História My Criminal - Capítulo 26


Escrita por: ~

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Categorias Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Megan Fox, Ryan Butler
Tags Justin Bieber
Exibições 311
Palavras 5.215
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada pelos comentários, cês são maravilhosas demaiss!

Espero que gostem.
Leiam as notinhas finais, é meio importantinho.

Boa leitura!

Capítulo 26 - I will avenge you, brother


Fanfic / Fanfiction My Criminal - Capítulo 26 - I will avenge you, brother

                Me assusto e o olho rapidamente

-fodeu –Chaz sussurra-

-Justin, calma –me levanto e vou até ele-

-Calma o caralho! –ele me dá uma empurradinha, não com força e nem com nada que me machucaria, para me afastar dele- O que você disse? –pergunta, fazendo cara de sínico-

-Primeiro de tudo, não precisa me empurrar, grosso!

-Eu te empurro se eu quiser

-PARA DE SER ASSIM JUSTIN! Vai continuar mesmo me tratando deste jeito?

-Chaz –Justin olha para ele- vaza

                Sem falar nada e num pulo, Chaz que nos observava atentamente, sai dali.

-O que você estava falando pra ele? –ele cruza os braços-

-Olha, eu não tenho certeza, mas eu acho que é seu sim

-COMO ASSIM VOCÊ ACHA?

-PARA DE GRITAR COMIGO PORRA! EU NÃO AGUENTO MAIS SUAS BIPOLARIDADES, E DO MESMO JEITO QUE VOCÊ NÃO GOSTA QUE GRITEM COM VOCÊ, EU TAMBÉM NÃO! ENTÃO SE VOCÊ QUER CONVERSAR E QUER QUE EU FALE, É MELHOR NÃO ME IRRITAR

                Vejo que ele respira muitas vezes, profundo e seu rosto já estava avermelhado, se vira para o lado e soca o armário

-Fala –ele diz calmo, porém sentia a raiva em seus olhos-

-Lembra aquela vez, que você quase matou o Ryan porquê...

-Ah não! –ele coloca a mão no rosto e vira de costas para mim, suspirando alto, e coçando a cabeça- Vou matar o Ryan –diz com raiva-

-Você não vai fazer nada com ele, e também foi só uma vez, já com você foi.... sempre

                Vou até ele e o viro para mim, o fazendo me olhar

-Assim que chegarmos em NY, você vai fazer um teste de DNA, e espero que seja mesmo meu, porque se não for, você e Ryan que vão se virar –seguro seu braço assim que percebo que ele iria sair-

-Para de ser assim –passo a mão em seu rosto- de falar assim –o selo e ele não se mexe—

-Eu gosto de você porra, não gosto de ver você com mais ninguém, e ainda saber que esse filho pode ser do meu melhor amigo?

-Eu sei, mas...

-Me dá um tempo –ele sai dali-

                Justin era muito difícil, e eu tinha que saber lidar com isso.

                Guardei as coisas que eu estava usando na cozinha, e fui limpar o chão ensanguentado. Após isso, dei uma geralzinha nos cômodos bagunçados e no final, me joguei no sofá e fechei os olhos.

                Não deu 5minutos e minha paz, é cortada

-Vai assim? –Justin pergunta. O olho e ele estava num traje preto, com certeza, se referindo ao enterro de Phill-

                Apenas me levanto e vou para o quarto, tomo um banho rápido e visto um vestido preto, sem manga (é aquele do trailer, que a Elena está usando). Prendo o cabelo e desço.

[...]

                Phill já estava enterrado e eu havia comprado três rosas vermelhas. Fomos até seu túmulo e cenas dele morrendo em meu colo, para me salvar, retornam a minha mente. De modo geral, me sentia culpada sim, e talvez, este fosse um grande defeito meu: a culpa.

                Me agacho e coloco as rosas no local em que estava enterrado, e lágrimas já corriam sobre minhas bochechas. Olho para Chaz e ele pisca para mim, tentando me reconfortar pelo olhar.

                Saio dali, e todos vão depositar uma rosa e cochicham coisas, como se estivessem se despedindo dele

-Vou te vingar, irmão –Justin diz, de modo claro, para que todos ouvissem-

[...]

