História My favourite mistake - JB - Capítulo 21


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ashley Benson, Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Exibições 84
Palavras 2.548
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, oi, gente! Postando capítulo tarde, me desculpem, mas é que só agora sobrou um tempinho.

- Espero que goste.
+ Boa leitura.

Capítulo 21 - One last time


- Não podemos fazer isso. - Digo, minha voz sai falha.

- Sch! - Nat coloca o dedo indicador sobre os meus lábios. - Uma última vez.

***

Puxo Natasha, de modo que ela se senta em meu colo, seus dedos agarram meu pescoço no mesmo instante em que a puxo para um beijo, um beijo desesperado e necessitado, que ela retribui da mesma forma. 

Seus dedos deslizam pelas minhas costas e param na barra da minha blusa, ela desliza o tecido para cima do meu tronco, interrompo o beijo apenas para que ela possa retirá-la e lança-la para algum canto do quarto. 

Sorrio e começo a me desfazer de sua blusa, ela me ajuda e empurra meu corpo para baixo, Nat distribui beijos pelo meu pescoço e me arranha levemente. 

- Vamos pra cama. - Sussurro, ela assente prendendo seu corpo junto ao meu. 

Me levanto trazendo Nat comigo, a coloco na cama e fico por cima. Aperto seus seios por cima do sutiã, seu corpo se contorce debaixo do meu. Retiro aquela peça com um pouco de dificuldade. 

Desço mais e fico entre suas pernas, tiro seu shorts e jogo para longe, beijos a parte interna de suas cochas, reparo em como uma de suas mãos aperta fortemente o lençol, enquanto a outra puxa meus cabelos. 

- Vamos logo com isso. - Sua voz soa mais sexy que o normal. 

Vou até ela novamente, a beijo com desejo, suas unhas cravam em meus braços, 

- Eu te amo. - Sussurro, ela me morde. 

Minha mão desliza até a borda de sua calcinha, ela geme e eu a penetro com um dedo, Nat arqueia sua cintura e eu me livro de vez da peça que ainda estava em seu corpo. 

Sou surpreendido pelas mãos de Nat arrancando de uma só vez minha calça e minha cueca, ela então se deita e me puxa junto consigo. Me posiciono entre suas pernas, ela passa as pernas ao redor de minha cintura e me puxa para mais perto. 

- Eu te amo. - Nat diz, sinto meu corpo se arrepiar.

A penetro lentamente, um gemido escapa de seus lábios. 

- Não tem ninguém em casa. - Digo com certa dificuldade. 

- Que se foda. - Nat diz e crava sua unhas em minhas costas. - Mais rápido. - Ela pede. 

Empurro meu corpo contra o dela, que se movimenta junto com o meu, nossos gemidos se misturam, nossos corpos suados em perfeita sincronia. 

Inicio um beijo desesperado, Nat segura meus cabelos com força e impede que eu me afaste, mesmo quando nos falta ar. 

Sinto seu corpo se estremecer embaixo do meu, ela geme e grita de prazer, mais duas estocadas e chego ao meu limite. 

A puxo para mim e envolvo seu corpo em um abraço. Ela se deita em meu peito e sorri. Fico encarando o teto, enquanto Natasha desenha círculos imaginários em meu abdome. 

- As coisas deveriam ter sido diferentes para nós. - Ela diz depois de um tempo.

Volto minha atenção para ela, que está chorando. 

- Não diga isso. 

- Eu fodi com tudo, Justin. 

- Não. Está tudo bem. 

- Não, não está. 

- Não tem como mudar o passado. 

- É passado. 

- Você não entende. 

- Por que não explica? 

- Porque eu amo você e não quero te magoar. 

- Não percebe? - Me afasto bruscamente e ela se assusta. - Você me magoa com esse joguinho. "Eu te amo" "Não podemos ficar juntos". - Faço uma voz estranha. - Todos fazemos coisas das quais não podemos nos orgulhar. 

- Algumas coisas são imperdoáveis. 

[...]

Insisti para que Nat tomasse banho comigo, por fim ela aceitou. Quando acordei, meu corpo estava coberto apenas por um lençol, me virei e a cama estava vazia, pensei que Nat estivesse no banho, procurei por algum indício de barulho vindo de lá, estava tudo em silêncio. 

