História My Crazy - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Fairy Tail
Personagens Acnologia, Angel, Cana Alberona, Capricórnio, Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Hibiki Lates, Igneel, Jellal Fernandes, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lucy Heartfilia, Mavis Vermilion, Natsu Dragneel, Sherry Blendy, Virgo, Wendy Marvell, Zeref
Tags Fanfic Crack, Gale, Gruvia, Jerza, Lucy, Nalu, Natsu, Natsu X Lucy, Patadas, Segredos, Tretas, Zervis
Visualizações 103
Palavras 2.777
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Festa, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Cap grande esse *-*

Deixa eu explicar a minha demora. Gente, me desculpem pelo que vou falar aqui em baixo mais eu tenho que desabafar. Eu estou simplesmente PUTA, baniram TRÊS (pelo que vi), TRÊS autores que eu amo demais e de paixão. Eles escrevem fanfics Fairy Tail, e quando foram banidos me perguntei o porquê disso. A primeira tem mil seguidores, eu li três fanfics dela e amei demais, certo dia, sem mais nem menos ela foi banida, "legal" né? Aí outra pessoa foi banida esses dias mesmo, ele escreveu uma das minhas fanfics preferidas, inclusive estava lendo outra dele de madrugada, quando eu acordo não encontro a fanfic e descubro que o autor (ele também era bem famoso, tinha uns 400 seguidores) foi BANIDO!!! Aí eu já estava estressada, então pensei em reler uma fanfic que amo de paixão de uma autora linda e maravilhosa que também tinha muitos seguidores, mas advinhem... Não encontrei as duas fics dela nos meus favoritos, pq? Porque ela foi BANIDA! Eu fiquei extremante chateada e não tive motivação pra nada, mas como vuxes são meus lindus :3, eu escrevi um cap grandemente Zuero.

CHEGA DE PAPO E BORA ZOAR NÍVEL HARD!!!

Capítulo 8 - Cabulando Aula


Fanfic / Fanfiction My Crazy - Capítulo 8 - Cabulando Aula

Acordei com a merda do sinal. Puta que pariu autora, evoluí! Toda vez que começa um cap eu acordo e quando termina eu durmo!

– Ah, vai se fuder então! Da próxima vez termino cap com você morrendo. – disse revoltada.

– Foda-se! – disse.

– Puta de meia esquina! Vô é dar o fora daqui, tenho mais o que fazer. – e desapareceu. Cada uma viu!

– Depois eu que sou a doida. – digo revirando os olhos. – Ô ERZA! – gritei, achando que a aula já tinha acabado, mas só depois vejo que todos estão me olhando e sussurrando coisas como “é louca” – Falem na cara, seus bandos de inúteis.

– Oi Lucynda, tô aqui! NÃO ME DIGA QUE TEM OUTRA BARATA ASSASSINA AQUI! – se levantou e pulou em cima da mesa, fazendo posição de luta.

– Mas é louca… – um certinho falou.

– Meu Deus, por que as duas mais loucas da escola são as líderes do Grêmio Estudantil? – Capricorn (ou cara de cabra) falou.

– Porque nós somos divas. – disse, me achando.

– Será que dá pra deixar eu dar a minha aula? – esbravejou.

– Continua ué, não tô te impedindo, só quero falar com a Erza.

– Lá vai começar… – Jellal falou interessado na treta.

– Hmf, essa mocreia, não sabe nem respeitar o professor na hora que ele quer falar. – a formada em ser puta falou.

– Queridinha, escuta aqui, não estou nem aí pro que você fala, vai dar o cu que você ganha mais. – disse, olhando bem naqueles olhos cor de bosta daquela patricinha de merda. (A: Que revolts, parece eu sem chocolate. L: A diferença é que você não engorda comendo porra nenhuma, agora essa Angel parece uma baleia formada em ser… A: Entendemos Lucy… Entendemos).

– Essa aí já deu tanto o cu, que a raba tá mais aberta que um buraco. – alguém legal zoou, fazendo ecoar risinhos debochados em direção da Mister Vaka (com k, porque num quero ofendar as coitada das vaca as comparando com a Angel).

– É tão puta, que nem os estupradores querem, eles olham o cu dela e confundem com um abismo. – tive que rir dessa. Gostei dessa menina que disse isso.

– SE olharem pra ela. – foi a vez da Erza divar. Angel já estava ficando vermelha de raiva, tava até saindo fumaça da sua orelha.

