História My favourite mistake - NH - Capítulo 18


Escrita por: ~

Postado
Categorias Ashley Benson, One Direction
Personagens Harry Styles, Liam Payne, Louis Tomlinson, Niall Horan, Personagens Originais, Zayn Malik
Exibições 10
Palavras 2.474
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 18 - Halloween


Acordei, olhei para o lado onde Nat estava, ou onde eu pensei que estivesse. Olho ao redor e me foco em um canto do quarto. Ela está sentada próxima a janela, que vai do chão ao teto, seus olhar voltado para o horizonte. Me levanto, sem fazer muito barulho, caminho em silencio até ela.

Em suas mãos, uma xícara fumegante parece aquecê-la.

- Amor. – Chamo e ela se vira para mim.

- Oi. – Ela diz e indica um lugar ao seu lado, para que eu me sente.

- O que faz acordada há essa hora?

- Eu acordei e fiquei sem sono. Resolvi beber um chá. – Ela indica a xícara em suas mãos e sorri sem mostrar os dentes.

- Parecia pensativa. – Divago.

- É. Talvez, um pouco. – Nat se deita no meu ombro e eu a abraço de lado.

Deixo um beijo em sua testa, ela sorri e bebe mais um gole de sua bebida.

A sensação de que tudo está correndo da forma que realmente deveria me faz sorrir, eu amo essa sensação e o que eu sinto por essa garota loira de olhos claros, bem não sei nenhuma outra palavra que defina a não ser "amor", eu a amo.

- Sempre tive uma curiosidade.

- Ah, e qual é? – Pergunto.

- Um autor ou autora que te inspira.

- Hm... – Penso. – Jane Austen. – Digo.

- Romancista. – Ela acusa e sorri de lado.

- Fazer o quê. – Rio. – O que você está achando dessa noite?

- Romântica. – Ela brinca. – Eu estou amando.

[...]

Passamos a manhã juntos no hotel, Natasha disse que precisava sair com as meninas pela parte da tarde. Meg me chamou para irmos ao cinema, mas eu estava sem nenhum animo, ela acabou indo se encontrar com as meninas. Louis e Harry estavam planejando a festa e me chamaram para ir também, o que em minha opinião, já deveria estar tudo devidamente planejado, afinal, falta pouco mais de uma semana pra o halloween.

- É sério mesmo? Você não vai sair desse quarto hoje? – Theo pergunta olhando para o meu corpo amassado em meio um monte de cobertas.

- Estou cansado. – Resmungo e me sento.

Meu irmão pula e se deita ao meu lado.

- Ela te faz bem, não é? – Sorrio e concordo com um movimento de cabeça. – Eu sempre te disse, um dia você encontraria a garota certa.

- É. Verdade... – Concordo com pouco animo e Theo ri. – O que você acha de uma noite-zumbi?

- Oh, isso sim é uma boa ideia! – Meu irmão se anima e levanta em um pulo. – Enquanto eu arrumo as coisas na sala, você prepara o lanche.

- Gordo, abusado. – Acuso, me levantando e ele ri. – Leve cobertores, preciso me manter aquecido.

- Tudo bem, panda!

Eu preparei o lanche, sanduiches e limonada, coloquei em bandejas e levei para sala de televisão.

- Cadê o seu pai e mamãe? – Pergunto apoiando meu copo sobre a mesa de centro.

- Pelo que parece, meu pai fez uma reserva em um restaurante caro e levou ela para jantar fora hoje.

- Que fofo. – Ironizo e Theo força um sorriso. – Desculpa...

- Não, tudo bem.

[...]

O fim de semana passou surpreendentemente rápido, Nat passou a noite de domingo para segunda comigo, passamos a noite assistindo filmes aleatórios no Netflix. Agora na aula de química, me condeno mentalmente por ter recusado a ajuda dela com a matéria.

- Eu te ofereci ajuda. – Natasha me repreende, vendo que não consigo responder nenhuma das questões do teste.

- É. – Lamento e levanto a mão para que o professor recolha a folha.

