História My crazy love. - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias One Piece
Personagens Brook, Eustass "Captain" Kid, Franky, Jewelry Bonney, Koala, Monkey D. Luffy, Nami, Nefertari Vivi, Nico Robin, Portgas D. Ace, Roronoa Zoro, Sabo, Sanji, Tony Tony Chopper, Usopp
Tags Acexsabo, Chapéudepalha, Lawlu, One Piece, Universo Alternativo, Zosan
Visualizações 56
Palavras 2.085
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Artes Marciais, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Hentai, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Bem, como vocês, meus amados leitores, podem ter visto mudei a sinopse e a capa da fic e gostaria da opinião de vocês.

Além disso, obrigada pelo apoio que estão me dando, obrigada mesmo! Eu amoooo ler os comentários de vocês, eles realmente me ajudam!

Sem mais mi mi mi, bom cap!

Capítulo 4 - Enfermaria; fantasma e... Arlong?


- Oe, acorda Luffy! – Usopp sacudia o moreno desesperadamente e tinha um semblante assustado no rosto. Vendo que o moreno não acordaria tão depressa, pegou um balde que levava na mala e encheu-o de água.

Sem mais alternativas jogou a agua e o balde no outro que dormia calmamente abraçado ao travesseiro.

- Ehh?! Mas que...?! – Luffy olhou o maior irritado, mas sua expressão suavizou ao ve-lo tão assustado. – O que houve? – Colocou o chapéu de palha sobre os cabelos molhados que prendiam a testa quase lhe escondendo os olhos.

- Eu estava tomando água em toda minha gloria no corredor, porém o bebedouro do nosso corredor estava quebrado, então tive que ir ao corredor do terceiro ano e ouvi vozes. – Os olhos do mesmo se arregalavam em cada palavra dita como se contasse uma história de terror em frente a uma fogueira. – Eram bem estranhas! Primeiro pensei que eram garotas, pois eram finas, mas do nada ficaram grossas!

- Você continuou dormindo, Usopp? – Luffy tombou a cabeça para o lado. O atirador olhou-o confuso. – Tipo, sonhou?

- Era real, Luffy! – Usopp segurou os ombros do menor e o sacudiu. – Real!

- Tá, entendi! – Soltou-se das mãos tremulas do mesmo e riu. – Vamos investigar isso então! Vai ser divertido, né?

A alma do moreno quase saiu do corpo. Usopp ficou pálido e quase caiu, por pouco se mantéu em pé. Luffy se levantou pegando o uniforme e uma toalha.

- E... Está louco?! – Gritou colocando ambas as mãos na cabeça – eu tenho a doença: Não posso voltar para o corredor do terceiro ano! É muuuito séria!

Luffy apenas ria enquanto entrava no pequeno banheiro. Retirou as roupas e entrou debaixo do chuveiro sentindo a água quente escorrer da cabeça ao corpo lentamente; suspirou aliviado quando o sono deixou-o, sobrando apenas a fome.

- Usopp! Quero comida! – Resmungou alto e manhosamente enquanto desligava a água e deixava o pequeno aposento. O outro já não se encontrava lá; estranhou, mas decidiu procura-lo depois de alimentar-se.

Se vestiu rapidamente, ajeitou o chapéu de palha sobre os cabelos ainda molhados e saiu correndo pelo corredor em busca de Sanji ou de alguém que saiba cozinhar – mas preferia Sanji -.

Luffy corria tanto que mal percebeu quando bateu contra alguém e ambos caíram no chão deixando Luffy por baixo. Resmungou de dor e esfregou a nuca enquanto seus olhos marejavam por causa da batida. Quando finalmente a dor amenizou-se olhou para cima para ver com quem havia batido e pedir desculpa.

Ops.

- Torao! – Sorriu animado ao ver o moreno que o olhava fixamente. – Desculpe por cair em você!

O professor piscou atônico algumas vezes, mas logo se recuperou do choque e encarou o menor abaixo de si. Os cabelos negros grudavam a testa por estarem molhados, as orbes ônix brilhavam, as bochechas estavam levemente rosadas e os lábios... Aqueles malditos lábios rosados e convidativos que prenderam a atenção de Law por algum tempo.

- Torao? – Luffy chamou o mais velho, acordando-o do transe em que estava.

- Ah, sim, me perdoe. – O mais velho levantou-se estendendo a mão ao menor que a segurou. Uma onda quente cruzou o corpo de Tralfagar, arrepiando-o.

Luffy levanta com a ajuda de Law e sorri, quando apoia o peso na perna direita faz uma careta que não passa despercebida pelo maior que se abaixa segurando a perna do mesmo.

- E... Espera, Torao! – O garoto com o chapéu de palha tentou escapar das mãos do moreno, sem sucesso, pois o professor era mais forte que ele em quesito físico.

