História My Dingy Boss (Meu Chefe Sombrio) - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Eldarya
Personagens Ezarel, Leiftan, Miiko, Nevra, Personagens Originais, Valkyon
Tags Eldarya, Hentai, Nevra
Exibições 277
Palavras 1.570
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Gente, desculpaa a demora! :(
Estive um pouco ocupada com um trabalho da escola...
Mas ta aí mais um capítulo!
Espero que gostem, beijos <3

Capítulo 3 - Hidden under the Stars


Estamos esperando a enfermeira voltar com Shiro. Nevra achou que eu ainda estava em choque e tinha me carregado até o meu quarto. Eu o agradeci quando chegamos mais cedo.

Mais tarde, Nevra disse que tem que ir até as masmorras. Miiko e os outros iam interrogar o Velho. Eu não podia ir, infelizmente; queria falar umas poucas e boas na cara daquele homem nojento.

 - Está mesmo bem? - Ele perguntou passando os braços sobre minha cabeça e me apertando contra ele.

Eu estava corada com certeza, mas já estava me acostumando com ele perto de mim. Eu abracei seu tronco e sacudi a cabeça. - Graças a você, chefe. - Eu falei de brincadeira.

- Chefe né? - Ele não pareceu ter gostado tanto. Eu fiquei nervosa e me levantei dele. O olhei nos olhos. - Porque você é tão legal comigo? - Ele deu um sorriso de canto, se sentou de lado na minha cama e começou a rir.

- Sério que você não sabe ainda? – Muitas coisas passaram pela minha cabeça, mas nenhuma resposta concreta. – Assim, eu sei que você é legal com todas as meninas da guarda. – Quem me disse aquilo foi o Kero, então com certeza era verdade.

Ele se levantou; parecia puto. Será que eu falei algo que não devia?

- Danna, eu não faço Isso com elas. - Ele foi pra cima de mim e apoiou os joelhos no colchão e os braços no travesseiro onde eu estava. Acabei dando um gritinho de susto. O olhar dele estava tão 43 que eu me encolhi na cama.

Nossos braços se encostaram e eu senti um choque percorrer meu corpo. Ele estava tão perto que eu percebi que ele tão nervoso quanto eu.

Ele se aproximou um pouco mais de mim e eu fechei os olhos e o empurrei com força.  - Danna... - eu abri os olhos e vi que ele me olhava tentando não rir com um olhar sombrio. Que medo...

- Não posso fazer isso, lembra? Sou seu chefe. - Ele falou sendo irônico e se levantou.  - Depois de tudo o que eu fiz, achei que ficasse óbvio que eu gosto de você, mas parece que você não quer... - Eu estava chocada. Ele está falando sério? Ele gosta mesmo de mim?

- Nevra... - tentei falar. - Relaxa. Eu entendo quando levo um fora. De agora em diante vou ser só seu chefe, está bem? Não se preocupe mais com essas coisas.

Eu tentei gaguejar alguma resposta, mas ele já tinha saído do quarto com um olhar triste e frustrado. O que foi que eu fiz? Eu era uma idiota...

...

Logo depois a enfermeira chegou com a Shiro. Eu a ajudei a colocá-la de volta na cama e fiquei cuidando dela um tempinho. A patinha da frente estava imobilizada, mas ela parecia bem melhor.

Olhava pra ela, mas a única pessoa que via era Nevra. Ele se confessou pra mim. Meu chefe... Não, ele era mais que isso. Muito mais.

Nevra tem me ajudado desde que cheguei aqui. E salvara minha vida duas vezes. Meu coração acelera perto dele... É, eu sei que gosto dele também;  o empurrei de impulso... Como eu era covarde!

Uma batida na porta. Fui até a porta me rastejando e vi um Valkyon com uma cara estranha.

- Oi. - falei meio sem ânimo. Ele arqueou as sobrancelhas. - O Nevra ta ai? - Eu o encarei por um momento com um olhar de culpada.

- P-Porque ele estaria aqui? - Falei rápido e já fui entrando no quarto, mas Valkyon puxou meu braço.

- É sério, ele não está em lugar nenhum... Está muito tarde, a Miiko está preocupada. - Meu Deus, isso era verdade? Onde aquele emo se meteu?

- Espere, eu vou procurar com vocês. - falei e entrei rápido no quarto, nem ouvi o que ele tinha a dizer. Fiquei pensando se ele tinha sumido por minha causa...

Vesti a primeira roupa de vi; um short curto e uma batinha vermelha. Shiro parecia estar bem, então sai em busca de Nevra com Valkyon e Ezarel que estava no fim do corredor.

- Vamos sair daqui. Ele normalmente fica na floresta quando está de mau-humor. – Ezarel me deu um olhar feio enquanto falava isso. Eu só baixei a cabeça e fui correndo pra fora. Estava muito escuro e o vento estava forte.

- Ei, você está descoberta... Se quiser voltar, nós seguimos daqui. – Valkyon falou pondo a mão no meu ombro. Eu a empurrei. – Não, obrigada. Eu vou achá-lo. – Falei; nunca tive tanta certeza de uma coisa na minha vida. Apertei o passo, deixando os dois pra trás.

