História My Dear Harlequin - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Categorias Batman, Esquadrão Suicida, Jared Leto, Margot Robbie
Personagens Bruce Wayne (Batman), Comissário James "Jim" Gordon, Coringa (Jack Napier), Dr. Jonathan Crane (Espantalho), Edward Nashton/Nygma (O Charada), Harleen Frances Quinzel / Harley Quinn (Arlequina), Pamela Lillian Isley, Personagens Originais
Tags Esquadrão Suicida, Harley Quinn, Jargot, Joker, Mad Love
Exibições 550
Palavras 2.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Spoilers, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HEY! Aqui estou eu de novo!
Okay, se tudo sair como eu estou planejando, a gente chega a 600 favoritos até sábado que vem o/ o/ o/.
É seguro dizer que o capítulo com a visão do Mr. J ganhou <3 então a votação acabou.

PS: Nesse capítulo, no final, vai mostrar um "salto" de uma semana na fanfic, mas vocês vão entender. É só para não estranharem... Avisem-me se ficar confuso, okay?

Espero que gostem!

Capítulo 27 - Ela é Minha


Fanfic / Fanfiction My Dear Harlequin - Capítulo 27 - Ela é Minha

 —Mr. J – sussurro de olhos fechados, ofegante. Meu baixo ventre estava queimando e meus dedos estavam firmemente presos aos seus cabelos verdes, entre as minhas coxas.

 Não era um exagero dizer que estava rouca com o tanto que já havia gritado àquela noite. Não conseguia pensar mais em nada, só me concentrava em sua língua gelada dentro de mim, explorando-me.

 Os espasmos de meu corpo ficam ainda mais intensos e meu coração bate ainda mais rápido, sentindo suas mãos apertarem fortemente minhas coxas, enquanto se concentrava ali. Ele parecia realmente se divertir com toda minha necessidade e sofrimento.

 —Mr. J – solto mais um gemido – Por favor...

 O orgasmo me atinge e sinto meu corpo todo se contrair, logo depois relaxando. Meus olhos ainda estavam fechados quando sinto sua boca subir por mim, passando a língua por minha barriga, meus seios, meu pescoço e por fim, minha boca, beijando-me exigente.

 Eu poderia ficar lá para sempre, mesmo que já estivesse muito cansada, mas abro os olhos rapidamente quando ele para o beijo, saindo de cima de mim.

 —Onde você está indo? – pergunto, forçando minha voz a não sair mais tão arrastada como antes.

 —Você me atrapalhou enquanto eu estava trabalhando, Harley – responde, fechando o zíper da calça e eu o olho incrédula.

 —Vai trabalhar agora? São quase quatro da manhã – protesto e ele ignora – Como pode ainda ter energia pra isso? Eu mal posso sentir minhas pernas.

 Ele sorri malicioso para mim, um sorriso psicótico. O único sorriso que eu já havia visto em seu rosto. Mr. J se aproxima, puxando meu queixo em sua direção e me beijando mais uma vez, deixando mais mordidas em meus lábios.

 —Vá dormir, Harls – fala, enquanto caminha em direção à porta – E se cubra, não quero voltar e achar seu corpo congelado na cama.

 A porta bate com força e eu suspiro, tirando meus cabelos da frente do meu rosto suado. Mesmo com as janelas fechadas, estava muito frio ali.

 —Quanta consideração – digo irônica, puxando, com um pouco de dificuldade, o grande cobertor ali e me cobrindo até o queixo, adormecendo rapidamente.

-x-

 Assim que acordo, procuro-o pela cama, mas ele não estava lá.

 Não é possível que ele tenha dormido depois de mim e ter acordado antes. De novo.

 Sento-me com um pouco de dificuldade, sentindo minhas pernas ainda um pouco moles e meus olhos lutando para se manterem abertos. Esfrego-os, percebendo que ainda estava nua.

 Levanto-me e coloco minha calcinha, pegando qualquer sutiã na mala e uma calça jeans. Antes mesmo de vestir uma blusa minha, resolvo pegar a de J, que estava espalhada pelo chão, assim como meu vestido da noite anterior.

 Só deixo o primeiro botão aberto e dobro várias vezes as mangas, para que elas se ajustassem a mim. A camisa, em si, havia ficado gigante, mas eu não me importei. Entro no banheiro e me dirijo ao espelho.

 Meus cabelos estavam muito bagunçados e com vários nós, o coro cabeludo ainda dolorido pela força de Mr. J ao segurar meus cabelos entre seus dedos. A situação do meu pescoço estava ainda pior, com o dobro de mordidas de antes. Debaixo dos meus olhos azuis, havia olheiras, mas não me importei. Eu podia jurar que havia um brilho diferente em meus olhos, era como se eles estivessem mais vivos do que nunca.