                Voltamos para casa, apenas para pegarmos as malas feitas. Carmen iria só uma semana depois para a “nova” casa em NY.

                Elas estavam todas no andar debaixo e os seguranças de Justin, levando para os carros. Iriamos pegar o jatinho, no aeroporto. Fui para meu quarto, apenas pegar minha bolsa que iria comigo durante a viagem, e quando estava prestes a sair, meu celular toca.

-Oi, Cait! –digo, contente-

                Ou pelo menos, fingindo estar. Ela não sabia o que tinha me acontecido e eu provavelmente, não iria contar.

-Megan –ela estava chorando- Eu não sei o que eu faço!

-O que aconteceu, Cait? –me assusto, será que Enzo estava vivo ainda, e fez alguma coisa com ela? Sim, eu estava traumatizada e tudo de mal que viesse acontecer, aquele cretino viria a minha mente-

-Aquele dia que sai daí, e deixei um bilhete falando que ia para casa, porque a noite iria encontrar Noah, você lembra?

-Sim lembro –digo apressada-

-Ele não veio e nem atendeu minhas ligações. Chegou hoje aqui, num estado deplorável, dizendo que aquela tarde quase o mataram, e que invés disso, mataram o “chefe” dele. Agora ele está dizendo que vai atrás de não sei quem, se não eu estaria em perigo! Eu estou com muito medo

                Droga! Certeza que era o Enzo, e se ele matou o “chefe” de Noah, meu pai estava morto. Fico triste em pensar, afinal, ele era meu pai.

-Calma –eu não sabia o que fazer- Chris está ai?

-Está, mas está colocando malas no carro e dizendo que vai embora

-Espera um pouco

                Tampo o lugar dos altos falantes e desço as escadas correndo, chegando até Justin, em seu escritório. Sei que não é uma boa ideia o que vou fazer agora, mas não posso deixa-la na mão

-Justin –o chamo e ele apenas olha para mim-

-Cait está no telefone e...

-Não quero saber –ele volta a atenção para o computador-

-Me ouve porra! Enzo matou meu pai antes de vir para cá –ele volta a olhar para mim- e fez alguma coisa o namorado dela, que disse que vai atrás de quem fez isso e disse que ela estaria em perigo

                Ele fica alguns segundos olhando para mim

-E o que eu tenho a ver com isso?

-A gente tem que ajudar eles

-Não sou babá

-Qual é mano! –digo estressada- Quando você precisou dela, ela veio e te ajudou. Agora é sua vez –digo, o olhando brava-

-E o que você quer que eu faça?

-Não sei, hãm... –Penso- talvez eles deveriam ir com a gente? Só por um tempo, os meninos vão estar lá também, depois eles vazam

-Sem chances!

-Então, você dá uma semana pra eles, e eles arrumam uma casa e se mudam?

                Sei que não foi a melhor ideia que tive, mas... Ele pensa um pouco e suspira fundo

-Se eles não vierem com Chris, já era

-Isso! –dou um pulinho- Obrigada

-E que fique claro que, não sou a favor disso –ele acanha as sobrancelhas enquanto me diz-

                Saio de seu escritório, fecho a porta e vou caminhando até a sala

-Cait?

-Sim

-Presta atenção, você e o Noah vão arrumar suas coisas e vir pra cá junto com o Chris, entendeu?

-Como assim, ir ai?

-Depois eu explico. Só faz isso

-Tudo bem –ela dizia, mais calma-

-Agora, deixe eu falar com o Chris, e não demorem para vir

-ok Meg...

                Ela grita para Chris, que resmunga alguma coisa do tipo que não iria desistir do que estava fazendo, e depois de alguns silenciosos minutos, ele pega o telefone

-E ai Megan, de boa?

-Tranquilo. Cait e Noah vão junto com a gente pra NY, não me pergunte como, mas já conversei o Justin

-Nossa –ele suspira, como se estivesse com um cargo nas costas- Beleza

-Não demorem!

                Desligo o telefone, e fico pensando na situação: Eu, Justin, Noah e Cait na mesma casa. Por uma semana. Deus ajude.

