História My first love - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Exibições 4
Palavras 2.963
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Ficção, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiii pessoinhas cheirosas. <3 <3 <3
Espero do fundo do meu coração que lhes agradem.
Boa leitura.

Capítulo 1 - De volta para o lar


“Pior que amar e não ser correspondido, é amar e ser esquecido! ”

                     (Fernando Henrique de Souza)

 

        ~10 anos atrás~

  -Ei, me espera! -O garoto loiro de olhos azuis gritava correndo atrás de sua amiga-Te peguei, ta com você!

  -Pera ai, vamos descansar um pouco. -A menina de curtos cabelos negros e olhos verdes quase implorava -Eu corri muito.

  -Verdade. -E os dois sentaram no gramado verde. -Você vai mesmo embora Lotte?

  -Vou. -Ela dizia começando a chorar -Mas eu não quero ir Theo, eu quero ficar. -Ela abraçava as pernas soluçando alto.

  -Mas você vai voltar?

  -Não sei. -Ela falava com a voz tremula com o choro ficando cada vez mais alto.

  -Para de chorar. Você chora muito fácil, bebezão.

  -Você faria o mesmo se estivesse no meu lugar. -O choro dela cessava e ela enxugava as lágrimas.

  -Claro que não. Homens não choram. -Ele se levanta e estendo a mão para ela que aceita. -Que droga. Por que você tem que ser mais alta que eu? -Ele falava bravo fazendo ela rir.

  -Ta com você. -Ela encosta no peito dele voltando a correr seguida dele.

  -Não vale, a gente estava descansando.

  Depois de horas brincando, estava quase escurecendo, e tiveram que ir embora.

  -Lotte, se eu ficar mais alto que você, você vai casar comigo, certo? -Ele diz medindo a altura dela comparando com a dele.

  -Vamos ver. Se eu voltar. -Ela diz voltando a chorar.

  -Não chora. Vamos fazer assim, eu prometo que esperarei você aqui e você prometa que, algum dia, vai voltar. -Ele diz enxugando as lagrimas dela. -E, por favor, deixe o seu cabelo crescer. Aposto que você ficaria linda. -Ele diz passando a mão no cabelo dela, que ia até o ombro.

  -Sim, eu prometo. -Ela fala corada. -E, também, prometa que vai ser meu melhor amigo para sempre.

  -Eu vou.

  -Charlotte, vamos, está na hora de irmos. -A mãe dela gritava do carro.

  -Adeus. -Ela dizia, com lagrimas escorrendo pelos seus olhos.

  -Adeus. -Ele dizia triste.

         ~Dias atuais~

  -Charlotte, chegamos. -A mãe dela a acordava.

  Charlotte Walker era uma menina de longos cabelos negros, que chegavam até a cintura, e olhos verdes, tinha 16 anos. Ela voltara a sua cidade natal, depois de longos 10 anos, já que ouve um imprevisto com a sua avó, que estava extremamente doente, e tiveram que voltar a morar em sua antiga casa.

  -Eu tinha me esquecido de como essa casa é velha! -Ela diz indiferente, pegando sua mala e adentrando na casa -Vou estar em meu quarto. Não venham me incomodar. -Dito isso subiu as escadas e se dirigiu para seu quarto.

  Quando chegou em seu antigo quarto, jogou sua mochila em um canto e, se dirigiu a janela, observando o jardim.

  -Querida, o caminhão da mudança chegou! -Sua mãe gritara do andar de baixo. -Vem pegar suas coisas.

  -Já vou. -Gritava de volta, indo em direção ao andar de baixo.

  Depois de algumas horas, já tinha arrumado parte do seu quarto. Como tinha suado bastante, foi tomar um banho. Enquanto a banheira enchia, foi pegar seu pijama, um top sutiã e um boy short. Tomou um banho rápido, se vestiu, e foi jantar com seus pais no andar de baixo.

  -Amanhã é o seu primeiro dia de aula Lotte, então eu irei te levar -Sua mãe falava calmamente.

