História My Choice, My Sin - Capítulo 11


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chandler Riggs, Norman Reedus, The Walking Dead
Personagens Carl Grimes, Daryl Dixon, Glenn Rhee, Hershel Greene, Maggie Greene, Personagens Originais, Rick Grimes
Exibições 155
Palavras 1.631
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Mistério, Romance e Novela, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oiiii
olha eu aqui com mais um cap fresquinho para vocês
~Boa Leitura~

Capítulo 11 - Juiz, Júri, Executor


Fanfic / Fanfiction My Choice, My Sin - Capítulo 11 - Juiz, Júri, Executor

“É melhor arrepender-se por ter feito alguma coisa do que por não ter feito nada”.

 

 

Elizabeth on

- isso é realmente necessário? – pergunto. Já havíamos voltado do meu pequeno passeio. Carl está com os pais dele levando uma bronca, Daniel está com Carol e eu? Eu estou amarrada em uma cadeira no meio da fazendo – Há mais de uma hora – com a dona Karina, o senhor Daryl e o Lucas me encarando. Qual é? Eles são muito rigorosos.

- EM QUE MERDA VOCÊ ESTAVA PENSANDO, ELIZABETH DIXON? – vixi! ela me chamou e Elizabeth Dixon. Ela está muito brava

- em passear. – respondo olhando pro céu. Azul... como sempre.

- PASSEAR VOCÊ DIZ. E O SEU PASSEIO QUASE CUSTOU SUA VIDA. – Gritou Daryl.

- ESTAVA QUERENDO SE MATAR? – agora é o Lucas. Eles estão assim desde que voltamos. Já esta me irritando. Eu sei que quase morri, mas eu to viva. Não é o que importa?

- olha vocês vão gritar comigo até quando? Até meus ouvidos explodirem?

- é uma ótima ideia. – diz Daryl.  Ele está brincando né?

- seria melhor eu ter morrido lá – murmuro e na mesma hora sinto meu rosto esquentar.

Um tapa

Eu levei um tapa da minha mãe. A encaro e ela esta com lagrimas nos olhos.

- nunca mais... Escute bem... Nunca mais diga, repita ou sequer pense isso. Estamos entendidas.

- sim.

- Karina já chega. – Daryl a afasta. Não paro de encara-la. Lucas vem até mim e me solta.  Massageio meus pulsos. Estavam doloridos assim como o meu rosto.

- algo mais? – pergunto antes de sair.

- suas armas. Me de. Agora! – ela pede, ou melhor, manda. Tiro minha armas da calça e a entrego, assim com a faca do meu bolso, as balas da minha jaqueta, o canivete do meu sapato.

- satisfeita? – pergunto e me retiro.

 

 Elizabeth off

 

(...)

 

Karina on

Não acredito que bati nela, ela vai me odiar. Por mais que ela merecesse. Eu nunca levantei a mão para ela. Nem Daryl fez isso. Melhor para de pensar nessa coisa. Depois me resolvo com Eliza.  

Estou nesse momento esperando o Daryl acabar o papinho com o Randall, consegui escutar os gritos de dor do garoto, implorando para parar, e Daryl gritando fazendo perguntas. Não sei se sinto pena ou não. Mais gritos. Depois de alguns minutos Daryl sai.

- vai tortura-lo até a morte? – pergunto ao vê-lo.

- não me dá ideia. – ele diz caminhando sem me dar atenção.

- Rick está lhe esperando para decidirem o veredito. – digo e ele começa continua a andar. Idiota.

 

(...)

 

- o rapazinho lá tem uma gangue, uns trinta caras com artilharia pesada e não tão pra fazer amigos, se vierem pra cá os homens do nosso grupo vão morrer e as mulheres ainda pior. – ele diz me olhando. Meu corpo se arrepia com a ultima frase. Sei muito bem o que ele quer dizer.

- o que você fez? – Carol pergunta a ele.

- bati um papinho.

- ninguém chega perto desse cara – o xerife fala.

-Rick... O que você vai fazer? – Lori pergunta

- não temos escolha ele é uma ameaça. Temos que elimina a ameaça – concordo.

- vai simplesmente mata-lo? – Dale pergunta incrédulo.

- tá resolvido, faço isso hoje. – ele diz e sai sendo seguido por Dale.

- ótimo é um dia como qualquer outro. – digo brincando e todos me encaram. – o que? Vocês levam tudo a serio eu hein.

 

(...)

 

Estou dando a comida do Dake, quando Dale se aproxima.

- olha Dake, lá vem o velhinho me fazer ficar do lado dele para não matarmos um cara, que assim que for solto vai avisar a gangue dele e é tchau tchau para nós. – digo balançando o pequeno. Apontando para Dale.

- só digo que temos que pensar melhor, Karina. Nós não somos assim.

- mas mudamos com o tempo, e neste novo mundo as coisas são bem simples: ou você mata ou morre, ou morre e mata. E acredite eu estou no grupo das pessoas que matam para sobreviver.

- preciso que me ajude. Que fique do meu lado.

- por que eu? Chame a Lori ou a Carol.

- por que você é a única que Rick e Daryl escutam. Eles confiam em você.  

- não deveriam. – retruco

- Karina você conquistou todos nesse acampamento. Sabe como convencer as pessoas, tem uma voz ativa. – suspiro.

- diga-me, Dale. Você nega que estamos em perigo? – pergunto o encarando pela primeira vez, desde o começo de nossa conversa.

- não. Mas á uma dúzia de nós e um deles.

