História My favorite psychopath.. » Imagine V « - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Personagens Originais
Tags Imagine V
Exibições 47
Palavras 1.355
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 1 - Chapter One.


Era um dia calmo, na verdade, aniversário de casamento dos meus pais, já era noite e soube que eles planejavam sair, deixando apenas eu e meu querido irmãozinho em casa. Eles queriam até comemorar com a familia, mas como sempre, eu preferia ficar em casa. E quem eu quero enganar?  Irei ter que ficar cuidando de um pirralho mimado de 6 anos. Devo confessar que, amor pela minha familia.. eu nunca consegui sentir isso. 

Eu não sinto nada.

Algumas pessoas me acham estranha, pois não gosto de nada, não tenho amigos ou sou fria com quem tenta se aproximar. Mas eu sou assim, vou fazer o que? o tédio está me tomando sempre, nada parece interessante..

— Minha filha, iremos sair agora. Não deixe seu irmão dormir tarde, amanhã ele tem aula. — Falou minha mãe, me dando um beijo na testa e em seguida saindo de casa com meu pai. 

Liguei a televisão para ver se algo de bom aparecia, e estava passando um filme bem diferente.. era sobre psicopatas. Cheguei bem na parte em que ele retirava a faca bem lentamente de seu bolso, enquanto a vitima gritava desesperada, implorando pela sua vida. Ele não deu ouvidos, e começou a dar várias facadas na vitima, fazendo seu sangue voar sobre seu rosto, e ele ria, se divertindo ao ver aquele sangue todo, e eu sorri.

Isso é bem interessante.

Pensei comigo mesma, logo comecei a pensar bem.. eu poderia me divertir um pouco, não? Dar um presente inesquecivel de aniversário para o meus pais, ah.. eles ia ficar loucos. Percebi a presença do meu irmãozinho ao meu lado, e então eu sorri.

— Ô irmã, vamos brincar de alguma coisa? Se não brincar comigo, irei contar ao papai e a mamãe.. — me ameaçou,  cruzando seus braços.

— Muito bem.. que tal brincarmos de pique - esconde? — perguntei sorrindo, e ele retribuiu na maior inocência. — Vou contar até 10, e se eu te achar.. vou te dar uma punição especial.  — Disse, e ele saiu correndo para se esconder,  fui a cozinha e peguei uma faca bem afiada, e comecei a subir as escadas lentamente, já sabia onde o irmão estava, ele sempre se escondia de baixo da cama. — Um.. dois.. 

Andei em passos lentos até seu quarto, que ficava no fim do corredor,  só o barulho da madeira enfurrajada em que pisava se era ouvida, tudo estava meio escuro, só havia algumas luzes acesas e a janela aberta, que ventava bastante.

— Oito.. — Entrei no quarto e fui me aproximando de sua cama, com desenhos estranhos do Incrivel Mundo de Gumball. — Nove.. — Parei em frente a sua cama, podia perfeitamente ouvir sua respiração acelerada e sorri, logo me agachei, colocando meu rosto frente a do meu irmão — Dez..

Puxei - o pelo cabelo, que começava a chorar e tentar se soltar de mim, o joguei sobre o chão e olhei em seus olhos que agora demonstravam medo, puro medo. Eu sorri novamente, levando o indicador sobre os lábios, e fazendo sinal para qur ficasse quieto, enquanto eu segurava sua boca com a outra mão. Ele obedeceu, enquanto de seus olhinhos saiam lágrimas e mais lágrimas.. isso me divertia.

Puxei a faca, e ele olhou assustado, agora tentando se livrar de mim a qualquer custo, e eu.. eu já estava bem fora de mim. Em um movimento rápido, peguei a faca e enfiei em seu coração continuamente, igual ao filme, enquanto o sangue espirrava para todo lugar, e essa sensação.. era a melhor que já tinha provado. 

Nunca me senti tão.. livre.

Arrastei o corpo para uma grande caixa, a peguei e coloquei meu irmãozinho com cuidado, peguei um lindo embrulho e amarrei com um lacinho. Sai do quarto com a caixa que pesava um pouco, fui ao banheiro e tomei um banho bem demorado, me vesti e peguei direto o presente e coloquei no quarto dos meus pais, deitei no sofá e esperei sua chegada.

. . .