- Nat?

Olhei no closet, ela também não estava lá, vesti uma cueca, decidi descer e checar no andar de baixo, mas não havia nenhum sinal de Natasha. 

- Nat! - Chamei por ela mais uma vez. - Não me assuste. - Ri. 

Percebi que estava sozinho, não havia ninguém além de eu mesmo em casa. Me sentei no chão da sala e fiquei ali, encarando a rua através da ampla janela. 

Algo deve ter acontecido, ela não me deixaria depois de ontem. Corri para o meu quarto e procurei pelo meu celular, revirei toda minha mesa e não o encontrei. 

Vesti minha calça de moletom e puxei uma camisa do closet, calcei meu tênis e me apressei para ir até a casa de Nat. 

Seu carro estava na garagem e o de seu pai também. Bati campainha uma vez e aguardei ansiosamente até que a porta se abrisse. 

- Oi, Justin? - Seu pai parecia surpreso. - O que faz aqui tão cedo, aconteceu alguma coisa? 

- Sim. É, quer dizer, não. - Me embolei com as palavras. - A Nat tá aí? 

- Pensei que ela estivesse com você. - Ele disse, demostrando certa preocupação. 

[...]

Voltei para casa, achei meu celular em um canto do quarto, liguei inúmeras vezes para Natasha, em todas elas a ligação fora redirecionada diretamente para caixa de mensagem. 

Avistei um papel debaixo das chaves do meu carro. Corri até lá e o peguei apresadamente. 
 

Justin,

Não me procure mais, digo, não espere mais nada de mim, devido a essa noite. Foi apenas isso, uma noite, nossa última noite. Não espero que entenda, apenas que respeite e não insista com isso. Me desculpe fazer assim, sair antes que acordasse, não conseguiria dizer olhando para você.

- Natasha Becker. 

***

DIAS DEPOIS... 

Tomei um banho e tentei me relaxar um pouco, Chaz estava chegando e eu disse que o buscaria no aeroporto. Meg não sabe de nada ainda, espero que ela não odeie surpresas. 

Vesti uma calça jeans, coloquei uma blusa preta e peguei um moletom, eu teria que parecer bem, mesmo não estando. 

Eu desmaiei durante uma aula, isso fez com que as pessoas começassem a se preocupar comigo de maneira irritante. 

Fui levado para enfermaria da escola, fiquei lá por um tempo, Megan apareceu logo em seguida, acompanhada por Marina, as duas não pararam de me peguntar se eu estava me alimentando bem. 

Natasha deve ter ficado sabendo, já que enquanto eu caminhava até meu carro no fim da aula, ela não parou de me encarar, como se esperasse encontrar uma plaquinha escrito "estou bem" ou "não estou tão bem assim" em minha testa. 

[...] 

O clima está extremamente frio, a neve já forma uma camada espessa lá fora, coloco um agasalho e saio, minha mãe queria muito ir comigo, mas surgiu algo de última hora em seu serviço e ela precisou sair as pressas. 

- Vamos? - Theo surge atrás de mim e faz com que eu dê um pulo. 

- Porra! Você me assustou. - Digo e ele ri. 

- Vamos no caminhonete, tem muita neve por aí. - Ele diz e eu assinto. 

Apesar de constantemente serem limpas, a neve é intensa em alguns momentos e isso dificulta o trânsito. 

- As... 

- Chaves! - Ele atira as mesmas para mim e eu rio. - Bora, pirralho! 

O caminho até o aeroporto foi tranquilo, dirigi com cautela e cuidado, a pista estava escorregadia, mas não muito. Estaciono próximo ao saguão de desembarque e sigo com meu irmão até lá. 

Meu irmão abre uma folha de papel assim que chegamos próximo as escadas rolantes. "Chaz Somers" pode ser lido em letras garrafais e em negrito. 

- Não tinha pensado nisso. - Admito. 

- Tem estado muito distraído ultimamente, maninho. 

Dou de ombros. Não demora muito para que eu reconheça o namorado de Megan, ele acena discretamente e se aproxima. 