Quando o sinal finalmente bate, pego minha mochila e espero que Nat junte suas coisas. Ela revira os olhos e segura minha mão.

- Você sabe que precisa estudar mais essa matéria, certo? – Confirmo com um movimento de cabeça e ela se encosta em mim.

- Nós temos um trabalho de literatura.

- Sim, é verdade. – Me recordo.

No refeitório, Marina e Meg encaram Harry e Louis, que comem suas panquecas com chocolate, enquanto as duas remexem suas salada-de-frutas.

- Cadê a Gabe? – Nat pergunta olhando ao redor.

- Foi comprar panquecas. – Megan abre um sorriso gigante e eu rio.

- Você parece uma criança quando faz essa cara. – Acuso e ela cora um pouco.

- Oi, amores! – Gabe deixa um beijo na minha bochecha e depois outro na de Nat.

- Bom dia, pra você também. – Natasha diz séria, mas logo ri.

- Segundo meu celular, haverá sol hoje. – Gabe justifica.

- Estávamos pensando em irmos todos para sua casa, Niall. – Louis diz e olha para os outros rostos ao redor da mesa, que confirmam como se aquele movimento tivesse sido combinado.

- Por mim, tudo bem. – Dou de ombros.

[...]

Repetindo o dia de ontem, resolvemos passar o dia aqui em casa, mas dessa vez, as meninas combinaram de dormir na casa da Nat e os meninos passaram a noite aqui mesmo, todos nós faltamos de aula, para curtimos os últimos dias de sol, claro.

Natasha não para de me provocar, durante o almoço ela ficou passando a mão sobre o tecido da minha calça. Não sei como me aguentei, quase soltei um gemido quando ela o apertou. Agora ela fica rebolando, com um biquíni que me vontade de fode-la aqui mesmo, na frente dos nossos amigos.

- Não vou ligar em te ter dentro da piscina, se continuar. – Sussurro contra o ouvido de minha namorada e ela ri.

- Sua casa está cheia. – Ela brinca e eu a derrubo na piscina junto comigo. – Niall! Eu vou matar você! – Ela grita e ri enquanto nada até mim.

- Ia me matar se continuasse me provocando daquele jeito, amor. – Digo e a puxo para mim. – O que acha da gente ir pro meu quarto?

- Não acho uma boa ideia, sua casa está cheia. – Ela diz e me beija.

Pressiono Nat contra a borda da piscina, os meninos estão ocupados com um jogo de vôlei e as meninas tomando sol.

Minha namorada olha ao redor e então desce sua mão pela lateral do meu corpo. Estremeço com o toque dela na borda do meu short de banho. A água cobre a altura do seu seio, o aperto e ela geme baixinho.

- Aqui não. – Ela diz e morde meu pescoço.

- Sch. – Digo e coloco meu indicador sobre os lábios de Nat. – Quietinha.

Ela tenta morder o meu dedo, mas nesse exato momento, aperto meu corpo contra o dela e faço com que ela sinta minha ereção. Invado a parte de baixo de seu biquíni com a minha mão e massageio sua intimidade. Ela geme um pouco alto, selo nossos lábios e continuo a estimula-la, a penetro com dois dedos e me afasto um pouco para encara-la.

- Se você fizer algum barulho vão nos descobrir. – Repreendo quando ela arfa.

- Niall, aqui não.

Não digo nada, começo a movimentar meus dedos dentro ela, Nat morde o lábio inferior impedindo um gemido. Seu corpo se estremece e ela se apoia em mim. Sorrio vitorioso e selo nossos lábios.

- Você é louco. – Ela diz tentando recuperar sua respiração.

- Você quem faz isso comigo, bebê!

- Vocês dois não se cansam? – Gabe grita nos interrompendo. – Sério! Parem de agarrar e venham comer algo.

- Estamos indo. – Grito de volta e ela revira os olhos.

- Não quero comer. – Nat diz e me abraça.

- Mas você vai! – Afirmo e a puxo. 
Nat monta na minha costa e eu sigo até a escada da piscina, saio e coloco no chão.