-Porque Enzo “fez alguma coisa com o namorado dela?” –Justin diz, se jogando no sofá-

-Ai –me assusto-

-Ele é tipo, um daqueles que devem? –ele gargalha-

-Você sabe muito bem que quem deve, morre –saio dali e subo para o quarto, o deixando provavelmente, com cara de tacho-

                Justin não podia SONHAR que Noah, quem me “sequestrou” em Miami, e que fez seu carro capotar. E eu tinha que fazer que ele não descobrisse, durante este tempo que ficariam conosco.

[...]

-MEGAN, VAMOS! –Justin grita do andar debaixo-

                Pego minha bolsa, o celular e saio do quarto, fechando a porta. Desço as escadas e a casa já não tinha ninguém.

                Saio para o quintal e apenas Chaz estava conversando com Justin.

-Cadê o Chris? –Pergunto, assim que chego perto deles-

-Já foi pro jatinho –Chaz diz-

-E Ryan?

-Já foi transferido –Chaz, novamente-

-Então vamos?

-Nossa! Quantas perguntas, meu Deus –Justin reclama e mostro a língua para ele-

-Justin... Será que tem como... Você me deixar entrar uma última vez em minha casa? Digo, a verdadeira

-Para quê caralho? –ele pergunta, como se fosse o homem mais cansado do mundo-

-Tem algumas lembranças da minha mãe lá... Queria poder guardar. Por favor!

-Vamos –ele diz, já indo em direção aos carros-

                Vou entender isso como um sim. Eu precisava ir até lá. Pelos menos, pegar fotos e ter uma última lembrança, de onde eu vivi quase minha vida toda (feliz).

                Entramos nós três no carro, e Justin pede para o motorista nos deixar onde eu havia pedido. Sim, ele sabia meu endereço (até porque, me sequestrou).

                Até chegarmos lá, apenas eu e Chaz conversávamos baboseiras, do tipo, como a nova casa seria.

-Não demore –Justin ordena, assim que o carro é parado em frente à minha casa-

-Precisa de ajuda? –Chaz pergunta-

-Não, estou bem, obrigada

                Desço e fito aquela frente, calma, silenciosa, e já com o chão empoeirado. Caminho lentamente para a porta da frente, e suspiro fundo.

                Assim que entro, um arrepio percorre minha espinha. Olho para todos os lados e agora, tudo ali, estava com poeira. Eu só ouvia o som do meu sapato contra o chão. Subo as escadas e vou para meu quarto.

                Vejo minhas coisas, as fotos com meus amigos, com a minha mãe, minha cama, meu guarda roupa e começo a lacrimejar. Eu era feliz, e não sabia. Talvez, eu não tenha dado valor suficiente em minha antiga vida. Talvez, eu não teria aproveitado o suficiente e sim, reclamado mais do que qualquer coisa.

                Vou ao meu guarda-roupa e pego duas caixinhas de fotos e saio imediatamente. Não queria mais ficar ali, aquela visita, já fora o suficiente, e do que mais adiantaria se eu não posso mudar o passado?

                Fecho a porta da frente e volto ao carro. Justin e Chaz percebem que eu estava chorando e não ousam falar nem se quer, uma palavra.

                Chegamos no aeroporto e caminhamos para o local que pegaríamos o jatinho. Cait vem correndo ao meu encontro, e me abraça o mais forte possível

-Obrigada, Megan –a abraço também-

-Conta sempre comigo!

-Noah não deu trabalho para aceitar e vir, isso me aliviou muito –ela diz, saindo do abraço-

-Ah... que bom, né? –Digo, sem jeito-

                Fomos até os outros e cumprimento Chris e Noah (como se eu não o conhecesse). Ele, o contrário do que eu esperava, estava bem quieto e sempre que podia, olhava para mim. Bom que ele não fale nada mesmo e não estrague mais a vida de ninguém.

                Vinte minutos depois, entramos no jatinho e partimos com destino para New York.

                Durante o caminho, tentei dormir mas eu não conseguia de jeito nenhum.

-Nossa, que vontade de mc donalds –digo-

-iiii Drew, agora vai ter que ir atrás dos desejos de grávida dela – Chaz zoa, e ri-

-Eu ainda não sei se o filho é meu –Justin responde, ríspido-

                Noah estava sentado de frente para mim, juntamente a Cait. Assim que este diálogo é feito, me olha com cara de nojo, e eu, o esnobo por expressão.

