pequeno. – Suspirou. – Eu não sei.

Eles tinham chegado às 16:24 no hospital, já ia dar 19:00 e nada da Ômega ou do bebê.

- Senhor Park. – O doutor parou e olhou a prancheta. – Paciente Jisoo.

- Aqui senhor! – Jeon deixou Tae e foi de encontro ao médico.

- Prazer Sr. Park. – O encarou. – O senhor não é um Ômega?

- Sou sim. Ela é minha barriga de...aluguel. – Disse com uma vontade de sumir após dizer aquilo. D.O o encarou sem entender, e ele continuou. – Sou estéril.

- A sim, bom desculpe- me. Podemos ir à minha sala?

- Claro. – Se virou. - Taehyung! – Chamou o menor que encarava o chão enquanto balançava as pernas. – Venha querido.

- Bom. – O Beta começou assim que entraram. – A gestante infelizmente-

- Não me diga que..

- Meus pêsames. Fizemos tudo que era possível, mas a pancada na cabeça foi muito forte.

- M-Mas e o bebê? Ele está bem não está?

- Sim e não!

- Como?

- Precisamos da sua ajuda senhor Park.

- Como? E-Eu não sei o que fazer.

- Precisamos que o senhor cuide da criança aqui no hospital. Entenda Sr. Seu filho nasceu prematuro de quase cinco meses , ele precisa do calor da mãe em si, aí que o senhor entra. – Sorriu.- Siga-Me sim?

Eles foram até uma sala separada, a sala era escura e tinha uma incubadora bem no fundo.

- Por favor, sente-se na cadeira de balanço – Apontou para a mesma, vendo o Ômega obedecer. – Agora tire a camisa.

- O que? Com todo o respeito. Eu não irei fazer isso.

- Acalme-se sim? Apenas confie em mim, sou um profissional. Sei o que estou fazendo.

Ainda receoso Jeon concordou e a tirou. Estava com muita vergonha, mas logo foi se acalmando ao ver um pequeno filhote nas mãos do médico.

- Este aqui. – Sussurrou.- É o seu filho. Um lindo menino. Agora, preciso da sua ajuda, sim? – Concordou – Não se mexa.

Sem se mover, o beta colocou a criança no peito do Ômega, a cabeça do pequeno estava enfaixada e posicionada em cima de seu peito.

- Agora coloque a mão..aqui – Mostrou fazendo com que o Ômega colocasse a mão no corpo frágil do recém-nascido a segurando. – Por nascer prematuro, ele terá que ficar assim por um tempo, ouvir o coração e ter o calor da mãe por perto, pode ajudar a criança a crescer forte e saudável. A cabeça dela terá que ficar assim enfaixada, ela não enxerga e nem pode nada por ainda, por isso aqui é um pouco escuro. – Sorriu – Terá que vir uma vez por dia para ficar assim por um tempo. E parabéns.

Jeon não sabia o que fazer, aquele filho não era seu! Mas a sensação de ter uma criança nos braços era tão boa, que não aguentou dizer não para aquela criança em seu colo. Agora era parte de si, mal a conhecia, não tinha tanto tempo de vida. Seu corpo era todo coberto, possuía vários tubos para respirar, mas mesmo assim conquistou o Ômega.

- Já tem um nome senhor?

- Posso dar um nome? Porfavorzinho. Tae promete que é bonito. – O pequeno pedia com um bico, logo seus olhos brilharam ao receber a confirmação do mais velho. – Pode ser Chanyeol?

Jeon sorriu e aconchego mais o pequeno em seu colo;- Bem-Vindo ao mundo Park Chanyeol. 


Notas Finais


Olha..Jisoo morreu. Nossa que triste!!!
Jin meu filho o que você tem?


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