História My choice. - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias The Originals, The Vampire Diaries
Personagens Caroline Forbes, Klaus Mikaelson
Tags Candice Accola, Delena, Drama, Haylijah, Joseph Morgan, Klaroline, Mabekah, Stebekah, Violência Doméstica
Exibições 87
Palavras 3.250
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oiii gente, desculpa a demora e compensar tem capítulo maior para vcs.
Passamos dos 60 favoritos \o/\o/\o/ Muito obrigada, sério.
Desculpa qualquer erro.
Parando de enrolação vamos ao capítulo.

Capítulo 13 - Eu sei.


Depois de me despedir de cada um dos Mikaelsons e agradecer pelo final de semana, Klaus me levou de volta para casa. Ele me ajudou a colocar as malas para dentro e se aproveitando de que estavamos em meu quarto ele acabou me derrubando em cima da cama me fazendo rir.

-  Ei vai com calma.  -  falei tentando me desvencilhar de seus braços. Klaus começou a beijar meus ombros e subiu para o meu pescoço me fazendo arfar. 

- Nós chegamos muito cedo, ainda podemos passar algum tempo juntos. Não resista.  - falou sussurrando em meu ouvido com o sotaque mais acentuado que nunca. Mordi os lábios ao me lembrar da noite em que passamos juntos.  -  Não vou.  -  falei um pouco aturduada.

Eu me sentei e fiz com que ele fizesse o mesmo, ele me puxou para seu colo enquanto eu passava meus braços por seus ombros e minhas pernas o prendiam mais a mim. Beijei seu ombro e meus dedos começaram a trabalhar em  desabotoar alguns botões de sua camiseta lentamente. Klaus puxou meu rosto e me beijou saboreando cada canto de miaprend. 

Ficamos muito tempo trocando carícias que se cessaram quando nos deitamos para descansarmos um pouco já que logo voltariamos a nossa rotina habitual.

 

...........

 

Havia uma claridade sobre mim e Klaus, estavamos na varanda sorrindo e conversando alegremente. Um arrepio pecorreu meu corpo que me fez olhar estranhamente para todos os lados. De repente o tempo ficou escuro e um medo se apoderou de mim e só piorou quando eu reconheci o odor de wiskey barato que Lucian tomava.

-  Achei você, querida. Eu senti tanto sua falta. Porquê me deixou, Caroline? Foi por ele?  - apontou para Klaus que nos olhava com uma interrogação estampanda no rosto.

Isso não podia está acontecendo eu tomei todas as preocupações. Lágrimas já eram vistas escorrendo por meu rosto.

- Co...como você está aqui ? Não devia. Lucien vc....precisa ir embora. Não estamos mais juntos.  -  disse tentando me controlar para não cair. Senti Klaus vindo para trás de mim e sua mão tocou meu ombro.

-  Ah docinho, como pode dizer isso? Acha que ele é bom para você? Ele não te ama como eu.  -  disse se aproximando e tentando me tocar, afatei-me rapidamente antes que isso acontecesse.

-  Exatamante, ele não me ama como você. Ele não me machuca. Vai embora.  -  falei firmemente com uma coragem que eu não fazia idéia de onde havia surgido.

Lucien soltou uma risada amargurada e debochada.

-  Você é tão boba, tão ingenua, por isso eu tinha que cuidar de você o tempo todo, eu tentei, mas você nunca aprendia a lição..... Ele é o culpado por eu ter te encontrado. Foi ele.  - falou friamente se divertindo com o meu despero.

-  Não....ele não seria capaz....não.  -  falei me virando para olhar Klaus e ao ver um sorriso irônico em seus lábios, seus olhos antes tão azuis agora estavam frios como eu nunca tinha visto antes. Minhas pernas ficaram fracas e me encolhi no canto da parede, soluçando de tanto chorar.  -  Me deixe em paz, Lucien.  -  disse me abraçando na tentativa de me proteger do que estava por vim quando o vi se aproximar. -  Fica longe de mim. Fica longe. 

 

...........

 

- Naaaaaaoooooo.  -  gritei me levantando da cama tirando os braços de Klaus que estavam envolta de mim. -  Não, por favor não.  -  falei chorando assustada ainda com o pesadelo.

