História My Dream - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 86
Palavras 3.071
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Festa, Hentai, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Shoujo-Ai
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Adivinhem quem voltou depois de 84 anos sem postar? Exatamente!!! Euzinha ksksks
Como eu sei que vocês querem ler este capítulo, explicarei minha ausência nas Notas Finais!

E ah!

CHIMCHIM, HOJE É SEU DIA QUE DIA MAIS FELIZ!!!

(desculpe, eu não to sabendo lidar com o MV e o aniversário do Jimin... É tanto tiro que eu e o chão já nos difundimos)

Capítulo 18 - Você está com ciúmes?


Fanfic / Fanfiction My Dream - Capítulo 18 - Você está com ciúmes?

 

- Responda! - J.Y Park bateu na mesa fazendo-me assustar. - Lilly, porque seis membros? Tem alguma coisa acontecendo nas costas dos seus chefes? 

Ansiosa ao extremo para ver Tae acordado, mordi os lábios várias vezes tentando pensar em alguma desculpa qualquer para escapar da reunião. Já que meu amigo saíra do coma, não tinha motivos para dizer a verdade para meu CEO e quebrar minha promessa com Jimin, afinal, do jeito que estava indo, minha cota no inferno dobraria de tamanho em menos de uma semana.

- CEO, estou passando mal. - Coloquei a mal na boca insinuando uma ânsia de vomito falsa. - CEO... E-Eu preciso ir para casa... 

Assim que rodeei meu olhar na sala parecendo estar zonza e encará-lo meio aérea, J.Y Park apenas massageou sua testa visivelmente irritado e abanou sua mão sem muito ânimo induzindo-me a crer que estava liberada. Sorrindo internamente, levantei ainda com a mão na boca, fiz uma pequeníssima reverência rápida e sai calmamente da sala com meu celular em mãos.

- Tem sorte dele ser bonzinho. - Minha manager suspirou. - Sua atuação é péssima.

- Deu para perceber por detrás da porta? - Sussurrei preocupada e ela assentiu. - Graças a Buda que sei cantar... 

Assim que o clima "brincalhão" meu veio ao chão, Kyun Jae me abraçou chorosa. Não entendendo nada, fiquei parada recebendo aquele carinho repentino. Estaria ela tentando me confortar porque disse que estava no cemitério da minha mãe? Sinceramente, eu preciso de um macacão laranja e uma prisão, e não um consolo agradável... 

- Sei que não somos tão próximas, mas... Conte comigo para tudo... - Disse choramingando. - Se quiser, chame-me até de mãe!

- Unnie... - Meus olhos começaram a marejar. - Obrigada. 

Culpada com o que havia feito com meu irmão, afastei a mais velha de mim calmamente, sorri limpando suas inocentes lágrimas e beijei sua bochecha como uma forma de agradecimento. Kyun Jae era simplesmente a melhor manager existente na face da terra. Com seu jeito delicado e ao mesmo tempo duro de lidar comigo, fazia-me querer dar meu melhor.

- Unnie, agora eu tenho que visitar uma pessoa, ok? Por favor, não conte para o chefe que estou de moto... - Pedi vendo-a sorrir. - E não se preocupe comigo, tendo você ao meu lado tudo fica melhor!

- Lilly... - Alargou o sorriso acariciando meu rosto. - Você é um anjo!

E junto daquelas palavras, meu coração se partira inteiramente. Será que não estava óbvio meu olhar assassino cruel de quem mata o próprio irmão? Meu jeito esquisito e frio de lidar com as coisas? Eu estava mudada por conta do ocorrido e estava bem exposta essa mudança. Não é como se eu fosse ficar feliz por ter matado uma pessoa.

- E-eu tenho q-que ir. - Gaguejei perante seu elogio. - Saranghae Unnie.

Sem esperar respostas, corri para o estacionamento, onde peguei minha máscara e meu boné e dirigi-me para o hospital com a minha velha e querida amiga moto,

 

(...)

 

- Jimin! - Gritei assim que o vi na sala de espera. - Como o Tae está? Ele parece normal? Seu rosto continua o mesmo? Seu cabelo... Fizeram alguma coisa com seu cabelo? 