 Levanto a barra da blusa, analisando meus quadris. Marcas avermelhadas de seus dedos, que também não sairiam dali tão cedo. Suspiro, prendendo meus cabelos emaranhados em um coque bagunçado, nada parecido com o que eu costumava a fazer quando era psiquiatra.

 Não. Pense. Nisso.

 Bufo, soltando-o novamente. Lavo meu rosto, tirando grande parte da maquiagem preta restante ali, fazendo com que ela se concentrasse um pouco mais debaixo dos meus olhos. Não me importei em pegar a toalha e sujá-la de preto.

 O chão estava frio e eu não queria ficar descalça, então coloquei uma bota de cano curto que tinha trazido e saí do quarto.

 A mansão era bem fechada e, por isso, úmida e escura. Entretanto, eu podia ver o sol brilhar fracamente pelas janelas, contrariando a temperatura fria em Gotham.

 As escadas rangem enquanto eu as desço, mas não me importo. Vou até a cozinha, torcendo para que tenha qualquer coisa diferente da noite passada. Os capangas de J estavam na sala e pareceram notar minha presença, mas eu os ignorei.

 —Ei, loirinha – ouço a voz de um deles e me viro, ficando de costas para o balcão – O que fez para parar aqui?

 —Ah, sabe como é – dou de ombros, abrindo um sorriso e cruzando os braços – Eu sou filha de uns negociantes do chefe e numa das reuniões com meu pai, ele acabou-o matando, junto com meu irmão, e me trouxe como troféu.

 Alguns capangas reviraram os olhos, obviamente os que estiveram em Arkham e sabiam que aquilo era mentira, mas o que falou comigo pareceu acreditar. Pisquei pra Jonny, orgulhosa de minha mentira, mas ele suspirou, cruzando os braços.

 —O chefe já acabou com você? – outro perguntou. Ele tinha a cabeça raspada e algumas tatuagens pelo corpo grande.

 —Como é? – faço-me de confusa, ficando irritada e, ao mesmo tempo, apreensiva.

 —É surda? Estou perguntando se o chefe já acabou com você – repete, certamente vendo as marcas roxas em meu pescoço – Acho que é a nossa vez.

 Dou uma risada irônica, pegando discretamente uma tesoura de ponta que estava no balcão.

 —E eu acho que você não sabe como as coisas funcionam – respondi, mas ele se aproximou.

 —Ah, é? – sua voz grossa se tornou sarcástica – Você é a única que não entende como as coisas funcionam.

 —Alex – ouço Frost murmurar, como um aviso para o tal Alex, que ignora.

 —Vamos, gracinha, o que tem de errado – assim que ele avança sobre mim, finco a tesoura em seu ombro direito e ele vai para trás subitamente, gritando de dor – Cadela.

 Ainda seguro firmemente a arma em minhas mãos e ele me olha com raiva, fazendo menção de se aproximar novamente. Aperto a tesoura em mãos, levantando-a e preparando-me para tentar me defender novamente, mas em segundos, uma mão enluvada a arranca de mim.

 Sinto todos os capangas ficarem tensos, mas eu fico apenas curiosa, olhando para J, que estava ainda ao meu lado.

 Ele me ignorou completamente, se aproximando do homem que ainda estava com a mão em seu ombro, com uma expressão de dor e medo. Estava curvado e parecia um garotinho assustado quando o seu chefe colocou a mão em cima do machucado que eu havia causado, apertando-o.

 —Qual é mesmo o seu nome? – J perguntou, sorrindo, sua outra mão segurava a tesoura.

 —A-Alex – o grandão respondeu apavorado e eu sorri com isso.

 —Ah, Alex – o palhaço pareceu ainda mais assustador e apertou ainda mais a ferida ensanguentada, fazendo com que o capanga gritasse de dor – Bem, Alex. Sabe aquela garotinha ali? – apontou para mim com a cabeça, logo voltando sua concentração para ele – Digamos que ela é minha. Sabe o que isso significa? Ninguém deveria mexer com ela.

 O brutamontes assentiu, hesitante.

 —Ótimo. Que bom que esclarecemos as coisas, Alex – J ainda o segurava firmemente pelo ombro, e passou a cortar com a ponta da tesoura a testa do seu capanga, soletrando o próprio nome nela, enquanto ele gritava.

 Eu olhei pela cozinha, vendo todos os outros agirem como se nada tivesse acontecido, mesmo que alguns tinham pânico no olhar. Jonny era o mais calmo e, assim que olhei para ele, ele apontou com os olhos para Mr. J, indicando que eu não deveria desviar o olhar daquilo.

