História My damn teacher (Imagine - Park Jimin) - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Aluna, Bangtan Boys, Bts, Jimin, Professor, Você
Visualizações 91
Palavras 1.726
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shonen-Ai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oioioi

De repente, veio uma ideia aqui em minha mente kdjskdjd

Sei que começo de FanFic é sempre difícil, e pode correr riscos de "flopar", but não irei desistir assim, tão rápido

Os PNG's do Jimin vão ser os mesmo, tanto na capa, quanto nos banners. Futuramente, isso mude

Nome do capítulo: Reforço

Boa leitura u.u

Capítulo 1 - Reinforcement


Fanfic / Fanfiction My damn teacher (Imagine - Park Jimin) - Capítulo 1 - Reinforcement

Tentava ao máximo dar passos rápidos até a escola, mas a brisa gélida batendo em meu corpo, fazia-me tremer de frio. O uniforme não ajudava em nada, nem mesmo a meia-calça que trajava, estava ajudando. Uma blusa de malha e um moletom era o suficiente para me aquecer, pelo menos, até chegar à escola, que não era muito longe de minha casa.

Poderia ter optado em pegar um ônibus, mas, estava tão acostumada em caminhar, que, quando percebi, já havia perdido o tal transporte. Queria estar deitada em minha cama, tendo um belo sono, confesso. Porém, não iria perder a chance de irritar meu professor de matemática; Park Jimin.

De longe, pode-se perceber que odeio ele. Seu olhar fica fixo em mim, enquanto esbanja um sorriso cínico nos lábios. Posso ser considerada "burra" em matemática, pelo simples fato de ele dar provas mais difíceis para mim e para as outras garotas, algo mais fácil.

Após ter chegado na escola, me direcionei até a sala, encontrando aquele maldito corrigindo as provas que havia aplicado semana passada. Assim que entrei, minha presença foi notada, fazendo-o dar aquele sorriso cínico que tanto odeio.

— Quanto tempo, não? — Riu.

— Para a minha infelicidade, foram apenas dois dias sem lhe ver. Por mim, poderia ser para sempre! — Revirei os olhos, sentando-me em meu lugar.

— Huh, parece que suas notas estão caindo cada vez mais. — Olhou para prova que estava em suas mãos.

— Claro, você sempre dá provas mais fáceis para as outras meninas e para mim sempre é mais difícil. — Peguei meus fones, conectando-os no celular.

— É divertido ver você com raiva. — Deu uma risada sarcástica.

Ignorei, colocando em uma playlist qualquer da Melanie Martinez. A melhor coisa que sei fazer, é ignorar as pessoas quando o diálogo se torna irrefutável. Pensei que, no começo, Jimin seria apenas um professor substituto, mas era apenas uma ilusão. Tentei de todas maneiras ridicularizar Park na frente da sala, mas ele não se dava por vencido e começou a fazer o mesmo comigo; Tenho meu orgulho, não iria abaixar a cabeça. 

Ouvi o sinal ser tocado, fazendo-me guardar meu celular e os fones, automaticamente. Os alunos foram entrando aos poucos; As garotas davam olhares maliciosos para Jimin, que retribuía. Esse maldito é o maior galinha da escola, ultrapassou até mesmo um dos meninos mais populares da escola.

— Bom dia! — Pronunciou-se.

— Bom dia, seonsaengnim! — A maioria respondeu.

— Abram na página cinquenta e seis. — Sorriu, fazendo algumas garotas darem suspiros apaixonados.

Revirei os olhos, pegando meu livro e abrindo na página citada. Não entendi quase nada do que estava escrito, confesso. 

— __________? — Jimin chamou minha atenção. — Poderia me falar a resposta da questão doze?

— Ahn... — Analisei a pergunta, arregalando os olhos levemente.

Blá, blá, blá, encontre o valor de x. Quando a matemática vai entender que o x dela sumiu por tempo indeterminado e talvez nunca volte? Se tem letra na conta, não é matemática!

— Eh... — Contorci o rosto, mordendo o lábio inferior. — Treze?

