História My Direction - Série You're NOT a Loser - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Big Bang
Personagens G-Dragon
Tags Big Bang, G. Dragon, Kwon Ji Yong, Loser
Visualizações 17
Palavras 2.920
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Baseado no MV "Loser" do Big Bang
Possivelmente será uma série de cinco capítulos, um com cada integrante.
Espero que gostem. Aproveitem

Capítulo 1 - Capítulo Único - I've lost my direction


Fanfic / Fanfiction My Direction - Série You're NOT a Loser - Capítulo 1 - Capítulo Único - I've lost my direction

O céu estava ficando escuro, eu podia ter ficado lá no cruzamento, mas tinham me expulsado de lá. Bem, eu não podia esperar menos do dono da cafeteria à frente. Só sei que andei por um bom tempo, por umas 4 horas talvez? Cheguei a uma parte escura da cidade, a iluminação daquele bairro não era tão boa e eu conseguia sentir algo estranho por perto.

Dois caras saíram do bar do lado direito da rua e eu torci para que eles passassem cambaleando para bem longe de mim, não estava a fim de problemas neste momento, mas algo não estava me ajudando nestes últimos dias e eles olharam para mim fixamente. Continuei andando como se não tivesse percebido, mas eu pude ouvir o arrastar dos pés dos dois logo atrás de mim. De repente um deles gritou.

-E ai olho puxado? Tá perdido? -Simplesmente ignorei e apressei os passos. -Olha só, ele tá apressado. Talvez ele não me entenda.

O outro cara começou a resmungar algo incompreensível, uma tentativa idiota e sarcástica de tentar falar chinês. Somente revirei os olhos e continuei ignorando, os babacas riram e ouve um silencio logo depois. Pude sentir alguém puxando meu casaco com força para trás me desequilibrando.

-Não seja assim. Seja mais educado.

Parei já que estava com preguiça de fazer esforço, o maior e moreno me empurrou de encontro à parede.

-Me deixem em paz. Por favor. -Meu dia já estava horrível, e pelo visto vou acabar voltando com alguns problemas para o hotel.

-Ah, ele fala nossa língua. Está perdido? Aqui não é lugar pra você. -Senti um leve tom de sarcasmo na sua voz. -O pessoal desse bairro odeia gente como você.

-Gente como eu? -Ele riu e eu tentei me desviar tentando sair dali.

-Sim, viados como você. Principalmente usando essas roupas ridículas. -Olhei para ele de cima a baixo. Bem, eu não podia esperar coisa melhor vinda desse tipo de gente.

-As roupas que eu visto ou a minha opção sexual não é de seu interesse babaca. -O sorriso idiota sumiu de seu rosto. -Agora saia da minha frente antes que eu me irrite.

-Olha só cara, tá querendo se fazer de homem. Você acha que tenho medo de alguém como você?

-Não medo, mas acho que você não tem nenhuma noção do que vai acontecer se continuar falando assim comigo. -Ele fechou o punho para acertá-lo em meu rosto, porém fui mais rápido e peguei meu canivete no cós de minha calça. Puxei a gola de sua camisa e o coloquei em meu lugar encostado na parede com a lâmina em seu pescoço. Agora eu via o receio no seu olhar ao perceber que, com a adrenalina em minhas veias, eu era mais forte. Seu amigo não sabia o que fazer, o sangue do maior já surgia por sob a lâmina. -Você não está em uma boa posição agora, não é?

Ao contrário de seu colega, ele não expressava medo, mas sim surpresa. Além disso, um sorriso presunçoso surgia de canto como se não acreditasse que eu abriria sua garganta.

-Você não tem coragem moleque. -Tive que sorrir depois disso. -Está achando engraçado? Por que esta rindo?

Pressionei a lâmina mais forte em seu pescoço e ele tirou o sorriso debochado do rosto.

-Por dois motivos... Primeiro, é bom saber que mesmo com a minha idade eu ainda pareço um moleque pra você. -Seu amigo deu um passo para frente na nossa direção. Virei meu olhar para ele o fazendo recuar o dobro que havia se aproximado. Direcionei meu olhar novamente para o moreno que parecia estar pensando e percebendo a merda que havia feito. -Segundo, é engraçado como você não tem muita certeza se vai sair vivo daqui. Bem diferente de quando me provocou a primeira vez.

Ele olhou por cima de meu ombro e percebeu que seu colega havia sumido em segundos dali. Eu o sentia tremer e o efeito do álcool parecia ter desaparecido totalmente assim que o medo se mostrou presente. Levei meu canivete até seu rosto.

