História My Dear Psycho Killer - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Lana Parrilla, Once Upon a Time, Sean Maguire
Personagens Lana Parrilla, Regina Mills (Rainha Malvada), Robin Hood, Sean Maguire
Tags Lana Parrilla, Outlaw Queen, Outlawqueen, Sean Maguire
Visualizações 80
Palavras 1.215
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Gente, chegamos ao último capítulos dessa fanfic, avisei desde o começo, mas é bom reforçar que a fanfic foi feita para ser pequena mesmo! Por isso o tempo não foi tão detalhado, tudo passou rápido, mas espero que tenha divertido vcs, não estou aqui com essa história para dar o melhor desenvolvimento à vocês, mas sim, uma diversão que talvez tenha sido muito rápida. É a segunda fanfic que eu acabo esse mês 😢, mas estou feliz com tudo isso! Eu amo essa fanfic, e ela tem sido muito muito importante para mim de diversas formas. Eu adorei cada capítulo dela, e espero que vcs tenham gostado tanto quanto eu. Espero que gostem desse (último) capítulo.

Capítulo 7 - My Dear Psycho Killer


Fanfic / Fanfiction My Dear Psycho Killer - Capítulo 7 - My Dear Psycho Killer

O dia de meu julgamento tinha passado, e soube que eles se quer enterraram o corpo de Regina, eles... A mataram, como se ela fosse um animal, como se ela fosse um nada. E eu só podia chorar em minha cela.

Já havia sido transferido para a verdadeira cadeia, dividia cela com homens que eu não trocava uma palavra se quer! Mas, sei que me julgavam, eu sentia isso em seus olhares... Bandidos, me julgando por amor? Mas, o que eu poderia fazer?

Depois de implorar por um papel e uma caneta eu estou aqui, escrevendo, remoendo o que aconteceu.

Algo nisso me fazia sentir perto dela, sentir o que eu sentia, nem que na mais distante lembrança. Eu sentia Regina viva! Lembro-me de meus momentos, se eu soubesse onde estava me metendo! Eu, agora, me considero louco, não posso mentir pra mim mesmo! Quem em sã consciência faria o que eu fiz? Sem nem ao menos perceber que, aquilo definitivamente não estava certo!

Eu devia ter lutado por Regina da forma certa e ela poderia estar viva! Entretanto, sei que se voltasse atrás não conseguiria fazer diferente.

Eu posso tentar explicar Regina, más nada vai descrever a sensação que ela me fazia sentir. Era como uma droga que eu simplesmente não sei mais viver sem, um vício sem cura! Regina era tudo ao mesmo tempo, uma explosão de sensações, e ao meio de toda aquela locura... Êxtase.

Eu sinto muito, podem me julgar, mas eu não consigo viver sem ela. E, eu já não me importo mais se vou ou não morrer. Eu não queria fazer minha mãe passar por isso, nem minha irmã mais nova, mas... O que eu fiz já não tem mais volta! Eu não sei quais seriam meus planos de vida se saísse daqui! Com toda certeza não poderia mais ser um psicólogo...

Psicólogo, até desse ridículo apelido eu sinto falta.


Sou tirado completamente de meus devaneios quando vejo um policial na grade da cela, chamando por mim.

-Você tem visitas psicólogo! - diz com certa ironia. Me levanto deplorávelmente do chão, e vou em direção à ele, que logo me algema. Me empurrando sem nem uma delicadeza, me colocando sentado ao lado de um telefone, podendo ver ao outro lado do vidro a cara de quem eu menos queria ver, Luizy! Sim, a mulher que me jurou Regina de morte, ela carregava em seu sorriso vitória! 

Pego o telefone ao meu lado, colocando-o em meu ouvido, a encarando no fundo de seus olhos. Vejo-a abrir um sorriso cínico, e então a ouço dizer.

-Olá! - sorriu mais abertamente quando vê que, eu a olhava com sangue nos olhos.

-Não queria dizer isso, mas, bem que te avisei! - ela diz, fazendo bico, -na verdade, queria dizer sim. - respiro fundo.

-Eu disse que faria de tudo pra Regina estar onde está... Morta! Você nem se quer se lembra né?

-O que? - pergunto.

-Eu estava lá Robin! Eu estava lá quando te desmaiaram, eu estava lá quando jogaram o corpo mole de Regina naquele beco. Ou, você acha que polícias perdem o tempo levando corpo de assassino pra ser enterrado com um padre do lado? - ela diz sorrindo, fecho os olhos tentando não imaginar a cena, sinto minha garganta travar, mas faço de tudo para evitar as lágrimas.