- Relaxa, Lilly! - Sorriu depositando suas mãos em meus ombros e se apoiando. - Meu dongsaeng está perfeitamente bem! 

E como uma baque de felicidade, me desfiz ficando sem forças na perna e fazendo meus joelhos encontrarem o chão gélido do hospital. Escutar que Taehyung estava bem deixava todo meu corpo e alma leves, era como se Buda estivesse tendo pena de mim e me abençoando com um alívio instantâneo em meio todo meu pecado.

Respirei fundo me estabilizando emocionalmente, peguei a mão de Jimin ainda meio zonza por conta da felicidade e levantei quase que em um pulo. Era impossível não ficar alegre com tal notícia, sem punições, sem brigas, sem dores e sofrimentos... Tae acordado do coma era quase o descobrimento da cura do câncer para mim.

- Sem nenhum abraço? - Perguntou Jimin deixando-me confusa. - É que normalmente em filmes os casais se abraçam quando recebem uma boa notícia... 

- Não somos um casais. - Respondi dando de ombros. - Enfim, vamos para o quarto do Tae?

Talvez meio abalado com a minha resposta nem um pouco educada, Jimin apenas fez sinal com a mão para que eu o seguisse e assim o fiz quase tendo um piripaque. Estava tão feliz e sequer sabia o motivo daquilo tudo. Sei que Tae é importante para mim, mas porque aquilo me comovia tanto ao ponto de deixar-me tremendamente bem comigo mesma? Não é como se só porque ele acordou que minha cota no inferno diminuiria...

Enquanto andávamos pelo corredor, senti uma vontade imensa de segurar o braço de Jimin por ansiedade, mas quando ergui minha mão para tocá-lo, uma onda de culpa veio sobre mim abalando-me completamente. Suspirei fechando a mão em punho e abaixei-a sentindo-me uma idiota derrotada.

- É aqui. - Jimin parou na frente do quarto. - Mudaram ele para cá porque tinham que desocupar o quarto para alguém mais necessitado... 

- Ah entendo... - Concordei com a cabeça. - Jimin...

Assim que o chamei, o garoto olhou para mim normalmente, mas se surpreendeu ao ser envolvido pelo meu abraço. Era errado, estranho, bobo e diversas coisas errôneas, mas Jimin era o tipo de pessoa que nos induz ao erro, ao pecado da traição. Não dizendo de forma alguma que um abraço significa minha traição perante meu relacionamento com o Kookie, jamais! O que fazia-me me sentir culpada era meus pensamentos impuros que insistiam ultrapassar os limites...

- Isso nos torna um casal? - Perguntou brincalhão.

- Pabo! - Bati em seu peito desfazendo o abraço. - Vamos entrar! 

Dito isso, coloquei minha mão na maçaneta da porta, girei-a e abri a porta que impedia-me de ver Tae. No momento em que meus olhos pousaram naquele lindo garoto que encarava a janela totalmente perdido em seus pensamentos, tudo pareceu desaparecer em volta. Minha felicidade foi tão grande que jurava sentir meu coração pulando para fora do peito.

Sem pensar duas vezes, corri até a cama do mesmo sem me importar muito com quem iria ver e o abracei já sentindo minhas lágrimas descerem com pressão. Estava com tanta saudades dele que se eu ficasse com ele assim por dois dias inteiros não seria o suficiente para conformar toda minha alma. 

- Acho que vou entrar em coma mais vezes para sentir esse abraço caloroso sempre. - Brincou me afastando dele. - Esteve bem? 

- Bem mal você quis dizer, certo? - Abri um meio sorriso. - Era impossível sentir-me confortável sabendo do seu estado...

- Que fofinha! - Apertou minhas bochechas. - Obrigado por se importar comigo... 

- Será que poderiam ser menos melosos? - Jimin protestou desviando seu olhar e fazendo bico. - Estão ridiculamente horríveis se fazendo de fofos...

- Você está com ciúmes? - Questionou Taehyung. - Aigoo Hyung! Venha aqui, tem Tae para todos...! 

Incrédulo com a indagação do mais novo, Jimin apenas cruzou os braços e saiu pisando duro para fora do quarto. Não me importando muito com a sua pirraça, dei de ombros e voltei a abraçar o garoto que estava a minha frente com toda força que tinha em meus braços. Acho que quem me visse desse jeito não pensaria que matei meu irmão... E minha consciência também não ajuda lembrando-me disso acaba dois milésimos de segundos...