— Filhos, nós chegamos. — Falou nosso pai entrando na sala, em seguida com minha mãe, com um sorriso no rosto, e como eu detestava esse sorriso. Mas logo sorri ao lembrar do presentinho. —

— Seu irmão já está dormindo? — minha mãe me perguntou, deixando a bolsa em cima da mesa. —

— Sim.. em um sono bem profundo.. — Ri comigo mesma e logo voltei a prestar atenção nos dois. — Deixei um presente no quarto de vocês, para parabenizar mais um dia de casados! — eles sorriram e foram para o quarto.

Logo ouvi um grito alto, e deduzi ser minha mãe e abri um enorme sorriso, os dois desceram depressa e minha mãe chorava como nunca, mantive o sorriso no rosto, me levantei do sofá e fui até eles.

— O que você fez com seu irmão?!? sua.. Monstra!! — Me deu um tapa forte no rosto — Ligue para a policia James.. — ordenou ao meu pai. Que logo obedeceu e eu retirei a mesma faca, enfiando na garganta da minha mãe, e nossa.. espirou muito sangue. Meu pai me olhava abismado, dei um facada nele que caiu no chão, com a mão sobre a ferida.

Fui até o quarto e busquei meu irmãozinho, logo após arrastei minha mãe até a parede, e a sentei encostada a ela, meu irmãozinho ao seu lado, e para completar.. só faltava meu pai, que agoniava de dor no chão.

— M-minha filha.. p-por quê..? — Ele tentava falar, enquanto vomitava um pouco de sangue — Eu te amava..

— Não me leve a mal papai.. mas eu nunca senti afeto nenhum por vocês, você sempre me dizia, que quando eu encontrasse algo a que eu ficasse interessada.. era pra mim correr atrás, sem pensar. E bem.. estou seguindo seu conselho. — Sorri e enfiei a faca na testa de meu pai, coloquei ao lado do meu irmão.

Matar minha familia.. foi a melhor coisa que já podia ter feito. 

Ri maldosa comigo mesma, logo a porta foi bruscamente arrombada, olho para trás e vejo muita policia ali.

— Park _____ Mãos para o alto, você esta presa. — Ordenou o policial, apontado o revolver para mim.

— Olha só.. chegaram bem a tempo de verem a minha obra de arte — Pulei feliz, colocando os braços para cima — Espero.. que tenham gostado!

. . .

— Park ______, você está condenada a ir para um manicomio, para se tratar de sua doença mental — disse a juiza — Caso encerrado! — Bateu o pequeno martelinho.

. . .

— .. E foi assim que eu vim parar aqui, Kookie — Sorri me lembrando das cenas — E eu já te contei essa história umas.. Dez vezes? 

— Desculpa.. mas essa é uma história bem interessante — Ele riu, futucando com a colher seu prato de mingau.

Jeon Jungkook, foi meu amigo desde que entrei nesse lugar.. porém, ele nunca ousou dizer a ninguém o por quê de estar em um lugar como esse. ele parece tanto.. um anjo inocênte. Sempre que tento falar sobre ele, ele foje.. ou diz que já é hora de voltar pro dormitório.

— Não pense que vai escapar sobre sua história.. tá Kookie? — Eu comi uma colherada de mingau e ele nada disse.

— PESSOAL — Gritou um dos enfermeiros, ele estava com um garoto bem.. bonito ao lado dele, seu olhar era sombrio, ele ficava encarando o chão a todo tempo — Esse aqui é.. Kim Taehyung, o novo paciente. por favor, sejam amigáveis com ele. — O enfermeio se retirou, ele nada disse, apenas sentou se e começou a comer seu mingau, ninguém se atrevia a olhar para ele, com medo. Já eu, o olhava curiosa.

— Espero que não esteja pensando em se aproximar dele, _____.. — Jungkook sussurou para mim. —

— Hm? E por quê  eu não iria? — ele suspirou.

— Além de psicopata, vai ser suicida? — Fiquei quieta — algo me diz que ele é bem perigoso.. e pelo que fiquei sabendo, esse é o 4° Manicomio a qual ele foi transferido. Ninguém sabe o que ele fez, só que é perigoso.. — Suspirei.

— Eu não tenho medo de um bom desafio.. — Sorri para mim mesma. 

Me aguarde, Kim Taehyung.








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