- Amor ? Caroline? Ta tudo bem ? - falou tentando entender o que estava acontecendo. 

Sua voz estava me machucando. Ele estava me assustando. Me afastei indo para o outro lado do quarto. 

- Foi horrível. Eu....não quero. Não faz isso comigo, Klaus, por favor.   -  disse enquanto me perguntava se ele seria capaz de me trair dessa forma. 

-  Caroline, ta tudo bem. Foi só um pesadelo. Acabou. Eu estou aqui agora, você está segura.  -  disse se aproximando com os braços erguidos vindo em minha direção.  -  Ta tudo bem, amor. Vem.  

Demorei alguns minutos tentando decidir se realmente estava tudo bem e me arrependi de ter pensado nele de uma forma ruim. Caminhei até ele me jogando em seus braços. Ele me abraçou e distribui beijos por meu rosto. Klaus me fez deitar novamente me aconchegando em seus braços. Respirei fundo, tentando me controlar. Parecia tão real, ele estava aqui e Klaus também.  

- Quer me contar?  -  perguntou acariciando meu rosto. 

- Diz que não vai me machucar. Que eu estou bem. Que eu posso confiar em você.   -   falei suplicando.

-  Eu jamais machucaria você, por que isso também me machucaria. Você está bem ficando comigo assim como eu estou por você está aqui, querida. Você pode confiar em mim. Eu prometo que não serei eu quem a fará mal. 

Fechei meus olhos enquanto escutava cada palavra dita por ele, minha cabeça e coração finalmente concordaram com algo e decidiram que elas eram verdadeiras. Minha respiração foi desacelerando e as lágrimas secaram. Me apertei mais contra ele.  

-  Acredito em você......mas tem alguma coisa ruim acontecendo e está perto demais....eu posso senti. -  falei tão baixo que achei que ele não ouviria. - Amor, ta tudo bem. Você está aqui e está bem. Tente dormir um pouco. - Klaus me acalentou até que eu voltasse a dormir.

 

 

-  Então como foi o passeio com o senhor bonitão? E a família dele?   -  disse Elena eufórica.

Klaus me deixou no trabalho depois de me fazer prometer que iria ficar bem e que conversariamos depois. Abraçei as garotas logo que nos vimos. Por um milagre o Grill não estava movimentado hoje então só atendemos poucas pessoas e resolvemos dá uma limpada no local.

- Foi......a palavra que eu estou tentando usar é perfeito.   -  falei enquanto passava um pano úmido no balcão.  - Ele foi extremamente cuidadoso, protetor e não me deixou sentir sozinha no meio de sua família. Não mesmo. 

-  Você parece estranhamente alegre ao falar dele, você sempre se fecha e não deixa a gente tirar muito de você. Algo de diferente aconteceu?  -  perguntou Bonnie com os seus olhos atentos em mim.

- Digamos que tomamos um passo em  nosso relacionamento. Ele não estava brincando quando disse que ele seria o único Miakelson que eu deveria me preocupar.  -  disse distraidamente me lembrando do modo que Klaus beijava a minha pele e sussurrava o quanto me desejava.

Elena e Bonnie se entreolharam e depois começaram a rir da forma como eu ruborizei. 

-  Como foi? Ele é tudo aquilo que todos falam? 

-  Elenaaa !!! -  Bonnie e eu falamos ao mesmo tempo.  -  Eu só estava curiosa.  -  falou jogando um pano em mim.

-  Ele me chamou para sair.   -  falei sorrindo e apoiando a cabeça no ombro de Bonnie que estava ao meu lado. - Vou ter um encontro.  -  falei animada até demais como se o pesadelo fosse só algo distante.

 

-  Você precisa de uma roupa. Não pode ir usando esses jeans e essas suas regatas. Isso significa que vamos as compras. -  disse Bonnie então  nós começamos a dançar ridiculamente perto das mesas enquanto riamos.  

-  Vejo que as moças estão muito desocupadas.  -  falou Matt que apareceu do nada fazendo com que nós três paracemos de dançar.

- Ah Matt não seja chato. Venha.  -  falou Bonnie o puxando para dançar conosco. A música estava alta e parecia que eramos clientes curtindo a noite já que todos dançavam até Liam que era o mais discreto e sempre achava que se não fosse visto trabalhando o tempo todo seria demitido.   

