História My Doctor - ( Imagine Namjoon - BTS ) - Capítulo 13


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS), Kim Nam-joon / Rap Monster
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Adultério, Bangtan Boys, Bts, Drama, Imagine, Jhope, Jimin, Jin, Jung Hoseok, Jungkook, Kim Namjoon, Min Yoongi, My Doctor, Rap Monster, Seokjin, Shortfic, Suga, Taehyung, Violencia
Visualizações 249
Palavras 2.985
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, oi ^.^

Eu fiquei muito feliz e triste pelos cometários do capítulo passado.

Esse era o contexto da história, passar pra vocês não só o enredo, mas a questão da violência contra a mulher.

Esse capítulo é muito especial por conta disso. Preparem os corações *_*

Obs: Capítulo não revisado, ignorem os erros! Please ;-;

Tenham uma boa leitura.

Capítulo 13 - Beijo.


Fanfic / Fanfiction My Doctor - ( Imagine Namjoon - BTS ) - Capítulo 13 - Beijo.

Seus lábios são macios e são calmos, deixando o nosso ósculo aprofundar de uma maneira doce e sútil. Agarro levemente seus fios loiros e sorrio entre o beijo.

É inexplicável o que estou sentindo. Não é somente um beijo. É como se as nossas almas se encontrassem e aos poucos a chuva vai parando. Nos separamos pela falta de ar e colamos nossas testas.

- Esse foi o melhor beijo da minha vida. - Joonie sorri acariciando minha bochecha.

- O meu também. - Sorrio de volta. - Droga! - Mordo o lábio me ajeitando no banco. - Isso... Não podia ter acontecido. - Respiro fundo.

- Por causa dele? - Sua voz sai baixa.

- Por causa de tudo. - Viro meu rosto e olho em seus olhos.

- Por um minuto... - Joonie se vira para a frente e fecha seus olhos. - Eu imaginei você, comigo e longe dessa confusão. - Ele ri fraco e seus olhos se enchem de lágrimas. - (S/N), não acredito que ainda ama aquele homem! - Altera seu tom de voz, me assustando.

- Aquele homem, é o meu marido. - Sussurro chorosa.

- Ele iria te matar! - O loiro olha para mim chorando. - Você está cega!

- Eu não vou ficar aqui ouvindo isso! - Tento abrir a porta, mas sinto uma dor forte no pulso. - Ah...

- Deixa eu ver isso. - Ele pede.

Fecho os olhos e me viro pra ele, esticando o braço e sentindo seus dedos percorrem pelo local inchado. Engulo seco deixando as lágrimas molharem minha face.

- Dói... - Resmungo baixo.

- Não mexa. - Continuo de olhos fechados.

Sinto seu corpo em movimento, então aperto os olhos. Algo gélido se espalha pelo inchaço, em seguida algo macio é enrolado. Abro os olhos o vendo amarrar a atadura.

- Está melhor? - Assento sorrindo fraco. - Precisamos sair daqui. - Ele olha para a rua.

- Eu quero vê-los... - Murmuro. - Por favor, me leve até a casa da minha irmã. - Coloco o cinto e sinto meu pulso doer.

- Certo. - Joonie respira fundo ligando o carro. - Só lembre que, eu sempre vou estar aqui, sempre.

Pisco algumas vezes chorando. Ele está magoado. Parabéns Kim (S/N), mas um pra sua lista!

(...)

- Eu te ajudo. - Ele sai do carro e abre a porta para mim. Agradeço com um sorriso e saio do carro. - Eu vou com você.

Joonie entrelaça nossas mãos e eu sinto um leve frio na barriga. Solto uma risada baixa e sigo até a porta, tocando a campainha. Hobi atende a porta e arregala os olhos quando me vê.

- Eu posso entrar? - Ele assente.

Meu dia não podia ficar pior. Rolo os olhos e vejo eles, sentados no sofá. Engulo seco e seguro forte na mão do loiro. (N/I) se levanta e me olha confusa e com os olhos marejados.