-Aff, não to pedindo pra ninguém ir atrás de nada! Só compartilhei com vocês, a minha vontade

-Compartilhou, ou mandou uma indireta, direta? –Chris pergunta e também ri-

                Mostro o dedo do meio para ele, e riu de sua cara.

-Vocês são muito idiotas –digo, colocando os fones de ouvido-

                Escutei trocentas músicas e mesmo assim, nada de sono.

[...]

                Descemos no aeroporto de NY, que estava cheio, por sinal. As malas foram colocadas em carros e encaminhadas para a casa.

-Preciso ir ao banheiro –digo-

-Segura ai, já já chegamos em casa e você faz o que quiser –Justin diz-

-Eu não posso segurar –falo, já indo em direção ao aglomerado de pessoas-

-Deixa que eu vou com ela –Cait anuncia, já se juntando a mim-

                Começamos a procurar um banheiro e eu já não aguentava mais segurar, até que ela pede informação para uma senhora que nos indica onde o tal, se encontrava.

                Fiz minhas necessidades e foi realmente, um alívio. Lavei as mãos e ajeitei o cabelo, passando um gloss nos lábios, em seguida.

-Que história era aquela de “eu ainda não sei se o filho é meu?” –Cait pergunta, assim que saímos do banheiro, fazendo aspas com os dedos e imitando a voz de Justin-

-Ah –suspiro fundo- Eu não tinha te contado, mas –pauso- também transei com o Ryan –espremo os olhos, já esperando ela surtar-

-Você é louca é? –ela pergunta, alto, sorrindo-

-Emoção do momento –sorrio também-

                Ela não diz mais nada, apenas olha para o chão, preocupada.

                Será que teria agora, uma imagem ruim da minha pessoa? Imagina se ela soubesse que também já transei com Noah... Que putaria meu Deus!

                Voltamos onde todos estavam e só Justin encontrava fora do carro

-Até que enfim –ele diz, entrando-

                Cait entra em outro carro, junto a Noah e Chris, e eu, entro onde Chaz e Justin estavam.

-Tó, menina mimada –Assim que Chaz fala, joga um pacote em meu colo-

-Ai meu Deus Chaz! Obrigada –jogo um beijo no ar para ele-

                Ele tinha comprado Mc para mim, e ai... Como eu fiquei feliz. Peguei ali mesmo o papel, o lanche e comecei a comer, me satisfazendo

-E aliás –engulo um pedaço- Eu não sou mais menina e muito menos, mimada!

-Ata! Acredito –ele ri-

-Cala boca –gargalho-

                Ai como Chaz era um amigo e tanto! Justin permanece vidrado em seu celular, e eu sabia que enquanto não soubesse se o filho era realmente dele, não estaria feliz.

[...]

                Passamos pela Time Square nas avenidas 7 e 8, e posso falar o quanto surtei por dentro? Fiquei encantada em ver o quanto era mais linda “pessoalmente” do que em fotos, ainda mais que agora, era noite. Sempre sonhei em conhecer este lugar, mas as circunstâncias (meu pai), nunca colaboraram.

                Eu até que estava ansiosa para começar uma “vida nova” aqui, eu iria tentar recomeçar do 0: um filho, casa nova, cidade/ estado novo, enfim! Mesmo que agora, sair desacompanhada e ficar sozinha, já estava me deixando com traumas

                Chegamos na casa e detalhe: agora moraríamos em um condomínio. Era espetacular! Uma piscina bem na frente e a casa quase que em volta (é a que mostrei no trailer), e parecia ser bem maior que a antiga.

                Desci e respirei aliviada.

-Vocês vão ficar na parte da frente –Escuto Justin falando e olho para trás, onde vejo que ele conversava com um grupo de homens de preto- E vocês...

                Vou para dentro da casa, que não ousava ter nem um barulhinho, apenas seguranças levando nossas malas para cima.

                Tudo o que Enzo havia feito para mim, retorna a minha mente. Não, não era fácil fazer com que aquelas coisas sumissem de uma hora para outra, e eu estava contente, por conseguir fingir estar bem o suficiente.

                Subi para o próximo andar e as malas estavam dispostas sobre o corredor. Abri porta por porta e escolhi o que mais me agradou. Peguei minhas malas a as levei para dentro. Logo, já pude ouvir os barulhos dos meninos na casa, e escolhendo seus quartos.

