História My Fairy Angel. - Capítulo 27


Escrita por: ~

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Palavras 2.011
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Crossover, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Saga

Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 27 - Sentir.


Fanfic / Fanfiction My Fairy Angel. - Capítulo 27 - Sentir.

My Fairy Angel.

Cap.27: Sentir...

O primeiro encontro entre Hakuryuu e seus conhecidos não havia sido dos melhores, mesmo que o rapaz não tivesse falado com eles logo iria chegar o momento, com uma desavença de ideias Kouen acabou sendo confrontado por Esmeralda que estava disposta a se arriscar por seu aprendiz, e foi dessa forma que se encerrou o primeiro dia de verão em Fiori. Na manhã seguinte a maga foi chamada ao escritório do mestre Makarov.

-Você sabe a posição em que está não? – O mestre falava serio enquanto a moça mantinha-se calada, mas não de cabeça baixa. – Francamente você é mais difícil que os outros, não é à toa que seu nome artístico é Rebel Angel... sabe que vai ter que se desculpar não?

-Com todo respeito mestre, poço até pedir desculpas por você ou pela diplomacia, mas não estarei sendo verdadeira, acredito que o passado do Haku seja bem problemático, mas acredito que o Haku que conhecemos seja diferente daquele outro.

-Também acredito nisso, mas é ele quem deve provar isso não vai ser as palavras da pessoa que o protege que irá mudar os que conheceram o outro lado de Hakuryuu, então ache em seu coração a sinceridade que precisa e vá.

-Entendido mestre.

Esmeralda sai do escritório agoniada, sabia que as desculpas deveriam ser ditas mas não seriam verdadeiras, era 8:00 da manhã e ninguém além do mestre, ela e Sky haviam chegado, havia uma torre do lado esquerdo da guilda na qual Levy havia transformado num espaço de descanso, lá havia uma grande estante de livros, um futon grande e grosso cheio de almofadas perto da janela e no centro da sala um lindo piano branco de calda, sempre que Esmeralda sentia-se mal ia até aquele piano onde descarregava os sentimentos ruins os transformando em belas melodias.

-O Mestre estava bravo com você! – Fumi sentou-se sobre o piano enquanto Esmeralda se ajeitava no banco para tocar o instrumento. – Mas ele não lhe tirou a razão ter feito aquilo.

- Irritante, sei que estou errada, mas isso é mais forte que eu, não suporto ouvir outras pessoas falando mal de quem conheço, principalmente de quem gosto.

-Isso é compreensível, mas assim mesmo deve se redimir com Kouen. Afinal Hisui e o rei confiaram em você para ser uma diplomata da guilda, por conta da sua atuação em Kouka e Pars.

-Ok vou falar com ele, mas sabia que irei sobre protesto.

-Ok Rebel Angel!

Pouco tempo depois todos os magos começaram a chegar junto deles vieram os visitantes, os irmãos de Kouen não estavam com a melhor das caras mesmo assim se reuniram na guilda, Hakuei e Morgiana foram para a enfermaria ver Hakuryuu.

-Bom dia. – Diz Hakuei para Sky.

-Bom dia princesa Hakuei, senhorita Morgiana!

-Como ele está? – Pergunta Morgiana.

-Tranquilo, já não tem mais dor, os ferimentos não eram graves por isso pude cura-los rapidamente, ontem lhe dei um remédio para dormir, logo ele acordará... – o Som do piano começa a ficar cada vez mais alto de acordo com a intensidade que a maga tocava. – Puxa ela está animada essa manhã, realmente não importa o tempo que a conheço nunca a entendo por completo.

- O mesmo é para mim e Hakuryuu. – Hakuei afaga os cabelos do irmão. – Ele está feliz aqui, nunca o vi dormir tão tranquilo, diga como ele fez magia sem o poder do djin?

-Temos ensinado a ele, Haku é um garoto talentoso, aprendeu rápido as lições e agora produz magia verde sem problemas, semana passada a pedido do prefeito um novo jardim de flores foi feito na praça as crianças adoraram uma menina até fez uma coroa de flores para ele.

-Hakuryuu parece se divertir aqui! – Sorri Morgiana satisfeita. – Qualquer um pode aprender magia aqui?

-Suponho que sim..., mas isso varia de pessoa para pessoa não basta só aprender magia tem que sentir e respira-la, deixar fluir como o sangue que corre em suas veias... pelo menos foi isso que aprendi.