  -Primeiro: é Charlotte, vocês sabem que eu odeio esse apelido. Segundo: eu posso muito bem ir andando sozinha. -Ela se levantou e levou seu prato para cozinha, subindo logo em seguida para seu quarto. Chegando lá, se deitou em sua cama, que ficava em baixo da janela, e colocou seus fones ouvindo um pouco de música.

  -Charlotte, está tudo bem? -Seu pai disse entrando no quarto e sentando em sua cama, do lado dela -Tem alguma coisa te incomodando? -Seu pai, melhor que ninguém, sabia quando ela não estava bem.

  -Não é nada, é sério. -Ela diz suspirando e dando um sorriso para o pai.

  -Ok então. Não vou te forçar a falar. -Ela dá um beijo em sua testa e vai em direção a porta. -Agora vá dormir que amanhã você tem aula bem cedo. -Ele diz apagando a luz e fechando a porta.

  Ela suspira e guarda seus fones. Enquanto o sono não vinha, ela observava a lua e as estrelas da janela, com os pensamentos envoltos em uma pessoa.

  -Será? -Ela diz baixo, quase em um tom inaudível, se deitando e dormindo logo em seguida.

                                                                             ~~~~~

   -Lotte, vem brincar. -Ele gritava o seu apelido, que ele dera carinhosamente, jogando pedras na janela da mesma.

  -Não posso Theo, eu já te disse, eu estou de castigo. -Ela dizia abrindo a janela e falando isso pela quinta vez nesse dia

  -Porque? -Era a sexta vez seguida que ele perguntava isso

  -Eu já te disse o porquê, eu joguei os brincos de diamante da mamãe no vaso e dei descarga.

  -Mas eu quero brincar. -Ele dizia manhoso.

  -Vai brincar com outra pessoa, ou vai brincar sozinho!

  -Não!! Só brinco se for com você!

  -Charlotte? A senhorita está conversando com quem? -A mãe dela dizia subindo as escadas.

  -Com meus ursinhos mamãe. -Ela gritava tentando fazer a mãe voltar para a sala. -Vai embora Theo, se minha mãe pegar você é aí que eu não brinco mesmo.

  -Mas... -Ele foi interrompido quando ela fecha a janela do quarto, pois sua mãe estava abrindo a porta.

  -Charlotte, posso saber o que a senhorita estava fazendo? -Sua mãe falava brava com as mãos na cintura na porta do quarto

  -Brincando com meu ursinho mamãe, eu já te disse. -Ela diz levantando o ursinho. -Não é Teddy?

  -Hump. -Ela fecha a porta do quarto e volta para a sala.

  -Essa foi por pouco. -Ela diz soltando um longo suspiro.

                                                                             ~~~~~

  -Charlotte, acorda, está na hora de você tomar café. -Sua mãe dizia da porta do quarto, despertando a garota. – Oh, Bela Adormecida, se você não acordar, vou jogar um balde d’agua em você.

  -Já acordei. -Ela dizia se levantando. -Então foi tudo um sonho.... Porque sonhei com isso? -Ela dizia baixo, para ela mesma.

  -O que disse querida? -Sua mãe falava da porta do quarto.

  -Nada, nada. -Ela não queria tocar no assunto -Já estou indo tomar café.

  Ela se levantou e foi em direção ao guarda-roupa e pegou as roupas que iria usar, que era uma blusa branca com a foto de uma pessoa, um short jeans curto, meia calça preta transparente, botas que iam até o calcanhar, uma jaqueta de couro e uma touca preta, e se dirigiu até o banheiro para fazer suas higienes matinais. Quando chegou na cozinha seus pais não paravam de encarar ela.

  -O que foi? Parece que nunca me viu. -Ela dizia um tanto incomodada, pois odiava que as pessoas ficassem olhando para ela.

  -É que você está linda. -Sua mãe dizia a abraçando. -Vai arrasar corações!

  -Nem pense em ficar namorando tão cedo, ok. -Seu pai falava rindo e voltando a ler o jornal.

