História My Driver - Capítulo 16


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Personagens Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Justin Bieber, My Driver, Romance
Visualizações 155
Palavras 1.673
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


~vergonha~

Gente, voltei com mais um capítulo e com mil desculpas por não ter postado capítulo.
Como vocês já sabiam (porque eu avisei), eu viajei pro Mato Grosso, levei meu notebook, mas não tive tempo nem de tocar nele. Depois que cheguei em Goiânia (minha cidade) outra vez, tive um bloqueio daqueles, que não me deixava escrever uma letra. O fato é que eu sabia o que ia acontecer, mas não conseguia escrever. Então hoje eu me coloquei em frente ao computador e pensei que iria ficar aqui até sair pelo menos 2 capítulos. E bem já estou na metade do próximo capítulo (que vocês vão se surpreender com ele)
LEIAM AS NOTAS FINAIS!!!
Sem mais delongas, vamos ao capítulo. Boa leitura Drivers!!

Capítulo 16 - Allison Moore


    O vento gélido de Toronto me surpreendeu na manhã de terça, quando saí para trabalhar. Era meu segundo dia de trabalho.

    Não era um trabalho difícil, eu era a secretária do Henry, e ele não foi tão exigente no primeiro dia. Eu marcava reuniões, atendia telefonemas, cuidava da agenda dele, entre outras coisas.

    — Alô. — Eu atendi o telefone sem olhar o visor enquanto chamava um táxi.

    — Onde você está? — Era a voz do Justin.

    — Entrando em um táxi. — Eu respondi.

    — Você sabe que eu poderia te levar né?

    — Você me levou ontem. Não precisa me levar todos os dias.

    — Não preciso, mas eu quero. Sou seu namorado. — Ele disse. — Quero te deixar no trabalho todos os dias e receber um beijo de despedida.

    — Justin... — eu comecei. — Isso não é por causa do Henry né?

    Silêncio.

    — Justin...

    — Tudo bem! É por causa dele. — Ele admite. — Eu já disse que não precisa ter ciúmes dele. Sou sua namorada. Não confia em mim?

    — É claro que confio. Eu não confio nele.

    — Deposita sua confiança em mim e está ótimo amor.

    Senti ele sorrir.

    — Já está depositada Ally.

    — Então ótimo. — Eu disse. — Não precisa ficar preocupado.

    — Vou te buscar no trabalho hoje.

    — Justin...

    — Eu só quero passar um tempo com a minha namorada, eu te levo na faculdade e te busco também, além disso, você tem aula comigo hoje.

    — Eu sei. — Eu disse. — Tenho que desligar agora, vou sair do táxi já.

    — OK. — Ele disse. — Bom trabalho, e te amo.

    — Também te amo.

    Paguei o taxista e entrei no prédio da galeria. Era um prédio muito bonito de três andares. Eu trabalhava no último andar, onde ficava a sala do Henry.

    Henry era um cara legal, era sempre gentil e não era daqueles chefes chatos que pedia até para você fazer coisas da vida pessoal dele. Pelo menos, até agora ele era assim.

    Eu não podia julgar ele no segundo dia de trabalho.

 

(...)

 

    — Allison. — Henry me chamou.

    — Sim?

    — Você já pode ir embora, está tarde e você pode se atrasar para sua faculdade.

    Eram 18h30m.

    — Está tudo bem. — Respondi. — Estou só esperando o Justin vir me buscar. Ele já deve estar chegando.

    — E Justin seria...?

    — Meu namorado. — Eu disse. — Ele estava comigo na inauguração, se lembra?

    No momento em que ele abriu a boca para responder, o telefone em minha mesa começou a tocar.

    — Allison. — Era a voz da Mandy, a recepcionista.

    — Sim?

    — Seu namorado está aqui. — E ela abaixou o tom de voz. — Ele é um gato.

    O ciúme me contaminou.

    — E é meu namorado. — Respondi. — Já estou descendo.

    Desliguei o telefone, arrumei minhas coisas e olhei para Henry que ainda estava em pé na frente da minha mesa.

    — Justin chegou.

    — Eu percebi. — Ele disse. — Boa aula.

    E sem eu esperar, ele depositou um beijo em minha bochecha.

    Me afastei de Henry rapidamente e apertei o botão do elevador, logo ele abriu e eu entrei apertando o botão para descer.