- O que aconteceu? Por que estão molhados? - Suspiro olhando para as duas pessoas sentadas no sofá.

- O que eles fazem aqui...? - Pergunto em um sussurro.

- Não podemos visitar nossa filha? - O homem ri sarcástico.

- Onde estão meus filhos? - Indago olhando ao redor.

- Primeiro me conta o que aconteceu, hm? - Ela me olha triste. - O Yoongi! Ele te bateu de novo! - Minha irmã coloca a mão na boca e é segurada por Hobi.

- Por favor... - Peço quase inaudível, sentindo meus olhos arderem ao lembrar do que aconteceu.

- Isso que dá, se casar com um projeto de homem! - O homem sentado sorri.

Sinceramente​, não sei como um pai tem coragem de falar assim com uma filha. Pra falar a verdade, eu nem tenho mais pai ou mãe. São apenas as pessoas que me colocaram no mundo e que me odiaram ao me ver feliz. Mágoa. Revolta. Já não ligo mais para a existência deles, porém dói, dói muito tem que ouvir certas palavras.

- Eu preciso deles, agora. - Olho para (N/I), que se recompõe e seca suas lágrimas.

- Por favor, me conta o que aconteceu. - Nego freneticamente. - Você precisa denunciar Min Yoongi!

- Eu só quero meus filhos... - Fecho os olhos e os punhos. - Por favor... - Abro os olhos.

- Yura está dormindo lá em cima e o Kook está na cozinha com o Tae. - Hobi fala e eu sorrio fraco agradecendo.

- Acha que consegue pegar a Yura? - Olho para o loiro, que assente.

- Eu te levo. - Hobi acompanha Joonie até o andar de cima.

Caminho até a cozinha e sorrio ao ver JungKook e Taehyung brincando com a comida. O pequeno sorri ao me ver e corre até mim. O aperto e beijo sua testa.

- Mamãe, pensei que não viria. - Kook brinca, me fazendo rir.

- Eu nunca vou deixar vocês! - Bagunço seu cabelo. - Nós precisamos ir, hm?

- Já? - Kook tomba a cabeça para o lado.

- Sim. - Respiro fundo e seguro em sua mão.

- Titia, o que aconteceu? - Tae desce da cadeira e vem até mim. - Seu rosto está vermelho e machucado.

- É verdade! - Kook arregala os olhos e toca no meu rosto. - Você caiu?

Assento segurando sua mãozinha. Me levanto e volto para a sala com JungKook. Joonie está com Yura dormindo dormindo em seus braços e sorri ao me ver. A mulher que está sentada no sofá, agora chora me olhando. O homem, parece não expressar expressão alguma.

- O que você fez? - Indago para minha irmã, que também chora. - Fala! - Altero meu tom de voz.

- Filha... - A mulher se levanta e se aproxima de mim, me obrigando a recuar até bater no Doutor.

- Você contou, não é? - Rio chorando. - Você prometeu!

- Eles merecem saber. - Ela sussurra baixo.

- Droga! - Praguejo soltando a mão do pequeno e passando no cabelo. - Acha que eles merecem saber?! Eles me ignoraram! Simplesmente me expulsaram da vida deles!

- Filha, você está doente. - A mais velha em minha frente me olha triste.

- Eu sei que estou morrendo! - Berro. - Acha que eu não sei?! Eu não preciso de vocês! Vocês estão se sentindo culpados! Mas agora não adianta mais! Eu, estou, morrendo!

- (S/N)! - (N/I) grita.

- A mamãe está morrendo? - Kook chora me olhando. - Morrendo?

- Merda! - Soco a parede. Me agacho e seguro em seus ombros. - Escuta, eu não estou morrendo.

- Você vai morrer... - O pequeno funga e fecha os olhos, em seguida correndo para a varanda.

- Kook! - Tae grita correndo atrás do primo.