- Coma uma salada de frutas. – Digo e a abraço por trás.

- Eu estou sem fome.

- Você tem que se alimentar.

[...]

- Finalmente, a sós! – Natasha diz fechando a porta atrás de si e a trancando em seguida. – Sorrio safado e ela dá um pequeno pulo, de modo que suas pernas se prendem na minha cintura.

Distribuo beijos pelo pescoço de Nat, com uma de minhas mãos aperto seu seio. Ela morde meu pescoço e rebola no meu colo.

Com um pouco de esforço, Nat desce do meu colo. Então ela sorri e me empurra em direção a minha cama.

- Eu mando! – Ela diz e morde seu lábio inferior.

Sorrio e levanto meus braços em sinal de rendição.

- Tira esse short de banho. – Sua voz soa sexy, faço o que ela manda. – Esse é o efeito que eu causo em você, amor? – Ela pergunta e sorri de lado.

Tento tapar meu membro, que agora se encontra duro como uma rocha.

- Eu quero que você se dê um pouquinho de prazer. – Natasha diz e tira a parte de cima de seu biquíni, tento manter o controle sobre mim mesmo.

Ela acha engrado, pois ri e tenta manter uma expressão séria.

- Faça o que eu mandei. – Nat então se aproxima de mim.

Sua mão vem de encontro a minha, ela faz com que eu pegue meu cumprimento e começa a me estimular a fazer movimentos lentos.

- Não vou aguentar muito disso. – Resmungo.

Nat desliza suas unhas pelo meu abdômen, o que me faz arrepiar. Logo ela tira a calcinha de seu biquíni e joga contra o meu rosto. Seguro a cintura dela e a puxo para mim. Suas pernas circulam o meu corpo.

A viro de costas para mim e a penetro de uma só vez, uma onda de prazer invade meu corpo, um grito agudo escapa dos lábios da minha namorada, meu nome sendo pronunciado enquanto entro e saio dela.

Estabeleço uma sequencia de movimentos calmos e lento, nossos corpos suando e se movendo em uma sintonia perfeita.

- Mais rápido. – Nat pede atingindo seu limite, faço o que ela diz e logo atinjo meu ponto. Deixo que nossos corpos caiam juntos sobre a cama.

Tento controlar minha respiração.

- Eu te amo. – É tudo que consigo dizer.

 

Dias depois...

[...]

Fecho a porta do meu carro e dou partida em seguida, as lágrimas fluem através dos meus olhos, eu não sei para onde ir ou o que fazer, é como se todos os meus planos tivessem sido jogados pela janela.

As palavras de Natasha ainda ecoam na minha mente.

- Me desculpe, mas não posso continuar com isso. – Ela disse.

Nós estávamos bem, e agora isso. Ela disse que não tinha motivos, apenas que não poderíamos continuar.

Eu quis acreditar que ela começaria a rir e dizer que tudo aquilo era apenas uma brincadeira, mas não.

A sensação é estranha, mas não desconhecida, acho que a ficha ainda não caiu. É como se eu fosse acordar e descobrir que ela estava dormindo ao meu lado.

Uma buzina me faz voltar a realidade, afundo o pé no freio, os pneus protestam em atrito com o asfalto e o carro para.

Respiro fundo e esfrego meus olhos, tudo parece embaçado, soco o volante e abaixo minha cabeça.

- Niall! – Olho para o lado e vejo a garota ruiva se aproximando. – Meu Deus! O que aconteceu?

- Na... – Tento falar em meio a soluços. – Natasha...

- O que aconteceu com a Nat?

- Ela... Ela terminou comigo, Gabe.

Gabe segura seus cabelos e os puxam para trás.

[...]

- Agora me explica o que aconteceu. – Gabriela pede calmamente.

Eu definitivamente não estava em condições de dirigir, Gabe percebeu isso e mandou que eu me sentasse no banco do carona.

Ela me deixou em casa e antes de ir embora, pediu que eu lhe contasse o que havia acontecido.

Ela não parecia surpresa, mas desapontada.

[...]

