História My favourite mistake - JB - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ashley Benson, Justin Bieber
Personagens Personagens Originais
Exibições 64
Palavras 2.196
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 23 - Accident


A sensação de estar em casa, eu gostaria de me sentir assim novamente, passei o dia passeando pela cidade, Los Angeles não se cansa de me surpreender. 

Passei a tarde na praia, em uma parte mais isolada, onde as pessoas não costumam ir, o clima não estava favorecendo um banho de mar, mas não me importei com isso, dei alguns mergulhos e voltei para casa, antes, passei em um café em que costumava ir e comprei um chocolate quente. 

Já estava escurecendo e com certeza meu pai estava para chegar em casa, ele odeio quando não aviso aonde estou indo, ainda mais quando meu estado emocional não está bom. 

Quando cheguei em casa, ele estava sentado em sua poltrona lendo uma revista. Quase passei despercebido. 

- Justin. - Me virei para ele. 

- Oi. Ahn, tudo bem?

- Sim, você está bem? - Assenti com um movimento de cabeça e fui para o meu quarto. 

[11/05 03:21PM] Josh Miller: Festa na casa do Jacob, vamos? 

[11/05 03:21PM] Justin Bieber:Não mesmo, mesmo assim, obrigado por me chamar. 

[11/05 03:23PM] Josh Miller:Justin, pelo amor de Deus! Vamos! 

[11/05 03:24PM] Justin Bieber:Talvez eu vá. 

O fim do dia se arrastou lentamente. Estou me arrumando para sair, pego as chaves do meu carro e sigo até a porta principal. 

- Não chegue muito tarde. - Meu pai alerta. 

- Tudo bem. - Digo e sorrio de lado. - Droga, meu celular. 

Corro até meu quarto e alcanço o mesmo sobre a escrivaninha, desço as escadas saltando alguns degraus.

Meu telefone toca quando estou prestes a sair pela porta principal. 

- Alô? – Digo assim que atendo.

- Justin, sou eu, Megan. – A voz dela está estranha.

- Oi, Meg.

- Você precisa...

- O que aconteceu?

- Justin, o Theo.

- O que aconteceu, Megan?

- Você precisa ficar calmo, tudo bem?

- Porra, Megan, diz logo o que diabos aconteceu!

- O Theo sofreu um acidente, Justin. 

- O que? – Grito.

Meu pai me olha assustado.

- Eu... Eu estou indo para aí, agora mesmo. – Finalizo a chamada e pego as chaves do meu carro. 

- Justin! O que aconteceu? – Meu pai agora está parado na minha frente.

- Theo... Ele. Sofreu um acidente. 

Meu pai tenta manter a calma, ele sempre soube agir em casos assim. Seus braços me confortam em um abraço. 

- Vai ficar tudo bem, filho. 

- Eu preciso ir pra lá. 

- Vai ser impossível pousar em Ohio. - Ele diz, obviamente por causa de neve.  

- Eu preciso! - Meu tom aumenta e ele parece pensar em algo. 

- Eu vou ligar para alguns contatos que tenho por lá. Daremos um jeito. - Ele afirma e segura meu ombro, numa tentativa de me acalmar. 

[...]

As horas parecem não passar, meu pai está tentando alguma forma de me conseguir um voo, os aviões estão lotados e o jatinho em manutenção. 

- Justin, vamos, precisamos ir agora mesmo. - Meu pai diz passando pela sala sem parar. 

- Conseguiu? - Questiono e ele assente. 

- Sim, tentei todas companhias de jatos particulares, eles não têm pilotos disponíveis e Richard está de férias pelos próximos três dias. - Meu pai explica, já dando ré no carro. - No entanto, um amigo é piloto de avião e dará um jeito de te colocar em um vôo para Ohio. 

- Você não vai? 

- Amanhã estarei lá. 

[...]

Assim que o avião toca o solo, me levanto e pego a mochila com os meus documentos. Caminho pela pista até a saída, o clima é frio e sinto meu corpo estremecer.

Reconheço o Cruze de Marina, ela desce do carro e vem de encontro a mim, antes de dizer qualquer coisa, Marina me abraça.

- Vamos, eu vim te buscar. – Ela diz e entra do lado motorista.

Me junto a Mah, o aquecedor ameniza o frio, desejo ver meu irmão.

- Você sabe como o Theo está? – Pergunto depois de um tempo.

- Ele estava passando por alguns exames, mas ele está bem. - Marina diz e entorta os lábios. - O estado do Nicholas é mais grave. 

- O Nick?

- Sim, ele estava dirigindo.

