História My Escape. - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Inuyasha
Personagens Ayame, Inu no Taishou, Inuyasha, Izayoi, Kagome, Kagura, Kohaku, Miroku, Rin, Sango, Sesshoumaru
Tags Inuyasha, Romance
Visualizações 79
Palavras 2.078
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Escolar, Hentai, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Ooooooi.. hihihi
Podem me xingar, eu mereço😅😅😅😅😅
Mil perdões por demorar tanto meus amores mais lindos!!! 😊😊😊😊
Mas antes tarde do que nunca!
Esse capítulo tive que dividir em dois, pq ficou muuuuuuito grande, então resolvi que vou postar esse hoje e amanhã à noite eu ja posto o proximo!! EEEEEEEE 🎉🎉🎉
Mas chega de enrolação e vamos ao que interessa!!
Boa leitura e espero de coração que vocês gostem.

Capítulo 8 - Capitulo 8


Fanfic / Fanfiction My Escape. - Capítulo 8 - Capitulo 8

Kagome on


Eu andava com pressa pelos corredores do campus.

Estava tudo deserto, a não ser por uma leve e estranha sensação de estar sendo vigiada por alguém, ou alguma coisa. E um desconforto me dominava, era como se eu estivesse procurando por algo importante para mim.

Cheguei ao lance de escadas e pude ouvir uma voz de mulher seguida de outras duas vozes masculinas. Elas estavam repletas de sofrimento, senti um leve tremor passando por meu corpo.

Eu conheço essa voz”

Apertei ainda mais o passo em direção a elas e logo cheguei às escadas. Parei por um momento, tentando escutar mais alguma coisa, não demorou muito as vozes novamente aparecerem.

Elas vem do fim da escada!”

Comecei a descer os degraus de vagar, e pude ver uma porta vermelha no fim da escadaria. 

- Kagome! Tasukete! Tasukete Kudasai…

Aquela voz veio como uma flecha atravessando meu peito. Eu precisava ajudar quem quer que fosse.

Comecei a descer de dois em dois degraus até que alcancei aporta e a abri com brutalidade.

- Okaeri! - O homem que me comprimentou estava de costas pra mim, seus longos cabelos brancos, estavam bem alinhados e vinham até o fim das costas.

 Assim que entrei ele se virou pra mim e pude sentir todo meu corpo entrar em alerta. Quem quer que fosse ele, não tinha um pingo de bondade em si.

 - Que bom que veio! Kagome-chan!

Fiquei receosa em chegar perto daquele ser, mas precisava saber quem me chamava.

- Kagome?! Kagome querida! - Olhei para além daquele homem, e entrei em choque.

- O-okasan?! - Minha voz não passava de um sussurro. Senti minhas pernas bambearem e acabei caindo de joelhos.

Ao lado de minha mãe estavam meu pai e Souta, eles permaneceram de cabeças baixas, somente minha mãe me olhava. Todos os três estavam amarrados pelos pulsos, erguidos por grossas correntes. Mas o que me deixou completamente sem reação, foi ver os vários cortes e hematomas que eles possuem pelo corpo. 

Me esforcei ao máximo para ficar de pe, e assim que me levantei tentei me aproximar deles, mas fui impedida por uma forte mão.

- Não tão rápido, Hime Miko! - Me virei novamente para o ser de cabelos brancos e ele sorria cordialmente para mim.

- Kagome, doush’te? - Ouvi minha mãe me chamar. E voltei a encara-la. - Você nos abandonou! Doush’te?!



Narradora on


Kagome acordou e se levantou bruscamente, ofegante. Tateou no escuro em busca do abajur na mesinha ao lado. Assim que o acendeu olhou em volta. Estava em seu quarto.

- F-foi só um sonho.- disse para si mesma, e voltou a se deitar.

Podia sentir seu peito se fechando e seu coração batia descompassado. Ver sua família daquela forma foi como reviver o dia em que ela soube da morte deles Logo pode sentir lágrimas inundaram seu rosto, e a mesma dor agonizante da perda se instalou junto de um choro desesperado.

- O-okasan, otousan… gomen! G-gomennasai!! - Lembrar de sua família já era demasiado doloroso, e naquele sonho vê-los tão maltratados havia deixado ela completamente arrasada.

Mas o que não saia de sua cabeça, e provavelmente jamais sairia, era a frase que sua mãe havia dito:

- Você nos abandonou! Doush’te?!

Ela continuou chorando por mais um tempo, até que já exausta ela voltou a dormir.





Inuyasha on



Assim que cheguei em casa, fui direto para o banheiro tomar um banho.

Minha cabeça girava com o passeio que dei com Kagome. Nunca havia conhecido alguém tão interessante quanto àquela garota.