– QUEREM PARAR DE FALAR DE MIM COMO SE EU NÃO ESTIVESSE AQUI? – esbravejou, se levantando e arrastando a coitada da cadeira com ela. – CANSEI DE VOCÊS SEUS BANDO DE MAL COMIDOS FILHOS DE UMA VACA…

– A única vaka aqui é você. – disse.

– SILÊNCIOOOOOOOOOOOO! – eita, nem percebi a sua presença. – CALEM ESSAS PORRA DE BOCA QUE VOCÊS TEM QUE EU TÔ TENTANDO DAR A MERDA DESSA AULA!

– QUER SABER? FODA-SE, EU VOU PASSAR DE QUALQUER JEITO. – Angel saiu da sala desfilando.

– Caguei pressa aula. – me levantei. – Vamos Erza. – ela olhou pro professor, depois pra mim, deu de ombros e me acompanhou até a saída.

– AH! VÃO SE FUDER, EU VOU GANHAR DINHEIRO DE QUALQUER JEITO. – nos acompanhou até a saída, indo pra sala dos professores. Só ouvi os gritos de animação.

– Ô Erza – chamei sua atenção –, como nós somos presidentes, vamos fazer umas mudanças na escola, hehehehe.

– Que mudanças, hehehe? – vi que ela estava pensando na mesma coisa que eu.

– Umas aí. – começamos a rir que nem malucas. – Vamos selfar esse momento. – segundo o meu vocabulário, selfar é tirar uma selfie diva e maravilhosa com duas divas e maravilhosas. Peguei Joésley e tirei uma foto fazendo um biquinho fofo, e Erza mostrando a língua. Nós duas mostrávamos o dedo do meio (que estava pintado com esmalte preto porque nós é foda), e postamos a foto, marquei ela, lógico. Em pouco mais de alguns segundos já tinha uma porrada de likes e comentários.

– Somos divas.

– Somos fodas.

Imaginem o emoji com o óculos de sol com uma carinha fodástica, é essa cara que estou fazendo agora.

– Liga pro Natsu. – disse.

– Pra que?

– Vamos sair pra trollar de novo.

– Ah, que massa, posso chamar o pessoal pra ir também?

– Claru. – respondi. – Agora vamos esperar eles chegarem aqui.

– Sim. – ela pegou o celular e ligou pro Bonde (é o nome do nosso grupo 10/10). – Ô senhor emo, chama os povo pra vir pra fora da sala. Vai logo rosinha. Caguei e andei pra você, só vem (͡° ͜ʖ ͡°), nãooooo magina, num pensei merda… PORRA MANO, MAS QUE CU, VEM LOGO, TCHAU!. – desligou. Eu hein, que conversa mais macumbada. – Eles tão vindo.

– Ok então né. – dei de ombros.

(dois minutos depois)

Estava eu lá, trocando mensagens com a diva da minha amiga, a Sherry, quando ouço um grito.

– AHHNNNNNN OWNNNN. – eta porra. – VOCÊ CAIU NO GEMIDÃO DA FANFIC. PAH! – o Robin do Jovem Titãs disse.

É brinks, foi o Natsu que gritou mesmo:

– Tamu aqui, Erza. Feliz? – perguntou irônico. Se virou pra mim e deu um sorrisão tão lindo. – Oi Lucy.

– Oi. – dei um sorriso também.

Só vi uma aura se alastrar.

– Natsu sorrindo? Novidade. – Gajeel zombou, recebendo O Soco. – Porra!

– Cala essa merda que você chama de boca! – gritou. Own (meu deus, parece que tô gemendo), que fofis ele fica cum raiva *-*.

Erza se aproximou do meu ouvido lentamente, eu, iludida como sempre, pensei que ela iria sussurrar algo né, tá aí que me engano.

– É NALU PORRA!

– MEUSZOUVIDO!

– Agora posso saber porque a vossa senhoria, interrompeu Juvia de escrever formas de se torturar alguém no seu caderno? – Juvia perguntou irinicamente, eu e Erza nos entreolhamos e dizemos.

– ME PASSA ESSAS FORMAS DEPOIS! – gritamos com os olhos brilhando.

– Passo sim.

– CREDO! SUAS SADISTAS MASOQUISTAS! – Levy gritou.

– Tenho até medo de quando essas três se juntarem pra torturar alguém! – Jellal disse tremendo.

– Seu cagão, tá parecendo o Gray. – Erza disse.

– Juvia concorda.

– Calem as suas bocas!

– Chega de papo, vamos sair pra dar umas trollada pelo shopping. – disse.

– Mas e as aulas? – a anã nerd perguntou.

– Olha minha cara de quem tá se importando.

– Eu tô nem aí, pra mim tanto faz. – o super fingido de cosplay de bad boy tentou ser durão, mas ele não me engana, tenho meus truques.