 Sentei-me no balcão, vendo o rosto de Alex totalmente ensanguentado e ele respirando com dificuldade. The Joker deixou-o no chão por um momento, para depois pegar um grande martelo de carne e rodá-lo na mão, sorrindo.

 —Eu não me lembro da última vez que usei um desses – assim que terminou de falar, atingiu o outro ombro do homem, que gritou de dor novamente. Depois, se concentrou em sua cabeça, até que o chão estivesse completamente coberto pelo líquido vermelho.

 Eu assisti a tudo aquilo sem desviar o olhar. Não me forcei em ficar focada ali, nem por um momento. Meu olhar deveria brilhar em fascinação, porque aquela cena só me deixava mais excitada para que o que ocorreu na casa do Dr. Arkham voltasse a ocorrer.

 Eu queria matar, de novo.

 —Tirem ele daqui – The Joker disse calmamente, como se não tivesse acabado de matar alguém.

 Os capangas começaram a se mover e eu senti uma de suas mãos enluvadas em meu coro cabeludo, puxando-me para fora da cozinha.

 —Ai! – eu reclamei, mesmo que não estivesse doendo tanto. A questão era que aquela região estava muito sensível por causa da noite anterior – Eu posso andar sozinha!

 Chegamos ao corredor e ele me soltou, de forma que eu me encostasse na parede. Suas mãos foram para o meu rosto assim que me confrontou e eu engoli em seco. As luvas estavam molhadas e eu sabia que agora meu rosto estava manchado com o sangue do morto.

—Harley, Harley, Harley – ele murmurou meu nome e eu senti um aperto no coração e um nó em minha garganta – Eu estou tão decepcionado com você.

 —Por que? O que eu fiz? – pergunto, segurando a gola da camisa que ele estava usando, tentando trazê-lo mais perto, mas ele não se moveu.

 —Achei que poderia deixar você sozinha com os meninos, achei que poderia cuidar de si mesma – falou, seu tom ainda frustrado – Mas eu tive que salvar você de um idiota.

 Ele se afastou de mim um pouco, esperando uma reação da minha parte.

 —Eu estava indo bem – argumentei – Não sei se percebeu a tesoura cravada no ombro dele.

 Assim que meu tom de voz se tornou mais rude, ele se aproximou rapidamente de mim, quase fazendo com que eu batesse a cabeça na parede, apertando sua mão direita em volta do meu pescoço. Não o suficiente para tirar meu ar por completo, mas era um aviso. Fiquei calada.

 —E o que acha que ele faria depois? Hã? – seu rosto estava muito próximo do meu e ele falava cada palavra com ênfase, seu tom de voz começando a se alterar, ficar agressivo – Pediria desculpas e iria embora? Eles iriam todos para cima de você, eles pensariam que é uma mulher frágil. O que você faria, então?

 —Eu não sei – admiti suavemente, após alguns segundos de silêncio e isso pareceu deixa-lo satisfeito, pois relaxou a sua expressão raivosa, tirando a mão de meu pescoço e permitindo que eu o puxasse mais perto.

 Ele levou os dedos sangrentos da luva até meu queixo, empurrando-o para cima e fazendo-me encará-lo. A sua mudança de humor não deixava de me surpreender, principalmente quando seu polegar começou a fazer carinho naquela região.

—Você ainda tem muito o que aprender, querida – sorriu de lado ao ver minha expressão um pouco espantada – Acho que terei que lhe ensinar.

 —Você vai me ensinar a lutar? – pergunto, levantando minhas sobrancelhas ligeiramente.

 Aquilo poderia ser bom ou muito ruim, mas não dependia de mim. Dependia de J, se ele quisesse que fosse bom ou ruim, e a possibilidade de sua escolha me deixava um pouco assustada.

 —Claro – respondeu – Se vai ficar aqui, tem que aprender a se defender.

 Eu sorri com aquilo, animada, envolvendo meus braços em torno de seu pescoço.

 —Eu tenho a sensação que você vai ser um canalha nesse jogo – falei em seu ouvido – Mas acho que quero jogá-lo de qualquer jeito.

 —É o que vamos ver – ele sussurrou de volta, eu pude sentir o sorriso formar em seu rosto.

-x-

 Eu nunca estive tão certa em minha vida. Ele era um completo canalha ao me ensinar a lutar.

 Foi exatamente no dia seguinte ao ocorrido, e se seguiu pelo resto da semana. A “fase inicial” em que eu estava, era a fase da luta com facas. Eu já havia ouvido falar que esse era o pior tipo de luta e, dois dias depois de treinamento, eu tive certeza disso.