    Qualquer pensamento sumiu da minha cabeça quando eu vi Justin parado, me esperando. Quando o mesmo me viu, abriu um sorriso, me fazendo ficar mais apaixonada e nem sabia que isso era possível.

    Fui até Justin, que me deu um beijo leve e sorriu.

    — Vamos?

    Acenei para a Mandy, com cara de “Ele é meu” e saí de mãos dadas com Justin.

    Justin abriu a porta do carro para mim e minutos depois estávamos na porta da faculdade.

    — Venho te buscar depois da aula. — Ele disse me beijando.

    — Ok. — Respondi.

    Hoje é meu segundo dia tendo aula com Justin, ele é mesmo um bom professor como diz minha mãe. Sempre paciente.

    — Amor... — eu o chamei e ele sorriu. — Aquela recepcionista do meu trabalho...

    — O que tem ela baby?

    — Ela deu em cima de você? — Perguntei sentindo o ciúme voltar.

    — Ela me chamou para sair. — Ele riu.

    Não era um bom momento para ele rir.

    Fechei a cara para ele.

    — Ciúmes? — Ele perguntou sorrindo de lado.

    — Não. — Menti e ele arqueou uma sobrancelha. — Não. — Tornei a repetir.

    Justin continuou me olhando de uma forma, como se dissesse: “Assume que é melhor”.

    — Não é ciúmes, é só curiosidade. — Menti.

    Ele riu.

    — O que você disse a ela? — Perguntei.

    Ele riu outra vez.

    — Disse que tenho namorada, que amo ela e que não pretendo sair com outra mulher além da minha namorada. — Ele disse me olhando nos olhos.

    E eu me derreti completamente, abri o sorriso mais bobo do mundo e beijei meu namorado.

    — Tenho que ir para aula. Não posso me atrasar.

    — Tudo bem.

    Nos despedimos com um beijo e saí do carro.

    Justin deu partida e foi embora, e eu, fui para a minha sala.

    Encontrei Alessia sentada no seu lugar de sempre, tão absorta em seu celular que não prestava atenção em nada a sua volta. O professor não tinha entrado na sala ainda.

    — O que você tanto olha nesse celular? — Falei e Alessia me olhou.

    — Oi Alessia, tudo bem com você? — Ela disse irônica e revirei os olhos.

    — E aí?

    — Estou falando com o Ryan. — Ela disse voltando a digitar.

    — Como estão vocês dois? — Eu disse. — Quer dizer, vai dar em alguma coisa?

    — Já está dando em alguma coisa querida Allison. — Minha melhor amiga sorriu maliciosamente.

    — Falo de namoro Alessia.

    — Ah. — Ela se endireitou na cadeira. — Isso.

    — Qual o problema?

    — Problema nenhum. — Ela disse civilizadamente. — É só que eu queria que aquele desgraçado do Ryan me pedisse em namoro logo.

    — Vocês se conhecem há uma semana, talvez ele queira te conhecer melhor.

    — Acho que já nos conhecemos muito bem, eu sei até de uma pintinha que ele tem, bem acima do...

    — Poupe-me dos detalhes sórdidos Alessia. — Eu disse tampando sua boca.

    — Eu ia dizer do joelho sua mente poluída. — Ela ri.

    — Ok. — Eu dou risada. — Mas voltando ao assunto, sem pressão Alessia, espera ele estar preparado. Esperar é a solução, eu esperei anos.

    — Como vocês estão?

    — Incríveis. — Eu disse sonhadora. — Justin é... incrível comigo, me ajuda, diz que me ama o tempo todo e eu também sinto que é verdade, eu o amo também.

    — Aí minha diabete. — Ela diz rindo e eu dou um tapa leve em seu ombro. — E a vida sexual? Está ativa? Estão inovando nas posições ou só ficam no mamãe e papai?

    — Alessia! — Eu repreendi minha amiga da língua solta, mas ela não se importou.

    — Tem que inovar Allison. — Ela disse. — Um dia sexo na cama, um dia no sofá, um dia no chão, no chuveiro, na banheira, na bancada da cozinha, no carro.

    — Meu Deus! — Eu disse. — De onde você tira tanta ideia?

    — Acredite ou não amiga, mas em uma semana com o Ryan, nós já fizemos sexo em todos esses lugares que eu te citei.