                Resolvi ir tomar uma ducha, e colocar meu pijama (look nas notas finais). Me deitei na cama e comecei a pensar em Justin. Nas vezes em que transamos, em seu corpo, em seu membro, e rapidamente, eu estava excitada. Eu só sabia de uma coisa: precisava sentir ele e agora.

                Me levanto em um pulo, olho para os dois lados do corredor e vejo uma bolsa azul marinho que eu já tinha visto em seu quarto na antiga casa, em frente a porta ao lado da minha. Não ouso bater e eu só rezava para ele estar lá.

                Abro devagar, e entro, fechando a porta. Não encontro ninguém, mas em questões de segundos, ele sai do banheiro com a toalha enrolada, tampando seu membro, e outra secando o cabelo.

-Precisa de alguma coisa? –ele pergunta, olhando para minhas pernas-

-Preciso –digo, tirando minha blusa e desabotoando meu sutiã- De você

                Vou até ele e colo nossos lábios, já sentindo seu membro encostar em mim. Coloco minha mão em sua nuca e nosso beijo era cada vez mais quente, cada vez pedindo mais.

                Justin me empurra com força, me fazendo cair na cama, já tirando sua toalha, deixando seu membro duro como pedra, dar alguns espasmos de tão excitado que estava.

                Fico olhando, mordo meus lábios e passo a língua sobre

-Não demora –digo, com voz rouca-

-E nem quero

                Ele tira em uma puxada meu short minúsculo, levando a calcinha junto, se deita entre minhas pernas, as abrindo e rapidamente, encosta a língua em meu clitóris

Ergui meu quadril e ele entende o recado. Começa a passar sua língua por toda minha intimidade e penetra seus dedos em mim. Eu já estava mais que molhada e ele gostava de sugar aquilo.

Apenas com seus movimentos da língua, pude gemer tanto que eu sentia minha vagina, pegando fogo. Peguei em seu ombro e o puxei para cima, já agarrando seu pênis e enfiando dentro de mim, e assim que foi feito, ele o "socou" com força, fazendo com que nós dois soltássemos um gemido juntos.

Ele me penetrava com força e saber que ele tinha toda aquela força, era o melhor da história.

-Quero sentir suas bolas -falo, em gemidos, agarrando os lençóis-

Na hora, Justin começa a mexer mais seu quadril e eu podia sentir as bolinhas encostando em minha bunda. Eu já não gemia mais e sim gritava.

Enquanto ele me comia, apalpava um de meus seios

-Vou gozar, me chupa? -ele pede, ofegante-

-Vem

Antes de eu fazer o que ele pedirá, ele dá mais umas entocadas tremendo o corpo todo, e eu sentindo seu membro vibrando dentro de mim, me fez gozar mais ainda.

Justin tira o pênis e eu vou até ele, abocanhando com vontade, e enquanto eu engolia seu gozo, ele soltava gemidos prazerosos.

Terminado, ele se deita ao meu lado, já exausto e eu me deito por cima de seu braço

-Tá afim de mais? -Pergunto, o olhando-

-Claro -ele responde, mole, já com os olhos fechados-

-Que bom, porque eu tô -digo, e dou um pulo, ficando em cima dele, que permanecia com os olhos fechados- Justin?

Ele não responde mais nada, e já posso ouvir seus pequenos e pouco barulhentos roncos

-Droga -bufo- você vai ver viu -ameaço como se ele estivesse ouvindo-

Puxo o lençol para cima de nós, e me aconchego em seu peitoral. Ah! Nada melhor do que senti-lo perto de mim, era tão aconchegante e reconfortante. Eu posso até dizer, que a paz chega sobre mim.

Que louco, não? A uns meses atrás, a guerra entre mim e ele, só me faziam me sentir em um inferno. Agora, estar ao seu lado, me deixava no céu.

Olhava para aquele rosto angelical enquanto dormia, e eu queria, ou talvez sonhava, em ter momentos "gays" com esse bruto. Mas o que eu tenho agora, é o suficiente.