- e os outros trinta, onde ficam nessa sua matemática?

- mata-lo não vai fazer os outros trinta desaparecerem. Mas vai mudar a gente.

- se você diz. – digo sem dar muito atenção.

- pense nisso, Karina. Se continuarmos desse jeito vamos perde a única coisa que nos resta... Nossa humanidade. – e vai embora.

- ele tão filosófico, né? – pergunto a Dakota que me olha confuso. – mal ele sabe que eu já perdi minha humanidade há muito tempo.

 

(...)

 

 Estamos todos reunidos na casa de Hershel. Nesse momento iremos decidir o que fazer com Randall. Dale parece ser o único que quer deixa-lo vivo. Eu até entendo o xerife ele quer nos proteger. Mas tenho certeza que shane tem algo a ver com isso. O que só me deixa mais irritada. Agora estão todos discutindo. Rick quer saber a opinião de Dale. Mas parece que não tem o que votar, a maioria vence.

Dale está chateado ou com raiva de Gleen por ele ter mudado de lado. Agora só tem ele. Rick pergunta se mais alguém se opõe, e Andrea se manifesta, ele pergunta se mais alguém. Droga. Eu vou me arrepender disso.

 - eu concordo com o Dale. – todos me olham surpresos até o próprio Dale. – por mais que eu mesma queira ir lá e mata-lo. Não podemos fazer isso.

- e por que não? – Shane pergunta.

- pelo simples fato. De que podemos tirar mais informações dele. Como por exemplo, onde está acampado o seu grupo. Quantos homens têm nesse grupo.

- já sabemos são trinta. – Shane retruca.

- mas pelo o que ele disse a Carl, também tem mulheres e crianças...

- ele estava blefando.

- e se não tiver? E se nos estamos blefando, se o grupo dele tentar procura-lo? Precisamos saber como eles são. Precisamos dele. Rick você sabe que estou certa – olho para o xerife. Volto a olhar para os outros – todos vocês sabem. E se querem agir sem pensar nas consequências vão em frente. Matem-no.  – finalizo e a sala fica em silencio.

- ela tem razão. – Daryl diz. O que me surpreendeu, assim como a Rick.

- concordo – diz Gleen. Sorrio. Olho para Rick.

- xerife...

- mas alguém? – ele pergunta. Porem todos ficam quietos. – sinto muito, Ana. A maioria vence. – dito isso ele sai. Merda!

 

Karina off

 

(...)

 

Elizabeth on

 

Estou sentada na mesma cerca de sempre, porem parte dela está quebrada. Observo o céu é uma das coisas que amo fazer isso, não precisa de esforço e é livre. Não falo com ninguém desse de manhã. Escuto passos se aproximarem.

- tem que parar de ignorar sua mãe. – Daryl fala se apoiando na cerca ao meu lado.

- ou o que? Ela vai me bater de novo?

- você é rancorosa.

- só um pouquinho. – digo e ambos rimos.

- sabe que ela está certa. Você quase morreu. Todos ficamos preocupados.

- preocupação desnecessária. – ele balança a cabeça em sinal de negação.

- toma – ele me estende uma arma.

- dona Karina falou que eu estou proibida de sequer tocar em uma arma.

- será nosso segredo. – sorrio e pego a arma escondendo-a em seguida.

Ficamos um tempo em silencio. Apenas observando o céu.

- por que age assim?

- assim como? – pergunto

- como se não se importasse se você ou outras pessoas vão morrer.

- Perdi tanto nessa vida... Que eu acho que já me acostumei com mortes.

- não deve pensar assim.

- quem é você para me repreender? Somos iguais você também já se acostumou. Não temos nada a ganhar, nem nada a perder.

- eu era assim antes de...

- de?

- de você aparecer. Você é minha filha Elizabeth... E mesmo que você não vá com a minha cara... Te proteger agora é minha prioridade e acredite eu vou, por isso tente parar de se matar – ao ouvir essas palavras meu corpo paralisa. E relembro o que me disseram há muito tempo.

“mesmo que você possa curar a humanidade, te proteger agora é minha prioridade. Então me faça um favor e pare de tentar se matar.”

Por impulso o abraço. Chorando. Malditas palavras, já me disseram antes. E eu não gostei do final.

- obrigada... Pai – acho que ele ficou surpreso, porem retribuiu o abraço.

-HAAAAAAA!!!! – um grito é ouvido. Separamo-nos e corremos em direção ao grito ao chegar lá vejo um zumbi em cima de... Dale. Meu pai mata o zumbi e começa e grita: ajuda. Aqui rápido.

Logo Rick, minha mãe e os outros aparecem. Rick corre e começa a falar com Dale, manda chamarem Hershel. Todos estavam nervosos, alguns chorando Carl chorava abraçado a sua mãe. Minha mãe estava abraçando eu e Daniel. Dakota esta no colo de Carol. Hershel aparece e percebo que Dale não vão sobreviver. E assim o choro aumenta. Todos chorando, ou tentando não chorar, porem eu... Eu só fiquei lá olhando... Sem nenhuma expressão. Dale agonizava, podia ver a dor em seus olhos. Rick pega a arma e aponta para a cabeça de Dale, porem ele não consegue atirar, meu pai pega a arma de sua mão e antes de atirar diz.

- desculpe irmão – e atira.

396

Com essa foram 396 mortes que eu presenciei.  

 

    


Notas Finais


o que acharam? deixem sua opinião.
até o próximo.
bye bye


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