História My Destiny - Markson - Capítulo 4


Escrita por: ~

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Categorias 2PM, Got7
Personagens BamBam, Jackson, JB, Jinyoung, Mark, Wooyoung, Youngjae, Yugyeom
Tags 2jae, Got7, Jinyoung, Markson, Mpreg, Yugbam
Visualizações 286
Palavras 3.059
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - 4


MEU CELULAR ME acorda na manhã seguinte. Eu o ouço vibrando no criado mudo ao lado da minha cabeça. YOUNGJAE aparece escrito em negrito na tela, e o rosto dele me encara com os olhos arregalados e um sorrisão cheio de dentes. Essa imagem me acorda completamente e eu me levanto, entrevado, e fico segurando o celular, deixando-o vibrar na palma da mão por mais alguns segundos, antes de finalmente criar coragem para atender.

— Aonde você foi? — sua voz grita no meu ouvido. — Meu Deus, Mark, você sumiu e eu surtei e Jinyoung sumiu por um tempo também e aí ele voltou e eu vi Jaebum indo embora uma hora com sangue pela cara toda e aí comecei a entender o que você falou sobre Jinyoung estar puto... — Ele finalmente respira. — E fiquei me perguntando o que eu tinha feito ou falado ou se foi por causa daquele lance no restaurante semana passada, mas ele só me ignorou e falou que era hora de ir embora e eu...

— Youngjae — interrompo, zonzo com todas aquelas frases emendadas —, dá pra você se acalmar um pouco?

Tiro o cobertor de cima de mim e saio da cama ainda com o celular no ouvido. Sei que preciso contar o que Jinyoung fez. Preciso. Não só ele nunca iria me perdoar depois, quando descobrisse, mas eu também nunca iria me perdoar. Se a situação se invertesse, eu ia querer que ele me contasse.

Mas não por telefone. Isso requer uma discussão cara a cara.

— Pode tomar café comigo daqui a uma hora?

Silêncio.

— Hã, sim, claro. Você tá bem mesmo? Fiquei tão preocupado. Achei que você tivesse sido sequestrado ou algo assim.

— Youngjae, sim, tô... — eu não tô nada bem — sim, tô bem, tá? Me encontra daqui a uma hora e, por favor, vem sozinho.

— Jinyoung tá apagado na casa dele — ele conta, e percebo o sorriso em sua voz. — Menino, ontem ele fez coisas comigo que eu nem imaginava que ele fosse capaz.

Estremeço com as palavras dele. É como se elas estivessem gritando comigo do outro lado da ligação, mas preciso fingir que são apenas palavras.

— Tipo, mas nem consegui pensar em sexo até saber que você tava bem. Você não atendia o celular, então liguei pra tua mãe umas três da manhã e ela falou que você tava na cama, dormindo. Eu ainda tava preocupado porque você sumiu e...

— Uma hora — interrompo, antes que ele comece a divagar novamente.

Desligamos, e a primeira coisa que faço é verificar as chamadas perdidas no celular.

Seis eram de Youngjae, as outras nove eram de Jinyoung. Mas só Youngjae deixou recados na caixa postal. Acho que Jinyoung não quis deixar nenhuma prova comprometedora.

Não que eu precise de provas.Youngjae e eu somos melhores amigos desde que a vadia roubou minha Barbie Veludo Legal numa festa do pijama.

Estou bem agitado quando Youngjae aparece, e já tomei mais da metade do meu latte. Ele desaba na cadeira vazia. Preferia que Jae não estivesse tão sorridente; isso só vai tornar tudo mais difícil.

— Você tá com uma cara horrível, Mark.

— Eu sei.

Ele pisca, surpreso.

— Quê? Cadê o seu famoso “obrigado” sarcástico, acompanhado do famoso revirar de olhos?

Por favor, pare de sorrir, Jae. Por favor, leve meu estranho comportamento NÃO sorridente a sério ao menos uma vez e me olhe sério.

Claro que ele não faz isso.

— Olha, vou direto ao assunto, tá?

Pronto: finalmente o sorriso começa a desaparecer.

Engulo em seco e respiro fundo. Meu Deus, não acredito que isso aconteceu! Se fosse um cara qualquer com quem ele estivesse saindo durante uma de suas breves separações de Jinyoung, não seria tão difícil. Mas é Jinyoung, o cara que ele namora há cinco anos, para cujos braços sempre corre depois de uma separação ou uma briga. Ele é o único cara que ele já amou de verdade.

— Mark, o que tá acontecendo? — Jae pressente a gravidade do que vou contar e posso ver em seus olhos castanhos que já está tentando descobrir se é algo que vai querer ouvir ou não. Acho que ele sabe que tem algo a ver com Jinyoung.

