História My dear teacher - Capítulo 14


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 48
Palavras 1.880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


me desculpem por n ter postado ontemmmm fiquei muito ocupada! e me desculpem de novo pelo cap curto de hoje, mas espero que gostem e tenham uma boa leitura! beijosss

Capítulo 14 - Everclear


Fanfic / Fanfiction My dear teacher - Capítulo 14 - Everclear

    Não tive nem como negociar em trocar de fantasia com Marie, a fantasia dela era de "presidiária" pra combinar comigo. Era uma blusa listrada em preto e branco, uma saia curta e preta, uma máscara preta, salto alto, e uma bolsinha bege com um cifrão. Eu estava me sentindo nua com a roupa que ela ajeitou em mim, graças a Deus era um macaquito e não uma saia, porém, era curto, e tinha uma abertura enorme entre os seios, no lado direito do peito tinha um símbolo que tinha o nome "police", havia um cinto grosso na minha cintura, e nele um encaixe que tinha uma arma de brinquedo, mais uma coisa que tinha eram algemas penduradas no cós. Meu cabelo estava solto como sempre uso, e na minha cabeça um quepe com um símbolo de policial, e na minha mão, eu carregava um cassetete. A maquiagem Marie fez questão de fazer, eu usava uma sombra e lápis preto, e o batom vermelho bem escuro. Ótimo.

- Não, Marie, eu não vou não. - choraminguei sentada no sofá esperando ela acabar de se maquiar.

- Vai mesmo deixar o Luan triste?- ela gritou de dentro do quarto.

- Ele não vai ficar triste, ele vai entender. - cruzei os braços.

- Manu, você tá tão linda.. Vamos, por favor. Eu comprei até uma roupa pra combinar com você. - ela apareceu na sala.

- Não vamos demorar, ok?- me levantei.

- Claro. - ela me olhou maliciosamente. - Vamos?

- Vamos, quem vai nos levar?- abri a porta.

- Ele!- assim que abri vi Léo apoiado no carro preto dele e mexendo no celular.

- O quê?! Por quê?- questionei.

- Porque ele é nosso vizinho e também vai, não fica mais fácil irmos com ele?- ela sorriu e andou na frente.

- Pensando bem.. É. - concordei e andei logo atrás dela.

- Boa noite!- ela sorriu quando se aproximou dele.

- Boa noite..- ele nos observou atentamente- É pra combinar?

- Sim!- Marie bateu palmas.

- Estão lindas.- ele sorriu olhando pra mim.

- Obrigada!- ela cantarolou.

- O-Obrigada..- corei.

- Vamos?- ele abriu a porta do carro.

- Vamos sim. - Marie abriu a porta de trás e entrou, quando ia entrar atrás dela, Léo abriu a porta da frente por dentro e eu entrei.

- Valeu.- respirei fundo.

- O que foi? Você está bem?- ele ligou o carro.

- Estou. - falei baixo.

- Depois nós conversamos sobre isso.- ele acelerou o carro e Marie pigarreou sorrindo, com isso eu revirei os olhos e nos seguimos o caminho em silêncio.

Leandro ficava tão concentrado dirigindo que ele nem percebia que tinha vezes que eu encostava a cabeça no banco e ficava olhando pra ele. Quando chegamos Max estava na porta, a fantasia dele era de coringa, ele usava aquela maquiagem ridícula do coringa e paletó roxo, com uma bermuda jeans, e tênis all star.

- Droga, com você desse jeito não vai dar nem pra te beijar. - lamentou Marie quando fomos de encontro a ele.

- Pra tudo tem um jeito. - ele sorriu pegou ela na cintura e deu um selinho nela.

Foi estranho, nunca que eu ia imaginar minha prima ficando com um cara desses.

- Cadê o Luan?- perguntei.

- Ele está lá dentro. - Max apontou.

- Vou ficar por aqui mesmo, tá?- disse Marie.

- Tudo bem. - olhei para trás e vi Léo. - Você vem?

- Vou sim. - ele deu um pequeno sorriso e me acompanhou.