-Talvez eu devesse só te machucar um pouquinho. Por diversão. -Subi a lâmina até sua têmpora esquerda.

-Você vai se dar mal se fizer isso, pode ser preso. - Não consegui segurar a risada. Pressionei um pouco mais a lâmina ali e vi a pele começar a se abrir. O moreno tentou se soltar, mas eu apertava ainda mais o seu pescoço e o mesmo não conseguia tirar minha mão dali.

-Não seria humilhante perder uma briga para um asiático 20 centímetros menor que você? -Ele ficou estático sem reagir e eu afrouxei o aperto em seu pescoço. Como eu imaginava, o seu orgulho era maior que a vontade de me denunciar. -Pense bem, vai ficar uma cicatriz maravilhosa, uniforme e não muito profunda Ótima assim como a história que vai poder inventar para se explicar e não ser humilhado. É só usar... -Desci a lâmina abrindo sua pele até a altura de seu nariz. -... sua criatividade.

Assim que terminei o corte, guardei o canivete em meu bolso de trás e ouvi um suspiro aliviado vindo do maior, que chorava em silêncio pela dor que sentia. Soltei seu pescoço lentamente sem deixar quebrar o contato visual.

-Acho que já está sóbrio o suficiente para voltar para casa. -Ele ia dizer algo quando um táxi virou a esquina e parou logo atrás de mim. A janela se abriu e uma bela garota se mostrou do lado de dentro.

Olhei para o maior me perguntando se ele a conhecia, a mesma respondeu minha dúvida, em coreano.

-Entre JiYong. Temos de conversar.

Direcionei meu olhar para a morena que retribuiu com um sorriso e abriu a porta. Ela veio em minha direção e sussurrou em meu ouvido me fazendo sentir algo que não sentia à tempos.

-É do seu interesse. Vamos. Não perca tempo com ele. -O homem à minha frente me olhava como se eu fosse atacá-lo a qualquer momento.

-Bem, parece que minha carona chegou. Até mais! –Ele não saiu do lugar, muito menos se mexeu. Entrei no táxi e perguntei a mulher aonde iríamos, mas ela somente fez sinal pedindo que eu ficasse em silêncio. O taxista me olhou estranho e continuou a rota, parecia já saber para onde devia ir.

Durante o caminho, percebi o quanto a moça ao meu lado era bonita, não aparentava ter mais de 25 anos e se vestia casualmente, não havia sinais de que estivesse usando maquiagem. Era como se ela fosse um símbolo de pureza e inocência. Seus olhos se encontravam fixados em mim e a mesma mantinha um sorriso acolhedor no rosto. Eu ia abrir a boca para falar algo quando o táxi para e o motorista avisa que chegamos ao destino. Vejo o motorista receber algumas notas da morena e saí do carro dando de cara com a frente do hotel no qual estava hospedado.

-Como você sabia que eu estou hospedado aqui? –Ela me segurou pela mão e foi me puxando para dentro do lugar.

-Eu sei bastante coisa sobre você. Na verdade, eu não quero me exibir, mas sei praticamente tudo sobre você. –Parei na frente do elevador a puxando para que ela ficasse frente a frente comigo.

-Quem te mandou atrás de mim? Minha mãe?

Ela olhava no fundo dos meus olhos quando pude ver que ela havia ficado chateada com o que eu havia falado. Puxou sua mão da minha as soltando e apertou o botão para chamar o elevador.

-Ninguém manda em mim. Eu vim porque achei que precisaria de mim, para evitar que fizesse alguma estupidez.

-Mas eu não te conheço, nunca te vi. Como posso confiar em você? – O elevador parou e ela me guiou para dentro me seguindo.

-Se você ainda não percebeu você já confia o suficiente em mim para pegar um táxi sem nem mesmo saber para onde está indo. –Eu não podia negar que isso era verdade, mas isso não excluía o fato de que eu nunca a tinha visto na minha vida. O estranho era que mesmo assim, eu me sentia seguro a seguindo, como se fosse a coisa certa a fazer.

-Isso é estranho. Acho que não estou em meu juízo perfeito. –Ela entrelaçou nossos dedos e sorriu para mim. Não consegui evitar retribuir.

-Não se preocupe. Eu estou aqui para colocar juízo novamente nessa sua cabeça. –Tocou minha testa com o indicador e pude sentir um calor se espalhar por meu corpo. Quando chegamos ao andar do meu quarto, eu mesmo peguei o cartão-chave em minha carteira e abri a porta. Tirei meus calçados e os deixei ao lado da porta colocando o cartão no suporte para acender as luzes. Assim que fechei a porta, a menor me empurrou até o banheiro e tirou meu casaco puxando tudo o que eu tinha nos bolsos e levando para o quarto.

