História My Criminal - Capítulo 25


Escrita por: ~

Postado
Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Megan Fox, Ryan Butler
Tags Justin Bieber
Exibições 304
Palavras 2.224
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada pelos comentários, Honeysss! Mega feliz quando vocês comentam.

Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 25 - I like you too


Fanfic / Fanfiction My Criminal - Capítulo 25 - I like you too

Balanço a cabeça positivamente, mas estava com medo. Justin entrelaça sua mão na minha e sem pensar mais um pouco, pulamos dali.

                Fecho meus olhos e era como se tudo estivesse acontecendo em câmera lenta.

                Der repente, nossas costas se chocam em uma lona e saímos rolando até cair em cima de um carro. Justin cai primeiro e eu, caio em cima dele, que grunge dor. Sentíamos a respiração um do outro, tanto de alívio como de preocupação. Olho em seus olhos, e ele começa a sorrir

-Conseguimos? –pergunto-

-DREEEW! –Olhamos para cima, e vimos Enzo, na “porta” da qual pulamos, com o rosto vermelho- VÃO SEUS IMBECIS, NÃO OS DEIXEM FUGIR!!

-Acho que ainda não –Justin me responde, já me ajudando a levantar-

                Ele desce de cima do carro e me pega pela cintura, me tirando dali. Corremos, atravessando uma rua

-Eles vão nos alcançar –Justin diz, nervoso-

                Depois de atravessada a rua, tinha-se outro edifício também abandonado, porém, pior do que o que estávamos, pois este, não tinha nenhuma iluminação. Entramos num “beco” do lado deste, que por sinal, estava um breu, onde apenas a luz do poste a frente, iluminava pouca coisa.

-Megan, não vamos conseguir. Preciso ir e tentar despistá-los, você TEM que ficar aqui, entendeu?

-Mas Justin, e se alguém...

-Ninguém vai vir aqui –ele me interrompe e tira duas armas do bolso- peguei quando consegui escapar, toma –ele me entrega- Se esconda, se alguém te ver e tentar alguma coisa, você já sabe o que fazer –ele falava, enquanto revisava se sua arma estava carregada-

-Tudo bem, vou te esperar –digo, olhando aquela arma-

-Se eu demorar muito... –pausa- Presta atenção –ele segura meu rosto com suas duas mãos, me fazendo o olhar- Quero que você fuja pra longe daqui, e quando estiver longe, ligue para um dos meninos

-Não! Eu não vou sem você –digo, com voz de choro-

-MEGAN! Pare de ser teimosa

                Justin gruda nossos rostos, formando um “selinho” demorado

-Tudo bem –disse, olhando em seus olhos-

                Ele, não fizera nem dissera mais nada, apenas saiu correndo dali, em direção ao lugar em que estávamos.

                Me afundei mais na escuridão, olhando para os lados, vendo se ninguém estaria ali. Eu estava com medo, e torcendo para que ele voltasse o quanto antes. Meus olhos não saiam do começo daquele beco, e ilusões me faziam vê-lo ali, para nos tirar daqui.

                Se passa algum tempo, e eu me recusava a ir, como ele havia mandado.

                Escuto alguns passos, e me agacho. “É só alguém que está passando pela rua, é só alguém que está passando pela rua” penso. A sombra de alguém se aproximando é formada, e cada vez ela fica maior, indicando que a mesma, estava mais próxima.

                Com a arma na mão, vejo se estava carregada e depois de confirmar, a destravo.

                Estava claro para mim, que alguém iria entrar ali e vir para cima, então, vou mais perto da entrada do beco e espero pela pessoa. Se fosse Justin, ele viria correndo e não andando normalmente.

                A pessoa se vira para entrar ali e eu aponto a arma, a fazendo se assustar e erguer as mãos

-Megan, sou eu! –Chaz diz, tirando seu capuz-

-Chaz, você me matou de susto –digo aliviada, jogo a arma no chão e vou ao seu encontro, o abraçando, fazendo-o também me abraçar-

-Desculpa –ele ri- mas não temos tempo agora –saio do abraço e ele pega a arma que joguei no chão-

-Como você sabia que eu estava aqui?

-Coloquei um chip rastreador nos carros de Enzo, quando cheguei naquele cativeiro. Vimos que todos vieram para cá, então, não foi tão difícil. Só demoramos porquê... –Chaz abaixa a cabeça-

-Phill –digo, triste, e ele suspira-

-Encontramos Justin agora a pouco, ele e Chris vão levar os que estão perseguindo, para o outro lado. Eu e você vamos sair daqui

                Apenas concordo, e eu estava extremamente feliz em tê-lo ali, e em saber que Justin não estaria sozinho.

-Veste –ele me dá uma blusa grande e preta com um capuz, e uma calça larga- Só para não chamar muita atenção

                Visto as peças de roupas, coloco o capuz, e saímos dali, andando calmamente.