- Ei, Danna, aí não... – Era tarde demais. Caí num buraco enorme que tinha na mata.  Me levantei rápido, como se nem tivesse acontecido. Senti meu joelho arder, mas nem chequei se tinha me machucado. – Está bem? – Valkyon perguntou. Eu fiz um joinha e continuamos a andar.

Ezarel, que eu achei que ia rir de mim não riu; parecia sério. Estranhei sua atitude.

...

Continuamos seguindo por muito tempo até chegarmos perto de um lago. Valkyon, eu e Ezarel nos dividimos pra procurar pela margem. Só as estrelas iluminavam a noite.

Andei por bastante tempo na margem... Pera onde eu tô? Ótimo, me perdi! Que droga. Continuei andando até ver uma árvore próxima á margem. Tinha um movimento na água ali.  Fui rápido e ao longe vi um corpo deitado com os pés na água.

- Ei! – Gritei e vi que a pessoa se sentou. Ao chegar mais perto, finalmente o vi. Me ajoelhei ao seu lado e o abraçei. – me desculpa! Me desculpa mesmo, Nevra... Eu sou tão idiota. Não some mais assim, eu estava tão preocupada. – Acabei falando tudo o que queria e senti as lágrimas descendo meus olhos.

Ele estava sem camisa, e ainda úmido, mas eu não me afastei. Ele depois de um tempo, abraçou minha cintura.  – Ei, calma. Só vim nadar um pouco e... – Estourei.

- Seu idiota! Quem nada nesse escuro? Vai que algum bicho estranho do lago te pega e te leva embora, como eu ia ficar? – Comecei a sacudir ele. Ele virou o rosto.

- Você ia ficar sem um chefe; só isso não é? – Meu peito deu uma fincada. Ele estava magoado comigo. Como eu pude dizer uma coisa dessas também. Sou uma estúpida.

Ele se soltou de mim e se deitou novamente. O vento bagunçava seus cabelos e ele olhava pra cima. – Foi mal. Acho que estou com o orgulho ferido. – Eu me deitei ao seu lado e fiquei olhando diretamente pra ele.

Não sei de onde saiu tanta coragem, mas se eu não dissesse logo, ia me arrepender e sabia disso. – Não. – Falei baixinho. – Ia ficar sem o Nevra, o homem que eu... – Minha voz falhou, mas eu respirei e continuei. – Gosto.

Ele se virou pra mim calmo, totalmente o contrário de mim naquele momento. Ficamos olhando um dentro dos olhos do outro por um tempo. – Seus olhos estão brilhando. – Ele falou chegando um pouco mais perto. Eu não me afastei dessa vez.

- Olha Danna, estou com raiva; mas tem alguma coisa em você que me atraí. Não consigo ficar perto de você sem te tocar. – Ele falou pondo a mão de leve na minha bochecha.

Ela ficou quente com o toque dele. Parecia ter uma rebelião em todo o meu corpo. Minha mão segurou a mão dele na hora. Eu não parecia controlar mais o meu corpo. Deixei minhas emoções me guiarem.

Ele ainda mexia a água com os pés. Minha perna recebia às vezes alguns pingos de água. Era bom, apesar de estar frio.

- Sinto muito pelo que eu disse lá no meu quarto. Não acho que você é só meu chefe... – Falei e dessa vez eu me aproximei mais dele. Encostamos nossos corpos. Senti um choque tão forte que fechei os olhos por um momento. Depois me arrepiei inteira.

Ele percebeu e pôs seu manto roxo em cima de mim. – Você parece diferente... – Ele falou passando o braço que estava na minha bochecha na minha cintura, embaixo do manto. Ele estava todo gelado.

Minha mão foi em direção ao seu cabelo. Fiquei fazendo carinho e enrolando as madeixas pretas no meu dedo. Joguei toda a minha timidez fora naquele momento. – Eu só percebi que não posso mais me enganar. Gosto de você Nevra. – Ele deu um sorriso igual uma criança.

- É bom ouvir isso... E estar assim com você. – Ele encostou nossos narizes. – As coisas tão acontecendo rápido demais, não acha? – Estavam mesmo. Por isso estava na dúvida dos meus sentimentos... Mas agora, não estava mais.

Me aconcheguei mais no manto dele e o mesmo riu. – Tadinha, melhor irmos; está frio. O pessoal deve estar preocupado. – Eu assenti, mas não queria me levantar. Ele me soltou e me ajudou a levantar.

O perfume dele era muito bom. Estava empregando no manto. Estávamos tão perto e ele não me beijou... Eu queria muito saber como era a sensação.

- Nevra. – Ele se virou pra mim e eu fiquei na ponta dos pés e o beijei. Ele foi pra trás, assustado e bateu com as costas na árvore. Ele parecia tão chocado que nem me correspondeu.

Abri os olhos e vi que estava mais claro ao redor. Ezarel estava com uma tocha, olhando pra gente com raiva nos olhos. – Desculpa interromper os pombinhos mas o Velho fugiu.


Notas Finais


Gente, esse capítulo foi mais fofinho, porque eu estava meio sem tempo!
O próximo já vai ter mais tretas com o Velho e explicações.
Beijos e até o próximo <3


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