– Eu vou, não quero ser assediada por aquele maluco da aula de sexologia. – Erza tremeu toda.

– Se a Erza vai, eu vou.

– Gente, é muito amor! – corações nos meus olhos.

– Calada!

– Tsc. Faço de tudo pra não ter que ir a mais nenhuma aula.

– Tá bom, eu vou.

– Então partiu! – disse, já caminhando até fora da escola.

– ESPERA AE! – Levy gritou.

– Que foi? – perguntamos juntos.

– Como vamos sair? Primeiro, nós estamos cabulando aula, então, não podemos chegar lá na diretora dizendo: “ain, vamu cabular aula sabe, podemos ir?” – imitou uma voz super grossa, arrancando-nos umas risadas. – E segundo, só podemos sair em finais de semana.

– Eu resolvo isso. – dei um sorriso diabólico, afinal, não menti quando disse que tinha meus contatos. Peguei Joésley e disquei um número (A: Não vou dizer quem é, porque é spoiler u.u): – Eae.

– Lucy, é você?

– Não, é o presente dos Estados Unidos – disse irônica – É claro que sou eu. Preciso de um favorzinho seu. – disse.

– Pó deixar, tudo por você.

Contei todo o plano pro meu contato (L: autora faz de tudo pra ninguém desconfiar '-).

– Ah, e mais uma coisa. – sussurrei a frase a seguir, pois meus amigos já me encaravam desconfiados, se eu dissesse isso alto, era capaz de ser descoberta. – Fique de capuz.

– Entendido, até logo.

Desliguei e eles me olharam espantados.

– Quando você disse que tinha seus contatos, num tava brincando. – o cosplay do Pain falou.

– Chega de papo, vamus pra lá. – o plano era o seguinte, como nós somos ninjas e fazemos parte de Konoha, vamos até a entrada do Internato, sem os guardas verem, e nos esconderíamos em uma moita. Aí nós íamos para um local coberto de árvores, que não tem nenhum guarda vigiando, e esperaríamos o cara que eu liguei, chegar com a corda, assim pularíamos o muro feliz da vida. E íamos pra onde a puta que pariu mandar. Mentira, nós vamos é tretar e trollar no shopping, porque somos fodas.

“Discretamente”, fomos até os arbustos que tinham lá, e como os guardas eram super mongoloides, nem perceberam a nossa presença, até que um guarda (esse aí é o Madara pra perceber a nossa presença), veio pra cá com uma cara de quem comeu ( (͡° ͜ʖ ͡°) ) e não gostou. Eu, como meu intelecto é mil vezes mais superior do que qualquer humano, pensei rapidamente em uma forma de contornar essa situação (A: Lucy, que que aconteceu com seu português hoje? L: Que que tem? A: Tá bom demais pra ser verdade).

Peguei uma pedra aleatória e taquei na… CABEÇA DO GUARDA?!

– LUCYYYY! – gritaram em um sussurro.

– Ops… “Errei” a mira. – disse envergonha, mas eles nem ligaram. Logo começamos a fazer os paranaue doidão e chegamos aquela mata. Fiz o barulhinho de cacatua morrendo, e uma corda é lançada na nossa direção. Valeu…

– NÃO DIZ O NOME DELE OU DELA PORQUE É SPOILER! – A autora brotou. – Vocês não viram nada. – estreitou os olhos e sumiu. Tá legal né…

Continuei o que estava fazendo, conseguindo pular daquele muro, que tava mais para um hospício, ia gritar mas, a pessoa que não posso dizer o nome PORQUE UMA AUTORA LOUCA NÃO DEIXA tapou minha boca, e sumiu. Och, nem pra ficar mais uns segundinhos não.

– Finalmente! Livres dessa porra! – Gajeel comemorou.

– As aulas começaram esses dias. – Natsu falou, emburrado.

– Pareciam anos. – Erza disse.

– Ué, cade seu amigo ou amiga, sei lá? – o mongoloide perguntou.

– Desapareceu. – falei. – Agora chega de papo e vamos logo pro shopping.

– Com que carro? – Juvia pergunto.

– Com esse. – apontei prum carro preto lindo e maravilhoso (A: Usem a imaginação e o imaginem fodastico porque eu não consigo descrever – e nem quero – o carro que pensei. L: Autora preguiçosa).

– EITA PORRA! – Brutamontes gritou como se estivesse vendo a Samara ou o Exorcismo. – ONDE TU CONSEGUIU UM DESSE?