                Passados alguns quarteirões, Chaz entra num carro e faço o mesmo já tirando o capuz. Começo a escutar alguns barulhos com intervalos (tipo “pi........pi..........pi............pi”)

-O que é isso? –Pergunto, o olhando-

-Eu não sei –ele me responde, olhando por todos os cantos do carro- DROGA! É UMA BOMBA, SAI DO CARRO MEGAN

                Assim que ele diz, saio rapidamente, e ouvimos agora o apito sem intervalo, anunciando que ela, explodiria. Chaz pega em minha mão e saímos correndo, ele estava em minha frente e me puxava.

                Ela explode e conseguimos correr mais um pouco, porém, com o impacto, caímos com força no chão.

P.O.V’s Justin

                Eu menti para Megan, quando disse que ia apenas despistá-los. Não, eu não quero fazer apenas isto. Eu quero matar quantos eu conseguir e principalmente, matar Enzo.

                Encontro Chaz e Chris e eles me explicam como nos encontraram, e tiveram realmente, uma grande ideia. Digo para Chaz encontrar Megan, e a levar para sua casa, em segurança. Na minha, ninguém mais estaria seguro. Chris fica comigo, para ajudar.

                Deixo que os homens de Enzo nos vejam e me escondo, fazendo com que passem reto para o lado contrário que havia a deixado. Cuidadosamente, vamos até o fundo do edifício, abro vagarosamente a porta e avisto um homem parado de costas para nós, deveria ser um “segurança”.

-Você fica aqui, e me dá cobertura. Quando eu acabar o que preciso fazer, venho te encontrar –digo para Chris-

-Beleza

                Eu não podia atirar, pois iria chamar muito a atenção e eu não tinha arma silenciadora. Olho para o chão e vejo um rolo de linha chilena (pra quem não sabe, ela é pior do que aquelas que precisam passar cerol para cortar). A pego, tiro um pedaço e vou até o homem.

                Sem dar tempo para ele, passo a linha em seu pescoço, o fazendo cair e o puxando para um canto indireto. Faço a mesma coisa com o outro que estava perto de uma porta, colocando este, dentro do cômodo que “protegia”. Fecho a porta, jogo a linha em qualquer lugar, e subo silenciosamente, as escadas, já com a arma na mão.

                Sigo as vozes e paro ao lado de uma porta aberta, onde se ouvia claramente, Enzo passando ordens

-Se eu não tiver Drew e aquela cadela, aqui em meia hora, TODOS VOCÊS MORREM –bate na mesa-

                Imediatamente, um barulho se alastra pelo local, indicando que uma bomba havia explodido.

-VÃO AGORA! ELES DEVEM TER CHEGADO LÁ –Enzo grita, e espero que Chaz não tenha feito nenhuma besteira-

                Me escondo sobre o vão de uma porta fechada e todos da sala, menos Enzo, saem dali, correndo escada abaixo.

-Se eu ver esse filho da puta, acerto uma bala em sua cabeça, sem esperar mais porra nenhuma –ele diz, a si mesmo, e tudo que sinto, é mais vontade de mata-lo-

                Escuto o barulho de chaves e logo depois, ele sai, descendo apressadamente. Naquele lugar não se tinha mais ninguém. Vou atrás deles e o vejo saindo pela porta da frente, resolvo sair pelos fundos, onde Chris ainda me aguardava, escondido.

-É agora que eu pego ele, vamos –digo-

                O fundo do prédio, estava iluminado por dois postes de luz, apenas. Fico parado próximo a um e Chris no outro. Só um carro estava ali e logo ele se acende, anunciando que Enzo se aproximava.

-Sentiu minha falta? –Pergunto, quando ele estava prestes a entrar em seu veículo-

-DREW –assim que me vê, pega sua arma sem dó, já vindo para perto de mim-

                Sem perceber que Chris estava ali, ele recebe um tiro na perna, e isto, nos deu certa vantagem, pois ele cai e sua arma corre para longe

-O que você falou que iria fazer comigo e minha mulher mesmo? –pergunto, me aproximando-

                Ele apenas gemia de dor e não falava nada

-Eu avisei para você, não mexer comigo de novo, não avisei? –aponto minha arma em sua cabeça-

-Larga a arma –ouço um destravar de gatilho e olho para Chris, que fora pego e tinha uma arma em sua garganta agora-

-Eu nunca estou sozinho, Drew –Enzo fala-

                Um barulho de carro cantando pneu se alastra por km, e logo ele para perto de nós, o que chama a atenção de todos. Megan estava no passageiro, e Chaz no motorista.

                Lanço o olhar para Chris e ele soca o cotovelo, na cara do homem que estava o prendendo, pega a arma e aponta para o mesmo, já vindo para perto de mim.