Suspirei me afastando de Taehyung por alguns segundo e o mesmo tirou uma mecha de cabelo do meu rosto. O clima havia mudado completamente para algo mais sério e tenso, minhas mais transpiravam de acordo com a minha respiração que só se descompassava ainda mais. O garoto fora se aproximando cada vez mais alternando seus olhos entre minha boca e minha testa, e, esperando um beijo vindo do mesmo, afastei-me colocando minhas mãos em seu peitoral.

- Taehyung, eu preciso te contar uma coisa. - Abaixei a cabeça. - E espero de verdade que entenda.

- O que é isso? - Perguntou pegando o pingente do meu colar. - Yin? Isso não é coisa que casais usam? Cadê o Yang? 

Com o seu questionamento nem um pouco eufemizado, mordi os lábios mais nervosa que deveria estar e abaixei a cabeça quase que inevitavelmente. Tae antes de entrar em coma havia me prometido estar aqui quando eu tivesse força o suficiente para lhe contravir, mas... Como fazer isso agora que estou namorando seu amigo?

Quando abri a boca para começar a responder suas perguntas, um homem que aparentava ter seus cinquenta anos apareceu olhando algo em uma prancheta que segurava. Acreditando ser o médico, dei um beijo na bochecha de Taehyung e me direcionei para a porta sem dizer nada. Não estava preparada para jogar-lhe a bomba depois de sair do coma... Era impossível.

- Parece que Taehyung viu seu colarzinho. - A voz de Jimin soou como lâminas aos meus ouvidos. - Como lidar com essa revelação, pobre coitado... Como ficará depois de saber que a garota que ama está com seu amigo? 

- Cala boca, Park! - Gritei irritada. - Já não basta você na minha cola? 

Estava explosiva. Em meio aquela tempestade havia aparecido o sol, mas logo a chuva voltara a me aterrorizar. Como lidaria com os problemas que estavam surgindo calmamente perante a mim? Papai aparecendo do nada, Ji Lee morto por mim, Crises existenciais, Taehyung desconfiado... Sinceramente, o que uma garota de dezenove anos fez para Buda para receber esse tipo de tratamento? 

Simples... Nasceu. 

- Agora eu tenho culpa? - Questionou incrédulo. - Escolheu na hora errada e ainda quer jogar tudo em cima de mim...

- Dá pra calar essa porcaria que você chama de boca, Park? - Gritei ainda mais nervosa atraindo a atenção dos que passavam no corredor. - As coisas não são tão simples quanto aparentam para você! 

- Contar para Taehyung que está namorando é tão difícil assim para você? - Jimin passou a mão em seu cabelo e riu debochado. - O quanto gosta dele para ter medo de revelar isso? 

- O suficiente para não querer magoá-lo. - Meus olhos marejaram. - Jimin... Antes fosse só isso, mas...

- Mas o que, Lilly? - Gesticulou. - O que tem relacionado a você que eu não saiba? Ji Lee voltou a te atormentar? 

Ao escutar o nome do meu irmão, me desabei completamente. Não era fácil respirar um ar que te sufoca por ter feito algo ruim. Jimin era inocente de fato, afinal, não sabia o que acontecia por detrás da minha máscara de "garotinha K-idol que realizou seu sonho de se tornar uma figura pública". Era difícil dizer "eu matei" para aqueles que te acham bondosa de certa forma.

- Aceita uma carona? - questionei limpando minhas lágrimas. - Estou indo agora para o meu apartamento.

- Lilly, responda-me corretamente. - Suspirou. - É o Ji Lee, não é? 

- Ji Lee morreu, Jimin! - Engoli o choro. - Agora responda-me você, quer a carona ou não? 

- Lilly... - Me chamou surpreso, mas apenas lhe lancei um olhar repreendedor. - Tudo bem, eu aceito sua carona. 

 

(...) 

 

Assim que chegamos perto da moto, Jimin encarou-me entrando meu automóvel. Dei de ombros não me importando muito com o que ele estaria pensando de mim naquele momento e peguei os capacetes que ficavam presos a uma pequena rede em cima do banco. Admito, não era o melhor lugar para se colocar, mas não é como se tivesse um porta-malas embutido...

