História My Daytime Shooting Star - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO
Tags Bts, Casamento Arranjado, Exo
Exibições 28
Palavras 1.459
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Vou ser sincera eu ia apagar a fic, mas vi que ainda tem gente curtindo ainda agora então, acho que vou dar mais uma chance. Se vcs realmente quiserem que eu continue por favor me deixem saber. Obrigada e boa leitura!

Capítulo 2 - O príncipe


Fanfic / Fanfiction My Daytime Shooting Star - Capítulo 2 - O príncipe

Sai bufando de la... 

Como eu quase corria, Jin me seguia a passos rápidos até meu quarto. Lá pude parar para refletir que o meu futuro noivo poderia ser um metidinho que não sabia ao menos empunhar uma espada, que seria um peso a se carregar na hora da guerra. Me peguei a imaginar como ele seria, sendo do reino da lua seus cabelos seriam negros de certeza, seria alto? Magro? Másculo? Afeminado? Mandão? Machista? Fui interrompida desses devaneios por um Jin cansado e ofegante a adentrar meus aposentos. 

—Jun, não me faça correr tudo isso outra vez por favor! — Exclamava suado e corado. 

—Precisava pensar Jin, não sei se me oporei a esse casamento.  

—Sabes muito bem, melhor que ninguém até, que não pode opor a vossa majestade nem que fosse sua própria esposa. Ordens são ordens. Ou queres ser executada em público? 

—Seria um escândalo não? — Sorri ao imaginar o rebuliço que isto causaria em todo o reino. Dei uma risada maléfica e encarei ele bem nos olhos claro que não por muito tempo para não corar. 

—Não me olhe assim pequena Jun.—Pedira com sofreguidão em seu olhar. Me mirava tão profundamente que senti meu rosto esquentar mais que uma sopa cozinhando. —Quero dizer, não pensas mesmo em me deixar, não é? Esta pobre alma que de ti depende. Este pobre rapaz que precisa de vossa majestade para sobreviver. 

—Pensas em mim como ganha pão ou o que, Seok Jin? —Claro que eu o estava a pirraçar, sempre que o fazia ele ficava com as maçãs do rosto avermelhadas e sempre corria atrás de mim, o que de fato ocorria neste momento. 

Corri e corri dando voltas pelo quarto a tentar me distanciar de Seok Jin, mas o que poderia fazer se o mesmo possuía pernas longas e me alcançaria em dois tempos? Porém uma princesa não pode desistir certo? Uma princesa tem que lutar por seus ideais e no momento o meu era fugir dele. 

Contudo foi dito e feito, ele me alcançou e com suas mãos grandes em minha cintura, me pôs no ar a rodopiar. Paramos de girar e ele foi descendo meu corpo ainda bem colado ao teu, meu coração batia tão rápido, minha pele estava toda arrepiada e minha respiração estava muito acelerada, pelo menos depois poderia culpar a corrida, mas a verdade é que ele mexia comigo e nossos rostos estavam perigosamente próximos agora que eu juro que pensei que ele me beijaria — Na verdade estava torcendo para isso, mesmo que fosse meu primeiro beijo— se não fosse por uma empregada atrapalhar o clima, me dizendo que meu pai me esperava para o jantar, fazendo com que Jin me pusesse no chão por completo e me largasse, tomando uma boa distância.

Depois que ela saiu, o clima no quarto ficara meio tenso e vergonhoso, estávamos tímidos um com o outro, mas ainda assim era uma sensação muito boa. Jin me deu licença e eu me troquei, utilizando a invenção mais odiada pela população feminina, mais conhecido como espartilho, tive que me maquiar porque com certeza meu pai iria aprontar alguma e talvez, meu noivo até esteja aqui já que nosso casamento está muito perto.

Novamente eu acertei, assim que desci as escadas com Jin, me deparei com um homem de idade, aparentando ser tão rico quanto meu pai, ele era estranho e apesar da idade possuía ainda cabelos negros. Ao seu lado se encontrava uma mulher à beira de seus cinquenta anos, provavelmente sua esposa e de frente ao meu acento, um homem muito bonito com cabelos tão negros como a noite sem luar, seus olhos também eram puxados e suas feições eram um tanto afeminadas, porém, não diminuía em nada sua beleza. Me aproximei deles, retirei o braço que apoiava ao de Jin, e reverenciei o rei e a rainha ouvindo meu pai vociferar:

—Esta que vos apresento, és minha filha, princesa do reino de Kangda, Kang Jun Nya! — Eu dei um sorriso cortês, contudo, por dentro estava morrendo de vontade de fugir com Jin e morarmos em algum outro lugar.

—É um prazer! —Eu os disse com a voz um tanto trêmula, não de medo, de raiva.