  -Já chega, né. Deixa eu comer. -Ela dizia corada, voltando a comer, enquanto os pais riam. -Além do mais.... Por que eu iria namorar com alguém? Eu já sei como a história termina. -Ela dizia pegando as coisas e indo para a porta- Você nunca é correspondido. E acaba se machucando.

  Depois de algum tempo andando finalmente consegue chegar na escola, faltando bastante tempo para tocar o sinal, então ela decide dar uma volta pelo local. Depois de algumas voltas, sem querer, ela acaba esbarrando em uma garota e as duas caem.

  -Desculpa. Eu não estava prestando atenção. -Charlotte diz se levantando e estendendo a mão para a outa que aceita.

  -Não tem problema, eu também não estava prestando muita atenção. Meu nome é Carla, qual é o seu? -Ela diz dando um sorriso.

  Carla tinha cabelos ruivos que, mesmo usando em duas marinhas chiquinas, chegavam até um pouco acima da cintura dela, olhos castanhos e sardas de uma orelha a outra. Ela usava um vestido rosa bebe com babados e rendado na gola do pescoço, um cinto florido com detalhes dourados, um casaco bege e uma bolsinha da cor do vestido. Parecia uma boneca de porcelana.

  -Charlotte. -Respondeu dando um pequeno sorriso para ela.

  -Você é nova aqui? -Ela pergunta examinando a outra. -Nunca te vi por aqui.

  -Sim, eu sou nova. Eu me mudei do estado vizinho. -Ela diz começando a andar, sendo seguida pela outra.

  -Você era de que cidade? -Carla dizia saltitando.

  -Nova Orleans.

  -Que legal! Eu sempre quis ir lá. -A outra falavam com os olhos brilhantes.

  -Eu era daqui mas tive que me mudar com seis anos. -Charlotte dizia pondo suas coisas no seu armário.

  -E você tem quantos anos? -A outra dizia cheia de curiosidade.

  -A curiosidade matou o gato sabia? -A morena perguntava arqueando uma das sobrancelhas.

  -Eu sei. -A ruiva falou sorrindo. -É que eu te achei legal. Agora, por favor, responda minha pergunta. -Ela falou fazendo a morena rir.

  -16 Anos.

  -Você ficou lá por dez anos?! Nossa! -A ruiva falava surpresa, pegando as coisas em seu armário. -Ah, já ia me esquecendo de devolver o livro do Theo. -Quando a ruiva falou este nome, a morena sentiu o estomago revirar de ansiedade.

  -Theo? -Ela tentava parecer indiferente.

  -Sim, Theodor Williams. -Ao ouvir esse nome, a morena escondeu um sorriso que se formou em seu rosto. -Ele é conhecido como o menino mais bonito da escola, capitão do time de futebol americano, e o grande pegador. -Charlotte sentiu seu coração falhar uma batida. Seria possível que seria o mesmo Theo, o garotinho tímido e simpático com quem brincava todos os dias. -Mesmo namorando Crystal, a chefe das líderes de torcida, ele já pega todas as líderes de torcida e até algumas outras meninas. Ou seja, ele é um pervertido que, mesmo namorando, não quer nada sério. Mas é um pervertido que eu daria tudo pra ser meu. -Ela dizia sonhadora. -Ah, olá Theo, aqui, obrigada pelo livro.

  -Por nada, quando precisar é só falar! -Pelo canto do olho, a morena viu um garoto auto de cabelos loiros e olhos azuis. -E quem é essa bonitinha?

  -Ela é nova. É a Charlotte. -A ruiva falou com um sorriso enorme na cara e as bochechas levemente coradas.

  -Charlotte? Esse nome não me é estranho... -A morena sentiu uma pontada de esperança. Será que ele ainda lembra dela -Deixa para lá, não deve ser ninguém importante. -Quando ouviu isso, o coração dela apertou e lagrimas formaram no canto dos olhos. Será possível que ele esquecera dela? De que esquecera todas as promessas que eles fizeram?