- Eu preciso ver o meu irmão. – Um gosto salgado atinge meus lábios, esfrego os meus olhos e tento não pensar no pior.

Theo... Ele é tudo pra mim, eu não posso perdê-lo.

Assim que Marina estaciona o carro em frente ao hospital, saio do carro, a neve me impede de correr, caminho rápido até a entrada do prédio.

- Bom dia, em que posso ajudá-lo? - A recepcionista pergunta por cima de seus óculos. 

- Sou Justin Bieber, irmão de Theodore Gallagher. 

- Senhor Bieber, terceiro andar, ala B1, sua mãe avisou sobre sua chegada. - Ela diz e sorri sem mostrar os dentes. 

Coloco o crachá que diz "visitante" em letras garrafais e sigo para onde me foi indicado. 

- Mãe! – Digo assim que a vejo.

Ela olha para mim e eu corro até ela, a abraço forte.

- Como ele está? – Pergunto.

- Ele está passando por alguns exames agora, eu já conversei com alguns médicos. Ele vai ficar bem. – Ela diz e sorri para mim.

- Senhora Gallagher?

- Me viro junto com minha mãe e encaro a mulher de branco.

- Rachel. – Reconheço a madastra de Natasha.

Ela sorri para mim e então olha para minha mãe.

- Essa é a minha mãe. O seu paciente, Theodore, é o meu irmão, como ele está?

- Eu sei... O Teddy está bem – Ela sorri e eu me lembro de Nat, ela o chamava assim. – Ele fraturou o braço esquerdo e teve algumas esfoliações leves, como eu disse para sua mãe.

- Nós podemos vê-lo? – Pergunto.

- Eu estive com ele. Estava esperando que você chegasse para ir ficar com o Nick. – Ela explica.

- Então, vou ficar com o Theo. Tudo bem? – Ela assente e sorri sem mostrar os dentes.

Caminho pelos corredores da área pediátrica, Rachel me indica um quarto a minha esquerda, giro a maçaneta e coloco o rosto para dentro antes de entrar. Theo está dormindo. Me sento ao seu lado e seguro sua mão.

Uma bolsa feminina e um telefone sobre o criado me chama a atenção.

- Ahn... Oi. – Reconheço a voz de Natasha, olho para ela, pisco duas vezes, tento projetar alguma palavra, mas não sai nada.

- O que você está fazendo aqui? – Consigo formular uma pergunta.

Ela respira fundo, caminha até o local onde estão suas coisas, coloca a bolsa no braço e deixa um beijo na testa de Theo.

- Tchau, Teddy. – Nat diz e olha para mim. – Eu já estava de saída. – Se explica antes de deixar o quarto.

Fico parado olhando para porta. Sou puxado para o mundo real quando Theo aperta minha mão e sorri para mim.

- Oi. – Ele diz.

- Oi. Como você se sente?

- Como eu deveria me sentir? – Ele ri.

- Não sei, mas deveria dizer que se sente bem para a pessoa que atravessou o país para te ver.

- Eu estou bem. Como o meu pai está?

- Eu ainda não fui vê-lo. - Digo. - Estava ansioso para saber como você está. - Explico. 

- Eu já te disse que você é o melhor irmão e amigo do mundo? – Ele pergunta e eu sorrio.

- Você está mentindo. Esse aí é você.

- Você vai ficar?

- Não vamos falar sobre isso agora, tudo bem? – Theo assente. – A mamãe está aqui, ela quer ver você.

- Eu acho que ela esteve aqui mais cedo. – Ele diz e brinca com seus dedos. – A Natasha ficou comigo um tempão. A madastra dela trabalha aqui.

- É... Eu sei.

- Sabia que ela...

- Que tal a gente não falar sobre ela? – Me encosto na poltrona e Theo assente cabisbaixo.

- Tudo bem.

- Você comeu alguma coisa?

- Ainda não. – Theo faz uma careta e eu rio. – Quero ir embora logo.

- É, eu também, você sabe como eu odeio hospitais, mas eu só saio daqui com você.

- Você vai pra casa depois, né?

- Vou ficar alguns dias aqui. Depois volto pra Los Angeles. – Dessa vez ele não diz nada, só concorda.

[...]

Dois dias depois...

Theo recebeu alta pela manhã. Nicholas está bem, mas ainda necessita de cuidados médicos, por isso, minha mãe ficará com ele. 

Eu ainda não entendi porque eles estavam no meu carro quando tudo aconteceu, mas isso não importa. Minha mãe ficou me assegurando de que eu teria um novo caso resolvesse voltar para cá, mas eu disse que não me importava com isso. 