- Justin, certo? - Assinto. 

- Esse é Theo, meu irmão. - Digo. 

- Prazer em conhecê-lo, Theo. - Chaz diz e cumprimenta meu irmão. 

[...]

- Então, como se sente? - Pergunto e olho brevemente para Chaz. 

- Com frio. - Sua resposta me faz rir. 

- Eu vou ligar pra Meg e pedir para que ela vá para minha casa, daí fazemos uma surpresa. 

[...]

Nós chegamos, ajudei Chaz com as malas, ele se acomodou no quarto de hóspedes, Theo não estava preocupado com as longas horas que ele havia passado dentro de um avião, queria de qualquer forma que fizéssemos uma noite-zumbi para comemorar sua chegada. 

Celina está preparando algo para comermos, Chaz foi bem definido por Meg. 

A campainha me faz voltar ao mundo real, me levanto e corro para abril-la. Encontro uma Megan com aparência cansada e mal-humorada. 

- Boa tarde? - Digo, dando passagem para ela. 

- Boa. 

- Eu tenho uma surpresa para você? 

- É comida? Espero que seja chocolate ou um belo copo de frapuccino, estou morrendo. E meu Deus, que frio infernal. - Rio. 

- Acho que vai gostar mais dessa surpresa. - Guio Meg até a sala. 

- Chaz? - Ela chama e ele olha em sua direção. - Meu Deus, Justin, não sei se te mato ou te abraço. 

- Eu vou deixar o casal a sós, já volto. - Digo, indo para cozinha. 

- Eu acho que ela realmente me ama... - Theo tagarela super empolgado. - Megan chegou? 

- Sim, eles estão lá na sala. 

- Eu queria ter visto a cara dela. - Ele diz, dou de ombros e dou a volta na ilha da cozinha. 

- O que temos por aqui? 

- Seu irmão pediu para que eu fizesse sanduíches naturais. - Celina diz e me oferece um sorriso acolhedor, que retribuo. - Passei no mercado e reabasteci o seu estoque de chocolates. 

- Céus, já disse o quão maravilhosa você é? - Dou um beijo na bochecha dela, que ri. 

- Como você é puxa-saco! - Theo diz e revira os olhos. 

- Você me ama, Theodore! - Digo e atrapalho seus cabelos. 

- Você se empolga. - Ele resmunga. 

[...]

A tarde foi divertida, minha mãe chegou mais cedo e se juntou a nós para uma maratona de séries, a namorada de Theo chegou pouco tempo depois e eu me senti sozinho por um momento. 

Me levantei e saí da sala, sem que ninguém notasse, fui para o meu quarto, onde me joguei na cama e deixei que as lágrimas fluíssem livremente. 

- Por que a gente não deu certo? - perguntei para o plano de fundo do meu iMac. 

[...]

Megan passou no meu quarto para se despedir de mim, e claro, notou que eu não estava nada bem, me sentei no chão e me escorei na cama, contei a ela sobre como me sentia e como sempre, ela me deu o melhor dos conselhos. 

Estava decidido, eu iria conversar com Natasha e colocar "os pingos nos i's", como Meg disse. Havia ficado tarde para que ela fosse sozinha e além do mais, estava frio. Chaz foi comigo até a casa de Marina, entramos somente para que ele fosse apresentado a todos que estavam presentes naquele momento, o que não incluía Marina, ela estava com Chris. 

Eu estava entediado, rolando a minha timeline do instagram até que uma foto me chamou a atenção, parei meu dedo sobre ela e reparei bem a imagem, todos saíram, parece que fui o único a não ser convidado. 

[...]

[10/21 08:02AM] Ryan Butler: Festa na casa do Janson hoje.

A mensagem de Ryan me fez revirar os olhos. Eu tinha acabado de acordar e resolvi checar o que eram todas aquelas notificações.

[10/21 02:23AM] Megan Maestri: Seria bem legal se vc passasse a senha do wi-fi pro meu namorado! :) Hahahah faça isso!