— Errado. — Balançou a cabeça, negativamente. — Quatro. Infelizmente, terei que chamar sua omma para uma reunião sobre suas notas, elas caíram muito, passou a ser uma situação crítica. — Sorriu, cínico.

— Se ela pelo menos parasse em casa. — Sussurrei, revirando os olhos.

— O que disse, senhorita __________? — Arqueou as sobrancelhas.

— Aish, nada. — Ajeitei, na cadeira.

— Certo, podemos continuar? — Assentimos.


[...]


No final da aula, Jimin havia entregado as provas. Tirei C, não era novidade; Nem me esforço mais para tirar notas boas nas provas de matemática. Ao contrário de mim, Shin-Hye e Taehyung, meus únicos e melhores amigos, sempre se esforçaram para tirarem notas boas, mesmo as provas sendo mais fáceis. Uma pena os dois não estarem na minha sala.

Um dia, comparei a prova de Shin com a minha. Evidentemente, a prova de minha amiga estava bem mais fácil. A minha tinha fração misturado com números decimais, além de ter que encontrar o x e o y.

Já estou cansada desse professor, mas não ia me dar por vencida. Não mesmo. Se ele quer brincar, escolheu eu a pessoa errada, pois eu não sei perder.

— Hey, __________! Está me ouvindo?! — Saí de meus devaneios, após a voz de Shin-Hye se fazer presente. — Estou te chamando faz tempo, em o que estava pensando?

— Em como eu odeio Park Jimin. — Dei um sorriso forçado, vendo-a rir fraco.

— Uma pena, pois acho ele um pitel. — Sorriu, maliciosa.

— Eu ouvi isso mesmo? — A encarei, incrédula. — Retire o que disse agora, Lee Shin-Hye! 

— Aish, unnie, miane! — Abraçou-me de lado. — Falei brincando, não precisa ficar brava.

— Ok, dessa vez passa. — Olhei para os lados. — Cadê aquele mongolóide do Taehyung?

— Sei não. Ele não apareceu na aula hoje. — Deu de ombros. — Deve ter faltado.

— Se ele não apareceu em três aulas, é ÓBVIO que ele faltou. 

— Nossa, credo! Você está agressiva ultimamente. — Afastou-se de mim. — O que está acontecendo, hein?! 

— Aish, dongsaeng... — Respirei fundo. — Eu não deveria estar fazendo isso. Estou descontando toda a raiva que sinto por Jimin em você. Miane! — Toquei em seus ombros, surpreendendo-a com um abraço.

— Tudo bem, unnie. — Se desfez do abraço. — Sei o quão difícil é para você. Sua omma irá lhe matar quando souber das suas notas de matemática.

— Eu sei... — Dei um suspiro alto. — No entanto, acho que ela não irá saber tão cedo. Provavelmente, eles irão chamar algum responsável por mim, que no caso é senhora Cho. — Dei um sorriso sapeca. — É só eu usar a minha fofura pra amolecer o coração dela.

— Credo, __________. — Gargalhou. — Nunca pensei que fosse tão má assim.

— Não sou má, apenas uso minhas qualidades ao meu favor. — Dei de ombros.

— Mesmo assim. Senhora Cho já passou dos trinta, você quer fazer isso com a coitada? — Balançou a cabeça de forma negativa. 

— É melhor do que aturar minha omma durante duas horas no telefone, falando várias baboseiras que não irão servir para nada. 

— Faz quanto tempo que sua omma não vêm te visitar? 

— Hum, acho que de quatro a cinco meses. — Dei de ombros. — Ela foi para o Japão sem ao menos me dar explicações. Segundo senhora Cho, ela foi para lá à trabalho.

— Huh, tenso. — Fez um pequeno bico com os lábios. 

O primeiro sinal para o intervalo acabar foi tocado. Tínhamos agora apenas dez minutos.

— Olha, que tal irmos comer? Não quero ter que pegar biscoitos pouco a pouco na aula de português. — Sugeri.

— Vamos, então. Estou com muita fome.


[...]