O som alto dava para escutar do lado de fora, imagina como estava dentro, não dava pra escutar a voz de ninguém ali. Estava tudo escuro, iluminado apenas pelas luzes coloridas que se mexiam para lá e para cá, estava parecendo mais uma balada do que uma festa mesmo. Eu só conseguia ver pessoas dançando em todos os lugares, não via Luan em lugar nenhum dali.

- Eu não vejo Luan!- gritei para Leandro.

- Nem eu! Você quer beber alguma coisa?- ele falou gritando no meu ouvido.

Ah, a propósito ele estava de batman, ele usava uma calça preta jeans, uma blusa preta com o símbolo do Batman, e aquela máscara, que ele só colocou quando entrou na festa. Achei bizarro, mas estava lindo.

- Quero!- respondi fazendo sinal de "beleza" com as mãos.

Então ele pegou na minha mão e me levou até o bar que tinha, havia duas mulheres atendendo, e atrás uma prateleira com diversas bebidas que eu não sabia nem pronunciar o nome. Ele estendeu a o braço para chamar a atenção da moça, ela rapidamente olhou e sorriu se aproximando.

- Sim?- ela falou, não escutei a voz dela mas pude ver que ela falou isso pela leitura labial.

Então Leandro falou algo no ouvido dela e ela chegou com um copo cheio de gelo e um canudinho, a bebida era azul.

- O que é isso?- perguntei ficando na ponta dos pés para falar no ouvido dele.

- Blue Lagoon. É um cocktail.- ele explicou.

- Eu não sei o que pedir. - coloquei a mão no queixo pensando.

- Ah--

- Moranguinho!- alguém gritou.

- Hã?- me virei.

Pra alguém ser chamada de Moranguinho é por quem tem o cabelo ruivo, né? E alguém me chamava assim pra me deixar brava, esse alguém era..

- Só te reconheci pelo seu cabelo!- ele sorriu e me abraçou.

- Luan! Eu estava te procurando!- sorri e apertei ele no abraço. - Parabéns, mané.

- Obrigado.- ele deu língua quando me soltou. - Aposto que você não escolheu essa fantasia.

- Verdade, quem escolheu foi a Marie. - revirei os olhos.

- Sabia!- ele gargalhou. Ele vestia uma fantasia de pirata, com aquele gorro preto e tapa olho, estava bem gato.

- Eu odiei. - cruzei os braços.

- Eu vi ela com o Max, ela estava de ladra, imaginei que ela colocasse você pra ficar assim. - contou ele.

- Péssima ideia, hein? Mas e aí, tá curtindo a festa?- mudei de assunto.

- Ah tá bacana, tava só esperando você pra ficar melhor. - ele desviou o olhar e sorriu.

- E-Eu?- corei.

Ele estava dando em cima de mim???

- Vou deixar o casal a sós. - Leandro faltou alto para escutarmos e saiu todo mal-humorado.

- Eu vou atrás dele. - dei um passo e Luan me puxou de volta.

- Deixa ele, ele se vira.

- Mas--

- Você não ia beber?- ele rapidamente mudou de assunto. Estava aprendendo com Max?

- Ia, mas não sei o que pedir.

- Já sei uma, e olha que ela foi uma que eu quase não conseguia.

- Ué, por quê?- arqueei as sobrancelhas.

- Além de cara, é proibida. - ele me olhou daquele jeito safado.

- Maluco! E por quê comprou?

- Você vai saber depois que tomar. - ele sorriu e chamou a moça.

- Luan... Você sabe que sou fraca com bebidas, não é?- alertei.

- É de boa.

Então ele falou algo no ouvido da mulher e ela arregalou os olhos, em seguida deu um copo pequeno com uma bebida de uma dor transparente.

- Luan, o que é isso?- peguei o copo.

Pude ver a moça mexendo os lábios devagar como se estivesse dizendo "cuidado".

- Bebe.- ele tirou o tapa o olho.

- Isso não me parece bom. - fiz uma careta.

- Bebe logo, tá todo mundo aqui, você precisa se preocupar com o quê?- ele me fitou.

- Se eu enlouquecer, eu te mato quando estiver sóbria. - ameacei e não, eu não ia matar ele, no máximo ia deixar o olho dele roxo, ou ia quebrar o dente dele. E eu nem gosto de violência, tá?

- Tudo bem. - ele revirou os olhos e empurrou a bebida da minha mão para a minha boca.