Flashback on


Narradora on


Kagome se sentou no banco do passageiro e afivelou o cinto. Ela não sabia o porquê daquele garoto ter insistido tanto para que ela aceitasse a carona. Em sua cabeça passava várias coisas, mas uma em especial não parava de martelar sua mente:

Talvez ele queira me levar para algum beco escuro, e me atacar.”

Se afastou mais um pouco dele, grudando seu corpo ainda mais na porta do carro.

Inuyasha sentiu o cheiro doce da garota mudar um pouco, revelando o nervosismo dela.

- Relaxa, não vou te levar para nenhum beco escuro, fique tranquila! - Disse ele com um sorriso torto.

- Você lê pensamentos, por acaso?

- Nani?

- Nan demo nai! - Ficaram em silêncio por alguns minutos, até que um pequeno barulho se fez presente.

- Isso foi o seu estômago? - Perguntou o prateado. Kagome sentiu seu rosto arder de vergonha.

- I-iie! - Disse virando o rosto para a janela, tentando esconder seu rosto totalmente corado. Inuyasha sorriu com o constrangimento dela.

- Conheço uma lanchonete aqui perto! - Disse ele virando o carro na direção oposta do campus. Kagome tentou protestar, mas foi em vão. Ele simplesmente a ignorou.

Depois de algumas quadras eles chegaram a uma pequena lanchonete. Ele estacionou o carro no estacionamento e logo após saíram do carro.

Assim que adentraram o lugar foram na direção de uma mesa afastada e se sentaram um de frente para o outro. O lugar era bem amplo e apesar de ser arejado, fazia um certo calor. Por sorte, Kagome se sentou num lugar onde batia uma leve brisa vindo do ventilador, que ficava atrás de si.

Kagome estava extremamente confusa com o modo “cavalheiro” desse Inuyasha. Para ela, ele não passava de um grosso e sem educação. Então porque ele estava sendo tão amigável com ela agora, se na primeira vez que se encontram ele foi extremamente rude?!

- Já escolheu? - Seus olhos dourados penetraram nos castanhos da garota, fazendo Kagome perder o foco por um momento.

Quentes como o sol.”

- Kagome?!

- H-hai?! Ah claro! - Ela afastou os pensamentos, e logo fez o pedido para a garçonete que havia se aproximado.

Por algum tempo um silêncio constrangedor se instalou entre eles até que ela não aguentou mais.

- Hm… Inuyasha?! - Assim que ouviu a voz dela, ele voltou a olhar em sua direção.

- Hai?!

- Eu quero saber porque você está sendo tão legal comigo? - Nesse meio tempo a garçonete chegou com os lanches. - Quero dizer… na primeira e a segunda vez que nos vimos, você foi super grosso! E agora me oferece uma carona e paga um lanche pra mim?! Você tá no meio de uma aposta com seus amigos ou o que?

- Vamos por partes! - Disse ele sorrindo. Um sorriso lindo, que não passou despercebido por uma certa Miko. - Eu não fiz nenhuma aposta! - Ele pegou o refrigerante e tomou um gole. - Eu apenas queria me redimir pela grosseria.

Kagome arqueou uma sobrancelha, desacreditando totalmente no que ele dizia.

- Sei. - Disse ela é deu uma mordida em seu lanche.

Ele riu alto com o jeito dela.

- Eu estou falando sério! Miroku falou tanto de você aquele dia que eu fiquei realmente curioso em conhecê-la. - Ele então fechou a cara, lembrando das fotos que havia recebido. - Mas aí aconteceu aquele incidente com minha ex...

- Entendi. Você perdeu a cabeça.

- Hai! - Ele então se debruçou com os cotovelos na mesa. - Então… me fale um pouco de você!

- O que você quer saber? - Kagome ficou meio desconfortável, mas tentou não transparecer.

Inuyasha por sua vez já havia ouvido de Miroku sobre a família dela e sabia que ela não gostava de falar sobre os pais. Então resolveu manter a conversa o mais leve possível.

- O que gosta de fazer?

- Sei lá! - Agora foi a vez dele de arquear a sobrancelha. Ela revirou os olhos - Quando estava no orfanato, para passar o tempo eu fazia cupcakes para as crianças de lá, e os vendia também.

- Mas você gostava?

- Não muito. Fazia mesmo por fazer. - Deu um pequeno sorriso triste e abaixou a cabeça. Ela então se lembrou de quando era pequena, e o que ela adorava fazer pra agradar sua família. - Eu gostava muito de cantar. - Ela rapidamnete se arrependeu de ter deixado sair essa confissão, ao ver o entusiasmo no rosto dele.

- Sugoi! - Disse ele sorrindo. - Então cante alguma coisa.

- Iie! - Ela negou com a cabeça constrangida. -  Tem muita gente aqui! - Disse ja corando. - E faz tempo que não faço isso

-Deixa de ser boba! - Pediu ele. - Onegai? - Kagome sorriu com o jeito dele, parecia realmente um cachorrinho, com a cabeça de lado e as orelhinhas abaixadas. Não tinha como dizer não a alguém como ele.

