História My Feelings M.C - Capítulo 2


Escrita por: ~

Postado
Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Michael Clifford, Personagens Originais
Tags Michaelclifford
Exibições 10
Palavras 1.133
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Fantasia, Festa, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Fanfic postada também no wattpad.

Capítulo 2 - School


Jane bateu meu armário com força, fazendo-me pular com o susto para trás.
- O que foi? - Minha voz mostrava minha falta de interesse em tudo ao meu redor, não pude deixar de reparar nisso. 
- Queria saber se você vai na festa da Lana. - Jane mascava um chiclete com a boca aberta, isso realmente me irritava.
- O que eu iria fazer em uma festa na casa da menina mais vadia e má da escola? - Perguntei irritada, por que raios ela queria que eu fosse lá? 
- Porque se você não for sua melhor amiga vai ficar sozinha lá, e isso seria péssimo. - Jane agora tinha um sorriso vitorioso nos labios, ela sabia que havia ganho quando disse aquilo, ela sabia que eu iria ceder. 
- Odeio quando você faz isso. - Suspiro mostrando derrota, Jane da pulinhos de alegrinha.
- Obrigado, muito obrigado Naomi! 
Reviro os olhos.
- Vou comprar um sanduíche. - Aviso e saio deixando Jane sozinha, porém feliz.
Meu nome é Naomi, Naomi Grindor Roland, um nome estranho, eu sei. Tenho 16 anos, sou de Sidney, Austrália. Moro com minha mãe, meus pais são separados e eu não tenho nenhum contato com meu pai, apenas por eu querer distância de alguém como ele. Não tenho irmãos, o que as vezes me deixa feliz, mas ao mesmo tempo triste. 
A escola onde estudo é particulamente um verdadeiro pandemônio, tudo o que você vê aqui são pessoas sem vidas como se suas almas tivessem sido sugadas, ou pessoas completamente más. E então tinha eu Jane e um garoto de cabelos coloridos, não posso lhe dizer a exata cor pois, a cada quinze dias ele surge com uma nova, nunca é fixo. Somos aqueles que ainda tem um resquício de esperança, ou sede pela vida, como você preferir. Não ofendemos ninguém, nem nos machucamos por algo que seja feito a nós, temos algo que você pode chamar de " viver", se é que essa palavra é adequada para o caso. 
Olho o refeitório agora lotado de pessoas por ser o intervalo, suspiro impaciente voltando a andar até a longa fila que se estendia na cantina. 
- Eu ouvi dizer, que a Lana gastou horrores com essa festa. 
- Sim, o tema é horror, ela espalhou coisas nojentas pela casa, como corpos falsos para nos causar isso. 
Havia duas garotas conversando baixinho na minha frente super empolgadas, aliás, todos estavam, até mesmo as pessoas depressivas que nunca falavam nada sem ser lamúrias. 
Mas havia uma pessoa que permanecia calada, olhando um ponto fixo na mesa redonda e cinza que havia espalhada por todo refeitório. Seus olhos vieram de encontro ao meu, estavam repletos por uma camada de ignorância e sanidade, sustentei nossos olhares. Ele sorriu, logo após desviou o olhar voltando a mesa.
- O esquisita, anda logo que eu quero comer! 
Olhei para trás e vi Lana, seus cabelos castanhos que batiam na cintura estavam perfeitamente alinhados, sua pele nao tinha nenhuma marca de acne ou danos feito pelo sol, o corpo extramamente magro me davas duvidas sobre o que ela acabara de ter dito, que queria comer. 
Andei e peguei um sanduíche o colocando na bandeja laranja que estava do lado, fui até a mulher que ficava no caixa e deixei uma nota de 1 dólar, saí da fila indo ate uma maquina cheia de refrigerante colocando uma moeda e pegando uma lata de coca. 
Jane acenava frenéticamente para eu me sentar ao seu lado, revirei os olhos, aquilo me irritava. 
- Como é que você entrou aqui sem eu ver? - Pergunto realmente interessada puxando a cadeira e me sentando a sua frente.
Percebi que Jane não havia pegado nada para comer, só havia uma garrafa de água.
- Você estava parecendo um zombi naquela fila, não olhava para canto algum e quando olhava só via até um certo ponto, nunca chegava nessa mesa. - Jane deu de ombro tomando sua água. 
Tirei o plastico do meu sanduíche, mordendo um pedaço, vi Jane olhar para ele fixamente, seu olhar era de alguém faminto.
- Quer? - Ofereci o lanche ainda mastigando o pedaço que mordi, Jane continuou a olhar o sanduíche fixamente e depois negou, dando um sorriso. - Tem certeza? Você parece com fome.
Jane bebeu mais água antes de me responder.
- Estou bem, comi panquecas com ovos no café da manhã.
Dei outra mordida observando Jane ainda olhar para meu sanduíche. Peguei meu celular no bolso da minha calça, e disquei o número da irmã de Jane. Coloquei o sanduíche na bandeja, e abri a lata de coca. 
- Sim? 
A voz de Meredith me acalmava, era suave e transmitia segurança.
- Oi, é a Naomi. - Informei.
- Ah sim, olá Naomi, como está? 
- Estou ótima. - Voltei a olhar Jane que agora prestava atenção no que eu fazia. - E você?
- Muito bem. 
- Ah, então eu queria saber se hoje fez panquecas e ovos no café da manhã. - Jane arregalou os olhos, e apertou firme sua garrafa de água.
Meredith pareceu confusa.
- Não.
- Jane comeu algo antes de sair daí? - Insisti fazendo Jane agora amassar a garrafa.
- Não vejo Jane comer faz três dias Naomi, queria mesmo lhe informar sobre isso, já que são melhores amigas e ela lhe escuta mais do que eu. - Meredith tinha o tom preocupado e desesperado.
- Tudo bem, muito obrigado. - Falei calmamente e desliguei o celular o guardando de novo.
Dei um longo gole em minha coca, a colocando na mesa e em seguida voltei a comer meu sanduíche. Não olhei para Jane, também não lhe disse nada, sabia o que se passava com ela o que realmente me chateava, mas nada que eu não tenha feito também. 
Sua cadeira fez barulho e quando olhei ela havia se levantado e ido embora. 
[...]
Abri a porta de casa.
- Mãe? - Chamei, nada, silêncio absoluto. - Mãe? 
Não obtive resposta, a casa estava escura, completamente escura, nem a iluminação da rua clareava. Acendi a luz da sala e fechei a porta atrás de mim com o pé, joguei minha mochila no sofá e me sentei cansada, meu corpo estava exausto e minha mente também. 
" Fuja"
Olhei para os lados assustada, procurando alguém.
- Mãe, você está aí? 
" Ele vai pegar você garota, depois de sua mãe, e quando você  menos esperar sua vida será um inferno. "
Escutei novamente a voz, agora perto do meu ouvido como um sussurro. A porta se abriu, vi minha mãe entrando.
- Está com fome querida? - Perguntou com algumas sacolas na mão.
- É, estou sim. - Minha voz saiu como um chiado, ela sorriu e foi para a cozinha.
" Eu tentei te avisar"


Notas Finais


Fanfic postada também no wattpad


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