-AH! – Hakuryuu desperta e se assusta ao ver sua irmã. – Ir... Irmã? Oh! –Hakuei lhe dá um grande abraço.

-Que bom, fico feliz que esteja bem, sua mestra e todos da guilda contaram tudo o que tem feito estou muito feliz Hakuryuu não Haku!

-Irmã... Me perdoe ... – Haku abraça fortemente sua irmã começa a chorar pedido desculpas varia e várias vezes.

-Está tudo bem agora, não precisa ficar assim...

No salão...

- Que música é essa? É bonita, não acha Ka Koubun? – Kougyoku sorria ao escutar o piano.

-Princesa, ficou muito feliz de repente o que ouve?

-Não sei, essa música talvez...

-O nome é song from a secret Garden – Trunks responde sorrindo. – É mesmo linda, não é?

-Quem está tocando? – Pergunta ela animada.

-Minha irmã... Princesa Kougyoku, sobre minha irmã, não leve a sério o que ela fez para com Kouen ontem, ela só é meio impulsiva as vezes...

-Na verdade irmão en, parece que não ficou ofendido ele ficou estranho ontem à noite, mas não parecia estar bravo.

-Princesa não diga essas coisas príncipe Kouen foi ofendido por uma pessoa de baixo nível...

-Ei puxa saco duas caras! – Erik pula do segundo andar caindo atrás de Ka Koubun. – Antes de falar de alguém melhor olhar para si mesmo, a nee-san agiu por impulso, mas não está tão errada quanto as coisas que você já fez!

- Do-Do que está falando?

-Um aviso! – Trunks diz rindo. – Ele pode ouvir pensamentos e lembranças então melhor tomar cuidado!

Ka Koubun se assustou ao saber do poder de cobra, pede desculpas de forma bem murcha enquanto Erik ria dele, foi então que Esmeralda grita para o amigo repreendendo o enquanto descia as escadas.

-Erik, já basta um de nós estar mal aqui não precisamos de outro.

- Se você diz nee-san!

- Pro favor onde está Kouen? – Pergunta ela para Kougyoku.

-No andar de cima. – Aponta ela.

Esmeralda mesmo não gostando se vira e vai até Kouen, Koumei e Kouha que estavam sentados junto a ele, fecham a cara ao verem a moça se aproximar.

-O que essa bruta quer? – Kouha rosna.

-Senhor Kouen!

- O que quer?

-Sinto muito por meu comportamento de ontem...

-Há, então se arrependeu? – Provoca Kouha.

-Não! Eu não me arrependo, mesmo sabendo que foi errado! Na verdade, acho que mereceu mesmo aquilo, mas por vários motivos que não envolvem o que sinto, vim pedir desculpas aceitar ou não isso fica a seu critério. – Kouen começa a rir. – O que foi fiz alguma piada?

-Interessante, sua atitude parece como a de uma criança que a mãe repreendeu, mas a sinceridade faz tudo isso parecer muito mais divertido. – Kouen se levanta ficando em frente a ela. – É melhor assim dessa forma se tivesse feito aquilo e se arrependido te acharia idiota e fraca, mas ainda bem que você não me desapontou.

-Você é estranho sabia! Bem tanto faz se esse assunto terminou, sugiro que se preparem hoje após o almoço vamos partir para Crocus a capital real, a viagem irá durar dois dias.

Então o problema anterior havia sido resolvido rápido, e como Makarov havia dito, quem deveria resolver tudo era Hakuryuu, que já havia dado o primeiro passo com sua irmã e agora ele falava com Morgiana, Aladim e Ali baba.

-Hum... parece que o Haku está indo bem! – Lucy sorri. – Não precisávamos nos preocupar tanto.

-Ele vai se sair bem, afinal ele é nosso camarada! – Natsu e Lucy embarcam no trem.

O grupo dos magos que acompanhariam os visitantes além de Erza e Esmeralda estavam Natsu, Lucy, Gray, Sky, Wendy, Juvia, Levy, Gajeel, Ray, Erik, Macbeth, Laxus, Eugene, Tomo Subaru, Kiki e Jacob além dos mais novos Asuka, Heimes, Alice, Trunks, Romeu, Adrian, Marinette, Nathanael, Lila, Nino e Alya. Foi determinado que os magos ficariam com os vagões da segunda classe enquanto os dignitários ficariam nas cabines da primeira classe, no entanto Aladim, Morgiana e Ali baba escolheram ficar na segunda classe para que pudessem conversar mais com Hakuryuu e conhecer seus novos amigos.