- Viu o que fizeram? - Me levanto e suspiro. - Droga, droga, droga!

- Irmã, para. - (N/I) segura na minha mão e olha em meus olhos. - Vamos conversar, está bem? - Assento fraco. - Ótimo, vamos para o meu quarto.

Subimos para o seu quarto e nos sentamos na cama. A mais velha respira fundo e passa a mão no cabelo.

- Como isso aconteceu? - Sua voz sai baixa.

- Ele me ligou, dizendo que queria conversar comigo... - Fecho os olhos fortemente. - Quando eu cheguei, ela já havia descobrido tudo. Nós discutimos e... - Nego abrindo os olhos e balançando a cabeça.

- O que você vai fazer agora? - Minha irmã olha em meus olhos.

- Não sei. - Fito o chão. - Tudo está desmoronando. O que eles estão fazendo aqui?

- Vieram passar o final de semana. - (N/I) sorri fraco. - Você precisa ir na delegacia.

- E-Eu não consigo... - Minha palavras saem baixa.

- Você precisa fazer isso, pelo amor de Deus (S/N), esse homem merece pagar por tudo que te fez!

- Eles podem dormir aqui hoje? - Indago já sem forças.

- Claro. - A mais velha sorri. - Aonde você vai?

- Preciso pensar. - A abraço e beijo sua bochecha. - JungKook, ele.. -

- Tudo bem, eu converso com ele.

- Obrigada. - Suspiro me levantando.

- E o Doutor Namjoon? - Ela me olha maliciosa.

- Nem vem. - Bufo. - Não temos nada, somos só amigos.

- Vou fingir que acredito! - Se levanta e aperta meu nariz, fazendo-me revirar os olhos.

Descemos para a sala. Seguro Yura em meus braços e sinto meu peito apertar. Beijo sua mãozinha e lhe entrego para minha irmã.

- Seus pais já estão no quarto de hóspedes. - Hobi sorri a abraçando por trás.

- E os meninos? - (N/I) indaga.

- Acho que estão no quarto. - O maior responde.

- Eu volto amanhã. - Sorrio fraco. - Vamos.

- Vamos. - Joonie sorri. - Foi bom vê vocês.

- Digo o mesmo. - Minha irmã sorri me olhando.

Eu e o loiro adentramos o seu carro. Joonie me olha, esperando uma resposta.

- Pra onde vamos? - Ele indaga com o cenho franzido.

- Eu não sei. - Inflo minhas bochechas.

- Você... Pode ficar no meu apartamento.

- Eu não quero incomodar. - Mordo o lábio.

- Vou entender isso como um sim. - Me viro e o olho sorrindo.

- Certo, Doutor. - o loiro sorri e sela nossos lábios em um selinho demorado. - Você não pode fazer isso. - Fecho os olhos sorrindo.

- Por que, hm? - Seu rosto se aproxima do meu.

- Kim Namjoo-

Seus lábios se juntam no meu e logo pede passagem. Cedo aos seus toques e sou colocada sobre o seu colo, aprofundando o beijo. Subo minha destra até seus fios ralos e os puxo fraco. Suas mãos desenham minhas curvas e param na minha cintura, a apertando e me arrancando um arfar. Ficamos sem ar e separamos nossos lábios. Meu peito resmunga e colamos nossas testas.

- O que foi isso? - Pergunto trêmula, passando minhas mãos por seus peitoral.

- Eu e você. - Sorri mostrando suas covinhas.

- Nunca mais faça isso, escutou? - Saio do seu colo devagar e me sento no banco do passageiro, ainda incrédula do que acabamos de fazer.

- Acho melhor irmos. - Diz risonho. Idiota! Como ele consegue mexer comigo assim?! Louco! Lindo! Merda! Eu não estou bem!

(...)

Entramos em seu apartamento, que não é muito grande, mas parece confortável. Há alguns CDs de rapper e alguns portas retratos. O loiro sorri e me guia até o seu quarto, onde há uma cama de casal.