  Ele estava diferente, tanto no caráter quanto na aparência, os cabelos ficaram um pouco maiores, os olhos estavam mais claros e ele crescera bastante, o nariz dele batia na testa dela. Ela lutava bastante contra a vontade de chorar enquanto se lembrava do passado, quando ele prometera que nunca esqueceria dela, quando ela prometera que, se ele ficasse mais alto que ela, eles se casariam.

  -Você realmente se esqueceu? -Ela disse em um som quase inaudível.

  -Disse alguma coisa? -O loiro perguntou se abaixando, ficando na altura da mesma.

  -Não. Tenho que ir, minha aula já vai começar. -Charlotte disse no mesmo instante que o garoto perguntou e sai em passos largos olhando para o chão deixando os outros dois confusos.

  -Você sabe o que deu nela? -O loiro perguntou um tanto confuso

  -Não sei. Ela parecia bem estranha. Bem, deve ser a mudança. Viver dez anos em um lugar e, do nada, mudar para outro! Deve ser bem estressante. -A ruiva dizia dando de ombros e pegando seus materiais.

  -Mas ela me parecia um tanto... familiar. -O loiro dizia enquanto observava a morena sumir pelos corredores. -Deve ser só minha imaginação. Bem, tchau, tenho que ir, minha aula começa daqui a dois minutos. -Ele dizia dando as costas e saindo.

  -Tchau.

                                                                     ~~~~

  -Cheguei. -A morena gritava para a casa vazia quando ouviu a campainha tocar atrás dela. -Quem é?

  -Sou eu, a Carla. -A morena abriu a porta, sem saber o que dizer.

  -Me seguiu até aqui?

  -Você estava estranha e ficou me evitando o dia todo. Eu fiquei preocupada. -A ruiva transbordava de preocupação.

  -Desculpa. Entra. -A morena dava passagem para a outra passar

  -Casa bonita. -A outra falava admirada olhando a casa. -Mas me conta, o que aconteceu com você?

  -Nada, é que... -Charlotte sentava no sofá procurando palavras que expressassem o que estava sentindo.

  -É que...

  -É que, imagina, depois de longos dez anos, você sobreviveu a uma dor e sofrimento inimagináveis com a única coisa fazendo você viver é saber que você poderia reencontrar a única pessoa que você queria. -Ela lutava contra as lagrimas que se formavam, não poderia desabar, não agora -E quando você finalmente volta, você percebe que essa pessoa esqueceu de tudo. Esqueceu das brincadeiras que faziam, esqueceu dos momentos felizes que viveram, esqueceu das promessas que fizeram e... Esqueceu de você! -Ela não conseguiu mais segurar e desabou em lagrimas, com soluços altos.

  -Calma, calma. -A ruiva dizia abraçando a outra, que não conseguia nem respirar direito de tanto chorar. -Shhh, ta tudo bem.

  Quando ela finalmente se acalmou, Carla perguntou o que tinha acontecido, queria a história completa, e Charlotte explicou tudo, desde as brincadeiras bobas até as promessas que fizeram antes dela partir. Em alguns momentos as lágrimas teimosas escorriam pela sua bochecha. E quando finalmente terminou de contar toda a história, a ruiva ficou bastante confusa. Como ele conseguira esquecer de tudo, e como conseguira mudar tanto? Nenhuma das duas conseguia responder.

  -Nossa. -Foi a única coisa que a ruiva conseguiu falar. -Eu nem consigo imaginar como você está sentindo. Mas eu não irei me intrometer. Isso não é uma coisa minha. -Ela dizia pegando na mão da amiga. -É uma coisa sua. Eu prometo não falar nada disso com ele, mas só se você me prometer que fará de tudo para fazê-lo lembrar de você. -Ela dizia dando um sorriso terno para a garota, enquanto esta assentia -Ótimo. Agora, não vai me mostrar sua casa? -A ruiva se levantava, abrindo os braços, e fazendo a outra rir.