Adentrei pela porta de casa, que estava em um completo silêncio. Estranhei, confesso. Porém, lembrei que senhora Cho iria no mercado, comprar as coisas para o almoço. Subi para o meu quarto, deixando a mochila em cima da cama, vasculhando-a, no intuito de achar meu celular e meus fones.

Após ter encontrado, fechei minha mochila e a deixei em um canto qualquer. Peguei uma roupa digna, porém confortável, e me troquei. Deitei-me na cama, começando a conversar com Shin pelo kakao. Era minha única distração.


Ouvi o barulho da porta ser trancado. Senhora Cho acabara de chegar e, confesso, estou com medo de ela ter recebido alguma ligação enquanto eu estava na escola.

— __________?! DESÇA AQUI! — Agora está confirmado, ela recebeu a ligação. Cho apenas me chamava quando o almoço estava pronto.

— O-Oi? — Cheguei na porta da cozinha, vendo-a de braços cruzados.

— Posso saber o porquê da escola ter me ligado? — Encarou-me, arqueando as sobrancelhas.

— É que... — Seria errado eu colocar a culpa no Park? — Aquele cretino do meu professor de matemática fica implicando comigo e sempre da provas mais fáceis para as outras pessoas e para mim é sempre mais difícil! — Choraminguei, fazendo um pequeno bico com os lábios.

— Me avisaram que suas notas caíram bastante. — Suspirou. — Amanhã terei que ir com você até a escola. Me convocaram para uma reunião. Você gosta do seu professor de matemática?

Não. 

— Sim. — Dei um sorriso forçado.

— Infelizmente, terei que falar sobre esse assunto com sua omma. — Respirou fundo.

— Não, senhora Cho, por favor! — Ajoelhei-me no chão, juntando as mãos e fazendo um pequeno bico com os lábios. — Minha omma não está aqui, não têm necessidade de falar com ela. 

— Mas...-

— Ela vai ficar enchendo meu saco durante uma hora, por telefone. Por favor, não faz isso!

— __________, entenda que...-

— Por favoooooooor! — Fiz cara de cachorro abandonado.

— Certo, certo... — Suspirou. — Mas você terá que me ajudar nas tarefas de casa.

— Trato feito! — Fizemos um aperto de mão.

Subi novamente para o meu quarto, contando todo o ocorrido para Shin-Hye. 


Amor da minha vida: Ainda não acredito que você conseguiu fazer isso!


Mona, eu disse que uso as minhas qualidades ao meu favor.


Amor da minha vida: Você não presta!


Eu sei que sou irresistível, não precisa afirmar um fato que já foi comprovado pelos cientistas.


Amor da minha vida: Ata, _________, ata.



[...]


O medo predominava o meu corpo. Minhas unhas batiam constantemente na mesa da secretária. Ao meu lado, estava minha querida e amada Cho, que mexia em seu celular.

Estávamos esperando Park Jimin para começarmos a ouvir ele falar mal de mim, afinal, coisa boa não iria sair da boca daquele maldito.

— Bom dia, me desculpem a demora. — Sua voz adentrou em meus ouvidos, fazendo meu estômago embrulhar. Jimin estava limpando sua boca, que tinha a coloração rosa. Provavelmente, estava com alguma de suas "alunas".

Cretino.

— Ahn, sem problemas. — Cho o cumprimentou.

— Certo, vamos começar? — Sorriu, largamente.

— Claro, claro... — Senhora Cho se ajeitou na cadeira.

— Já faz um tempo que estou reparando. A senhorita __________ não está conseguindo prestar atenção nas aulas de matemática, muito menos entendendo a matéria. Ela mal conseguiu achar o valor do x nas provas.

— O que eu posso fazer? O x da matemática sumiu, ela que se vire para achar ele. Aliás, tem letra, não é matemática. — Dei de ombros.

— __________! — Fui repreendida por senhora Cho, com um tapa no braço. — Agora não é hora para suas gracinhas.

— Enfim, cheguei a conclusão de que ela precisará de uma aula de reforço. — Seu sorriso cínico tornou-se presente.

O QUE?!


Notas Finais


Vai dar merda? Sim ou lógico?kdjdkdj

Saranghae ❤


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