- Você tem uma moto?! - Perguntou impressionado. - Como assim a princesinha Lilly tem uma moto? 

- Vai calar a boca e sentar na moto para gente ir ou vai ficar aí falando sobre o quão surpreendente é eu ter uma moto? - Perguntei e ele riu pegando o capacete e sentando ao seu lugar. - Bom garoto.

Sentei na frente de Jimin ligando a moto e senti as grandes mãos do garoto envolvendo minha cintura da forma mais inocente do mundo. Engoli seco sentindo minha respiração descompassar e balancei a cabeça negativamente tentando afastar os pensamentos obscenos que estavam querendo me contaminar.

- Estou sendo um bom garoto, princesa? - Sussurrou em meu ouvido mordendo seu lóbulo. - Mereço uma recompensa?

- Continue assim e receberá um convite para se retirar da minha moto no meio do nada. - Brinquei escutando-o bufar. - Qual é, Jimin! Exercício não é uma má recompensa!

- Falou a fitness... - Seu tom irônico era óbvio. - Agora vamos, antes que você dê a louca e me deixe aqui. 

Ri de seu comentário bobo, tirei os pés do chão e comecei a pilotar a minha bebezinha. Sentir o vento tocar meu pescoço nu fazia-me querer voar para longe de tudo... Afinal, seria qual a sensação de abandonar o que tem e viver tranquilamente? Sem memória para lembrar-te de tudo, sem culpa e/ou magoa... Ah paraíso, onde estás? 

 

(...)

 

Já vestida com meu uniforme escolar estipulado pelos estilistas, com maquiagem perfeitamente alinhada junto do meu cabelo agora todo platinado para o novo clipe, estava preparada para começar a gravação, só faltava uma coisa, ou melhor, um alguém: o garoto que faria meu par no MV.

Suspirei fazendo um bico nada feliz, olhei o celular que mostrava-me ser seis da manhã e me encarei no espelho. Era estranho me ver de uniforme já que nunca vestira um. No orfanato, minhas aulas eram dentro da instituição com as freiras formadas nas demais matérias, éramos mantidos, basicamente, em prisão domiciliar para não conhecer "as impurezas do mundo mal".

- Toc Toc! - Alguém disse entrando no camarim. - Amor? 

Assim que virei-me, pude ver Jungkook com um buquê de lírios azuis nas mãos. Sorri abobalhada com aquela atitude repentina, levantei da cadeira rapidamente, corri até ele e o abracei fortemente. Era tanta carência junta que quem olhasse pensaria que eu estava nos meus maus dias chamados TPM.

- Kookie, estou tão feliz que veio me apoiar no meu novo clipe! - Selei sua bochecha. - O que eu faria sem você? 

- Provavelmente continuaria famosa e maravilhosa! - Sorriu entregando-me o buquê. - Como rosas vermelhas são muito clichês, trouxe esses lírios azuis...

- Tão fofo! - Cheirei as flores. - Você consegue se superar a cada dia! 

Coloquei as flores na mesinha que relativamente apoiava o espelho, peguei a mão do meu namorado e sai para fora do camarim. Sei que era arriscado fazer isso fora das quatro paredes que cercam todas as vezes que nos encontramos, mas estava tão "estou nem aí" que sequer liguei para quem iria ver nós dois juntos.

- A propósito, amei seu cabelo. - Parou de caminhar e puxou-me contra seu corpo. - Ficou tão linda... 

- Gostou? Fiz por você! - Apertei  a bochecha do mais velho com a minha mão livre. - Queria ser mais notada pelo meu amor...

Na verdade, nós artistas somos quase que obrigados a mudar de visual de acordo com os álbuns que lançamos, escolhemos a cor, mas não é como se pudéssemos sair do castanho para o castanho 1.0. "É melhor assim", eles disseram. "Os fãs gostam", eles disseram. Mas como uma forma de "mimar" meu namorado, preferi dizer que foi por ele. 