 

 

Klaus havia ligado dizendo que não poderia vir me buscar por causa de problemas na empresa, mas que pediria para seu motorista vir me pegar, eu tentei convencê-lo de que não era necessário, mas não teve jeito ele já era protetor e depois do ocorrido de hoje mais cedo ele acabou ficando mais ainda. Ele me ligou novamente antes que eu pegasse no sono para dizer um " Boa noite e fique bem." 

Não consegui dormir muito bem, minha mente estava muito agitada. Eu estava sentindo a mesma coisa de quando estava no estado de Montana e foi por isso que eu me mudei novamente e acabei vindo parar em New Orleans onde a música na Bourbon Street nunca parava. Eu não queria ir embora. Levatei me preparando para a semana de compras com as garotas.

Por incrível que pareça deu tempo de eu e as garotas acharmos algum vestido que todas concordassem que era o melhor para a ocasião mesmo tendo que enfrentar alguns dias de discussões em lojas . Paguei tudo em dinheiro como sempre faço para não deixar qualquer rastro. Era a primeira vez em anos que eu me pertia comprar algo apenas por prazer. Eu não podia me dar o luxo que gastar com essas coisas, porque não tinha dinheiro e antes Lucien diria que era apenas bobagem e que eu estava apenas torrando seu precioso dinheiro. 

Klaus e eu combinamos que ele iria me encontrar a sete horas. Elena e Bonnie vieram para minha casa e me ajudaram a se arrumar. Elena fez meu cabelo e Bonnie uma maquiagem leve. Optamos por um de cor beje claro que se abria em uma saia rodada a partir da cintura, e coloquei um casaquinho claro por cima. 

 

Nos despedimos e fiquei aguardando Klaus chegar o que não demorou muito e mesmo tendo o visto quase todos os dias nessas duas semanas que sucederam o final de semana do passeio por algum motivo eu estava nervosa.  Klaus desceu de seu carro e eu senti minha respiração falhar, ele estava com um terno todo preto que contrastava com a sua pele branca. Ele vei em minha direção e me beijou delicadamente sussurrando um "Você está linda." em meu ouvido, desteva a forma como eu me sentia impotente quando ele fazia isso.  

-  Você não está nada mal também.  - Klaus sorriu em resposta e me direcionou ao seu carro. -  Onde está me levando Sr Mikaelson? 

-  Nós vamos assistir a uma peça e depois vou te levar a um restaurante que eu adoro.   

-  Ótimo.  -  falei segurando um de seus braços.

O espetáculo não durou muito e durante as cenas eu pude notar mais ainda como Klaus tem uma sensibilidade para arte eu por outro lado senti as consequências de umas noites mal dormidas. Meus olhos estavam querendo se fechar e quando isso acontecia e eu cedia podia ver flashs do pesadelo que me fazim ter leves sobressaltos. Klaus deveria pensar que eram só reações a peça já que ela continha muitas cenas de ações. Quando tudo terminou ele voltou a dirigir e o silêncio no carro era confortável, não precisavamos dizer palavras para que o clima ficasse agradável. 

 

O restaurante tinha um fachada discreta ao contrário do que eu esperava. Nós paramos em frente a uma recepcionista que assim que pôs seus olhos em Klaus não os retirou mais, parecia que só ele estava ali, ela nem se direcionava a mim. Seus olhos brilharam de excitação quando ele disse que reserva estava em nome de "Niklaus Mikaelson" senti meu sangue ferver quando ela deu em cima dele descaradamente. Nós fomos guiados a uma mesa mais ao fundo, ele puxou a cadeira para que eu sentasse e eu não pude esquecer de como ele pode ser um cavalheiro. O garçon veio nos atender e eu decidir deixar Klaus fazer os pedidos já que eu não entendia nada de italiano. 

Coloquei o guardanapo em meu colo e ao levantar meu olhar fiquei estática por causa da forma que ele me encarava, estiquei uma mão para tocar a sua por cima da mesa e ele a apertou em resposta. 

- Como você está? Se sentindo melhor? -  eu entendo a pergunta, eu estava me comportando  um pouco estranhamente. Só me permitia realmente se divertir quando estava com ele ou com as garotas, mas ao que tudo indica eu disfarço muito mal.