Vejo o nó se mexendo no meio da garganta dele.

— Ontem à noite, eu tava lá no teto com Jaebum...

Seu rosto preocupado é tomado por sorrisos de repente. É como se ele estivesse agarrando a oportunidade de mascarar a notícia inevitável com algo que ele possa transformar em piada.

Mas eu o detenho antes que ele tenha a chance de fazer um comentário.

— Só me escuta um momento, tá?

Finalmente consegui que ele entendesse. O espírito brincalhão natural que sempre transpira do seu rosto sumiu completamente.

Eu continuo:

— Jinyoung achou que Jaebum tinha me levado pro teto pra se aproveitar de mim. Ele apareceu lá e partiu pra cima de Jaebum; encheu o coitado de porrada. Jaebum foi embora obviamente puto da vida, e aí ficamos só eu e Jinyoung. Sozinhos.

Os olhos de Youngjae já estão traindo seus temores. É como se ele soubesse o que vou dizer e estivesse começando a me odiar silenciosamente por isso.

— Jinyoung tentou me agarrar, Jae.

Os olhos dele se estreitam.

— Ele me beijou e veio com uma conversa de que tá a fim de mim desde o ginásio.

Posso perceber que o coração dele acelerou só pela respiração curta e rápida.

— Eu quis te contar...

— Você é uma vaca mentirosa.

Sinto que levei outro soco no estômago, só que desta vez fico completamente sem fôlego.

Youngjae se levanta bruscamente da cadeira, joga a bolsa no ombro e me olha com aqueles olhos escuros e ferozes emoldurados pelo cabelo também escuro.

Ainda não consigo me mexer, atordoado pelo que ele disse.

— Você tá a fim de Jinyoung desde que comecei a namorar com ele — ele acusa entre os dentes. — Acha que não percebi, nesses anos todos, o jeito que você olha pra ele? — Sua boca se estende numa linha dura. — Puta merda, Mark, você tá sempre tomando as dores dele, me enchendo o saco quando falo de outros caras na brincadeira. — Ele começa a agitar as mãos e me imitar com uma voz exagerada, nasal: — Você tem namorado, Jae! Não esquece o Jinyoung, Jae! Você devia pensar no Jinyoung! — Ele bate com as mãos abertas na mesa, que balança precariamente antes de parar. Nem me mexo para segurar meu copo, mas ele não cai. — Fica longe de mim e de Jinyoung também. — Ele põe o dedo na minha cara.

— Ou juro por Deus que parto tua cara. Ele sai andando pelas portas altas de vidro, e o toque da sineta no alto delas ecoa pelo ambiente.

Quando finalmente me recupero do choque, noto que três clientes estão me olhando de suas mesas. Até a barista, atrás do balcão, desvia o olhar quando me viro para ela.

Baixo os olhos para a mesa, vendo o desenho dos veios da madeira se agitar na minha visão desfocada. Apoio a cabeça nas mãos e fico sentado ali um tempão.

Por duas vezes começo a ligar para Jae, mas me obrigo a parar e deixar o celular na mesa.

Como isso aconteceu? Anos de amizade inseparável — eu limpei o vômito desse garoto quando ele teve intoxicação alimentar, meu Deus do céu! — e ele me descarta como pizza da semana passada. Ele só está magoado, tento dizer a mim mesmo. Está em estado de negação agora, e preciso dar um tempo para que ele aceite a verdade. Ele vai se tocar, terminar com aquele idiota, pedir desculpas pra mim e me arrastar de novo pro Underground pra nós dois conhecermos gente nova. Mas não acredito de verdade em nada do que estou dizendo, ou melhor, minha parte menos racional e mais magoada não me deixa ver nada além da raiva.

Um cliente passa por mim, um homem alto e mais velho de terno amassado, e me olha de soslaio antes de sair. Me sinto totalmente humilhado. Levanto a cabeça e vejo os mesmos pares de olhos de antes me observando e imediatamente se desviando. Sinto que estão com pena de mim. E eu odeio que sintam pena de mim.

Pego minha bolsa do chão, fico de pé, jogo a alça no ombro de qualquer jeito e me precipito para fora quase tão indignado quanto Youngjae.

---

Já passou uma semana e não ouvi uma só palavra de Youngjae. Acabei desmoronando e tentando ligar para ele — várias vezes —, mas sempre caiu na caixa postal. E da última vez que liguei, ele tinha mudado a saudação para: Olá, Jae falando. Se você for meu amigo — amigo de verdade — deixe recado que eu ligo de volta, caso contrário, nem se dê ao trabalho. Eu queria entrar pelo telefone e socar a cara dele, mas me contentei em jogar o celular longe. Por sorte comprei uma capinha protetora, senão uma hora dessas eu estaria na loja da Apple, desembolsando mais duzentos paus por um novo.