Ri comigo mesmo e me levantei. Fui até o banheiro, enquando preparava meu banho fiquei fitando minha imagem através do espelho. Estava abatido demais, meus olhos acusavam noites mal dormidas e minha pele estava pálida demais. 

Digitei uma mensagem para Meg. 

[10/21 08:25AM] Justin Bieber: Vem pra cá, pensei em prepararmos algo para comer e quem sabe mais tarde irmos a tal festa. 

A resposta veio quase que de imediato.

[10/21 08:25AM] Megan Maestri: Yep, Marina e Chris estão aqui, vou chamar eles, tudo bem? 

[10/21 08:26AM] Justin Bieber: Claro. 

Deixei meu celular de lado e entrei na banheira, a água estava agradável, não tinha pretensão de sair dali tão cedo. 

Quando a aguá começou a se tornar gelada, me levantei e sai, sequei meu corpo e com a tolha ao redor da minha cintura, voltei para o meu quarto. Escolhi uma calça jeans clara e uma blusa branca, coloquei um moletom e vesti meias. 

Peguei meu celular e desci, estavam todos reunidos ao redor da mesa, o que foi uma grande surpresa. 

- Bom dia! - Eu disse e me sentei ao lado de Theo. 

- Bom dia. - Responderam quase juntos. 

Mamãe mantinha um sorriso estampado no rosto, enquanto Nick parecia apreciar o conteúdo de sua xícara. 

- A Meg está vindo para cá com a Marina e o Chris. 

Chaz sorriu com a informação.

- E você e aquela garota, como vão? - Nicholas perguntou, pelo seu tom, ele realmente não sabia. 

- Nós... Nós não estamos mais juntos. - Pressionei meus lábios e olhei para o meu prato ainda vazio. 

- Oh, me desculpe... Eu não... 

- Tudo bem. 

Megan, Chris e Marina chegaram pouco tempo depois e minha mãe insistiu para que eles tivessem um segundo café da manhã. 

[...]

- Posso ir com vocês? - Theo perguntou pela decima vez. 

- Eu já disse que não, Theodore! - Revirei os olhos e me sentei na sala principal. 

Não demorou muito para que Chaz descesse, Megan demorou um pouco mais, ela decidiu se arrumar aqui, assim íamos todos juntos. 

- Caramba! Você está demais. - Digo sem pensar, Chaz poderia ficar com ciúmes.

- Eu concordo com ele. - Ele diz e sorri para Meg, que deixa um beijo rápido em seus lábios. 

Seu vestido preto não é muito curto, um pouco acima dos joelhos, um decote comportado que não deixa de ser sexy e mangas três quartos. A maquiagem destaca seus olhos fazem com que eles fiquem hipnotizantes. 

- Obrigada, meninos! Vamos? - Megan pergunta vestindo seu casaco escuro. 

Decidi ir com o meu carro mesmo, a neve  não está muito alta e além do mais não vamos pegar estrada.

- Não deveríamos colocar correntes nos pneus? - Chaz questiona. 

- A neve não está tão alta. - Explico e me sento atrás do voltante. 

O caminho é silencioso, o barulho dos limpadores de vidro é o único que escuto durante boa parte do tempo.

O GPS me guia até a casa do tal Jason, há muitos carros estacionados em frente a casa, sigo até o  final da rua e viro, de modo que facilitará minha saída, reparo no carro vermelho vindo de encontro com o meu. 

- Natasha. - Minha voz soa como um sussurro. 

Encosto em uma vaga entre dois outros carros e ela passa por mim, não olho para o lado, finjo que estou pegando algo no porta-luvas e só me levanto quando a traseira de seu carro passa por mim.

- Você vai falar com ela? - Megan pergunta e eu dou de ombros. 

- Eu não sei, talvez eu fale. 


Notas Finais


Oi, oi, gente again! Tudo bem com você? Eu espero que sim.

*Eu tô com um pouco - talvez muito - sono e por isso não vou me estender por aqui.
+ Eu vou responder todos os comentários dos capítulos anteriores e deste, prometo.
+ Se ainda não favoritou essa história, faça isso, me ajuda muito. Se já faz isso, muuuito obrigado.

+ JBilhão de kisses!
Até o próximo capítulo.


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