Apenas balançei a cabeça em sinal de afirmação, pelo jeito que ele crispou os lábios não gostou da minha resposta, mas deixou passar ele sabia que se me pressionasse eu acabaria me fechando, ele se irritando e seria um adeus primeiro encontro perfeito. Os pedidos chegaram e nós iniciamos uma conversa leve, ele me contou sobre o seu dia e alguns problemas da empresa e também disse que eu devo ter causado uma boa impressão já que eu era a mais nova queridinha da família Mikaelson, tive que sorrir.

 Assim que as sobremesas chegaram eu não resisti e acredito que tenho quebrado algumas regras de etiqueta ao aproximar minha cadeira da dele e ficarmos praticamente colados. Klaus me olhou confuso, mas sua expressão se tornou suave quando eu lhe dei um pequeno beijo em sua bochecha e passava um de seus braços pelo meu ombro. Peguei meu garfo e tirei um pedaço do seu pudim o comendo.

- Tudo por um doce? - Klaus perguntou balançando sua cabeça. -  E eu achando que você queria ficar perto de mim.

-  Quer que eu peça desculpas?  - falei brincando. Klaus riu e senti sua mão repousar em minha cintura.

Depois de terminamos de comer Klaus resolveu me mostrar o porque dali ser um se seus restaurantes preferidos. Nós caminhamos por entre as mesas, e logo pude ver alguns quadros. É claro, arte !!! 

Klaus começou a me guiar e quando me dei conta já estava com um de seus braços me prendendo pela cintura e o outro segurava minha mão delicadamente enquanto me dançamos uma música lenta. 

- Você tem idéia do quão torturante é estar tão próximo assim de você....senti seu cheiro....e não poder toca la da forma que eu gostaria. 

A última parte foi dita tão baixa que apenas eu poderia ouvi-la. E mais uma vez eu senti a minha respiração falhar. 

-  Então me leve a um lugar que você possa fazer isso.  -  disse mordendo o lóbulo de sua orelha. 

Klaus me fez girar indo para longe e depois me trouxe de volta fazendo com que nossos corpos se chocassem e depois jogou meu corpo para trás me a aparando pela cintura para que eu não caisse se inclinando e depisitando um beijo em meu pescoço.

 

Saimos rindo e com uma leve tensão sexual sobre nós. Klaus começou a dirigir e notei que era uma rota diferente. 

- Onde estamos indo?  - perguntei curiosa.

- Até a minha casa.  -  falou simplismente. 

Tentei não ficar tensa, mas era quase impossível eu não queria ver a Senhora Mikaelson agora. Quase como se estivesse lendo meus pensamentos Klaus se virou em minha direção dizendo que a casa estaria praticamente vazia. Hayley e Elijah dormindo, Rebekah provavelmente estaria com Stefan em algum lugar, Finn estaria trabalhando já que andava muito ocupado ultimamente e Esther e Mikael tiveram um compromisso em outra cidade. A casa seria nossa. 

Nós entramos e Klaus largou a chave em cima de uma mesa ao lado da porta. Se eu já havia ficado deslumbrada com a fachada da casa, quase tive um treco quando vi ela por dentro. Ai meu deus a sala era praticamente do tamanho de minha casa.  

-  Você quer algo?  -  balancei minha cabeça negando.  -  Vamos subir.   -   disse delicadamente me olhando intensamente. 

 

Ele trancou a porta assim que passou por ela enquanto eu observava o quarto decorado com móveis antigos.  

-  Eu não tinha pesadelos assim a algum tempo. -  Comessei a falar assim que o senti descer o ziper do meu vestido. - E esse me assustou.....muito. Eu sei que você já deve ter notado que eu não tenho um comportamento muito normal. E você quer saber o motivo disso, mas também não sabe como perguntar.  -  Klaus parou de beijar minhas costas e passou a me observar.  -  Sabe quando tudo se torna demais pra uma pessoa só e você se cansa e só tem um pouco de paz quando está perto de algo que te faz esquecer de tudo. 

Ele passou os braços por minha cintura e eu apoiei a cabeça em seu ombro.