Flashback on

-Eu te amo, e você sempre vai me deixar em paz, não importa o quanto lute ou não por isto -ele dizia, me acariciando-

-Eu também te amo, Noah, e sempre vou estar ao seu lado -digo, com os olhos fechados-

Flashback off

Eu amava Noah, incondicionalmente, e talvez fosse muito cedo, para amar outra pessoa. Mas quem é que manda no coração? Em matéria disto, eu estava totalmente confusa, agora.

Eu estava gostando a cada dia, tanto de Justin, que era até preocupante. Sem contar que quando ele falou que também gostava de mim, eu pude sentir um pontinho de felicidade. Ótimo Megan! Você parece uma menininha de 12 anos.

Aos poucos, meus olhos fechavam e logo logo eu caio no sono.

[...]

 P.O.V's Justin

Eu não estava contente, em saber que talvez aquele filho, fosse de Ryan. Pra ser sincero, eu estava com os dedos cruzados para ser meu, mesmo não querendo ser pai.

Eu sentia necessidade em tê-la por perto, em saber que estava bem e eu não iria deixar que ela percebesse, enquanto o resultado não saísse.

Quando ela veio me procurar, para fazer sexo, parecia uma leoa, e aí! Como eu agradeci por ser eu quem estava comendo ela. Como eu adorava enfiar meu pênis em sua buceta e ah! Aqueles gemidos.

Eu estava cansado, não dormi direito desde o dia em que Enzo a capturou. Tinha que protegê-la, acertar a transferência de Ryan, cuidar para que a casa estivesse em perfeito estado, e os tráficos de crianças para a boate. Então, infelizmente, cai no sono depois da transa.

Acordei por vontade própria e agradeço mentalmente por nem ter aberto as cortinas do quarto. Olho para o lado e Megan estava de costas para mim, nua, apenas com o lençol branco a cobrindo. Que escultura!

Me levantei, esticando meu corpo fazendo com que ele se estralasse, e finalmente, uma noite bem dormida! Fui ao banheiro, fiz minhas necessidades e tomei um banho gelado, para acordar. Penteei o cabelo ali mesmo e sai sem nada, abri uma mala e peguei uma cueca

-Bom dia -ela diz, se espreguiçando-

-Oi -digo, me vestindo-

-Onde vai? -pergunta, se sentando-

Como era linda, até quando acordava! Mas eu tinha que manter minha postura

-Devo satisfações?

-Tudo bem, desculpa -ela faz um coque no cabelo- quero ver o Ryan

Ela sabia perfeitamente, como me irritar!

-Quando eu for, te aviso

Megan se levanta e veste suas roupas de ontem à noite, pronta para sair dali

-Vou estar esperando -ela sorri e sai-

Tudo bem, eu confesso! Não sei como tratar de verdade, uma mulher. E a questão era que eu queria a tratar bem e a ver sorrindo ao meu lado, mas eu não sabia como. Eu só sabia como ser rude, agressivo, a atirar, a roubar e a pegar mulheres como objetos.

Me troco e vou para meu escritório, que agora, ficava no segundo corredor, sendo a última porta.

Fiz uma transferência de dinheiro para um negociante de drogas, imprimi o comprovante e desci para comer alguma coisa. Megan, Cait e o namoradinho estavam sentados na mesa, comendo.

Já disse que não gostei desta ideia? Minha casa não era abrigo.

Fui até a geladeira, peguei uma garrafa de vodka, um copo, e fui até a pia, onde pude enchê-lo

-Justin -Cait me chama e viro apenas o pescoço, a olhando- Obrigada por nós deixar vir

-Só deixei porque é temporário -digo, tomando metade do líquido de meu copo-

-Eu sei que é, mas a gente queria agradecer, né amor? -olho para o cara, e sinto vontade de rir. Estava como se estivesse indo para um abatedouro-

-É, com certeza. Obrigada -fora tudo que ele dissera-

-Ok, tenho contatos de gente que pode vender casa para vocês -digo, e termino de beber-

Guardo a vodka e pego o misto do prato de Megan

-Isso é meu! -ela me olha, brava-

-Não é mais -abocanho um pedaço-

-Aff Justin! Come o seu -ela bufa-

-Você fez pra mim?

-Não sou sua empregada. E aliás, parabéns por beber já cedo

-Tenho que reabastecer

Ela pega um pano de prato que estava sobre a mesa, e o joga sobre mim, saio correndo dali, já ouvindo ela resmungar mais.

