História My Dear Husband - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Cristiano Ronaldo, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Exibições 206
Palavras 1.332
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Volteeeeeei de viagem! Espero que gostem do capitulo, e uma boa leitura!

Capítulo 12 - Tyler.


Bem-vindo à sala cheia de pessoas que têm salas cheias de pessoas que eles amaram um dia Trancadas em algum lugar, só porque nós somos revistados na porta não significa que nossos cérebros não são como granadas. 

 


Uma semana depois. 
•Megan Hunt Point Of Views•
Desci as escadas sentindo uma forte dor de cabeça, o que piorava pela música que Justin tinha colocado na sala. 
—Você poderia abaixar isso, por favor? – perguntei em quanto tomava uma aspirina e me sentava em cima do balcão da cozinha alisando meu rosto. O mesmo me ignorou e, fazendo o contrário do que eu pedi, ele aumentou. 
Me levantei imediatamente e caminhei em sua direção, ele estava bêbado, assim como os sete dias atrás. Parei na sua frente e levei minhas mãos a cintura o encarando com seus olhos vermelhos. 
—Você poderia abaixar essa porcaria?! – falei me alterando um pouco e ele gargalhou me dando um tapa na bunda. Reprimi meus lábios fechando meus olhos com força e levantei minha mão á descendo em seu rosto. Quando o mesmo se levantou pronto para bater no meu rosto segurei sua mão olhando dentro dos seus olhos e dei uma joelhada no seu membro. 
Olha aqui, eu estou cheia dessas suas palhaçadas, cheia! E se nesses dez anos eu perdi o medo de morrer, você acha mesmo que eu vou ter medo de você, seu idiota?! Se toca! Eu gosto de você para caralho, seu estúpido! Mas se você fizer isso mais uma vez, eu vou atirar bem na sua testa e depois vou chorar em cima do seu corpo, mas tenha certeza que eu vou te matar! – gritei aquilo olhando para o mesmo que se contorcia no sofá. 
Bêbado desgraçado! – gritei jogando o caixa de som no chão e passei por Elijah que me olhava assustado. 
O que é?! – gritei o olhando e respirei fundo subindo as escadas. 
[...]
Me joguei na cama e desbloqueei meu celular, passei a ver algumas fotos antigas, porém recebi uma mensagem de um número desconhecido. 
"Está disponível para ligações?" 
A mensagem disse e, mesmo estranhando disse que sim. 
No mesmo instante recebi uma ligação do mesmo numero, atendi em quanto me sentava na cama. 
—Quem é? – perguntei em quanto me encarava no espelho do quarto, posicionado bem ao lado da minha cama. 
Sua cor favorita era rosa, seu sonho era ir pra Disney e você sonhava em ser arquiteta, você tinha medo de trovões e pirava quando não me encontrava na saída do colégio. Uma noite de chuva você não conseguiu dormir, e eu, sempre ao seu lado, te dei um brinquedo para você segurar, ele era um cavaleiro, montado em seu cavalo branco e segurando sua flecha. Eu disse que ele iria te proteger, que ele não iria deixar nada de ruim acontecer com você. No dia seguinte você não foi ao colégio, por que mesmo dormindo ao meu peito você teve uma péssima noite de sono, eu voltei do colégio aos meio dia, eu estava animado por que tinha tirado um dez em matemática e eu queria tanto contar para você, eu cheguei em casa e o papai estava jogado no chão da sala, e ele chorava e chorava, eu só consegui largar minha mochila e gritar por você, eu te procurei na casa toda, você não estava mais lá, você tinha sido levada, e eu lembro de insistir tanto para que você fosse ao colégio. Eu queria você perto de mim, mas olhe ao redor, irmãzinha. Dez anos se passaram. –  a voz estava completamente diferente, mas eu poderia reconhecer em qualquer lugar. 
Tyler... – foi a única coisa que consegui falar, meu rosto estava tomado por lágrimas, o meu porto seguro estava ali, tão perto de mim. 
Megan. – escutei o mesmo fungar seu nariz e eu fechei meus olhos com força. – Eu senti tanto a sua falta. 