-  Você é esse meu algo. E quando nós voltamos da casa de campo e meu sono foi pertubado era você quem me machucava. Então eu apenas senti uma vontade de me esconder novamente.

-  Caroline....sabe que eu não machuc....

-  Eu sei. Eu sei. Confio em você.  -  falei pausadamente. -  Eu vou ficar bem. Só to com medo de eu acabar te afastando ou pior você fazer isso sozinho. E a única culpada vai ser eu. 

Klaus levantou meu rosto e passou a deslizar os dedos por meus lábios rosados.

-  Eu sou apaixonado por você. O que é muito raro de acontecer....então não se preocupe.....vai ser bem difícil me fazer te soltar também.  -  meus lábios se curvaram em um sorriso leve que foi retribuído por ele.   -  Obrigada por tranquilizar, não só hoje.  - ele me abraçou fortemente tentando me passar força e carinho, conseguindo tirar alguns problemas de mimha cabeça.

Por mais que tenha tentado o convencer ele apenas deitou na cama comigo e me torturou com o fato de não me deixar ir muito além. 

 

- Pra quem disse que eu praticamente era difícil de resistir, você está muito quieto?  -  disse me aproximando um pouco mais.

-  E você é, eu estou praticamente viciado. Só que sabe como eu me preocupo com você e sei quando está tentando tirar minha atenção do que realmente está acontecendo. - Bufei irritada dizendo que iria buscar um pouco de água e alguma coisa para comer. 

 

Desci as escadas um pouco preucupada. E se eu encontrasse alguém? Achei o caminho da cozinha e quando estava voltando com algumas guloseimas e a água. Vi um dos Mikaelsons encontado no batende da porta com alguns envelopes nas mãos. Desvie meu olhar para os meus pés agora descalços.

-  Caroline, é um prazer e tanto vê-la novamente.  -  disse Finn sorrindo e me analisando de cima abaixo. Eu já tinha recebido olhares como aqueles e não tinha gostado nem um pouco.

-  Digo o mesmo. Pensei que todos já estivessem dormindo. Eu só vim assaltar a geladeira da sua família.  -  falei tentando parecer pelo menos simpática. 

-  Não a problema algum. Você está bonita.  -  falou lançando um sorriso em minha direção.

- Obrigada. Foi para um jantar que seu irmão me levou que a propósito está me esperando no quarto dele. Então até logo.  -  falei me virando e indo em direção as escadas deixando um Finn que parecia está insatisfeito com a minha atitude perante a ele.

.

Encontrei Klaus se levantando para  colocar um filme qualquer. Não vi mecessidade de dizer que havia encontrado com o seu irmão mais velho.

-  Vamos fazer um programa que a maioria dos casais fazem. Assistir filmes românticos, mas como eu sei que você não vai comseguir prestar atenção em nada, você vai ficar quietinha aqui na minha cama, com a cabeça apoiada no meu peito, enquanto eu te abraço e acaricio seus cabelos dourados e digo que tudo vai ficar bem. 

Eram nesses momentos que eu sentia uma necessidade imensa de dizer três palavrinhas que poderiam mudar tudo. Fiz e deixei ele fazer tudo que tinha dito, ficamos algum tempo assim. Seu perfume junto com a sua voz leve foi me levando a um estado de sonolência, onde eu sabia que hoje não haveria nenhuma perturbação.

 

 

 


Notas Finais


Me diz sem tem coisa melhor do que encontro Klaroline?
Klaus nada se mostrando um namorado perfeito. Será que essa gentileza vai continuar qndo ele descobrir a verdade?
Não esqueçam desse sonho da Caroline.
Finn trabalhando demais, Esther viajando...posso andiantar que coisa boa não é.
Perceberam como a Caroline tem os sentimentos todos bagunçados, uma hora está mais confiante a outra mais vulnerável, em uma é madre tereza e em outra não pode ver Klaus que tem pensamentos impuros. Ela tem picos de felicidade e dor. Coloquei a Caroline com essa montanha russa de sentimento por que é o que acontece com as Carolines da vida real. Tem momentos que estão super tranquilas e em outro minuto já está tendo um ataque de pânico. Elas não sabem quando vão está realmente bem. Elas podem sorrir e chorar ao mesmo tempo. É a vida.
Bom espero que tenham gostado.
Até logo.


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