- Você pode descansar aqui. - Ficamos um de frente pro outro e nossos olhares se encontram. - Preciso sair, mas vai ser rápido.

- Certo. - Apenas concordo. Pois já estou fraca, de tanto chorar.

- Fique bem e tem comida na geladeira. - Assento o abraçando e sentindo seus toques quentes, fazendo-me relaxar meus músculos.

- Obrigada. - Sorrio e beijo sua bochecha.

- Eu já volto. - O maior beija minha testa e sai do quarto, me deixando sozinha.

Respiro fundo sentindo meu corpo fraquejar. Sento-me em sua cama inalando seu perfume, que me faz sorrir. Rolo os olhos pelo seu quarto e franzo o cenho ao ver uma foto dele junto a uma garota. Ponho uma mecha de cabelo atrás da orelha e encosto em seus travesseiros. Fechando os olhos e sentindo meu corpo relaxar, logo pegando no sono.

Point Of View Namjoon

Acelero carro e paro bruscamente na casa dos dois. Respiro fundo e saio do carro, entrando na casa que está com a porta entreaberta. Não vejo o desgraçado. Abaixo e pego o potinho de remédio, em seguida o guardando no bolso.

Subo as escadas e entro no quarto do casal. Escuto o barulho do chuveiro e então pego uma bolsa, colocando algumas de suas roupas e todos os seus remédios. Antes de sair, seu telefone acende. Olho para o aparelho vendo uma mensagem de uma mulher loira, dizendo que está pronta. Rango meus dentes e fecho meu punho sentindo meu sangue ferver. Saio dali antes que o pálido apareça.

Chego em casa e deixo a bolsa no sofá e então reparo que ainda estou de jaleco. Caminho até o meu quarto e escoro no batente da porta a olhando dormir. Vou até ela e beijo sua bochecha. (S/A) nem se mexe. Meu coração palpita mais rápido só de pensar em beijá-la novamente.

Ela virou o meu anjo.

| Dia seguinte |

Point Of View (S/N)

Termino de fazer o café e arrumo tudo na mesa. Bato minhas mãos em meu vestido preto e caminho até a sala o vendo dormir. Acordei e percebi que ele havia dormido no sofá. Meu pulso já estava com uma atadura apropriada e tinha algumas roupas e todos os meus remédios. Resolvi tomar um banho e fazer o café.

Seus lábios formam um pequeno bico e eu sorrio boba. Seu corpo está jogado e seu rosto parece cada segundo mais perfeito. Enquanto dormia, pensava nos nossos dois beijos e como eles mexeram comigo. Meu coração acelera toda vez que suas covinhas aparecem e seus olhos se formam uma linha.

Durante esse tempo em "repouso". Tomei uma decisão. Não sei se é a certa e nem se vou conseguir. Mas tenho certeza que será melhor assim, tanto pra mim, tanto pra ele.

- Acorda! - Berro e Namjoon cai do sofá. Me abaixo e acaricio seu rosto. - Desculpa, eu te machuquei?

- Huh, bom dia. - Sorri e boceja se levantando. Faço o mesmo sorrindo. - Que cheiro bom...

- Fiz o café. - Sorrio e seguro em sua mão. - Você foi até lá, não foi?

- Sim. - Ele coça a nuca. - Você precisa dos remédios e seria bom você ficar aqui.

- Certo. - Rio pondo uma mecha de cabelo atrás da orelha. - Posso te pedir uma coisa?

- Tudo o que quiser. - Sorri colando nossos corpos. Nego me afastando e ficando atrás do sofá.

- Me empresta seu celular?

- Sim. - Ele alcança o aparelho no carregador. Sorrio agradecendo e logo discando o número do Jin.

- Alô? - Sua voz é de sono. Rio baixo.

- Oi, Jinnie. - Grito e escuto um resmungo seu. - Desculpa. Eu preciso de você.