Sim, eu havia aceitado o fato de Jungkook ser meu namorado. Jimin fazia meu coração acelerar, Taehyung deixava-me confusa, mas Jungkook era amável demais, romântico demais e doce demais para não querer dar uma chance. Ele era um porto seguro que talvez os outros não conseguiriam ser e eu precisava de algo para me apoiar nesse vendaval. 

- Notada? Lilly, você diz como se fosse algo muito difícil... - Brincou colocando uma mecha de cabelo atrás da minha orelha. - Obrigado por ser minha.

Jungkook começou a se aproximar lentamente dos meus lábios e por impulso, fechei Meus olhos esperando um beijo. Infelizmente, antes de ao menos nos tocarmos, um pigarreio veio de alguém de fora nos fazendo separar instantaneamente por impulso. Ambos tímidos, boa coisa não daria com uma terceira pessoa ali perto. 

Encarei minha manager que estava de braços cruzados a nossa frente e sorri sem jeito vendo-a respirar fundo massageando a testa como se tivesse sobre pressão.

- Lilly, J.Y Park está vindo, então... - Fora interrompida pelo mesmo.

- Então seja boazinha comigo! - Sorriu alegre. - Vejo que está bem próxima de Jungkook! Fico feliz, Lilly, mas agora temos um MV para fazer e uma música para promover, depois você continua conversando com ele. 

Sem no mínimo me deixar despedir-me corretamente de Jungkook, o meu CEO pegou meu pulso sem me machucar e começou a caminhar comigo para o lado posto do meu camarim. Não tendo escolhas, apenas acenei rapidamente em direção ao meu namorado, abaixei a cabeça nem um pouco animada com o momento e continuei permitindo-me ser conduzida. 

Assim que chegamos embaixo de uma tenda preta onde estava a maioria dos equipamentos e diretores, percebi um garoto de uniforme escolar e igualmente platinado sendo maquiado por uma das Staffs que nem parecia ter notado nossa presença, diferente de Kaio que logo se aproximou de mim com seu sorriso cafajeste no rosto. 

Curiosa para ver o rosto de quem faria par comigo, tossi bem alto para fazê-lo virar para mim e, assim que encarou-me com seus risquinhos no rosto que ousavam chamar de olhos, meu queixo foi ao chão completamente. Como assim ele contracenaria comigo? Quando eu havia concordado com isso?

- Com o Jimin? - Perguntei indignada. - Porque com ele? 

- Porque assim promoveríamos indiretamente a parceria de vocês! - Se justificou. - Porque? É má ideia? 

Péssima, você quis dizer, afinal, como olharia apenas para o meu namorado com o cara que faz meu coração acelerar contracenando comigo por, no mínimo, duas semanas com oito horas dia?

Olá Lilly. - Sorriu. - Acho que formaremos um belo casal para o seu clipe, huh? 

 

Próximo capítulo: 

[Spoiler inofensivo]

 

- Ji Eun, venha me ver... - Choi Hyuk parecia desesperado. - Agora!

- Porque? Não posso sair no meio da gravação do meu MV... - Respondi simples. - Quando eu disse que te pagaria um jantar, não havia permitido que escolhesse o dia...

- Ji Lee... - Respirou fundo. - Ele não morreu. 

 

(...)

 

- Hyung? Porque está abraçando minha namorada? - Perguntou Jungkook incrédulo puxando-me para longe de Jimin. - Lilly... Você está chorando?! 


Notas Finais


EAEEEEEEEEEEEEEEEE <3 Não me matem por favor kkkkk
Sei que estive meio "morta" nos últimos meses, mas eu realmente não tive culpa, o primeiro ano na faculdade é tenso demais e virar a noite estudando estava quase me levando da Terra. Sério.

Mas, como hoje é feriado, fiquei ontem da meia-noite até as quatro e meia da manhã fazendo esse capítulo para vcs!! <3 (é nessas horas que um awn interno aparece na minha cabeça .-.)

Não está maravilhoso, maassss foi o melhor que consegui, espero que entendam!!!!

Ah! E eu tenho uma surpresinha para daqui alguns meses para vcs, é horrível esperar, com toda via, creio que a espera será recompensada!! (Não é o capítulo dezenove kkkk relaxem!!! Esse ai sai com certeza na semana que vem)

Enfim, tenho que ir responder os comentários anteriores!!!

Saranghae!!! <3 *-*


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