—Este que vos apresento, és meu filho, príncipe do reino de Exodus, Kim Jun Myeon! — Dizia o outro rei ao tempo que o rapaz bonito se levantava. Por vista ele tinha mais ou menos 1,73 de altura, quase vinte centímetros mais alto que eu.

—É um prazer! — Ele me reverenciou e beijou minha mão. Confesso que arrepiei..., mas que tipo de pensamento foi esse.... Foca no Jin, pense no Jin.

Nos sentamos todos a mesa inclusive Jin, que meu pai explicou já ser um membro da família, por isso partilhava nossas refeições. Jun Myeon me encarava e meu corpo não parava de arrepiar, gostaria muito de saber o que se passava em sua mente. Os reis conversavam sobre os reinos e assuntos políticos enquanto eu e Jin trocávamos algumas palavras sobre os treinos com Yoon Gi ao passo que o príncipe me encarava.

Acabado o jantar, eu já estava pronta para me retirar quando meu pai deu a notícia que eles ficariam até depois do casamento em nosso castelo e eu deveria mostrar tudo ao Jun Myeon e Jin ficaria com ele para situar os empregados dos novos hóspedes. Era tudo que eu menos queria, um tempo a sós com meu noivo, entretanto suspirei e o chamei para fora. Caminhávamos lentamente para o jardim eu começaria por ali, um lugar fresco e aberto caso eu precisasse bater nesse sujeito.

—Sabe.... Eu não quero me casar. Seu que você também não, então por que não unimos o útil ao agradável e cancelamos toda essa palhaçada? —Disse ele me surpreendendo com sua voz ridiculamente gostosa de se ouvir.

—Não sei se tens conhecimento da situação, mas nossos reinos estão em guerra e essa foi a única solução para isso, se você é covarde o suficiente para não aguentar nem um casamento de faixada, não deveria se considerar um príncipe. —Disse a ele o desdenhando por completo.

—Ora sua...

—O quê? A princesinha não aguenta? Oh! Coitadinha. Quer papai é? —Ele me encarava brutalmente, parecia que a qualquer momento ele me bateria, mas mal sabia ele que eu era uma ótima lutadora.

—Escuta aqui pirralha, se eu quisesse me casar com uma criança eu ia procurar uma no orfanato. E de preferência uma com cabelos negros porque cabelos loiros são muito estranhos. Fala sério, parece que tem macarrão no seu cabelo. —E ele sorria debochadamente de meu cabelo.

—Pelo menos eu não tenho vinte e cinco e continuo solteirão e obedecendo o papai! —Parece que o atingi.

Ele me prensou na arvore mais próxima que tinha de nós, seus braços me impossibilitavam de sequer pensar em fugir, ele estava tão perto de mim que me irritava apesar de minhas faces provavelmente estarem rubras no momento. Meu corpo se arrepiou e a culpa era dele, já que sua respiração quente batia em meu rosto e seu perfume delicioso invadia minhas narinas conforme ele se aproximava. Ele não sabia que eu estava fervendo de raiva por dentro e quando ele se aproximou ainda mais de meus lábios, a uns três centímetros eu sorri para ele e ergui meu joelho, acertando seu ponto fraco.

Jun Myeon caiu no chão urrando de dor e a minha sorte era que o castelo era meio afastado do jardim e ninguém poderia ouvir seus gritos, pois se pudessem eu já estaria ferrada aliás, não só eu, mas todo o meu reino.

—Bruxa! Por mil maldições, o que você fez? Quer ficar viúva sem ter ao menos casado? Esqueceu-se que somos obrigados a dar herdeiros?! —Eu estava parada feito estátua, eu havia me esquecido completamente disso. Droga! Eu não iria para a cama com o Jun Myeon, ele é um sem noção. —O gato comeu sua língua princesa?

—Antes ele me tocando que você. —Eu sai andando a sua frente e ele me puxou, fiquei surpresa com a fora que ele usou, talvez foi pelo susto, eu tropecei e caí em cima dele. E como qualquer livro clichê de romance, Jin apareceu para nos chamar para dormir. Sua expressão era de puro ódio ao observar a cena diante de si e parecia querer arrancar Jun Myeon do reino, mas antes disso me tirou de lá as pressas e violentamente me levou para meu quarto, me questionando o que havia ocorrido, por que eu estava em cima de SuHo (apelido carinhoso que eu o dei porque ele vai levar uma “surra” minha, sim eu sou muito boba as vezes) e ao fundo eu pude ouvir SuHo dizendo:

—Isso vai ser muito mais interessante do que pensei. —E Jin me levou para meu quarto.

 

 


Notas Finais


Se vcs gostaram me deixem saber ok, Comentem!
Se vcs não gostaram me deixem críticas (Construtivas) ok, Comentem!
Até o próximo pudinzihos!
Kissus.


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