História My Daddy Masochist (Imagine Taehyung) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jungkook, Personagens Originais, V
Tags Abuso, Daddy, Escrava Sexual, Imagine Taehyung, J-hope, Jungkook, Masoquismo, Mestre, Personagens Originais, Sadomasoquismo, Taehyung, Você
Exibições 139
Palavras 1.067
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Aqui está mais um capítulo fresquinho pra vcs.
Espero que gostem...

Capítulo 9 - Consequences of a Painful Past


Fanfic / Fanfiction My Daddy Masochist (Imagine Taehyung) - Capítulo 9 - Consequences of a Painful Past

My Daddy Masochist

Capítulo 9-Consequences of a Painful Past ​

 

Taehyung On

Observo (S/N) dormir calmamente sobre a cama enquanto estou sentado na cadeira, ouvindo os fracos pingos de chuva caindo sobe o teto da casa.

Vê-la com aquele plug e aquelas orelhinhas de gato preto só fazia minha mente pensar nos pensamentos mais impuros e impróprios sobre ela. No momento, eu estava pegando leve com ela, mas sabia que era uma questão de tempo até eu não aguentar mais todo esse "sexo leve".

Peguei meu celular para verificar as horas e vi que daqui a pouco a (N/M) chegaria em casa. Levantei-me preguiçosamente da cadeira, indo em direção a cama de casal.

(S/N) estava deitada de lado, abraçada aos seus joelhos de modo que eu conseguia ver sua bunda inchada e vermelhinha. Mordi meu lábio ao lembrar da minha palma em suas nádegas, logo sentindo minhas mãos coçarem, implorando por aquele toque.

Peguei (S/N) no colo, vendo sua cabeça tombar de leve para baixo. Quem a visse assim, poderia pensar que ela estaria morta. Sai do quarto e andei a passos calmos até o quarto da garota, depositando a mesma na pequena cama de casal.

(S/N) não era a única garota da minha "lista". Já fiz isso com outras garotas, mas eu sempre as matava depois de me satisfazer. Eu era aquele típico Serial Killer. (S/N) é a unica garota que eu não sinto necessidade de matar.

Ainda preciso dela. Ainda preciso do seu corpo, do seu toque, até mesmo dos seus beijos...

Saio do pequeno quarto e fecho a porta, indo em direção ao quarto de (N/M) novamente. Peguei uma muda de roupas que eu havia deixado em uma das gavetas do guarda-roupa e fui em direção ao médio banheiro de azulejos brancos.

Retirei as poucas vestes que estava vestindo e entrei dentro do box, abrindo o registro e sentindo a água quente cair sobre meus ombros. O banheiro foi sendo tomado pouco a pouco pelo vapor enquanto eu pegava o sabonete e o passava em meu corpo.

Por alguma razão, minha pele estava sensível, fazendo-me suspirar a cada toque que eu mesmo me dava. Peguei o pequeno frasco de shampoo, colocando um pouco do líquido cremoso em minhas mãos e passando-o em meus fios loiros.

Enquanto eu me lavava, minha mente divagava. Não adiantava o quanto eu tentava manter minhas memórias longes da minha mente... Elas sempre conseguiam voltar.

Eu era um monstro, não nego... Mas a pessoa que eu me tornei, é uma das várias consequências de um passado bem doloroso.

Eu tinha apenas seis anos quando tudo começou... Naquela época, minha mãe estava doente e meu pai era um completo bêbado filho da puta, ele sempre gastava todo o dinheiro da nossa família com bebidas, prostitutas e até mesmo drogas.

Eu e meus irmãos cuidávamos um dos outros, nos tornamos muito próximos. Tivemos que começar a trabalhar desde muito cedo. Para conseguirmos comprar os remédios que minha mãe precisava, vivíamos pedindo esmola pelas ruas de Busan.

Aos sete anos, nossa vida estava um pouquinho melhor. Eu e meus irmãos estávamos conseguindo arrumar um bom dinheiro para pagar os caros remédios que minha mãe precisava e meu pai não incomodava muito... Ainda.

Tudo aconteceu tão rápido. Era uma noite de tempestade e eu odiava -e continuo odiando- tempestades. Acabei me assustando com o barulho da porta se abrindo lentamente e quando vejo, era meu pai. Ele tinha me dito que sabia que eu tinha medo de tempestades e que estava lá para me proteger. 

E como a criança inocente e idiota que eu era, acreditei.

Ele acabou se deitando do meu lado, cobrindo nossos corpos com o grosso cobertor. Depois de alguns minutos, ele passou a alisar meu corpo, dizendo em como eu era lindo. As caricias foram ficando mais ousadas, até aquele pesadelo acontecer.

Parece que minha maturidade sexual e psicológica chegaram cedo demais depois daquilo. Quando brincava com meus amigos, tentava tocar neles, beija-los e até me tocava quando estava sozinho...

Os abusos continuaram até meus onze anos. Esperei muito tempo até que finalmente aquele monstro acabou se suicidando e antes que ele tirasse a própria vida, ele acabou deixando uma carta para mim.

Nela, ele me pedia perdão muitas vezes, dizendo que havia se arrependido de tudo o que fez comigo, meus irmãos e minha mãe... Mas eu não conseguia perdoa-lo.

Meu estado psicológico mudou completamente depois de tudo o que eu passei. Não conseguia amar ninguém, só sentia atração carnal, me tornei um ninfomaníaco masoquista, perturbado e assombrado pelo meu passado.

Voltei para o quarto, jogando a toalha na cama e vestindo a roupa que eu havia pegado: uma bermuda azul-escura e uma camiseta preta de mangas curtas. 

Joguei-me na cama, colocando minhas mãos atrás de minha cabeça enquanto ouvia o barulho fraco da chuva.

Eu apenas torcia para que não começassem os relâmpagos e trovões. Respirei fundo, sentindo um doce perfume feminino... O perfume da (S/N).

Peguei um dos travesseiros, levando-o até meu nariz. Aspirei mais daquele doce perfume, sentindo todos os pelos do meu corpo se arrepiarem. Minha mente já começara a produzir imagens imprópria enquanto eu sentia uma leve dor no meio das minhas pernas.

Quando percebo, já estou com minha mão dentro de minha bermuda, apertando meu membro por cima de minha cueca boxe.

Suspiros saíam de minha boca, retirei a bermuda junto com a cueca, liberando meu membro já ereto. Passei a ponta de meus dedos na glande vermelha e inchada, espalhando o pré-gozo e melando meus dedos. O envolvi com minha mão, passando a me masturbar de forma rápida.

Já não conseguia mais segurar meus gemidos. Só de pensar naquela garota com aquele plug de novo me deixava extremamente excitado.

Soltei um rouco gemido ao chegar no meu limite e gozar, agarrando o edredom fortemente com minha outra mão. Retirei alguns fios loiros que grudavam em minha testa por conta do suor e me recompus, colocando minha cueca juntamente com a bermuda.

-Querido, cheguei!-ouvi a voz de (S/M) no andar de baixo.

Ajeitei-me e levantei da cama, indo até o andar de baixo.

-Oi, amor!-digo, puxando a mulher de cabelos longos para mim e a beijando.

Diferente do que as pessoas pensam, eu não a amo, apenas sinto uma grande atração por ela.

-Como foi a reunião?-ela pergunta, tentando puxar assunto.

E lá se vai mais uma conversa chata e tediosa sobre trabalho...

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


O passado do Taehyung é trágico... Até eu ficaria perturbada se vivenciasse tudo isso.
O que acharam do capítulo??? Até o próximo capítulo.
Beijos<3


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