- Raspou de leve. – Law tocou o machucado fazendo Luffy resmungar manhoso. – Te levo a enfermaria.

- Eu me viro! É só eu comer carne que melhoro! – O mais novo abre um sorriso e dá uma risada baixa. Na verdade ele havia sido “treinado” para não sentir dor por coisas pequenas assim, porém, mesmo assim, doía.

Law notando isso suspirou e se agachou de costas pro menor que olhou-o confuso.

- Sobe.  – Disse simplesmente enquanto esperava o outro aceitar a ajuda. – Não teste minha paciência, Monkey-ya.

Mesmo hesitante, Luffy se aproximou do outro e colocou as mãos no ombro do maior, entrelaçando também as pernas na cintura do professor que as segurou. Law levantou e se inclinou um pouco para frente ajeitando a posição do outro para que ele não se sentisse desconfortável.

- Ótimo, se segura, ok? – Trafalgar começou a andar, porém uma hora se inclinou demais para trás fazendo Luffy passar os braços por seu pescoço para não cair. – Eu falei para se segurar.

O do chapéu de palha fez um bico com os lábios e virou o rosto encarando o corredor que ambos passavam. Seus olhos brilhavam, ele estava vendo coisas de outro ângulo, já que sempre fora um pouco caçoado por ser tão pequeno, por causa disso sempre pedia aos irmãos ou a algum amigo para o levar de cavalinho.

O olhar de Luffy caiu sobre os braços fortes de Law que seguravam sua perna, e corou, porém estranhou esse fato e resolveu ignora-lo voltando o olhar as tatuagens que o maior tinha. Se perguntou o porquê de tantas, mas antes que pudesse questiona-lo o Trafalgar entra na enfermaria.

- Pelo jeito ela não está aqui. – Suspirou colocando Luffy gentilmente sentado na cadeira e abriu um armário, procurando o kit de primeiros socorros. – Espere um pouco.

Luffy não questionou, sentia-se estranho; pousou a mão sobre a testa percebendo que estava quente, depois pôs a mão nas bochechas, também quentes.

“Febre? Mas não fiz nada de incomum! Isso só aconteceu quando olhei as tatuagens do Torao! Será que elas são mágicas e não devem ser olhadas? ” Luffy permaneceu em seus pensamentos.

O menor nem percebeu quando Law ajoelhou-se em sua frente pegando um spray e algodão. O professor apenas passou o liquido no raspão vendo o moreno dar um pulo.

- Isso arde! – Luffy resmungou sentindo os olhos marejarem e passou as costas das mãos pelos olhos em uma tentativa de acalma-los.

- Hey, calma. – O mais velho segurou as mãos do garoto as afastando do rosto um pouco vermelho por causa da força que este usou para parar uma lágrima.

- Arde... – Luffy murmura sentindo o rosto arder, denunciando que uma lágrima havia caído.

- Eu sei, calma. – Law secou a lágrima com o polegar e abriu um mimo sorriso, fazendo o outro sorrir.

“Por que estou sendo assim tão carinhoso? Argh, isso não importa agora. ” Sacudiu a cabeça e terminou o curativo do outro que o olhava com o rosto levemente corado.

- Obrigado Torao! – Luffy sorriu atraindo o olhar do mais velho que apenas assentiu sem saber o que falar. – Agora tenho que ir!

- Consegue andar? – Trafalgar segurou levemente o braço do menor quando este levantou manco.

- Sim! No mínimo fiz uma torsão, mas apenas isso não me derruba. – Sorriu, um sorriso que prendeu Law naquele momento, era tão fofo, mas parecia esconder alto tão terrível.

Intrigante era a palavra que definia Monkey D. Luffy.

- Certo... Espero velo na aula. – Law bagunçou os cabelos do menor e saiu sem ouvir a resposta deste.

Caminhou até a sala dos professores, quando abriu a porta dando de cara com um enorme homem dos negócios; Arlong, dono do Arlong Park e uma cidadezinha perto dali.

- O quer aqui? – Law praticamente cuspiu as palavras, odiava gente como ele, ainda mais quando este se dava por pai de uma das alunas.

- Ora, ora, Trafalgar Law, vamos conversar, sim?

 

Longe dali...

Luffy andava emburrado pelos corredores, porém parou percebendo que a ruiva que tentará o ajudar outro dia se encontrava com problemas.

- Vamos gatinha me ajude, sim? – O garoto parecia ser do segundo ano; ele sorria malicioso e agarrava o braço da ruiva que parecia pronta a jogar seu tênis nele.

- Oe! Deixa ela! – Luffy agarrou o braço do garoto o olhando irritado. – Não vê que ela não liga para sua existência?