-Puxa eles estão se dando bem! – Ray estava senta junto da irmã. – Acho que não é preciso se preocupar mais... Mana está tudo bem?

-Confesso que estou feliz por ele.... É só que o Kouen é estranho esse cara...                                 

-Que foi ele te cativou?

- Não é isso! – Ela responde com o rosto corado. -  Só espero que todos conheçam logo o nosso Hakuryuu, eu me preocupo que ainda o julguem pela pessoa que ele foi não a que ele é agora.

-Bem, você está acelerando muito as coisas, o Haku pode ter mudando, mas não sabemos o quanto, ainda falta ele provar que está mesmo diferente...

-Aí tem razão, as vezes me deixo levar por minhas emoções, isso é mesmo infantil.

-Minha irmã, as vezes me pergunto se você usa mesmo todo o seu poder, vovô sempre dizia que o poder do elemento luz depende da alma e do coração, e você por medo sempre acaba reprimindo o que sente, deveria se deixar levar!

Já estava no final da tarde quando o trem chegou na cidade de ERA, dali a viagem prosseguiria até a capital Crocus, enquanto todos esperavam pelas conduções ficarem prontas seguiram até a praça da cidade onde estava havendo um festival de verão cheio de barracas de comidas, jogos e vendas.

-UHOU! – Gritam Trunks animado. – É o festival cultural de ERA, a Cana me disse que se pode encontrar de tudo aqui!

-Parece divertido! – Adrian abre um grande sorriso. – Podemos ir ver?

- Erza e eu precisamos ir ver o conselho, mas podem ir! – Esmeralda sorri para os garotos.

-Não deveríamos ir também? – Jafar questiona preocupado.

-Não tem necessidade por enquanto. –Afirma Erza tranquilamente. – Os membros do conselho irão vir até aqui então apenas iremos avisar que estamos aqui, podem aproveitar o festival!

-Ray toma conta do Heimes! – Diz a irmã preocupada ante de partir.

As festividades da cidade eram imensas o festival que celebrava o verão enchiam a cidade de risos e muita energia, os jovens magos corriam de um lado para outro entre as barracas de jogos e comidas, Ali baba escolheu um jogo de força – acerte o gongo – ele só não esperava que falharia tão ridiculamente.

-QUAL É MEU PROBLEMA?! – Ele se lamentava. – Depois de tudo ainda não sou forte o suficiente!!!

-Ali baba se acalme. – Aladin tentava consolar o amigo. – Nem mesmo a força da mor não conseguiu mover o peso.

-Deveria tentar bater mais forte! – Morgiana diz convicta.

-Não é necessário isso! – Haku e Trunks chegam para ajudar. – Esse tipo de jogo em Fiori funciona diferente. – Haku diz. – Não é somente força você deve misturar seu magoi aos seus músculos para fazer o peso ir até o gongo.

Enquanto Haku explicava a mecânica daquilo, Trunks agarrou o pesado martelo de madeira e com todo poder que pode acumular naquele momento desceu o martelo com força sobre a ripa de madeira para fazer o peso subir, mas infelizmente só foi até a metade do caminho da subida.

-Droga, ainda não foi o suficiente!

- Pelo menos você o fez sair do lugar! – Haku tentava mostrar o lado bom para Trunks.

-Há! E dês de quando você é otimista assim? – Trunks se mostrava insatisfeito. – Vou tentar outra vez! – Mesmo com o dobro de esforço não foi o suficiente. – Outra falha, a Erza-sensei vai ter que dobrar meu treino!

-Se ela fizer isso você acabar morrendo!

Não muito longe dali os três menores brincavam felizes perto de um belo chafariz, obre os olhares atentos de Alya e Marinette.

-Que fofos parecem três filhotes de gatos brincando...Marinette? Terra para Marinette o que foi?

-Alya...Estamos mesmo bem?

-Do que está falando? Se você ainda se preocupa por eu ter descoberto seus segredos assim de repente pode relaxar.

-Mesmo?

-Claro! Olha descobrir que você era a Ladybug foi mesmo um choque, e esse mundo foi surpresa em dobro, mas fiquei muito feliz por poder estar aqui e conhecer tudo isso mesmo que não possa postar no meu lady blog é mesmo incrível!

Em meio a tanta alegria uma presença ruim, não pode ser detectada...

Continua...



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