História My Dear Dead World - GLEE - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Glee
Tags Apocalipse Zumbi, Brittana, Faberry, Glee, Glee Zumbis, Klaine, Samcedes, Zombies, Zumbis
Visualizações 23
Palavras 920
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Luta, Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Heey!
Bem, essa é minha primeira fic e digamos que eu já tenha preparado até o capítulo 15, então...
Hoje saem dois porque eu estou realmente empolgada ;)

Bem...
Fiquem com o capítulo!

Capítulo 1 - The Hell's Start


Rachel e Noah estavam sentados na sala vendo televisão quando o sinal foi interceptado e uma mensagem do presidente passou na televisão.

- Querido estado de Ohio, eu, Russel Fabray, presidente dos Estados Unidos, informo-os que vosso estado será agora o mais novo lar da nossa mais nova arma secreta. Sim. Para uma possível Terceira Guerra Mundial nossos cientistas desenvolveram um vírus que se espalha pelo ar capaz de trazer uma pessoa da morte. Mas não se enganem, esses seres morto-vivos são muito perigosos. Ele se espalha pelo ar, criando uma mutação genética nos seus glóbulos vermelhos, que para uma pessoa não infectada, parariam de funcionar, mas um infectado com seus glóbulos vermelhos mudados geneticamente continuam funcionando. Os glóbulos sobem até o cérebro, explodindo-o, causando uma dor repentina na vítima. Mas, antes de tudo, pessoas com sangue O- são imunes à doença. - tossiu. - Continuando. Os mortos-vivos sentêm a necessidade de comer carne sangrenta para "repor seus glóbulos", por isso, é bom que fiquem a trinta e cinco metros de distância dos infectados. Um lembrete, eles só atacam se podem vê-lo, então, se estiver em sua casa trancada estarão seguros. A essa altura todos já podem estar infectados e os morto vivos já devem estar circulando por aí. Apenas fiquem em casa até o exército circular para abastecer suas casas com comida e água potável. Não façam contato com eles! Uma mordida e você se tornará um deles. O processo será bem doloroso! Não tem como vocês saírem do Estado, eu mandei fecharem todas as fronteiras de Ohio. Tenham uma boa tarde. - fim da transmissão.

- Mas que porra... - Noah tentava entender. - Eu acho que isso é uma pegadinha feita por Russel! Presidente filho da puta, não sabe o quanto as pessoas devem estar aterrorizadas agora.

- Hm... Eu não acho que isso seja alguma brincadeira. - abriu as cortinas. Apontou com a cabeça para a rua. 

Estava um caos. Helicópteros do governo jogavam os infectados nas ruas. Pessoas corriam sem saber o que fazer. Bang a primeira vítima acaba de cair no chão e se contorcer. Ela se contorce, contorce, até que seu cérebro explode e fica com um buraco grande na cabeça. Seus olhos ficam brancos e o buraco em seu pescoço, que sangrava por causa da mordida, se estancou sozinho.

- Rach... - Noah apontou com a cabeça para a televisão. Um noticiário estava passando. - Pelo o que parece, as coisas saíram do planejado!

Era terrível. O apresentador se contorcia em cima da mesa, seus olhos reviraram, o cérebro explodiu e ele caiu inanimado. Até que levantou a cabeça e sua cara estava cinza. Pulou em cima da apresentadora, que estava tentando se defender com o suporte da câmera. Em vão. O apresentador atacou-a e arrancou seu braço. Logo, o primeiro morto-vivo, que infectou o apresentador devoravam a pobre jornalista que gritava e chorava de dor.

- Puta merda... - a morena lamentou baixo.

Mudaram para outra transmissão. De novo, era o presidente.

Exército Americano, evacuar o país! Código azul! - estava desesperado. Pigarreou quando percebeu que a câmera estava ligada. - Não conseguimos manter a situação sobre controle e por isso estou migrando de país. América, que Deus os proteja. - colocou um colete e subiu em um jato.

- Filho da puta! Está abandonando o país! Rach, o que vamos fazer! 

- Você trouxe suas armas, Puckerman? - o moreno assentiu. - ótimo, pelo menos seu treinamento valeu alguma coisa.

Noah Puckerman, melhor amigo de Rachel Berry, estava na cidade apenas para visitá-la. Ele é piloto do exército e tirou férias apenas para passar um tempo com a baixinha, o que acabou salvando-a.

Rachel subiu as escadas, pegou a mala do judeu e começou a tirar as pistolas do moreno.

- Sério isso Noah? Apenas pistolas?! - apontou para as quatro pistolas na cama. 

- Jewbaby, são essas quatro pistolas que irão nos salvar, agora pegue o máximo de comida que você conseguir. - ouviu batidas na porta. - Eles estão aqui!

- Mas ele disse que só atacam se puderem nos ver! 

- Parece que esse presidentezinho omitiu muita coisa da gente.

Os batidos foram ficando mais altos e Rachel encheu duas mochilas de comida e águas. Pegou o taco de baseball de seu falecido pai e Noah pegou o machado que ficava no porão. Só deu tempo de eles saírem pelas portas dos fundos e a porta foi arrombada. Mas não por morto-vivos, e sim por seres humanos desesperados.

- Oh, merda, Noah, são pessoas vivas! - Rachel sussurrou escondendo-se em uma moita perto da casa.

- Eu sei, eles estão procurando ajuda. Mas sendo barulhentos desse jeito só vão atrair mais deles! Vamos dar o fora daqui Rach. - puxou-a em direção à floresta.

(***)

Já em uma distância segura da cidade, dentro da floresta, encontraram um pequeno chalé. Puckerman entrou primeiro apenas para checá-lo. Estava limpo. Os dois entraram e surpreenderam-se ao verem a geladeira cheia. Fizeram uma pequena refeição e trancaram a casa com barricadas. Como já estava anoitecendo, permitiram-se descansar.

- Rach? - chamou pela morena, que estava deitada em seu peito.

- Hm?

- Eu prometo que, independente de tudo o que acontecer, vou te proteger, nem que seja com a minha própria vida. - beijou a testa da baixinha.

- Não. Porque não valeria a pena, Noah. Nós vamos sobreviver a esse inferno juntos. Agora vai dormir porque eu estou com um sono do caralho. - o moreno riu e concordou.


Notas Finais


E aí?
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