P.O.V's Megan

Era incrível como Justin conseguia ser um chato, sempre e com qualquer pessoa.

Ficava um clima muito, MUITO, estranho tendo Noah por perto, namorando uma amiga e que nem tinha culpa de nada, porque não sabia das palhaçadas do passado.

Após tomar meu café e fazer outro misto para mim, Justin me chama para ir ao hospital, mas só porque ele teria que assinar os papéis de Ryan, e eu "poderia fazer o que eu tanto queria". Só escovei os dentes e corri para o carro dele.

Fascinante a capacidade deste homem: poder abandonar uma puta casa em LA e estar em outra em NY, sem ter muito trabalho. Talvez, eu estivesse um bocado admirada com essa vida que ele levava e talvez, eu até pensei na possibilidade de ajuda-lo. É, eu estava ficando louca!

[...]

Chegamos ao hospital e Justin foi logo para a recepcionista perguntar sobre os papéis

-Um responsável precisa assinar, para provar que está o acompanhando -a moça dizia-

-Eu já sei. Onde estão? -ele pergunta, grosso-

-Em qual quarto ele está? -me intrometo-

-Quinto andar, quarto número 46C

-Obrigada

Agradeço e saio dali, em passos rápido e sem olhar para trás, para que Justin não tivesse formas de me impedir de ir.

Pego o elevador e aperto o número 5. Espero, estralando os dedos e ouvindo a doce musiquinha que irritava meus ouvidos. O som me avisando que tinha chegado no andar, é feito e quando a porta se abre, saio apressadamente me deparando com seguranças por todo o corredor. Olho para os lados e nem se quer preciso procurar pelo quarto. O que estava com outros dois seguranças em frente à porta, com certeza seria o dele.

Todos eles me olhavam, e aquilo me incomodava um pouco. Chego até a porta e aqueles "armários" apenas abaixam suas cabeças, me olhando.

-Quero vê-lo -digo-

-Tem permissão, moça?

-Mas é claro que tenho -digo e ele apenas acanha a sobrancelha- Estou com o Justin, daqui a pouco ele vai subir. Olhem -ergui os braços- não tenho nada para machuca-lo e nem quero. Eu só quero vê-lo -repito-

Eles se entreolharam e logo, se afastaram um do outro.

-Obrigada

Abro a porta com cuidado, para que ela não fizesse barulho. E já avisto Ryan, deitado com aparelhos em seu rosto e em sua mão.

Fecho devagar a mesma, e caminho em passos leves até ele. Estava respirando lentamente, e meus olhos, se enchem de lágrimas involuntárias. O que foi que eu fiz?

-Oi Ryan -mesmo que ele não me escutasse, eu queria conversar com ele. Enxugo minhas (poucas) lágrimas e me sento em um sofazinho, que estava ao seu lado- Você vai ficar bem!

Coloco minha mão sobre a sua, e começo a acaricia-la. Como era bom sentir sua pele, novamente.

-Me desculpa, eu sei que isso é tudo culpa minha, como sempre -novamente, meu rosto fica molhando- E eu prometo que vou cuidar de você, e também prometo que não vou mais te colocar nestas enrascadas

Fico o fitando um bom tempo, com esperanças dele abrir os olhos e me falar qualquer coisa, nem que fosse um "a", mas nada era feito. Apenas os barulhinhos das máquinas.

Abaixo minha cabeça e deixo algumas gosta caírem sobre o lençol.

Meus dedos começam a mexer, sem que eu quisesse, e isso, foi um bocado estranho. Olho para eles e tiro minha mão dali, Ryan mexia o dedão, bem pouco. Começo a sorrir sozinha e olho para seu rosto, que permanecia sem modificações expressas.

-E aí, pequena -com muita dificuldade, e bem baixinho, ele me diz, e meu coração dispara-

-RYAN! -vou para cima dele, e o abraço, tomando cuidado para que os aparelhos não se soltassem-

-Hã... –ele geme, e eu rapidamente, saio de cima de seu corpo-

-Desculpa, desculpa –falo, apressada, eu estava feliz- Ai meu Deus, que bom que você está bem!