-Você precisa tomar um banho. Já tem tudo que você precisa aí dentro. Acho que isso você consegue fazer sem ajuda.

-Ah, sim... –Fiquei meio sem graça e fechei a porta, não me dei ao trabalho de trancá-la.

A garota estava certa. O banho realmente me ajudou, além de tirar os vestígios de sangue que haviam descido pelo canivete e sujado minha mão. Ainda estava tentando entender o porquê de eu ter feito aquilo já que eu podia ter simplesmente ignorado ou deixá-lo ir depois do susto. De qualquer maneira eu sabia que ele não arriscaria falar o que havia acontecido de verdade. Assim que estava terminando de tirar a espuma do cabelo, ouvi algumas batidas na porta.

-Oppa... O jantar está quase chegando, é melhor você se apressar. – Desliguei o chuveiro e peguei uma das toalhas que estavam dobradas sobre o balcão.

Ao me olhar no espelho, pude perceber o quanto eu havia emagrecido estes últimos dias. O estresse era enorme, a pressão dos meus pais para que eu casasse era insuportável. Eles tentavam empurrar pretendentes de todas as famílias importantes que conheciam. Algumas delas me mandavam mensagens todos os dias, e era por isso que eu vim para os Estados Unidos, pelo menos ninguém me conhecia aqui. Eu já estava com raiva por isso, mas hoje de manhã algo me fez surtar. Acordei com meu celular quase travado de tantas mensagens e ligações perdidas. Fui até cada uma delas e não pude conter minha fúria ao ver que meus pais haviam anunciado meu casamento com uma das garotas que haviam falado antes. Lembro-me de ter quebrado algumas coisas dentro do quarto, eu ia pagar os danos quando saísse daqui, mas naquele momento eu estava irado. Sim, eu me sentia sozinho, sabia que uma companheira me faria bem, mas não seria obrigado a encontrar alguém desse jeito. Saí pela cidade sem rumo algum durante o dia todo até me encontrar com ela.

Mais batidas na porta.

Prendi a toalha envolta de minha cintura e saí do banheiro. As batidas continuaram e percebi que era na porta de entrada que batiam. Devia ser o jantar que ela pediu. Peguei algumas notas na carteira depois de abrir a porta e perceber que era delivery ao invés da própria comida do hotel. Paguei o entregador e entrei levando a sacola até a cama onde a garota parecia tranquila deitada mexendo em meu celular, aparentemente, foi assim que ela fez o pedido da comida asiática.

-Desculpe, mas eu não tenho muita criatividade para escolher comida. Pensei que talvez estivesse com saudade de casa.

Me sentei a sua frente e arrumei tudo entre nós, além de pegar duas latas de cerveja no frigobar. Tinha muita comida ali, e assim que senti o cheiro foi que percebi o quão faminto eu estava. Eu não tinha comido nada desde que acordei.

-Obrigado. Estou faminto. –Ajudei ela a se servir e começamos a comer.

-Bom saber que você está retomando o juízo. Depois disso, só falta você voltar para casa. –Olhei para ela sem acreditar.

-Se você sabe de tudo então já sabe o que aconteceu e que eu não vou voltar de cabeça baixa. –Ela fez um som negando o que eu disse.

-Não estou dizendo que você voltar aceitando tudo isso é o certo. Mas, se me permite dizer, eu acho que você devia dar uma chance. –Não pude evitar revirar os olhos.

-Estou começando a voltar a achar que eles te mandaram aqui. –Ela riu e comeu mais uma colher de arroz. –Por que ri? Está defendendo eles, não é?

-Não seja bobo JiYong. O que eles fizeram é estúpido. Mas o que eu quero dizer com “dar uma chance” é que você deveria pelo menos tentar encontrar algo bom ai no meio. –Ela pegou meu celular que estava junto com minhas outras coisas no criado mudo e começou a procurar algo.

-Interessante até como a senha do meu celular você sabe. –Ela sorriu e me mostrou uma das milhares de mensagens que eu havia recebido. Parecia que a que a interessou foi de uma garota que eu ainda não conhecia. Seu sobrenome me lembrava algo, mas que não me recordava naquele momento. A mensagem dizia: “Espero não estar sendo inconveniente agora JiYong, mas espero, verdadeiramente, que esteja bem. Seus amigos parecem muito preocupados com você e seria uma boa ideia informá-los de como você está nesse momento. Não aguardo uma resposta.”