-Eu vou te matar! - sussurro ao telefone. 

-Ui, que medo! - debocha. Abro meus olhos, e então a encaro, querendo passar verdade nas palavras que viriam -não sei como, mas, se eu for lutar para sair desse lugar... Vai ser para te matar! Eu prometo. - pela primera vez, vi uma pitada de medo em seu olhar.

-Nosso horário acabou Srt. - sussurro ao telefone, e me levanto, indo à minha cela com guardas em meu encalço. 

 . . .

As visitas sempre chegavam, mas, preferi que as ignoraria daqui em diante. Todos os dias de visitas às cinco horas da tarde, alguém estava lá. Mas eu não queria, não queria passar mais desgosto à quem amava, não queria lidar com quem odiava. Eu realmente pensei em lutar por minha vida, nem que fosse por algo como a vingança! Será que, é isso que me tornei? Algo tão miserável a ponto de querer viver apenas pela vingança? Mas, algo nisso me parecia totalmente gratificante.

Será que era assim que ela se sentia? 

Chegar ao ponto de imaginar como seria, e sentir um poder nas mãos, uma vontade gritante de seguir em frente com isso... 

Eu continuava pintando nossa história nos papéis, quando eu cheguei no final, eu me perguntei: O que seria dali em diante? Uma história não merece um final tão tosco, tão amargo quanto a vida. Ela morrer estragou com a aventura romântica que, eu poderia escrever, até agora pensar nela como algo morto, faz com que meu coração se aperte, tanto que parece que ele vai sumir. Eu poderia fingir que tudo deu certo, e escrever assim, mas resolvi que chegaria até aqui como se, uma reviravolta mirabolante acontecesse. Porém, nada me vinha à cabeça.

Então, descrevo lentamente meus últimos momentos ao papel...

Após sentir os ossos de minha mão se deslocando, causando-me uma dor insuportável, fui levado ao chão com um golpe em minha cabeça. Logo senti alguns chutes em minhas costas, mas o que se fixou em minhas lembranças fora o olhar de Regina. E logo o breu tomando conta de tudo.  

Remui isso em minhas lembranças, tantas e tantas vezes, até que cheguei a conclusão de que pude ver sues labios se mecherem me dizendo algo, eu não consigo me lembrar, mas algo me dizia que, era um conforto, era como se ela quisesse me dizer que, tudo iria ficar bem, eu apenas precisava confiar nela. Também cheguei a conclusão de que, o estouro que pensei ter ouvido, era na verdade o barulho de minha própria cabeça ao chão.

Mas, que diferença tudo isso fazia na altura do campeonato?


-Locskey! - ouvi alguém me chamar, agora, eu vivía em um mundo em minha cabeça, alheio a tudo e a todos, era só eu e o barulho incesante de meus pensamentos.

-Você tem visita!

-Hoje não é dia de visitas, e eu já disse que não atenderei as visitas. - constatei.

-Eu sei, mas, essa mulher não para de insistir, diz que é muito importante conversar com você. E pede que você aparece lá, com urgência!

-Quem é essa mulher? -indago ao homem.

-Não sei, mas, que mal tem?


Que mal tem? É mal nem um.


Dessa vez, diferentemente das outras vezes me levaram à uma sala separada. Quando cheguei à porta, eles me viraram, para xecar minhas algemas.

-Quem é? - pergunto à um guarda na frente da porta.

-O nome é Eva! - franzo meu senho, não consigo lembrar de ninguém que eu conheça com esse nome.

Eles abrem a porta, e logo pude ver uma mulher de costas, seus cabelos eram escuros, tanto quanto os de Regina, só que os dela eram curtos na altura do ombro, diferente do dela que batia no final de suas costas. Ela vestida uma roupa social, uma sáia lápis até seus joelhos, e um terninho, ambos da cor rosa claro. Ela olhava a parede do outro lado da sala, ficando de costas à mim.

Quando a porta se fecha, ela se vira lentamente, e só quando tirou os óculos pretos dos olhos e disse:

-Oi psicológuinho, agora é minha vez de te tirar daqui!

Que eu percebi quem verdadeiramente era. 


Notas Finais


Foi isso gente, eu particularmente gostei desse final! Tem sim toda uma explicação mas eu preferi deixar assim, afinal toda a fanfic é a visão do Robin sobre tudo, não podemos ver como a Regina se sente ou se sentiu em nem um momento e não ia ser agora que ia mudar! Enfim, me desculpem qualquer coisa que não tenha agradado, mas espero que tenham gostado gente ❤❤❤ Mts Bjs e até meus próximos "projetos"!


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