Quando bebi o primeiro gole, me engasguei e perdi o ar quando aquele líquido começou a queimar na minha garganta.

- L-Luan!!!- agarrei a camisa dele com força.

- Gostou?- ele deu um sorriso maligno.

- Que porra é essa?!!- coloquei a mão no peito arfando e me sentindo tonta.

- Everclear. - ele me segurou.

- Eu não sei que caralhos é isso!!- engoli em seco e inspirei e expirei devagar.

- É a bebida mais forte do mundo.- ele sorriu e pegou na minha cintura e me puxou para perto dele.

- Por quê tu me deu isso, velho?- fiz cara de triste.

- Sei lá. - ele encolheu os ombros.

- Sai de perto de mim!- empurrei ele tonta.

- Ei..

Ele começou a falar mas eu saí andando e cambaleando pelo caminho. Eu empurrava todos na minha frente, eu precisava achar Marie. Mas eu parei quando empurrei alguém que reclamou.

- Presta atenção, cachaceira!- ela me empurrou para trás e eu quase caí, mas alguém me segurou.

- Não.. Não é culpa minha, me desculpa. - pisquei algumas vezes para ver quem era, mas só conseguia ver um borrão preto e amarelo com a mão na cintura.

- Olha só, ela voltou a saber a pedir desculpas... Será que voltou a ser a mesma idiota?- ela gargalhou.

- Ei, quem é?- esfreguei os olhos.

- Não está me reconhecendo? Dã! É a menina mais gata do colégio aqui. - então reconheci a voz.

- Martha?- franzi o cenho.

- Isso mesmo, ao vivo em carne, osso, e belezura!- ela gargalhava.

- Onde está a Marie?- olhei ao redor.

- Quê? Quem é Marie?- a imagem foi clareando e eu pude ver Martha em uma fantasia de Batgirl, usava um vestido preto com o símbolo de morcego no peito, e um cinto amarelo, o resto não consegui distinguir.

- Saí da frente. - empurrei ela para continuar andando, mas ela me puxou de volta pelo cabelo.

- Quem você pensa que é?

- Manuela, prazer. - tudo começou a girar.

- Você está maluca garota, vai dormir. - ela me empurrou e eu caí no chão.

- Eu vou fazer você dormir.- me levantei devagar e do nada, a minha velocidade aumentou e eu pulei nela, caímos juntas, ela deitada e eu em cima dela.

- Socorro! Alguém...!!- ela gritava desesperada.

- Aprende a me respeitar. - fiz uma careta, e dei um soco no rosto dela.

- Você é uma--

- Me solta!!- alguém me levantou por trás e eu comecei a balançar as pernas para tocar no chão.

- Manuela se acalma!!- ele gritou e eu reconheceria aquela voz em qualquer lugar.

- Leandro me solta eu preciso..

- Louca!- Martha se levantou do chão.

- Venha!- balancei as pernas para chutar ela, mas nada adiantava.

- Professor! Viemos combinando!- Martha pareceu notar agora que eles estavam mesmo combinando.

- É. - ele respondeu secamente.

- Isso não significa algo?- ela se aproximou, o que foi um erro pois eu acertei um chute na barriga dela.

- Toma!

- Professor..- ela ficou sem ar.

- Manuela, o que aconteceu com você?- ele me colocou no chão e me segurou firme para eu não sair do lugar.

- O Luan! - gritei.

- O que ele fez?- Leandro arqueou as sobrancelhas esperando uma resposta.

- Ele me deu uma bebida.. Uma.. Eu não lembro.. O nome era.. - me esforcei para lembrar.

- Ele te embebedou?- Leandro apertou mais o meu braço, bravo.

- Everclear!- lembrei finalmente.

- Everclear?!- ele repetiu muito, mas muito bravo e apertando meu braço com mais força devido a raiva.

- Isso!- concordei rindo por lembrar o nome.

- Manu!- alguém gritou e eu me virei na mesma hora, então recebi um beijo.

E um baita beijo por sinal, fechei os olhos e acompanhei o beijo como uma dança sem nem me importar com quem era, não durou nem um minuto eu fui puxada para trás e pude ver com mais clareza, Luan levando um soco de Leandro.



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