-VAMOS JUSTIN, NÃO TEMOS TEMPO, JÁ ESTÃO VINDO ATRÁS DE NÓS –Chaz grita-

-Vai Chris, anda –digo, e ele sai correndo para o carro-

                Aponto novamente na cara de Enzo, e prestes a atirar, o cara cujo segurava Chris, pula em cima de mim. Atiro três vezes em sua barriga, me levanto e atiro em Enzo, sem ver onde a bala tinha acertado, só vi que estava sem nenhum movimento.

                Corro para o carro e Chaz sai daquele local, em velocidade máxima, onde pude ver que Megan segurava na porta, quando as curvas eram feitas.

                Eu só espero que Enzo, esteja morto.

P.O.V’s Megan

                Graças a Deus, conseguimos escapar daquele inferno e “todos” estavam bem.

-Para onde vamos? –Chaz pergunta-

-Não podemos ficar mais aqui, e muito menos em minha casa –Justin responde-

-E para onde vamos então? –Pergunto-

-Vamos para Nova Iorque. Já tenho negócios feitos lá, pelos menos, não preciso começar do 0. Vocês dois, vão ter que ficar um tempo junto comigo, por questão de segurança

                Chaz e Chris não falavam nada

-Temos que transferir Ryan de hospital e só temos tempo de pegar algumas coisas e vazar.... E onde está o Phill? –Justin pergunta e meu coração se aperta-

-Ele... –digo, sem coragem-

-Ele morreu –Chaz diz, sem tirar os olhos da estrada-

-Para me salvar –encosto a cabeça no banco e fecho os olhos-

-Droga –Justin resmunga, esmurrando a janela ao seu lado-

[...]

                Os meninos nos deixaram em casa, e foram para as suas, fazerem as “malas” como Justin havia dito. O dia estava amanhecendo.

                Entramos na casa e estava uma bagunça. Carmen ainda não tinha voltado e a poça de sangue de Ryan, permanecia lá, coagulada. Subi para o quarto e cenas voltam a minha cabeça, me deixando tensa. Justin bate duas vezes na porta aberta e entra, me fazendo lançar o olhar para ele

-Você está... bem? –ele pergunta, olhando para minha barriga-

-Acho que sim –me lembro das dores, e do vomito, mas opto por não anunciar- Obrigada por nos salvar

-Eu sempre vou proteger você. Ainda mais agora que está esperando um filho meu –ele se aproxima-

                “Um filho meu”, estremeço assim que escuto. Mas logo o abraço e quando vi, nossos lábios já estavam colados. Passei meu braço envolto a seu pescoço e aos poucos, vamos parando o beijo. Assim que é feito, ele deixa sua testa colada na minha e continua me fitando

-Eu também gosto de você

                Justin diz, e eu não tenho palavras para responde-lo. Escutar aquilo, me deixa tão alegre e confusa ao mesmo tempo que eu já me sentia mais leve. Agradeci mentalmente por ele não ser mais aquele grosso de sempre, e o selei demorado

-Arruma o máximo que conseguir das suas coisas, temos que partir logo, e quase me esqueci, vamos fazer um velório particular pro Phill, antes de irmos

-Tudo bem –Ele estava pronto para sair dali- Justin, como Ryan está?

-Por pouco, o tiro não perfurou o pulmão. Se tivesse, o pneumotórax iria mata-lo

-Posso ir vê-lo?

-Porque? Ele vai ser transferido e quando chegarmos em NY, você vê e aproveita para passar em um médico também

-Mas eu quero ver ele antes de ir! –ordeno e ele sai, fechando a porta, evitando que brigássemos-

                Não liguei, porque depois, eu iria insistir mais. Fui para o banheiro, tomei uma ducha que mais parecia um calmante. Logo em seguida, fui para o closet, me vesti (look nas notas finais) e fiz um curativo em minha testa. Coloquei todas as minhas roupas em malas e as deixei no quarto.

                Eu estava morta de fome, e minha fraqueza continuava por conta disto. Desci para a cozinha, abri a geladeira e peguei um pote de geleia e a jarra de suco, peguei um pacote de torradas no armário e comecei a comer como se não houvesse amanhã.

-E ai –Chaz entra na cozinha-

-Ai que susto! Você vive me assustando –joguei uma bolinha de papel toalha nele-

-Não tenho culpa –ele ri e se senta à minha frente- Então, você e o Justin conversaram? –ele se referia a gravidez-

-Ah... não diretamente, mas tá de boa

-Nossa... –Chaz fita a bancada-

-Posso contar uma coisa? –Pergunto- mas você não pode falar para ninguém e muito menos pro Justin, preciso de ajuda

-Eu prometo –ele levanta a mão direita e me faz rir- pode falar

-Eu não sei como eu vou conversar isso com ele, e já está me deixando apreensiva

-O que, me fala!

-Eu não tenho certeza se o filho é mesmo do Justin, ou do Ryan –Digo, já sentindo minhas bochechas corarem-

-COMO ASSIM? –Justin adentra a cozinha-


Notas Finais




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