—Eu quero te ver, Ty. – falo enxugando algumas lágrimas que escorriam e escutei sua risada fraca do outro lado da linha. 
—50 Alabama St SW 30303, se você correr um pouco, pode me encontrar em vinte minutos. – ele disse e eu soltei um sorriso. 
Eu te amo tanto, Ty. – sussurrei e escutei uma risada pelo nariz 
Eu também te amo, Sunshine. – ele disse e eu sorri por não ter escutado aquele apelido a tanto tempo. 
Raio de sol. 
[...] 
—Aonde você vai? – Justin perguntou me seguindo em quanto descíamos as escadas 
—E desde quando eu te devo satisfações? – perguntei pegando a chave de um dos seus carros e colocando meu celular no bolso 
—Desde quando coloquei uma aliança no seu dedo. – ele disse e eu parei na frente da porta e me virei para olhar o mesmo. 
Exatamente, você colocou uma aliança, não uma algema. – falei abrindo a porta e saindo a fechando atrás de mim. Caminhei em direção ao carro e o destravei entrando no mesmo e dentro de alguns instantes cantando pneu daquele lugar. 
O caminho até o restaurante foi tranquilo, tirando a parte que eu estava super ansiosa, foi sim. 
Estacionei o carro e senti meu coração quase pular do meu peito, desci do mesmo e caminhei até a porta do restaurante, entrei no mesmo e senti meus olhos marejarem ao ir de encontro aos dele. 
Ele estava igual, quer dizer, não igual á dez anos atrás, mas ele era o mesmo. Meu mesmo irmão, meu mesmo porto seguro que me protegia dos monstros que moravam debaixo da minha cama, e me prometia um mundo onde não existia o mal, a dor, e todas as pessoas desse mundo desejavam apenas fazer o bem. 
Corri em sua direção e o abracei, o abracei o mais forte que pude, sabia que estava molhando sua camisa com minhas lágrimas mas não estava dando a mínima, ele estava ali, ele realmente estava ali. 
—Você cresceu tanto! – ele disse deixando suas mãos a cada lado do meu rosto 
—Você está incrível, está lindo! – falei o observando. 
—Bom, vamos sentar, eu tenho tanto para te falar! – ele disse segurando minha mão e me puxando para sentar. 
—Como descobriu onde eu estava?–  falei sorrindo e ele sorriu deitando sua cabeça no seu ombro, típico dele, que sempre fazia isso. 
—Bom, eu estava assistindo a televisão quando vi que Cristiano Ronaldo tinha uma nova affair, e logo depois apareceu você e a nossa mãe. – ele disse dando ombros em seguida me fazendo arquear as sobrancelhas. 
—Continua! – falei sorrindo e ele riu, prosseguindo. 
—E então eu liguei para nossa mãe e pedi explicações, ela disse tudo e eu estou aqui. – ele disse dando um sorriso sem mostrar os dentes me fazendo rir. 
—E então me fala, você se formou?– perguntei e ele riu negando com a cabeça 
—Bieber matou nosso pai, meu próximo passo é assumir o lugar do papai e dar orgulho para o mesmo.– ele disse e eu neguei com a cabeça o olhando 
—Dar orgulho ao papai? Ele matou a minha filha, tirou de mim o meu bem mais precioso. E outra, Ty... E o mundo que nós imaginamos? E o mundo que você me fez imaginar?! Um mundo onde não existe maldade, demônios. E todas as pessoas desejam apenas fazer o bem! Aonde esse mundo foi parar? – falei olhando dentro dos seus olhos e ele franziu o cenho me olhando. 
—Você teve uma filha com ele? – ele disse olhando abismado para mim e eu respirei fundo 
—Eu tinha quinze anos. Isso não vem ao caso, Tyler. – falei e ele assentiu reprimindo os lábios. 
Você vai fugir comigo, não vai? – ele disse e eu arregalei meus olhos olhando o mesmo.
—O que disse? –perguntei franzindo o cenho.
—Acabou, Megan. Você não precisa mais viver assim, eu sou sua família.– ele disse e eu reprimi meus lábios o olhando. – E mesmo sendo do jeito que é, eu sei que você sempre obedece os mais velhos. – ele disse dando um sorriso fraco e eu fechei meus olhos por alguns segundos o olhando em seguida. 
Para onde vamos? – perguntei encarando o mesmo e ele soltou seu melhor sorriso. 
 



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