Até me desesperei e tentei ligar para Jinyoung. Ele é a última pessoa do mundo com quem quero falar, mas o único que tem a chave da minha amizade com Youngjae. É triste, mas parece que é a verdade. Não sei onde eu estava com a cabeça: será que achei que ele ia se entregar e contar a verdade pra ele? É. Até parece.

Por isso, parei de ligar. Passei a evitar nosso café favorito de propósito e a me contentar com a bosta da loja de conveniência mais próxima, e desviei 3 quilômetros do caminho quando fui à entrevista de emprego na Kang’s, só para não passar em frente ao apartamento de Youngjae.

Consegui o emprego. Cargo de auxiliar da gerência — minha mãe me recomendou; ela é muito amiga da sra. Park, a mulher que me contratou —, mas estou tão empolgado em trabalhar numa loja de departamentos quanto em tomar esse café merdástico toda manhã.

E é aí que me cai a ficha, enquanto estou sentado à mesa da cozinha vendo minha mãe fuçando na geladeira com seu cabelo louro oxigenado: não vou mais sair de casa para morar com meu melhor amigo. Vou ter que procurar um apartamento e me virar sozinho, ou então ficar um pouco mais com minha mãe, até Youngjae cair na real. O que pode não acontecer nunca. Ou demorar tanto que, quando ele me procurar, não vou mais perdoar e vou mandá-lo praquele lugar.

Tudo ao meu redor parece estar balançando.

— Vou sair com Hodong hoje à noite — minha mãe avisa, por trás da porta da geladeira.

Ela se endireita e olha de lado para mim, usando sombra demais nos olhos. — Você conhece Hodong, não?

— Conheço, sim. — Na verdade, ainda não o conheço, ou talvez conheça, mas estou confundindo o nome dele com os últimos cinco caras com quem ela saiu no último mês.

Ela se inscreveu num daqueles negócios esquisitos de encontros rápidos. E ela é rápida mesmo pra marcar encontros, então acho que no caso dela o termo é adequado.

— Ele é legal. É a terceira vez que saio com ele.

Forço um sorriso. Quero que minha mãe seja feliz, mesmo que isso signifique ela se casar de novo, que é uma coisa que me mata de medo. Adoro meu pai — sou um filhinhao de papai —, mas o que ele fez com minha mãe foi imperdoável. Desde o divórcio, quatro meses atrás, minha mãe virou essa estranha que só conheço pela metade. É como se ela tivesse puxado uma gaveta que ficou trancada por trinta anos e vestido a personalidade que ela tinha antes de conhecer meu pai e ter filhos. Só que essa personalidade não cabe mais, e ela luta todo dia para fazer caber.

— Ele já está falando em me levar num cruzeiro. — Seu rosto se ilumina só de pensar nisso.

Eu fecho o meu laptop.

— Você não acha que três encontros é um pouco cedo pra pensar num cruzeiro?

Ela franze os lábios e afasta a ideia com um gesto.

— Não, querido, está tudo certo. Ele tem muito dinheiro, então pra ele é normal, como sair pra jantar.

Desvio o olhar e mordisco a borda do sanduíche que fiz, embora esteja sem fome nenhuma.

Mamãe perambula pela cozinha, fingindo fazer limpeza. Normalmente, uma faxineira vem às quartas, mas quando um homem vai passar aqui em casa, ela acha que esfregar um pano de prato no balcão e borrifar purificador de ar é fazer faxina.

— Não se esqueça do sábado — ela diz, enquanto começa a encher a lava louças, o que me surpreende.

— Tá, mãe, eu sei. — Suspiro e balanço a cabeça. — Mas bem que eu gostaria de não ir desta vez.

Suas costas se endireitam e ela olha para mim.

— Querido, você prometeu que iria — diz, em tom de desespero, tamborilando nervosamente com as unhas no balcão. — Você sabe que não gosto de entrar naquela cadeia sozinha.

— É uma prisão, mãe. — Arranco distraidamente pedacinhos de casca de pão e ponho no prato. — E eles não vão te pegar; estão todos trancados, que nem o Chansung. E a culpa é toda deles.

Minha mãe baixa os olhos e uma bola escaldante de culpa se forma no meu estômago.

Suspiro profundamente.

— Desculpa. Eu não quis dizer isso.

Eu quis dizer exatamente isso, só não queria ter falado alto e para ela, porque minha mãe fica magoada sempre que falo do meu irmão mais velho, Chansung, e de sua sentença de cinco anos por ter matado um sujeito ao dirigir bêbado. Isso aconteceu meros seis meses depois que Wooyoung morreu num acidente de carro.

Sinto que estou perdendo todo mundo...

