História My Bullet - Capítulo 1


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Drogas, Horror, Terrorismo, Tragedia, Violencia
Visualizações 14
Palavras 740
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Bom... Essa fanfic foi baseada na história do Massacre de Colombine, quero que saibam que não tenho a intenção de plagiar nada. Essa é minha primeira fanfic e eu espero muito do fundo do meu coração que vocês gostem. Obrigado ^^

Capítulo 1 - First Day


Era noite, estava tudo nublado e eu não conseguia ver mais nada, estava a andar desesperado até tropeçar no tronco de uma árvore e cair de cara no chão.

- Ai caralho. Que diabos foi isso? – Disse caído enquanto massageava a própria perna. – Onde estou?

Enquanto levantava-se para olhar em volta, escutou o barulho da buzina de um carro. Olhou entre os arbustos e viu um Mustang 1967 estacionado em frente a uma casa branca de telhado azul.

- Ei, esse e o carro do meu pai. Estou em casa! – Logo após correu em direção a sua casa enquanto gritava pelo sei pai. – Pai, ei pai!

- Robert? Meu deus o que está fazendo fora de casa a essa hora da noite? E por que está todo machucado, meu deus quem fez isso com você?

- Ninguém pai, foi só um acidente não se preocupe, enfim estou entrando, vou tomar um banho e ir pra cama. – Disse enquanto subia as escadas em frente à porta de sua casa.

- Oi mãe.

- Robert? Oh meu Deus o que houve?

- Nada não se preocupe está tudo bem.

- Ok então se você diz. Vai comer alguma coisa?

- Não mãe, obrigado eu to bem.

Robert subiu as escadas em direção a seu quarto, bateu a porta forte a depois a trancou.

- Droga! – Disse ele irritado. – Dessa vez aqueles caras passaram dos limites, mas eles vão ver só uma coisa, ah sim, eles vão ver.

Robert pegou o telefone e ligou para seu melhor e único amigo Peter. – Ei Peter!

- Ah, Robert é você, o que foi? Por que me ligou tão tarde?

- Nada demais, você está em casa?

- Estou sim. Por quê?

- Ah, por nada. Ei, você ta a fim de matar aula amanhã?

- Ah, por mim tudo bem.

- Ótimo tem uma coisa muito importante que quero te contar.

- Ok, então nós nos vemos amanhã.

- Tchau.

- Tchau.

Robert desliga o telefone, levanta-se de sua cama e vai ao banheiro. Logo após tomar um banho ele dorme.

(Tac, tac, tac).

- Mas que porra é essa? – Robert acorda ás 02h30min da manhã com o barulho das pedras batendo na janela de seu quarto. Ele levanta-se de sua cama, ascende á luz de seu quarto e vai em direção à janela.

- Quem será o idiota que está fazendo isso?

Robert vê três garotos atirando pedras em sua janela, ele logo os reconhece, eram os idiotas que o batiam na escola.

- Acorde Robert seu otário.

- É, por que você não desce pra aqui pra gente conversar um pouco?

Robert abre a janela, ele não devia ter feito isso. – O que vocês querem comigo, já mandei me deixarem em paz!

- Ah cara, ele vai chorar. (Risadas)

- Por que não chama mamãe e papai pra vir te defender? (Risadas)

- Droga, qual é o problema desses caras? VÃO SE FODER!

Logo após dizer isso, um dos garotos se irrita e joga uma pedra que vai em direção ao rosto de Robert. – Ai, droga, mas que filho da puta!

- Isso é pra você aprender a falar direito com a gente, seu arrombado do caralho!

Os pais de Robert acordam e vão ao seu quarto. – Robert o que está acontecendo aqui? – Enquanto isso os garotos que estavam a implicar com Robert já tinham ido embora.

- Nada vai pai, não houve nada aqui.

- Não houve nada? Você acha que eu não estava ouvindo? Eu vi aqueles garotos lá fora, quem eram eles? Seus amigos?

- Não pai eles não eram meus amigos.

- Oh meu Deus, filho seu rosto, está sangrando! – Disse a mãe de Robert desesperada procurando um lenço para limpar o sangue.

- Não foi nada mãe, e só um pequeno corte, logo vai para de sangrar.

- Filho, por favor, me escute. – Disse o pai de Robert comum tom meio preocupado. – Se estiver acontecendo algo, nos diga, nós somos seus pais nos podemos te ajudar.

- Certo pai pode ficar tranquilo que isso não vai acontecer de novo.

- Certo eu confio em você. Amanhã eu e sua mãe vamos passar na sua escola pra ver se está tudo bem.

- Ok.

- Agora lave esse rosto e vá dormir!

- Certo pai estou indo.

Robert lavou seu rosto e voltou para o seu quarto.

- (Isso não vai acontecer de novo, não mesmo...). - Pensou ele.



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