– Tenho meus…

– Contatos… – completaram. Eu cruzei os braços, fiz um bico e uma cara de emburrada.

– Se vocês não entrarem logo nessa merda, eu deixo vocês aí e ainda atropelo. – exalei uma aura maligna, e em menos de dois segundos, todos já estavam acomodados. Eu sou foda!

Entrei no carro, me acomodando, pronta pra dirigir minha belezinha quando…

– Lucy, você sabe dirigir? Tem carteira de motorista? Cumpri as regras de trânsito? Usa o sinto? Acelera no sinal amarelo? Olha pros dois lados antes de atravessar o carro?

– Meu Deus Levy! Vou responder e cair o fora. Sim, não, as vezes, depende, lógico, sei lá. Agora VAMOSSSS! – pisei com tudo no volante, indo a mil até o shopping. No caminho só ouvia gritos.

– AHHHHHHHHHH! TEM UMA DOIDA QUERENDO NOS MATAR! – Levy.

– DESSE JEITO PODEMOS ENTRAR PRO ESQUADRÃO SUICIDA! – Gray.

– AHHHHHH A BARATA ASSASSINA ESTÁ PRESENTE ENTRE NÓS! – Erza.

– ISSO! MAIS RÁPIDO! – Gajeel (nem pensei merda! (͡° ͜ʖ ͡°) ).

– EU VOU MORRER! – gritou Natsu enjoado.

– MAMÃE, EU TE AMO! Sei que não guardei a cueca na gaveta, MAS EU JURO, SE SOBREVIVER, EU LAVO A LOUÇA POR UM ANO QUANDO VOLTAR PRA CASA! – Jellal.

– JUVIA CONCORDA COM TODOS VOCÊS! – Juvia.

– CALEM AS PORRA DAS BOCA! – gritei.

– Jesus, fala mais palavrão do que malandro. – Levy disse, quando a Lucy estacionou o carro.

– Não ligo! – olhei pra todos, estavam acabados. É Lucy… O dia hoje vai ser legal! – Vai Natsu, pare de frescura e seja macho! – estapeei a cara dele mas ele não voltava ao normal. Acho que morreu. – Erza, seja homem e mostre quem tá no comando! – imediatamente ela se levantou determinada e começou a bater no Jellal, que estava na brisa.

– EU SOU MACHO! VAMOS JELLAL! SEJA HOMEM QUE NEM EU E ACORDE! – sério, as vezes acho que a Erza é mais doida que eu… Olha uma borboleta! Pensei encantada assim que uma passou, a peguei e fiquei a admirando.

– Borboletinha, tá na cozinha, fazendo chocolate para madrinha! – comecei a cantar. – POTIPOTI, PERNA DE PAU, OLHO DE VIDRO E NARIZ DE PICA PAU! – eu continuaria a cantar se não fosse aquele tanto de gente no estacionamento que estavam olhando pra nós. – TÃO OLHANDO O QUE? PERDERAM ALGUMA COISA NA MINHA CARA? EU PAREÇO SER LOUCA POR ACASO? – eles saíram correndo.

– Filha, não olhe isso, vai danificar seu cérebro. – uma mãe gritou.

– Já que todos se recomporão… Vamos entrar logo! – Levy gritou.

– Tá! – bufamos e entramos. Tava lotado! Como sou uma boa amiga (A: Lá vem merda), vou envergonhá-los!

– CHEGUEEIIIIIII! CHEGUEI CHEGANDO BAGUNÇANDO A ZORRA TODA, MAS QUE SE DANE QUERO MAIS É QUE SE EXPLODA! – nessa hora todos estavam me olhando e meus amigos estavam uma pimenta.

– CHEGAMOS CHEGANDO MONAMOUR! – Erzita, parça da micagem não me abandona!

– SIM! NATSU MEU AMOR, VEM AQUI TAMBÉM! – ele arregalou os olhos (ele corado fica tão fofo) e fingiu que não me conhecia, até eu puxar seu braço, colocar um braço meu envolto do seu pescoço e o outro no da Erza.

– O que eu fiz pra merecer isso? – o amoeba derretida (onde eu tiro esses apelidos?) praguejou.

– Nós vamos indo. – Jellal disse, logo ele e todo o resto do Bonde saiu correndo.

– Vamos Natsu mozão, vamos cantar e ser feliz!

– É NALUUUUUUUUUUUU! – Erza.

– CHEGUEEEEEEEEEI! – gritei. O rosado enfiou sua cabeça no meu cabelo para ninguém olhar o rosto dele.

A essa hora, tinha gente até filmando! Eba! Vou ser famosa e jogar pra cara do recalque que sou diva linda e maravilhosa e elas não!