                Seus olhos que estavam entreabertos, agora estavam fechados

-Ele foi sedado para sentir menos dores –uma enfermeira entra, olhando sua prancheta-

-E quando ele vai poder conversar de verdade?

-Em breve. Amanhã vai passar por uma cirurgia delicada e se tudo ocorrer bem...

-E vai –interrompo-

-Ele vai melhorar logo, logo –ela continua- Agora, você precisa se retirar. Preciso conferir a bateria de exames dele

-Claro –Vou até ele, e beijo sua testa- Até mais –cochicho-

                Saio do quarto e eu estava bem mais aliviada, em ver que ele estava vivo, e que tentou falar comigo. Minha respiração começa a fraquejar, e a falta de ar toma conta de mim. Dou de cara com Justin, e respiro fundo algumas vezes

-Satisfeita?

-Estou –digo, com dificuldades-

-Que bom, porque você parecia estar com muitas saudades dele, né? –ele começa, já apertando o botão do elevador-

-Justin... –Minha visão estava ficando esbranquiçada-

-Não venha negar, porque eu vi

                Não consigo chegar até onde ele estava e sinto meu corpo mole e sem controle, me fazendo cair no chão. Meus olhos estavam quase se fechando e eu apenas consigo ver Justin vindo correndo até mim.

P.O.V's Justin

                Termino de assinar os papéis e vou diretamente quinto andar. O quarto do Ryan, tinha-se uma janela de vidro que dava para olha-lo, e vi Megan o abraçando e o beijando. E depois, eu que saio de ruim?

                Tudo bem, palmas para ela. Uma enfermeira, gostosinha até, entra e Megan sai. Ta bom, eu estava com ciúmes sim, e daí? E sim, eu ia começar a falar coisas para ela, mas escuto um bato e quando olho, estava jogada desacordada no chão. Corri para perto dela, e a peguei. Abri uma porta qualquer daquele andar e a coloquei sobre uma maca.

                Vou a procura de uma enfermeira e assim que vejo, peço que vão a socorrer. O que iria ser, agora?

[...]

                P.O.V’s Megan

                Com calma, meus olhos são abertos. Eu estava numa cama de hospital, com alguns fios no peito. Eu sentia meu coração bater pesado.

                Olho para os lados e não vejo ninguém. O que tinha acontecido? Eu não conseguia me lembrar. Tento me soltar daquele emaranhado e imediatamente a porta é aberta, onde um senhor de branco (com certeza, o médico) entra com alguns papéis na mão

-Olha quem acordou –ele diz, assim que me vê-

-O que houve comigo?

-Hum... bem –ele se aproxima- Você está grávida de dois meses, e está gravidez é realmente, um milagre! Vocês dois estão em risco, e mais algum problema acontecer, seja desde nervosismo, até se machucar, você pode perder está criança

                Levo um choque assim que escuto aquelas palavras. Eu estava com um problema, e nem me importei em cuidar dele.

-Você está se sentindo bem? –ele pergunta-

-Estou um pouco tonta –digo-

-Certo, vou passar um remédio para você e daqui a pouco, já vai poder ir para casa

-Tudo bem –digo, desanimada-

-E ah! Quase ia me esquecendo. –Ele mexe em algumas folhas e pega um envelope branco- Seu marido pediu que um exame de DNA fosse feito, e graças as nossas novas máquinas, o resultado já está pronto –diz, já me entregando o envelope-

-Obrigada, mas ele não é meu marido

                O médico não diz mais nada e sai, provavelmente para pegar a medicação. Agora seria a hora da verdade. Abri o papel, e antes de começar a ler, fecho os olhos e respiro fundo, agora, já iniciando a leitura.

[...]

                Algum tempo depois, Justin entra no quarto, todo suado.

-Oi, você está bem? –ele pergunta-

-Na medida do possível –sorri- Eu já li o resultado

                Ele me olha por alguns instantes, sem dizer nada, e eu sinceramente, não entendi o que ele supostamente estaria pensando

-E ai? –ele pergunta-


Notas Finais


Look- http://www.polyvore.com/pijama/set?id=209973506

Gentxi! Eu comecei a fazer o trailer do próximo capítulo mass, resolvi nem terminar e nem postar porque se não vocês vão descobrir as coisas antes de eu postá-lo e não quero isto! haha
Beijin's


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