Chris buscou o carro de Nick para mim, conforme minha mãe pediu. Theo disse que ficará com seu pai por um tempo e pediu para que eu o buscasse mais tarde. 

Marquei de encontrar Megan e Marina no Starbucks. Deixo o hospital e sigo pelas ruas geladas de Ohio. Estaciono e pela janela de vidro posso ver as duas em uma mesa mais afastada. 

- Então, você veio para ficar? – Marina pergunta em determinado momento. 

- Não, eu volto domingo para LA. – Digo e bebo um pouco do meu Frapuccino.

- Eu ainda acho que você foi precipitado. – Megan diz e arqueia a sobrancelha para mim.

- Eu também acho! – Marina diz e eu dou de ombros.

- Eu vi ela hoje.

- A Nat? – Marina pergunta e eu assinto. – Ela quem ligou para o resgate. A Nat estava passando no local na hora. 

- Ela não explicou muito bem como tudo aconteceu, mas inicialmente pensou que fosse você no carro. - Megan acrescenta me encarando.  

- Oh! – Fico paralisado. Meu cérebro começa a processar as coisas, a forma que eu falei com ela e como e ela se sentiu deslocada com a minha atitude. – Eu fui um idiota com ela mais cedo.

- Ela foi uma idiota com você antes. – Meg diz e entorta os lábios. – Não vou admitir que você se culpe por mais nada.

Solto o ar, que nem mesmo sabia estar segurando e olho para Marina, que não diz nada.

- O que importa é que o meu irmão está bem... E o Nick. Por mais que eu não goste dele, ele é o pai do meu irmãozinho.

- Vamos mudar de assunto. – Meg se pronúncia. – Diga como estão as coisas em LA.

- Ahn, bem... Quero dizer, não estão nada bem. – Bebo mais um gole da minha bebida. – Eu me sinto como se lá já não fosse mais a minha casa. Não no sentido da casa em sí, mas a escola, é estranha agora... Tudo parece sem graça.

Marina morde o lábio inferior e Meg entorta a boca.

- O que vocês acham de ir lá pra casa?

- Eu tenho que encontrar com Chris mais tarde. – Marina diz e olha para Meg.

- Eu te levo em casa mais tarde, se for o caso. – Digo para Meg, que concorda.

Pago a conta, as meninas insistem em pagar o lanche delas, mas eu digo que não.

- Nos vemos depois – Marina fala alto o bastante para que escutemos e fecha a porta do seu carro, entro no meu e dou partida.

O aquecedor começa a funcionar e aquece o ambiente, Meg se mantém calada por um tempo.

- Escuta, eu sei que você não quer falar sobre isso, mas é o seguinte, você faz falta aqui, tá legal? Acha mesmo que pode abandonar sua família e seus amigos e voltar pra LA? Tudo bem que lá é foda, mas porra, isso não é justo.

- Meg, eu já tomei minha decisão.

- Não, Justin! Você não pode fugir de tudo e de todos dessa forma. - Ela quase grita.

Estaciono meu carro em frente ao hospital e pouco tempo depois Theo está conosco. 

[...]

- Quer saber o por que esse acidente aconteceu. - Megan pergunta visivelmente irritada. 

- Por quê? - Encaro Theo, que olha para Meg com os olhos arregalados. - Theo? 

- Eu estava indo conversar com a Natasha, fui até a casa dela, mas o pai dela disse que ela estava na casa da Marina, então eu pedi meu pai para me levar até lá, mas tinha que ser rápido. - Ele diz tudo de uma só vez. - Estávamos no seu carro, porque ele estava bloqueando a saída. 

- E o que você iria falar com ela? - Pergunto curioso e ele dá de ombros. 

- Quando eu cheguei e mamãe disse que você havia ido embora, fiquei muito mal. Pensei que pudesse ter sido por algo que meu pai fez, então eu briguei com ele, disse que ele não tinha esse direito e mais um monte de coisas. Mamãe ficou brava e disse coisas que eu jamais pensei que ouviria dela. 

- O que ela disse? 

- Eu não me lembro bem. Mas foram bem pesadas. - Ele entorta o nariz. - Ele ficou muito chateado, minha mãe ameaçou pedir divórcio. 

- Se passou um tempo até seu irmão conseguir arrancar do Chaz o que a Natasha havia feito, então seu irmão quis ouvir tudo aquilo da boca dela, por isso estava indo atrás de Natasha. - Meg termina. 

 


Notas Finais


- XOXO, TS.

+ FAVORITEM A FIC, PLS.
Comentem o que acharam tbm kkkk

- JBilhão de kisses!


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