Acordo, meu corpo parece ter sido esmagado, meus olhos ardem, me levanto. Troco de roupa e pego meu celular, algumas chamadas não atendidas e algumas mensagens recebidas.

- Bom dia! – Theo diz assim que me vê.

- Ei.

- Maninho, você está um caco.

- Obrigado, não estava sabendo. – Reviro os olhos. – Tô te esperando no carro.

- Não vai tomar café? – Ele pergunta, nego com um movimento de cabeça caminho até a saída.

O alarme do meu carro bipa, entro e alcanço meus óculos escuros no porta luvas.

Theo não demorou muito a aparecer, não estava afim de conversa, acho que meu irmão percebeu isso, já que ficou calado durante todo o trajeto.

Me sento ao fundo da sala, coloco meu capuz e abaixo a minha cabeça.

- Horan! – Meg me cutuca.

- Oi... – Tento um sorriso, ela entorta os lábios e me entrega um copo do Starbucks.

- Meu Deus, Niall! Você está um caco.

- Obrigado.

- Escuta, já fazem dois dias, seu tempo de "luto" já esgotou.

Nego com a cabeça e acabo soltando um riso.

- Vamos a festa de Halloween hoje. – Megan diz como se fosse uma ordem.

Os planos eram outros, eu e Nat iríamos a festa juntos.

A possibilidade de ela estar lá me faz não querer sair de casa.

- Você não vai deixar de ir por causa dela. – Meg parece ler meus pensamentos.

Entorto meus lábios e reviro os olhos.

- Você não precisa ficar no mesmo ambiente que ela. Por favor, vamos.

- Mas...

- Sem "mas". – Meg sorri. – Além do mais, eu preciso pedir doces e seria bem legal da sua parte me acompanhar.

- Megan, apenas crianças pedem doces.

- Sim, mas eu sou uma exceção, eu sou intercambista e no meu país, não tem isso.

- Tudo bem. – Cedo. – Mas eu não quero ficar na festa até tarde.

[...]

Meu olhos doem, mas minha cabeça parece estar sendo esmagada, olho ao fedor, estou deitado no sofá, mas não reconheço o lugar.

As últimas lembranças que tenho da noite passada é de ter chegado a festa com Megan, depois disso, tudo é apenas um borrão sem sentido.

A porta da sala se abre e Marina entra junto com Nat.

- O que você está fazendo aqui? – Nat pergunta me encarando perplexa.

- Onde é "aqui"? – Pergunto, sem graça.

- Minha casa? – Marina sugere e entorta os lábios.

- Está explicado! – Nat murmura e revira os olhos.

- Bom dia. – Megan diz e olha para mim. – Você. Toma isso! – Ela coloca um copo d'água em minhas mãos e me entrega uma aspirina.

- Vocês dois...

- Não! Ele ficou bêbado demais para ir embora e por isso dormiu aqui. – Meg interrompe Natasha e estreita os olhos. – Na sala.

Natasha olha para mim, balança a cabeça e começa a andar. Meg começa a falar algo.

- Meg, nem eu, nem você devemos satisfações pra ela. Não existe mais nada entre eu e Natasha Becker. – Falar isso dói.

- Niall! – Meg diz e se senta ao meu lado. – Não fique mal, ela não...

- Não termine essa frase. – A repreendo e me levanto. – Obrigado, Meg, mas vou indo.

Caminho até a porta e vou para o meu carro, encontro minhas chaves no meu bolso e o destravo. Consigo sentir o olhar de Natasha sobre mim.


Notas Finais


Eu não se vocês sabem, mas eu tenho um carinho enorme por vocês, sim, você, que está lendo essa mensagem agora. A cada dia, eu me sinto mais e mais motivado a escrever e compartilhar com vocês, não só essa, mas todas as histórias que escrevo, só tenho a agradecer. Muito obrigado.

Sobre o capítulo: Precisamos conversar sobre Natasha Becker!

Que reviravolta, não? Espero que estejam se matando para descobrirem o que virá a seguir... Muahahaha e pra quem estava querendo me matar, pela demora, calma, tá aí, postei.


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