 Apesar das inúmeras lesões, inúmeras vezes que eu mal podia sentir meu corpo e todos os momentos que eu quis desistir, só para ser deixada no porão da mansão por ele, que dizia que, se eu não quisesse mais treinamento, então ele não iria me treinar, apenas para, depois, eu mudar de ideia e me arrepender novamente no dia seguinte, aquilo tudo não chegava a ser tão ruim.

 Ele estava dedicando grande parte de seu tempo a mim, e apenas a mim. Ele tinha deixado de se trancar por tanto tempo no escritório e começou a passar várias horas do seu dia comigo, naquele porão espaçoso, que havia virado nosso centro de treinamento. Claro, J ainda saía muitas vezes para resolver alguns negócios, o que eu considerava uma pausa no treinamento, para que eu pudesse me acostumar com aquela casa e com a nova rotina.

 Mesmo que Mr. J parecia realmente disposto a me machucar em certos dias, e eu acabar um pouco dolorida demais e cansada demais, a ponto de não conseguir nem ter forças para espera-lo a noite, eu não podia negar que ele era o melhor treinador que eu poderia ter.

 The Joker era extremamente experiente com qualquer tipo de arma, e eu desconfiava que facas eram suas armas preferidas, enquanto eu mal sabia segurar uma. O que significava que, a maioria dos cortes que eu recebia, eram todos superficiais, apenas para que eu ficasse atenta, e não demoravam mais de uma noite para desaparecerem da minha pele. Embora, algumas vezes, ele tivesse feito alguns cortes mais profundos quando eu menos esperava, principalmente se eu não estivesse tão focada quanto ele achava que eu deveria.

 Não pude esconder minha felicidade com apenas alguns dias de treino, quando J falou que, com a minha incrível habilidade para ginástica, e ele realmente usou a palavra “incrível”, eu era capaz de vencer qualquer um.

 Com apenas uma semana naquele lugar, eu já havia criado uma rotina que havia me deixado satisfeita. Os capangas mal falavam comigo, a não ser quando eu os perguntava algo; eu tinha várias horas de treinamento e algumas restantes para arrumar qualquer coisa que quisesse fazer, para depois ir dormir antes de J e acordar quando ele já tinha levantado, pois só dormia menos que três horas por noite e, embora eu tenha tentado, não havia conseguido acompanhar seu ritmo. Exceto, claro, pelas vezes que eu acordava com ele apagando a luz do quarto e se deitando ao meu lado na cama, o que resultava, na maioria das vezes, em sexo. Mesmo assim, não era em torno disso que nossa relação distorcida estava girando. Era algo mental, um outro tipo de ligação que eu nunca tinha tido com ninguém antes, mesmo que os “benefícios” não fossem poucos.

 Algumas vezes, ele me levava em algumas saídas, junto aos seus capangas, porém nunca em uma situação importante demais. Ele dizia que eu não estava pronta e eu fingia que entendia o que ele queria dizer. Apenas desconfiava que J só estava esperando o momento certo para me apresentar a Gotham.

 Eu sentia que ele estava me moldando, e não achava aquilo errado. Mr. J estava me mostrando o que escondi de mim mesma por todos esses anos, ele estava me ensinando a me libertar, a ser o que eu sempre quis ser.

 Era como se toda minha vida estivesse ficado para trás, Harleen Quinzel estava trancada em um lugar distante e escuro de minha mente, e eu estava fazendo de tudo para que ela continuasse ali.

 Era como se antes eu vivesse uma vida entediante, sem sentido nenhum. Eu estava condenada a viver uma vida pacata e infeliz, mas ele me tirou disso.

 Foram as conversas no meio da noite, quando ele chegava no quarto; foram as conversas que tínhamos de manhã; os nossos treinamentos e todas as vezes que ele chegava de seus negócios e liberava seus capangas, resultando em nós dois juntos. Fosse na sala, enquanto eu assistia algum filme e ele se distraía com qualquer coisa, ou no seu escritório, que ele me deixou frequentar enquanto estivesse lá, desde que eu não o atrapalhasse ou interrompesse nada. Foram essas coisas que fazia com que tudo que eu havia passado valesse à pena.

 Em uma semana, eu havia me aproximado dele mais do que qualquer pessoa no mundo já o fez ou teria coragem de fazer. E eu pretendia continuar assim.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
Bem, favoritem!! Peçam para seus amigos favoritarem o qualquer coisa assim >.< para chegarmos a 600 favoritos logo, meus amores <3 E comentem, claro.
Faltam 22 favoritos para chegar a 600 o/ o/
Beijos <3 <3


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