- Está bem, aonde você está? - Digito o endereço da casa do Joonie. - Certo, daqui a pouco eu tô aí. É algo muito sério?

- Vou precisar do seu lado advogado. - Joonie me olha estranho. - Certo, tchau.

- Advogado? - Ele franze o cenho.

- Eu tomei uma decisão, mas não sei se é a certa. - Suspiro e me sento no sofá. O loiro se senta em seguida. - Eu decidi denunciar Min Yoongi.

- Você tem certeza? - Assento. - Não se preocupe, eu vou estar com você. - Sorri e me abraça. - Ele nunca mais vai te encostar um dedo, não vou deixar.

Sorrio boba por suas palavras e deixo um selar em seu pescoço, ocasionando um arrepio em ambos. Me levanto e e seguro em sua mão o ajudando a levantar.

- Vamos tomar café. - O guio até a cozinha.

(...)

10h17min

Delegacia de Seul

Minhas mãos tremem e suam. Jin está ao meu lado e Joonie está em pé, com a mão em meu ombro. Meu coração parece parar de tão rápido que bate. O medo me persegue.

- Vai dar tudo certo. - Jinnie sorri.

Meus olhos se enchem de lágrimas ao ver o delegado sentar na cadeira em minha frente. Não raciocínio mais. Tudo parece nublado. Fecho os olhos e imagens do JungKook e da Yura voam em minha mente. Meus dentes tremem e eu abro a boca procurando falar algo, mas só sai o ar preso nos meus pulmões.

Abro os olhos e olho para o homem vestido de policial na minha frente. Aperto a mão do Jin e me levanto. Não tenho coragem. Não tenho forças. Eu simplesmente não consigo denunciar o homem que me tortura.

Paro na porta da delegacia e sinto o vento bater em minha face, bagunçando meus cabelos e fanzendo-me chorar. Me sinto um lixo, uma fraca por não conseguir. Parece que tomaram minha voz. Não consigo falar e imagens dele me batendo vem na minha cabeça.

Seus braços rodeiam minha cintura e me apertam. Fecho os olhos deixando as lágrimas caírem no chão. Ficamos de frente um para o outro e nos encaramos. Seus olhos estão marejados e suas mãos tocam a minha. O Doutor cola nossas testas e eu choro mais, sentindo meu peito apertar.

Nossos lábios colam no meu e sua mão aperta minha cintura, colando mais nossos corpos. Seus lábios parecem ser um tipo de calmante com gosto de menta. Puxo seus fios loiros e aprofundo o beijo, sentindo o gosto das lágrimas se misturar com o nosso ósculo. Meu corpo fraqueja e cai sobre o seu, que me segura como se tivesse medo de me quebrar.

Novamente nos olhamos. Dessa vez, sou eu quem o beijo. Sorrio o apertando contra o meu corpo. O Doutor sorri de volta e nos afastamos. Ele sussurra algo que não entendo e então segura nas minhas duas mãos.

- Você consegue. - Diz firmemente.

Assento o abraçando.

Não sei ao certo como eu consegui. Talvez fosse ele o motivo da minha coragem. Ou o beijo que me fez ir nas nuvens. Só sei que ele está comigo. Do meu lado e dizendo que vai ficar tudo bem.

- Eu quero denunciar o meu marido, eu quero denunciar Min Yoongi.

Eu poderia esperar o pior.

Meus filhos sendo tirados de mim e eu morrendo.

Mas com ele ali, parecia que tudo iria dar certo.

Ele é a minha confiança, a minha paz e a minha cura.

Se eu estou pronta para o nível final dessa tempestade?

Eu estou pronta para tudo.

Até para amar o Doutor Kim Namjoon


Notas Finais


Será que esses dois vão finalmente ficar juntos? °_°

Espero que não tenham chorando tanto quanto o último capítulo, não queria deixar a fanfic muito triste T.T

Sorry ;-;

Beijos e até o próximo ^.^

Sigam-me: @BabyPandicornio

🐼🌈💗


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