História My First and Last - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Neo Culture Technology (NCT)
Personagens Chenle, Doyoung, Haechan, Hansol, Jaehyun, Jaemin, Jeno, Jisung, Johnny, Kun, Mark, Personagens Originais, RenJun, Taeil, Taeyong, Ten, Winwin, Yuta
Tags Chensung, Hanhei, Hanwoo, Jaeyong, Johnten, Kunhei, Kunsol, Kunwoo, Longfic, Markchan, Markhyuk, Marksung, Nct, Peter Pan, Renle, Tenny, Yuwin
Visualizações 189
Palavras 1.242
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Fluffy, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem do capítulo!!!
Prestem atenção nas partes grifadas

Capítulo 3 - Caminhando a Luz do Sol


Ele acordara de seu sono com algumas conversas e risos vindo do corredor. Portanto, decide averiguar a situação; em silêncio, deixa sua porta semiaberta e consegue ver seu irmão mais velho conversando com um menino alto e pálido a frente da porta do banheiro, quando o desconhecido adentra o cômodo, deixando Sicheng sozinho no corredor, Renjun se aproxima, dizendo:

— Chengie — o sorriso do mais velho se desmancha. —, o que está acontecendo?

— Por favor, não conte a ninguém... — suas sobrancelhas formam uma careta de preocupação.

— Quem é ele? — com a cabeça, o mais novo aponta para a porta.

— Jaehyun é um amigo. Um novo amigo. Estudamos juntos. — ele começa a murmurar. — Não conte ao pai... Ele não gosta muito que tragamos visitas sem avisá-lo...

— Claro.

—... E onde ele está?

— A última vez que o vi, estava em seu escritório... — disse Renjun. —  Deveria falar mais baixo se não quisesse ser notado. Digo me acordou.

— Ei — a voz grossa de seu pai faz um calafrio subir pela espinha de ambos e seus olhos arregalarem. —, o que ainda fazem acordados? — Renjun olha para seu irmão a procura de uma resposta.

— Q-Queríamos usar o banheiro... — começa Sicheng.

— E quem está usando?

— Sunhee-noona, pai. — mente.

— Só não faça muito barulho... Sabem como sua mãe não gosta de ser acordada. — disse, enquanto se afastava, em direção de sua suíte principal. — E vão logo para suas camas, amanhã têm aula, certo?

— Sim, senhor. — sibila Renjun, um pouco antes de seu pai fechar a porta com delicadeza. — Papai tem razão, Chengie, vá logo para cama. — disse, enquanto voltava para o seu quarto.

Jaehyun, enfim, sai do banheiro; com uma toalha branca enrolada em sua cintura mostrando seu peitoral pálido e definida, e outra toalha branca passava pelo seu cabelo, enquanto sorria para o amigo chinês:

— O quê? — questiona. — Estava esperando por mim?

— Na verdade, não... Conversava com meu irmão.

 

— Renjun — ele acordara com seu irmão chamando-o e com a luz do Sol matinal entrando pela sua janela. — Renjunnie! Preciso de sua ajuda! — o mais novo apenas geme e cobre a cabeça. — Preciso que distraia mamãe, papai e Sunhee-noona para que Jaehyun possa sair.

— Não...! — resmungou, enquanto se revirava pela cama.

— Por favor... Eu lhe dou qualquer coisa, juro! — Sicheng tentava, em vão, descobri-lo.

— Não quero nada, muito obrigado...

— Não conto para o papai que manteve um fugitivo em casa, à dois dias... — ele sorri amarelo.

— Mas eu não trouxe nenhum fugi-... — ele se descobre e, com uma expressão séria, questiona: — Como sabe sobre isso?

— Sou seu irmão mais velho, sei de tudo! — Sicheng sorri. — E uma das coisas que sei é que... Zhong ChenLe não tem o nome tão limpo na praça quanto acha que têm.

— O que quer dizer com isso?

— Me ajude e saberá. — sorri. — A porta principal está trancada e papai está de marcação comigo, portanto não quer dizer onde ficam as chaves novas.