- H-ai! Mas só um pouco. - Ele comemorou com um sorriso satisfeito.

- Ok!

Ela então começou.


" Remember those walls I built?
Well, baby, they're tumbling down
And they didn't even put up a fight
They didn't even make up a sound

I found a way to let you in
But I never really had a doubt
Standing in the light of your halo
I got my angel now

It's like I've been awakened
Every rule I had you breaking
It's the risk that I'm taking
I ain't never gonna shut you out...


Conforme cantava, Kagome não conseguia mais sentir a vergonha de antes e naquele momento ela conseguiu esquecer de tudo e de todos. Sua tristeza e seus medos haviam extinguido. Dando lugar para uma coisa que há muito não experimentava, felicidade.

Ela amava cantar quando criança, a deixava completamnete feliz e principalmente porque sua família adorava.


Everywhere I'm looking now
I'm surrounded by your embrace
Baby, I can see your halo
You know you're my saving grace

You're everything I need and more
It's written all over your face
Baby, I can feel your halo
Pray it won't fade away

I can feel your halo, halo, halo
I can see your halo, halo, halo
I can feel your halo, halo, halo
I can see your halo, halo, halooo


Ao final, ela abriu os olhos. Todos da lanchonete a olhavam admirados. Principalmente um par de olhos dourados.

- O-o que foi?

Inuyasha a olhava admirado, jamais tinha conhecido alguém que cantasse como ela. Sua voz era suave e cheia de sentimento.

- S-sua voz é... tão linda quanto você! 

            (@[email protected])


Os dois ficaram mais algum tempo na lanchonete, conversando até que Kagome começou a bocejar, e Inuyasha achou melhor leva-la logo para a casa.

Já na frente do campus, Inuyasha parou o carro no meio fio.

- Arigato pela carona e pelo lanche. - Ela não conseguia o olhar, devido a vergonha.

- Não precisa agradecer. - Ele se aproximou dela e depositou um pequeno beijo em seu rosto, pegando a completamente desprevenida.

- É… eu… eu… - Ela tentava dizer mais alguma coisa, mas não conseguia. Inuyasha sorriu de lado vendo sua timidez. - J-ja ne!

Ela tentou sair do carro, mas ele a segurou.

- Matte yo! - Ela então sem perceber, assim que se virou, acabou se prendendo no dourado dos olhos dele.

Seu olhar penetrante parecia não querer solta-la. Kagome queria se desvencilhar, mas não conseguia. Era como se um imã a puxasse para mais perto.

 - Kagome. - Os dois foram se aproximando lentamente, ela fechou seus olhos com força e esperou.

Até que seus lábios se encontraram com os dele, num toque suave. Foi somente um selinho leve, mas que fez cada músculo seu, formigar.

Ela sentiu uma eletricidade percorrer por todo seu corpo, e seu coração dava pulos.

Mas antes dele aprofundar mais o beijo ela se afastou.

- G-gomennasai. - E saiu rapidamente do carro.

Inuyasha a ficou olhando se afastar e sorriu.

Você ainda não sabe. Mas você ainda vai ser somente minha!”

Ele então ligou o carro e saiu.


Já no quarto, Kagome fechou a porta e se encostou na mesma. Seu coração ainda batia rápido e seus rosto queimava.

Kamisama! O que foi isso?!”

Flasback off


Inuyasha on


Ela realmente não sabe o quanto é interessante”.

Eu ja estava completamente fascinado por aquela garota.

Terminei o banho e fui para o quarto, peguei meu moletom e o vesti, sem cueca mesmo, adoro sentir a liberdade nos países baixos.

Depois fui para minha cama e me deitei ainda pensando nela.

Durante o tempo em que passamos juntos na lanchonete, eu não conseguia deixar de olhar para ela. E seu cheiro vinha como um baque, cada vez que o ventilador passava por ela. Totalmente inebriante.

Fiquei memorizando cada detalhe de seu rosto. Seus lábios, grossos e tão convidativos, - que tive a sorte de provar, mesmo que por um breve momento - o modo que ela corava cada vez que eu a elogiava. Seu nariz pequeno e levemente arrebitado. E o que mais me chamava a atenção:  seus olhos…

A cor deles, um castanho tão escuro que chegava a ser surreal, e apesar de demonstrar tanta tristeza, não deixava de ser lindos.

E pelo que pude notar, por mais que ela tentasse não demonstrar, ela era totalmente frágil!  O que me fez sentir uma necessidade absurda de estar ao seu lado e protegê-la, de quem quer que fosse.

Acho que é essa fragilidade que fez Miroku ser tão protetor com ela”.



Notas Finais


E então??????? O que acharam meus amores? Ficou bom?
Me digam se gostaram e se não gostaram também, estou aberta a críticas (construtivas.. kkkkk)
O nome da música é "Halo" da Beyoncé!


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