Me levanto da mesa e fico diante do balcão, e ela continua enchendo a lava louças.

— Eu vou com você, tá?

Ela força um sorriso ainda coberto por uma fina camada de mágoa e balança a cabeça.

— Obrigada, querido.

Fico triste por ela. Parte meu coração saber que meu pai a traiu depois de 22 anos de casamento.

Mas todos podíamos prever isso.

E pensar que meus pais tentaram me afastar de Wooyoung quando resolvi, aos 16 anos, contar a minha mãe que estávamos apaixonados.

Os pais têm essa noção distorcida de que pessoas com menos de 20 anos simplesmente não têm como saber o que é o amor, como se a idade para amar fosse determinada da mesma forma que a lei determina a idade para beber. Eles acham que o “crescimento emocional” da mente de um adolescente é subdesenvolvido demais para entender o amor, para saber se ele é “real” ou não.

O que é uma burrice total.

A verdade é que os adultos amam de formas diferentes, não da única forma certa. Eu amava Wooyoung no presente, no modo como ele olhava para mim, como me dava frio na barriga, como cuidou de mim enquanto eu vomitava os bofes depois de comer kimchi estragado.

Isso é amor.

Adoro meus pais, mas, muito antes do divórcio, a última vez que minha mãe passou mal, o máximo que meu pai fez foi levar o sal de frutas pra ela e perguntar onde estava o controle remoto enquanto saía do banheiro.

Sei lá.

Acho que meus pais me estragaram de verdade em algum momento, pois por mais que eles sejam bons para mim e eu os ame, mesmo assim cresci apavorado com a possibilidade de acabar como eles: infeliz, fingindo levar uma vida maravilhosa com dois filhos, um cachorro e uma casa com uma cerquinha branca. Mas eu sabia que na verdade eles dormiam de costas um para o outro. Sabia que minha mãe pensava muito em como sua vida teria sido se ela tivesse dado mais uma chance para aquele garoto do colégio que a “amava” em segredo (li o diário de menina dela. Sei tudo sobre ele). Eu sei que meu pai — antes de trair mamãe com ela — pensava muito em Choi Jieun, seu par no baile de formatura (e seu primeiro amor), que continua morando em Gagnam.

Se tem alguém iludido sobre como o amor funciona, sobre a sensação de amar de verdade, é a maioria da população adulta.

Wooyoung e eu não fizemos sexo naquela noite em que ele tirou minha virgindade; nós fizemos amor naquela noite. Nunca pensei que eu fosse dizer essas duas palavras juntas: “fazer amor”, porque sempre me pareceram piegas, como uma frase só para adultos. Eu torcia o nariz quando ouvia alguém dizer isso, ou quando aquele cara cantava Feel Like Makin’ Love, do Bad Company , no som do carro do meu pai todo dia de manhã, na rádio do rock clássico.

Mas posso dizer isso, porque foi exatamente o que aconteceu.

E foi mágico e maravilhoso e assombroso e nada vai se comparar àquele momento.

Jamais.

Acabei indo com a minha mãe visitar Chansung na prisão no sábado. Mas não falei muito, como de costume, e Chansung também me ignorou. Ele não faz isso para ser antipático, mas porque é como se tivesse medo de falar comigo porque sabe que ainda estou puto e magoado e decepcionado com o que ele fez. Não foi uma única ocorrência que poderia ser classificada como um “trágico acidente”; Chansung já era alcoólatra antes de completar 18 anos. É a ovelha negra da família. Desde criança foi um marginalzinho que vivia passando temporadas em centros de detenção para jovens, e deixava meus pais doentes de preocupação quando sumia semanas a fio para fazer o que lhe desse na telha. Sempre pensou só em si mesmo.

Comecei no meu emprego de auxiliar da gerência na segunda-feira seguinte. Fico grato por ter um emprego, porque não quero viver do dinheiro do meu pai o resto da vida, mas parado ali, usando um lindo terno preto com camisa branca, me senti completamente um peixe fora d’água. Não necessariamente por causa da roupa, mas... meu lugar não é ali. Não sei explicar, mas naquela segunda e pelo resto da semana, quando eu acordava, me vestia e entrava naquela loja, algo estava formigando no fundo da minha mente. Eu não conseguia ouvir as palavras exatas, mas aquilo parecia dizer: Esta é a sua vida, Mark Tuan. Esta é a sua vida.

E eu olhava para os clientes que passavam e só via coisas negativas: narizes empinados, carregando bolsas caras, comprando produtos inúteis.

Foi então que percebi que tudo o que eu fizesse daquele momento em diante produziria o mesmo resultado:

Esta é a sua vida, Mark Tuan. Esta é a sua vida.


Notas Finais


Provavelmente volto a postar na quarta ou no próximo fim de semana.


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