História My controversial World - Capítulo 31


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Violencia, Yaoi
Exibições 32
Palavras 1.053
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oeeee meus jovens !!!
31 favoritos ^----^ muito obrigado !!!!❤🙌
Espero que gostem e desculpe por qualquer erro ❤

Capítulo 31 - Cap 31: Carinho...


   Leandro: Domingo 15:55


      Duas semanas aviam se passado dentro daquele hospital e finalmente teria alta, meu pai não me ligou nenhuma vez e fiquei bastante preocupado mais Yitsu apenas dizia que ele estava ocupado demais pra me ligar, minha mãe está ficando melhor e talvez não demore para ela voltar estou louco para vê-la. Estava sentado na cama de hospital avia trocado de roupa vestido um moletom azul e um short jeans me sentia ainda dolorido mas não era grande coisa logo a porta foi aberta vendo Felipe entrar no quarto.
-Demorei né? Trouce um hambúrguer pra você, melhor do que essas comidas de hospital. - ele se sentou do meu lado
-Já esteve em um hospital ? - falei pegando o hambúrguer da sacola.
-Mais e claro já arranjei briga diversas vezes já cai da minha moto. - ele riu
-Depois dessa conversa não ando mais com você de moto - falei comendo o hambúrguer
-Ha até parece nem que eu te leve amarrado você vai comigo, me dá um pedaço - eu dei o hambúrguer para Felipe que arrancou um pedaço do tamanho de um boi.
-Meu Deus se estava com fome porque não comprou um pra você?
-Queria o seu mesmo - ele riu e logo se levantou - Vamos embora ?
-Nem precisa dizer - falei andando em sua frente peguei minha mochila perto da cama, pegamos um elevador e déssemos até a recepção e Beto veio até a gente.
-Fico muito feliz de poder ver você em pé e saudável. - ele deu um sorriso
-Obrigada por cuidar de mim, cadê o Yitsu ?
-Ah ele teve que ir em uma conferência urgente sobre o seu caso ele voltará amanhã de manhã.
-Ah entendi - Não podia deixar de demonstrar a minha decepção queria que Yitsu me contasse sobre ele e minha mãe como eles eram pequenos e etc.
-Vamos embora agora - Felipe colocou o braço em volta do meu pescoço e me saiu puxando ele não parecia nem um pouco feliz.
-O que foi agora? - andávamos pela calçada eu avia tirado seu braço do meu pescoço
-Você parece gostar bastante desse Yitsu - ele falava sério emburrado
-Ele é irmão da minha mãe e tem 30 e poucos anos e nem sei se sou gay ou se abri uma e sessão pra você - Olhei para Felipe que logo abriu um sorriso no canto da boca ele parou no meio da calçada e levantou sua mão e eu automaticamente entendi o recado peguei em sua mão sendo entrelaçadas e ele logo apertou bem firme.
-Dorme na minha casa hoje.
-E porque deveria ?
-Eu tenho um quarto só de livros também - ele virou a cara.
-Mais o que ? Você gosta de livros?! - falei animado como uma criança.
-Bem quem sabe - ele deu um sorrisinho.
        Apenas concordei com a cabeça e sem demorar muito tínhamos pegado o metro e logo estávamos na casa de Felipe eu já estava inquieto queria ver esse tal quarto de livros e ele percebeu isso ele me puxou ainda segurando minhas mãos ele me levou até uma porta de baixo da escada ele logo abriu a porta e meus olhos ficaram arregalados uma grande sala aonde livros estavam colocados em grandes prateleiras de madeira o piso também era de madeira o cheiro que se encontrava na sala era agradável e do lado de todas aquelas estantes avia um grande aquário grudado na parede.
-Uou isso é realmente incrível - comecei a andar pelo o local tocar nos livros que não possuia nem uma puera em volta.
-Temos muita coisa em comum Leandro só você que não sabia disso - Felipe me virou me colocando contra as estantes que estavam ali derrubando alguns livros.
-Sabe como eu fiquei vendo você naquele estado - Ele avia passado as mãos em meus cabelos - Não posso perder alguém feito você Leandro - ele aproximava nossos lábios. -Você e meu. - ele me puxou para perto dele selando nosso lábios um beijo calmo e caloroso nossas línguas dançava em sincronia ele avia mordido meu lábio inferior e nosso olhares não se desviava.
-E melhor a gente parar por aqui você ainda tá machucado e se continuarmos não sei se vou ser capaz de me segurar - sua testa estava grudada na minha enquanto estávamos ofegantes ele tinha razão no que dizia eu também mal conseguia me segurar apenas respirei fundo assenti com a cabeça  e ele saiu da minha mira logo ele virou pro lado e  se sentou no chão
encostando na estante e eu fiz o mesmo.
-Le esse livro pra mim. - ele avia me entregado um pequeno livro de capa azul sem título algum estava bem acabado mas estava encapado ele parecia gostar dele.
-Quero algo em troca depois. - ele riu e logo encostou sua cabeça no meu ombro e eu comecei a ler.


                        ×--------------×

                    Leandro: 19:15
 
Eu já estava na página 115 do livro aquele livro realmente me interessou ele parecia ser único pois foi escrito a mão contava a história de um garoto rico que sempre pensava não ter nada, seu mundo era um lugar frio um completo nada, quando sai dos meus devaneios vi Felipe dormi profundamente ele parecia um garoto simples e muito fofo no caso, eu continuei lendo o livro por um bom tempo até Felipe bocejar e se levantar sonolento.
-Ha que fome !!! - ele gritou saindo do quarto e eu fui junto.
-O que deveríamos fazer ? - O fitei
-Você sabe cozinhar?
-Não... - virei a cara
-Isso é uma ótima oportunidade pra aprender, eu vou escovar os dentes e já volto. - ela saiu que nem um jato subindo as escadas não tinha maneira de não achar isso engraçado, depois de 5 minutos Felipe desia com o cabelo molhado e sem camisa só com uma calça de moletom.
-Você tomou banho em 5 minutos ? - O olhei
-Nem, apenas me molhei nada demais. - ele me puxou pela gola do meu moletom até a cozinha. - O que deveríamos fazer ? - ele olhava a geladeira.
-Strogonoff ? - O encarei
-Mais e tão fácil de fazer.
-Por isso mesmo.
-Você só sorri quando tá doente ? - ele me olhou
-Eu sou assim mesmo.
-Sei... 


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