-Ela realmente parece preocupada. –Bloqueei a tela de meu celular e voltei a atenção para minha comida novamente. –Não acha que seria educado responder pelo menos avisando que ela não precisa se preocupar? –Coloquei meus jotgarak de lado e respirei fundo.

Ela parecia tão tranquila, comia com calma o macarrão e me olhava algumas vezes como se não entendesse por que não estava comendo. Bebi um longo gole de cerveja e a encarei fixamente.

-Ela só esta sendo mais gentil que as outras, porém o objetivo continua o mesmo. –Ela repetiu os meus gestos anteriores e suspirou parecendo decepcionada.

-Eu li todas as mensagens oppa. Ela foi a única que realmente pareceu preocupada. Além do mais, nós dois sabemos que você não dá noticias aos seus amigos desde que veio para cá. –Voltei a comer. Não podia tirar a razão dela. Tinha a sensação que ela com certeza me conhecia a muito tempo e era impossível ignorar o fato de que aquela garota, em especial, havia mandado somente UMA mensagem. Ela não queria me incomodar de verdade.

-Do que isso adiantaria? –Ela terminou de comer e bebeu o resto da cerveja.

-Você pode voltar. Dizer aos seus pais que vai se esforçar para encontrar alguém, desde que eles não fiquem empurrando garotas para você. Tenho certeza que vai dar tudo certo, seus amigos vão estar lá para te apoiar.

Ela parecia estar realmente certa sobre o que estava dizendo. Minha mãe era exagerada, com certeza, se eu provasse que me esforçaria para encontrar alguém ou fazer mais contato social ela voltaria atrás e resolveria todo esse problema que ela causou tentando me abrir os olhos. Eu já tenho quase 30 anos, não é que eu deva arranjar uma noiva imediatamente, mas eu já deveria ter esquecido os traumas do passado e seguido em frente. A culpa era exclusivamente minha por ainda não ter encontrado a garota certa já que eu havia afastado tudo e todos de mim. Era hora de voltar atrás.

-Eu acho... que vou seguir seu conselho. –Ela sorriu de uma maneira que fez meu coração bater mais forte.

A ajudei a arrumar todo o lixo da refeição e assim que terminamos, ainda de toalha, deitei ao seu lado na cama de frente à mesma. Eu tive a sensação que ela fazia parte de mim, não sentia vergonha e nem mesmo a impressão de que aquilo estava errado de qualquer maneira. Ela me abraçou e eu apoiei minha cabeça em seu peito. Minha mente pareceu ficar mais leve e senti como se algo que estava faltando voltasse a preencher seu espaço vazio pouco a pouco. Senti os dedos da garota acariciarem meu cabelo quase seco e sussurrarem em meu ouvido.

-Você vai voltar para a sua casa. Mas saiba que eu sempre vou estar com você para te ajudar em momentos assim.

Um beijo foi selado em minha têmpora esquerda e minha mente foi longe. O sono me dominou e tive a noite mais tranquila desde os últimos meses.

Na manhã seguinte...

Acordei mais relaxado do que poderia imaginar que poderia ficar um dia. Sentei na cama e percebi que ainda estava como ontem. A única diferença é que estava sozinho, não havia mais ninguém ali. Peguei meu celular e olhei as notificações. Não havia mais mensagens a ser lidas, e no registro de chamadas, as mesmas de antes. Porém, uma coisa me chamou atenção. Havia um registro de que eu havia ligado para um número ontem a noite. Redisquei e me assustei ao ouvir a mensagem de atendimento inicial da empresa de taxi, a mesma do taxista que me buscou naquela rua. Desliguei e tudo ficou claro.

Ela nunca esteve comigo, eu comecei a me recordar. Somente eu a via. Lembrei de ter pedido o táxi logo antes dos homens me abordarem, de pagar o taxista e subir o elevador sozinho até meu quarto. Me lembro claramente de, antes de entrar no banho, pedir a comida por um aplicativo e ligar para o lobby do hotel para avisar a entrega. As memórias de ter comido tudo sozinho estavam claras como água assim como as de ter feito isso acompanhado. Fui eu quem viu todas as mensagens e resolveu voltar para casa. Eu sabia quem ela era e porque ela já tinha ido embora. Não. Ela não foi embora, está comigo.

Sorri ao perceber o que havia acontecido e peguei meu celular mandando duas mensagens.

A primeira para a garota preocupada.

“Estou bem. Como você está?”

E a segunda para minha mãe.

“Estou voltando para casa”

Finalmente eu estava voltando para minha casa, graças à aquela que me trouxe de volta à direção.


Notas Finais


O que achou? Saber a sua opinião é super importante.
Espero que tenha gostado.
Abraços, M.A.D.
Até a próxima...


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