Dois beijos.

– Vamos procurar os outros. – disse, mas Erza me parou, a olhei confusa e ela nada disse.

– EU PROCURO! Fiquem o casalsi… Vocês dois aí! – deu um risinho falso e saiu correndo. Eu hein, mulher doida.

– Natsu, parece que a Ezra me abandonou, então… Tá afim de dar umas trollada? – sorri para ele, que corou um pouquinho (VOU APERTAR ESSAS BOCHECHAS! A: EU TAMBÉM! E: Suas maníacas por bochechas… Pelo menos meu Nalu tá rolando), mas logo perguntou:

– Ahn… O que? Agora?

– Sim!

– Mas…

– Sem mas… – sorri. – Tenho a loja perfeita pra zoarmos. – peguei em sua mão e comecei a correr até a loja de roupas, até que trombo com Levy… ISSO! MEU PLANO PERFEITO! Dei um sorriso macabro e ela me olha assustada. – Levyzinha, você vem comigo! – a puxei até a loja.

– SOCORRO! – gritava e se debatia, as pessoas que passavam por perto só olhavam sem entender nada. – TEM UMA DOIDA QUERENDO ME ESTUPRAR!

– CALA BOCA E VEM LOGO!

– ADEUS VIDA! FOI BOM VIVER VOCÊ!

A arrastei até a loja, e como uma boa atriz que sou, comecei a atuar.

– Moça? – perguntei inocentemente, tomara que ela não tenha visto o barraco fiz.

– Pois não? – século IX mandou lembranças…

– Você poderia me mostrar onde é o banheiro?

– Claro! – sorriu gentilmente, e me conduziu até o banheiro, arrastei a Levy e o Natsu juntos comigo, quando chegamos, olhei pros lados pra ver se não tive ninguém e… – É aqui mo… – … A fiz desmaiar.

– Menina, o que tu fez? Se matou ela?!

– Ela só a fez desmaiar Levy… – um inteligente pelo menos.

– Me esperem aqui. – peguei a moça e a tranquei no banheiro junto comigo (͡° ͜ʖ ͡°). Comecei a tirar as suas roupas (E: Eita porra, e o Nalu minha gente? LE: Será que ela é lésbica? LUCY TU VAI ESTUPRAR A MOÇA?! L: Ô porra, leiam e aguardem!), as vestindo por cima das minhas mesmo no maior “caguei universo”. Dopei a mulher com uns acalmantes que eu tinha (nunca se sabe quando vamos precisar), e saí de lá, deixando os meus dois amigos boquiabertos.

– VOCÊ…

– Eu não estuprei ela Levy!

– Então porque você está com as roupas dela?

– Depois eu te explico. Pega isso. – dei uma tiara rosa brilhante pra ela. (A: De onde foi que ela arranjou isso?)

– Ahn?

– Usa.

– Que?

– USA LOGO!

– TÁ BOM, SENHORA ESTRESSADA! – pegou e colocou. – Vesti essa droga, e agora que que eu faço?

– Fica aí.

Puxei o Natsu até aquela sala de rádios que tem em algumas lojas, como estava disfarçada como funcionaria, além de ter as chaves da sala, ninguém se quer olhou pra mim. Nossa, que bons “amigos”. Entrei na loja, com Natsu mais confuso que o mongo do Jellal atrás de mim.

– Que você vai fazer?

– Só observe. – liguei o rádio e imitei aquela voz escrota de moça de telemarketing (A: Escrevi isso de qualquer jeito e tava certo *-*). – Olá. – emitiu a minha voz por toda loja, através dos emissores de som. – Gostaria de informar-lhes uma nova promoção. Quem pegar a tiara de uma anã baixinha que encontra-se na loja, ganhará um vale presente, com direito a dez roupas grátis. Obrigada e de nada. – desliguei e comecei a rir, sendo seguida pelo Natsu.

– Cara, a Levy vai te matar.

– Vai valer a pena!

– LUCYYYYYYYYYYYYYYYYYYYYY! – escutei ela gritar. Eita, fodeu!

– Natsu, vamos pra próxima trollagem. – peguei em sua mão e saí correndo daquela loja, jogando as roupas tudo pelo chão. Hoje o dia promete!


Notas Finais


Espero que tenham gostado meus amores :3💕
Tenho mais um bilhão, trezentos e sessenta e sete milhões, quatrocentos e oitenta e uma, idéias pela frente e pretendo investir a maioria
Essa fic será longa pra KRL, então vcs terão que me aguentar por um LONGO tempo. Beijos, até logo❤


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