Os dois olharam o moreno surpresos, mas o garoto logo reagiu tentando dar um soco em Luffy que desvia e o empurra para longe ficando na frente da ruiva.

- Sai logo daqui! – Exclamou ficando irritado. O garoto do segundo ano percebeu, por si só, que se ficasse ali mais um pouco não restaria mais nada de si, então saiu correndo.

- O... Obrigado. – Nami ainda olhava Luffy surpresa, mas o moreno apenas a olhou por cima do ombro e sorriu.

- É seu pagamento por outro dia, shi shi. – Luffy sorria, segurou a mão da ruiva e andou. – Pode me ajudar? Acho que me perdi...

Nami olhou-o por mais um tempo, porém sorriu andando ao lado do mesmo.

- Claro! De que sala você é? – A ruiva encarou o moreno que procurava um papel no bolso.

- Sala 1-A. – Mostrou a ela o papel. Novamente a garota ficou surpresa e começou a achar que o destino estava brincando com sua cara.

- Também é a minha sala!

- Ohh! Sério?! – Os olhos do moreno brilharam tanto que a ruiva se sentiu sufocada por tamanha luz.

- Sim... – Nami olhou pros lados, mas sentiu um peso contra seu ombro, logo se virou assustada segurando o moreno. – Luffy?!

- Só... Me sinto tonto... – Murmurou parecendo cansado e fraco.

- Você comeu algo hoje de manhã? Se alimentou direito na janta? – Passou o braço do moreno por seus ombros, pronta para dar uma bronca nele por não comer ou algo do tipo.

- Não tomei o café ainda... – Luffy murmurou se apoiando na ruiva que assoprou a franja que caia aos olhos.

- Irresponsável! Bem, vamos a cantina lá você me conta por que não comeu, ok? – Nami começou a andar em direção a cantina, a mesma já havia feito um mapa de cada canto do internato no papel e na cabeça então não seria difícil encontrar o local.

- Tá bom. – Luffy inflou as bochechas como uma criança o que fez a ruiva rir.

Após pouco tempo andando, ambos encontraram a cantina e entraram, vendo que seriam os únicos no enorme local. Luffy sorriu olhando o local ao lembrar da noite com Zoro, Sanji e Usopp ali, tinha sido divertido.

- Pode pegar o quiser. – Nami apontou a máquina no canto do local, este tinha vários salgados e do lado havia uma máquina de caixa de suco.

- Você é um anjo que caiu do céu para me ajudar?! – Os olhos de Luffy brilharam. A ruiva riu com tamanha infantilidade, mas quando olhou os olhos do moreno, percebeu:

Indecifrável? Misterioso? Essas duas palavras caiam bem no garoto. Logo o olhar da garota se pôs na cicatriz abaixo do olho esquerdo do mesmo.

- Que cicatriz é essa aqui? – Apontou para baixo do olho do mesmo. Luffy encostou a ponta dos dedos da mão direita ali e suspirou.

- É uma história longa demais para ser contada aqui e agora. – Disse em um sussurro como se a cicatriz fosse a pior coisa em seu corpo.

A ruiva assentiu vendo o mesmo ir em direção as máquinas, o mesmo pegou dois pacotes de Doritos e uma Coca-cola.

“Lá se vai meus vinte reais” Apenas riu com o pensamento e deixou o dinheiro sobre a bancada da merendeira, logo se sentou em uma mesa junto de Luffy.

- Agora me diga porque estava tão afobado está manhã. – Nami apoiou os cotovelos na mesa e o queixo nas palmas das mãos olhando o moreno que comia o Doritos – quase com o pacote junto -.

Luffy contou tudo, bom quase tudo, daquela manhã, apenas deixou de fora o quanto corava ou algumas cenas na enfermaria. Porém mesmo assim a ruiva sorria de jeito malicioso, deixando Luffy com medo.

- Que sorriso estranho é esse? – Luffy bebia coca e fazia um bico cheio de farelos de Doritos; a ruiva riu novamente.

- Nada, nada. – Nami sorriu. – Sabe, eu já fiz um mapa do internato inteiro, então se precisar de ajuda pode me pedir.

- Do internato todo!? Uau você é incrível! – Luffy elogiou-a sorrindo, a mesma coçou a nuca e devolveu o sorriso. – Podia ser do meu bando!

- Bando? – Arqueou uma sobrancelha. – Você sabe que piratas não existem mais, certo?

- Não importa! Só queremos ser livres! – A resposta de Luffy deixará a ruiva surpresa e sem palavras. – Bem pode me responder depois da aula, mas saiba que eu recuso recusas!

O moreno sorriu, jogou os pacotes vazios no lixo e saiu da cantina abanando para Nami que apenas o olhou.

“Liberdade? Pensei que essa palavra era proibida...”

 

Continua...


Notas Finais


Foi isso :3

Beijos e abraços minna~


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