  -Mas não tem nada para mostrar. O primeiro andar é só a cozinha e a sala, e o segundo são os quartos e o banheiro.

  -Me mostra seu quarto. -A ruiva puxava a outra em direção a escada. -Eu estou muito curiosa.

  -Percebi. Mas meu quarto esta bagunçado por causa da mudança.

  -Mesmo assim. Eu quero ver.

  Elas chegaram no quarto de Charlotte, que só tinha o guarda-roupa e a cama de casal montados rodeados de várias caixas, e se sentaram na cama, quer dizer, só a Charlotte pois a Carla pulou em cima da cama.

  -Sua cama é tão grande. -Carla dizia deitada em posição de estrela. -Quem dera eu tivesse uma cama assim.

  A ruiva rolava de um lado para o outro fazendo a outra rir, quando ela viu uma caixa escrita “Musica” e se levantou em um pulo, indo em direção a caixa e abrindo a mesma.

  -Oh, olha a educação. -Charlotte falava um tanto incomodada por mexerem em suas coisas.

  -Não sabia que você tocava. Você toca quantos instrumentos?

  -Eu toco violão, guitarra, teclado, baixo, bateria, piano, acordeão, bandoneon, trombone, trompete, saxofone, flauta, pífano, ocarina, clarofone, clarineta, violino, lira, arpa, viola e outros de que eu não me lembro. E também sei cantar, um pouco. -Carla ficou boquiaberta. Como alguém conseguia tocar tantos instrumentos?

 -Você poderia tocar algo para mim, e cantar também? -Ela dizia foleando a pauta com as músicas. -Aqui, canta essa! -Ela mostrava a Charlotte, que tinha terminado de montar o teclado, a música “Faded” e ela começou a tocar e a cantar.

  Ao acabar, Carla aplaudiu forte, com os olhos brilhantes, fazendo a outra corar fortemente e sorrir sem graça.

  -Você é incrível!! Podia se tornar cantora! -Ela dizia abraçando a outra, que retribuiu o abraço.

  -Não é para tanto. -Ela dizia rindo, feliz pelo comentário da amiga

  -É sim. -A ruiva diz olhando para o relógio e arregalando os olhos. -Tenho que ir, já são quase seis e meia. -A outra ficou surpresa, tinha passado tanto tempo assim, e acompanhou a amiga até a porta. -Tchau, até amanhã. E não se esqueça.... Faça ele lembrar de você. E você gostaria de almoçar comigo e com as minhas amigas amanhã? -A morena assentiu, se despedindo logo em seguida e indo em direção ao sofá.

  Ficou vendo TV até dar umas oito e meia, e foi tomar banho. Quando terminou seu banho, vestiu a roupa de dormir e foi ligar para seus pais. Desbloqueou o celular e ligou para a sua mãe.

  -Oi mãe. Cadê vocês?

  -Oi querida. Hoje seu pai vai ficar até mais tarde no hospital. Tem um paciente com problemas sérios e ele tem que cuidar dele. E eu estou cuidando da sua avó. E ele depois do trabalho ele vai ficar aqui comigo na sua avó, pro caso de acontecer alguma coisa mais séria com ela. Tem macarrão na geladeira, e eu quero você na cama bem cedo. Ok?

  -Ok. Boa noite mãe, te amo.

  -Boa noite querida, também te amo, tchau.

  -Tchau.

  No final da ligação, ela bloqueou o telefone e foi jantar. Assim que terminou subiu e escovou os dentes deitando logo em seguida. Colocou seus fones e, no quarto todo escuro, ficou olhando para o teto pensando em um certo loiro que esquecera dela. Ela estava triste, muito triste, mas não iria permitir que mais ninguém saiba disso. As pessoas a machucaram, fizeram ela sofrer, e ela não deixaria que mais ninguém fizesse isso com ela. Ela estava certa de que faria de tudo para ele se lembrar dela. E foi em volta desses pensamentos que ela adormeceu, com um pesar em seu coração.


Notas Finais




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