Rapidamente, Renjun coloca seu uniforme e vai ao encontro de seus pais e de Sunhee, na cozinha. Sicheng o seguira e ficara de espreita à porta, junto com Jaehyun:

— Mas que merda eles estão fazendo? — questiona Jaehyun à Sicheng, em um sussurro. O casal dançava por toda a cozinha ao som de “Walking On Sunshine”, enquanto Sunhee lavava a louça.

— Dançando para alegrar a manhã... — Sicheng fecha os olhos, enquanto suas bochechas coravam de vergonha dos pais. — Aquela é a saída onde sei que está destrancada... — ele aponta para a porta próxima dos armários. — Pode sair pelo jardim.

— O quê? Do outro lado da cozinha?!

— Renjun dará um jeito. — quando o casal vira de costas para a porta, Sicheng faz um sinal para que Jaehyun se escondesse perto da ilha, ainda abaixado.

— Bom dia! — o mais novo aparece para seus pais, que abaixam o volume da música e sua mãe, Xiening, se aproxima do filho. — Mamãe, eu não estou me sentindo muito bem... — disse colocando os braços para trás de seu corpo e fazendo um sinal para que Jaehyun se aproximasse da porta, ainda abaixado, de forma lenta.

— Deixe-me ver... — ela coloca a mão em sua testa, medindo a temperatura. — Não sei ao certo... Sua temperatura está boa, mas seus olhos parecem cansados...

— Eles estão.

— Chengyan — chama Xiening. —, venha ver se seu bebê está bem... — o mais velho se aproxima e também mede a temperatura dele.

— Sunhee — disse Chengyan. —, pegue o termômetro, por favor.

— Sim, senhor. — ela deixa a cozinha e vai em direção ao banheiro, enquanto Jaehyun conseguira escapar pelo jardim.

— Bom dia! — Sicheng aparece sorrindo. — O que está acontecendo com o pequeno Renjunnie? — ele se senta à mesa de café da manhã.

— Parece que está contraindo uma gripe qualquer. — sua mãe se afasta dele.

— Pode ser uma gripe suína, mãe! — exclama Renjun, que recebia apenas três caretas diferentes como resposta, então se senta à frente de Sicheng.

— Obrigado... — murmura o mais velho.

 

— Onde estava? — seu pai abrira a porta, enquanto ele tirava sua camiseta para colocar seu uniforme.

— Oh, sim, pode entrar... — disse cínico.

— Onde estava?!

— No meu quarto e você? — mente.

— Sei que não estava aqui, Jaehyun, não minta para mim... Ainda sou seu pai. — disse, fazendo os olhos do menino rolar. — Querendo ou não...

— E não quero.

— Só diga onde estava. — bufa. — Fiquei preocupado.

— Me engana que eu gosto... Estava com um amigo. Posso ter amigos ou tentará mata-los também?

— Não provoque...

— Não provocarei — disse, colocando sua gravata. — Tenho medo que me machuque como machucou minha...

— Eu não a matei, Jaehyun! — grita. — Ela está bem e você sabe disso!

— Ela está bem, pois está longe de você! — retruca. — Mas eu não tive a mesma sorte... — Jaehyun pega sua mochila e deixa a casa.

Ao chegar em sua escola, com o rosto inchado de tanto chorar, recebe a informação que seu diretor queria conversar com ele o quanto antes, então se apressa e vai até a sua sala:

— Gostaria de falar comigo, senhor? — ele se senta a frente do mais velho.

— Sim... Jaehyun... Estou preocupado.

— O senhor têm tantos alunos, por que está preocupado exclusivamente comigo? — questiona.

— Me preocupo com todos, mas... Todos os seus professores, unanimemente,  disseram algo sobre um comportamento... Diferente.

— E daí?

 E como sei o que houve no último mês, me preocupo.

— E daí?

— Quero que frequente um psicólogo.

— Está tirando uma com a minha cara? Eu não sou louco!

— Não estou dizendo que é louco, Jaehyun... Só acho que precisa conversar com alguém. Para isso que servem os psicólogos.

— Sem falar que não tenho dinheiro para um!

— A Sr.ª Lee é a psicóloga da escola... E disse que ficaria honrada em poder te ajudar... De graça.

 Sr.ª Lee? — ele franze a sobrancelha.

— As portas dela estarão sempre abertas, Jaehyun...


Notas Finais


Espero que tenham gostado sz


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