    Quando eu ia abrir a boca para responder, o professor entrou na sala.

    — Boa noite turma.

    Passei a aula toda pensando no “conselho” da minha melhor amiga. Será que precisávamos mesmo inovar mais? Já fizemos sexo no escritório, teve aquela cena na bancada da cozinha, o sofá também, no banheiro e a cama. Todos os cinco lugares foram incríveis. Eu adoraria experimentar novos lugares com ele.

    Fiquei tanto imaginando lugares em que Justin poderia me levar a loucura que nem percebi quando a terceira aula tinha acabado. E já era intervalo.

    — Oi. — A voz do Dav me tirou do transe.

    Balancei a cabeça para espantar uma cena da minha cabeça em que eu e Justin estávamos em uma piscina.

    — Oi Dav. — Sorri.

    Alessia estava com um olhar de quem comeu e gostou, e quando ela abriu a boca para falar algo, ouvimos uma voz vinda dos alto-falantes dos corredores da faculdade.

    — Atenção, todos os alunos dessa Instituição. — Uma voz feminina falou. — Todos estão liberados das próximas aulas devido a uma reunião entre os professores que terá agora.

    Ouvi alguns alunos comemorarem.

    — Amo quando essas reuniões acontecem. — Alessia disse animada. — Vou pedir para o Ryan me buscar.

    E assim ela começou a digitar sem prestar atenção em mim e no Dav.

    — Ela parece um metralhadora digitando. — Dav disse e rimos.

    — Eu estou ouvindo. — Alessia disse sem tirar os olhos do celular.

    Olhei Alessia no celular e me lembrei que tinha que avisar o Justin também.

    — Tenho que avisar o Justin que pode vir me buscar. — Eu disse pegando meu celular no bolso da minha calça jeans. — Bom, que ele pode me dar aula agora e consigo chegar em casa mais cedo e dormir mais cedo. Parece sonho.

    — Você só pensa em dormir. — Dav disse rindo. — Credo!

    — Não posso fazer nada se dormir é a melhor coisa do mundo. — Dei de ombros.

    — Eu consigo pensar em uma coisa bem melhor que dormir, e é feita na cama também. — Alessia disse sem nos olhar.

    — Você é uma pervertida. — Eu digo rindo.

    Mandei mensagem para o Justin, pedindo para ele me buscar. A resposta veio imediata, ele disse que chegaria em 15 minutos.

    — Justin chega em 15 minutos. — Aviso. — Vamos gastar 10 minutos só no meio dessa aglomeração de pessoas pelos corredores. Vamos?

    Eles concordaram e exatamente 10 minutos depois estávamos do lado de fora da faculdade.

    David tinha carro e já poderia ir embora, mas ele gostava de esperar eu e Alessia ir também, para ter certeza que estamos seguras. Palavras dele.

    — E então Allison... — Alessia começou.

    — O que?

    — Você conheceu a família do Justin?

    — Não, a família dele não mora aqui em Toronto. Justin me disse que os pais e os irmãos moram em Vancouver.

    — Falando de mim?

    Me assusto com a voz atrás de mim, me viro e vejo Justin sorrindo.

    — Quer me matar do coração? — Pergunto com a mão no peito.

    — Desculpa. — Ele ri. — Não vou fazer de novo.

    Ele me dá um selinho e cumprimenta meus amigos.

    — Vamos? — Eu pergunto. — Você pode adiantar minha aula hoje? Já que saí mais cedo, aí eu posso dormir mais cedo hoje, estou muito cansada.

    — Posso, podemos ir agora. Pode ser?

    — Sim. — Eu sorrio.

    Nos despedimos da Alessia — que mal nos olhou porque estava vidrada no celular — e do Dav, e fomos em rumo a minha aula. Daqui um tempo, vou estar dirigindo meu próprio carro.


Notas Finais


O que acharam do capítulo? Esse capítulo foi mais para uma "explicação" para o próximo capítulo.

Gente, estou pensando em fazer um grupo no WhatsApp sobre a fic, para manter vocês informadas sobre a atualização da fic. O que acham? Dependendo do tanto de pessoas que apoiarem a ideia, eu faço o grupo. Então me respondam se querem o grupo ou não.

Beijos e até a próxima.


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